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Você já parou no sinal de trânsito, olhou para o carro de luxo ao lado e pensou: "Se eu tivesse esse carro, as pessoas me respeitariam mais"?
Cuidado. Esse pensamento pode ser a armadilha financeira mais cara da sua vida.
Neste segundo episódio da série "A Psicologia do Bolso", vamos desmascarar a ilusão da ostentação. Baseando-nos nos conceitos de Morgan Housel (A Psicologia Financeira) e na antropologia do consumo brasileira de Michel Alcoforado (Coisa de Rico), discutimos por que confundimos tanto "Ter" com "Ser".
Você acha que para ter dinheiro precisa ser um gênio da matemática? Pense de novo. A história real de um faxineiro que acumulou 8 milhões de dólares prova que o comportamento afeta nossa relação com o dinheiro.
Iniciamos hoje a série "A Psicologia do Bolso". O Professor Ronaldo Nezo explica por que as decisões financeiras são tomadas na mesa do jantar (com emoção) e não na planilha de Excel (com razão).
Descubra os gatilhos emocionais que te fazem gastar e prepare-se para mudar sua mente em 2026.
Recebi esta semana a mensagem de uma ouvinte. Ela dizia que casou há um ano. E neste ano, descobriu que o marido é viciado em drogas.
Pra manter o vício, ele furta objetos da própria casa.
Essa esposa resolveu dar um basta. E separou. Mas ele quer voltar, promete mudar.
E aí?
Você tem grandes expectativas para o ano novo? É natural querer que o ano novo traga mudanças.
Mas será que a mudança vem da troca do calendário?
Entenda, os problemas não desaparecem com a chegada do ano novo.
O que faz o ano ser, de fato, novo é a nossa mudança de atitude.
Vamos refletir sobre isso?
Nâo há problema em admitir os dias ruins, mas se você chegou ao final deste ano, também tem muito a celebrar.
Será que seu Natal foi como você gostaria que fosse?
Sobraram motivos para agradecer ou para reclamar?
Agora... Pense comigo:
O que diriam José e Maria depois do Natal?
Vamos refletir sobre isso?
Enquanto você corre com os preparativos para a ceia, o Professor Doutor Ronaldo Nezo faz um convite para o preparo principal: a sala do seu coração.
De nada adianta uma mesa impecável se as relações estão machucadas e o paladar emocional está amargo de ressentimento. O Natal não é um "teatro social"; é a oportunidade de um novo nascimento.
Nesta reflexão, descubra:
Por que a mudança real nasce na nossa verdade, e não na nossa perfeição.
A lição do estábulo: por que o novo não precisa de luxo para nascer.
O nascimento da Verdade, da Tolerância e da Presença Real.
Deixe morrer a necessidade de ter razão e permita que o Cristo oriente suas palavras.
O coração sofre quando alguém que amamos não está mais presente.
Pode ser alguém que perdemos, que está distante ou mesmo com quem a relação está estremecida.
O que fazer diante da falta? Como celebrar o Natal mesmo quando uma (ou mais) cadeira está vazia?
Esta é uma verdade inconveniente.
Porém, ssó existe uma pessoa com poder real sobre a nossa vida. Nós mesmos.
Então, entenda:
Só você pode decidir: "eu preciso disso". Só você pode definir: "eu vou fazer". Só você pode bater na mesa e dizer: "agora chega, eu vou mudar".
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