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Transferência de método em cromatografia é aquele assunto que todo mundo acha que entende… até o método sair do lugar onde foi desenvolvido.
Aí nada bate: tempo de retenção muda, pico alarga, resolução some e, claro, alguém solta a clássica frase: “mas lá no P&D funciona…”.
Nesse episódio, a conversa começa do começo, certo?. Antes de falar de transferência de método, eu e o Miller (@cromatografando) retomamos conceitos que muita gente pula: fator de retenção, seletividade, volume morto, desenvolvimento racional de método.
Porque transferência de método não começa na transferência. Ela começa lá atrás, no desenvolvimento e, muitas vezes, no que deixou de ser feito nessaetapa.
Aqui não vamos entregar “receita de bolo”. Cromatografia não funciona no modo tentativa e erro. Funciona quando você entende o que está separando, onde está separando e quem está interferindo nesse caminho.
Falamos do que transferência de método realmente é: pegar um método que funciona em um sistema e tentar fazê-lo funcionar em outro. Simples? Não é!
Farmacopeia, métodos validados, ambientes regulados… tudo isso limita o quanto você pode mexer. Muitas vezes, você não pode mexer em nada no método. E aí sobra o equipamento.
É nesse ponto que mora o problema e é exatamente aí que a nossa conversa fica interessante.
A gente discute os dois grandes sintomas clássicos da falha natransferência:
• Variação de tempo de retenção.
• Perda de resolução que, na prática, quase nunca é “problema de resolução”, mas problema de formato de pico.
E isso muda completamente o tipo de decisão que o analista precisa tomar.
Entramos fundo nas diferenças entre equipamentos: volume morto do sistema, pré-coluna, pós-coluna, mixer, loop de injeção, tubulações, detectores em série.
Falamos de algo que muita gente ignora: quem faz o gradiente não é quem faz a separação. A bomba gera o gradiente. A coluna separa. Tudo que existe entre uma coisa e outra importa e muito.
Falamos também de temperatura, forno, modo de aquecimento, ar forçado versus ar parado, atrito da fase móvel dentro da coluna e o impacto real dissono tempo de retenção.
Não é detalhe. É física aplicada à cromatografia!
E aí vem o ponto que quase ninguém gosta de ouvir:
Tem transferência de método que não tem solução sem voltar etapas. Não porque o analista errou, mas porque o método nasceu sem margem para sobreviver fora daquele sistema.
No final, a conversa avança para pureza cromatográfica e pureza de pico, dois conceitos que muita gente mistura, mas que não são a mesma coisa.
Falamos de DAD, espectros UV, cálculo de pureza de pico, limitações de detector e o que realmente sustenta uma alegação de pureza do ponto de vista técnico eregulatório.
Se você já passou pela frustração de ouvir que “o problema é seu” quando o método não transfere, esse vídeo é pra você. Se nunca passou, melhor ainda, talvez você evite o problema antes que ele apareça.
Dá o play e vem conversar.
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