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Nesta edição do Videocast Macro Insights, Maria Clara Negrão e Dalton Gardimam discutem o cenário brasileiro no mês de junho, marcado por um Banco Central mais flexível, com Selic ainda elevada e espaço cada vez menor para novos cortes. A inflação segue pressionada e as expectativas ainda desancoradas, em meio a um ambiente de incertezas fiscais e eleitorais. Apesar disso, o câmbio mais comportado tem ajudado a conter pressões adicionais.
No cenário internacional, o Federal Reserve mantém um tom mais duro, com preocupações crescentes com inflação e até a possibilidade de alta de juros no radar. A recente queda do petróleo trouxe alívio momentâneo, mas a expectativa de escassez até o fim do ano mantém o risco de nova pressão inflacionária. Esse ambiente reforça a divergência entre as políticas monetárias de Estados Unidos e Brasil.
Para os investimentos, o cenário segue favorecendo a renda fixa, dada a Selic ainda elevada, mas a renda variável volta a chamar atenção pelo valuation mais atrativo. Com a combinação de juros altos, commodities fortes e um Brasil ainda relevante no cenário global, o momento exige seletividade, evitando decisões baseadas apenas em ruídos eleitorais e aproveitando oportunidades tanto na renda fixa quanto na Bolsa.
By Ágora InvestimentosNesta edição do Videocast Macro Insights, Maria Clara Negrão e Dalton Gardimam discutem o cenário brasileiro no mês de junho, marcado por um Banco Central mais flexível, com Selic ainda elevada e espaço cada vez menor para novos cortes. A inflação segue pressionada e as expectativas ainda desancoradas, em meio a um ambiente de incertezas fiscais e eleitorais. Apesar disso, o câmbio mais comportado tem ajudado a conter pressões adicionais.
No cenário internacional, o Federal Reserve mantém um tom mais duro, com preocupações crescentes com inflação e até a possibilidade de alta de juros no radar. A recente queda do petróleo trouxe alívio momentâneo, mas a expectativa de escassez até o fim do ano mantém o risco de nova pressão inflacionária. Esse ambiente reforça a divergência entre as políticas monetárias de Estados Unidos e Brasil.
Para os investimentos, o cenário segue favorecendo a renda fixa, dada a Selic ainda elevada, mas a renda variável volta a chamar atenção pelo valuation mais atrativo. Com a combinação de juros altos, commodities fortes e um Brasil ainda relevante no cenário global, o momento exige seletividade, evitando decisões baseadas apenas em ruídos eleitorais e aproveitando oportunidades tanto na renda fixa quanto na Bolsa.

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