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Você sabe exatamente o que precisa mudar e mesmo assim não muda. Não é falta de força de vontade, e o psicólogo Fred Clementino explica por quê: disciplina não é o que causa o comportamento, é o que sobra depois de repeti-lo muitas vezes. Nesta conversa, a ciência da mudança de comportamento vira um mapa prático. Mudar exige capacidade, oportunidade e um porquê forte o bastante, e quando um desses três falta, o velho caminho volta a ganhar. Fred mostra por que a tentação não fica menos tentadora com o tempo, por que a decisão das sete da noite precisa ser tomada às sete da manhã e por que tantas recaídas começam com a promessa de usar só um pouquinho.No caminho, histórias reais: o pai de 17 anos que virou o aluno aprovado na UFMG, o processo de parar de beber, o experimento do governo britânico que gastou fortunas pra reduzir o tabagismo e só funcionou quando alguém olhou pros três elementos ao mesmo tempo. E também o lado coletivo: por que proibir as bets sem tratar quem já está viciado não resolve, o que a Noruega fez diferente e por que "jogue com moderação" joga a culpa no lugar errado.Fred Mecle é psicólogo clínico formado pela UFMG, mestre em Psicologia pela UFSJ e terapeuta cognitivo. Diretor do Behaviour Change Lab Brasil, é supervisor clínico com formação em supervisão ligada ao Beck Institute, estudou na Filadélfia com o criador da terapia cognitiva e esteve em Portugal com Susan Michie e Robert West, os pesquisadores que desenvolveram o modelo COM-B.Conheça o único aparador que não belisca CUPOM SEMGROSELHA 👇https://qr.codes/RF91u6https://www.instagram.com/fermentotv/https://www.instagram.com/semgroselhapodcast/https://www.instagram.com/fredmecle/PUBLICIDADE: [email protected]ítulos:00:00 Por que você sabe o que fazer e não consegue00:54 As fases da mudança06:54 Manutenção: o quererzinho não muda ninguém08:37 Prevenção de recaída e o caminho do gado14:20 O cérebro não aceita usar menos17:47 Plano de contenção: decidir antes da crise19:42 Ponto de não retorno: parar de beber20:39 Capacidade física e psicológica24:56 Oportunidade social e ambiental25:57 Disciplina e força de vontade desconstruídas28:23 Pai aos 17 anos35:04 Motivação automática vs reflexiva38:44 De aluno medíocre à UFMG40:57 O Sem Groselha como ferramenta de mudança44:51 O experimento do tabagismo no Reino Unido53:26 O preço da mudança57:37 Identidade e pressão social pra não mudar1:00:22 Reforçamento: beber pra ter coragem1:02:11 A função do comportamento1:05:00 Tolerância ao mal-estar e Viktor Frankl1:08:19 Crença sobre consequência1:11:59 Depressão e ativação comportamental1:14:30 Emoções como obstáculo1:21:08 Ansiedade e intolerância à incerteza1:30:49 Desamparo aprendido1:32:43 Dedo podre: por que você repete padrões1:36:19 Erro no processo, não na pessoa1:39:04 Caim e Abel1:41:23 Crença sobre capacidade1:48:35 Por que conteúdo de coach não funciona1:49:02 Sistema executivo vs sistema operacional1:51:14 O celular como caça-níquel1:53:34 A decisão das 19h se toma às 7h1:58:15 Por que a dieta em PDF falha1:59:20 Micro hábitos2:03:08 Comparação e a vida de Instagram2:07:52 Corrida, identidade e círculo social2:11:08 Mudança de comportamento em política pública2:14:58 Bets: por que proibir não resolve2:16:19 O modelo da Noruega2:22:03 Jogue com moderação é terceirizar a culpa2:24:01 Passo zero: comece pela oportunidade
Por que você sabe exatamente o que precisa fazer e mesmo assim não faz? A resposta quase nunca é falta de força de vontade. O seu cérebro escolhe o que custa menos energia e paga mais rápido, prefere o ruim conhecido à incerteza e decide muita coisa antes de você perceber. Enquanto você se culpa pela procrastinação, o sono ruim, o estresse da semana e uma emoção mal digerida já escolheram por você.Discutimos como a tomada de decisão realmente funciona, por que uma boa decisão pode dar um resultado ruim, os vieses cognitivos que drenam seu dinheiro e sua atenção (escolha padrão, status quo, falácia do planejamento, influência social), por que se proibir de um hábito só aumenta a fissura e como trocar um comportamento por outro em vez de deixar um vazio. Também falamos de sono, amígdala, dias ruins e do que fazer para sair do automático sem depender de sofrimento.Amanda Sales é especialista em Neurociência do Comportamento e apresenta o podcast Você Já Parou Pra Pensar.Conheça o único aparador que não belisca CUPOM SEMGROSELHA 👇https://qr.codes/RF91u6https://www.instagram.com/fermentotv/https://www.instagram.com/semgroselhapodcast/https://www.instagram.com/amandasalesneuro/PUBLICIDADE: [email protected]ítulos:00:00:00 Por que você sabe o que fazer e não faz00:05:08 O que trava você e a emoção como bússola00:08:03 Decisão certa, resultado errado00:10:11 Dopamina e erro de previsão00:16:26 Sair do automatismo na prática00:20:40 Risco, ambiguidade e o ruim conhecido00:25:10 Como o cérebro aprende hábitos00:27:32 Vieses cognitivos: escolha padrão e status quo00:33:44 Falácia do planejamento00:35:43 Influência social e o ambiente que te arrasta00:43:02 O mito da força de vontade00:43:47 Viés do resultado e negligência da taxa base00:47:37 Viés da negatividade, thumbnails e rage bait00:52:55 Sono, estresse e amígdala nas suas escolhas00:58:14 Por que se proibir é a pior estratégia01:01:04 Substituir em vez de cortar01:03:46 Imediatismo e o seu eu de daqui 10 anos01:10:32 A história da estaca zero01:14:53 Escrever, falar e buscar evidência contra01:18:16 O que fazer em dias ruins01:22:14 Recado final: pare pra pensar
O que existe além da escuridão? O psicoterapeuta junguiano André Baldo volta ao Sem Groselha com essa pergunta. Depois de perder a mãe e o irmão para a depressão, ele decidiu transformar a dor no documentário Além da Escuridão: Razões para Ficar, e saiu entrevistando de Monja Coen a professores de Harvard para responder o que faz a vida valer a pena apesar do sofrimento. Nesta conversa ele fala sobre a relação que continua com quem partiu, sobre a metáfora do buraco negro que guarda luz do outro lado e sobre como o filme começou sem ele ser cineasta, sem recursos e sem saber por onde ir.No caminho, todos os entrevistados chegaram à mesma resposta: o que mais pesa na nossa felicidade, na saúde mental e até na longevidade são as relações. Falamos sobre o Estudo de Desenvolvimento Adulto de Harvard, que acompanha centenas de vidas desde os anos 1930, sobre Durkheim e a fragmentação social, sobre como a tecnologia cria uma falsa sensação de convívio, e sobre por que, num tempo de epidemia de solidão, ninguém se cura sozinho.André Baldo é psicoterapeuta de abordagem junguiana, escritor do livro A Arte de Viver Sem Fronteiras, palestrante TEDx e criador do documentário e movimento Além da Escuridão.Conheça o único aparador que não belisca CUPOM SEMGROSELHA 👇https://qr.codes/RF91u6Apoie o documentário 👇www.alemdaescuridao.orghttps://www.instagram.com/fermentotv/https://www.instagram.com/semgroselhapodcast/https://www.instagram.com/oandrebaldo/https://www.instagram.com/alemdaescuridao.filme/PUBLICIDADE: [email protected]ítulos:00:00:00 O que existe além da escuridão00:03:51 A perda da mãe e do irmão para a depressão00:06:07 A culpa de quem fica00:06:36 A relação que continua depois da perda00:11:36 O que faz a vida valer a pena00:14:13 Como o filme nasceu00:17:13 As entrevistas nos Estados Unidos00:18:42 O estudo mais longo da história00:22:08 A maior epidemia de solidão da história00:24:14 Durkheim, anomia e fragmentação social00:29:56 Qual é o caminho?00:33:59 Transcendência: o último nível é coletivo00:37:30 A grande resposta do filme00:38:34 Como se reconectar na prática00:41:34 Ser monge ou viver com os outros00:42:54 Família, maternidade e redes de apoio00:46:02 A reconexão já começou00:48:47 Como o pai atravessou o luto00:50:40 Jó e os filhos que não se perdem00:54:55 A terapia do banco da praça00:58:17 Os projetos sociais do filme01:00:18 O que mais surpreendeu nas entrevistas01:03:13 489 conversas que me transformaram01:07:51 Felicidade se agrupa01:12:07 Pertencer sem deixar de ser01:16:34 Ninguém se cura sozinho01:18:16 Como apoiar o filme
Você acha que escolheu o seu lado político pensando. Não escolheu. Você decidiu pela emoção e depois usou a razão para se convencer de que tinha motivo. E quanto mais inteligente você é, melhor fica a desculpa.Nessa conversa, o psicólogo e professor da UFSC Rafael Ary olha para a política do jeito que quase ninguém olha: pelo comportamento humano. O nosso cérebro foi feito para viver em tribos de cem pessoas, onde todo mundo se conhece e confia um no outro. Jogado num grupo de milhões, ele buga. Quem está do outro lado deixa de ser gente e vira um perfil, uma ideia, um inimigo. É daí que nasce uma eleição em que ninguém vota a favor de nada, só contra alguém.A partir disso, o Rafael explica por que confrontar uma pessoa com fatos só faz ela dobrar a aposta, já que mudar de opinião custa muito mais do que um voto: custa os amigos, a família e a própria identidade. Explica também por que a democracia de massa tende a levar os piores ao poder,Rafael Ary é psicólogo, professor da UFSC e doutor pela Unicamp. Analisa a política pela lente do comportamento humano.Conheça o único aparador que não belisca CUPOM SEMGROSELHA 👇https://qr.codes/RF91u6https://www.instagram.com/fermentotv/https://www.instagram.com/semgroselhapodcast/https://www.instagram.com/rafael.ary/PUBLICIDADE: [email protected]ítulos:00:00 Por que o ser humano é um animal político02:13 O teste do brócolis: por que a internet desumaniza04:43 A eleição da rejeição e o partidarismo negativo09:11 Você decide pela emoção e justifica com a razão10:19 O mal da democracia de massa e o poder centralizado14:49 Redes sociais e o fim da atenção16:12 Dissonância cognitiva: por que ninguém muda de lado20:15 Analisar política pelo comportamento21:26 Por que o socialismo não funciona, segundo a psicologia comportamental26:21 As novas tribos: MPB, sertanejo e influenciadores27:12 A politização total da vida29:05 O eleitor como torcedor de futebol32:34 O eleitor como vítima do Estado34:32 Desamparo aprendido e o voto barato35:53 A eleição mais fria e a nova juventude37:15 Política, futebol e religião não se discutem?41:01 Os ciclos da República e os 38 anos do arranjo atual44:42 Janela de Overton48:36 Como o conflito gera tolerância51:34 STF e impeachment de ministro53:10 Habituação: por que nada mais choca54:25 Plano Real e o papel do acaso01:03:27 Por que os piores chegam ao poder01:06:57 Desconto de futuro e o imediatismo do brasileiro01:10:13 Liberalismo x desenvolvimentismo01:15:23 Os 500 bilhões em subsídios01:21:01 O caso JBS e os campeões nacionais01:25:30 O que o indivíduo pode fazer01:29:33 O centrão e a vaca leiteira01:30:46 O caso Milei01:34:19 Recado final para quem vai votar
Por que nenhum escândalo choca mais o brasileiro? Ministro do STF aparece no caso Banco Master, político muda de versão doze vezes, dinheiro público some, e você continua vendo gente defender o próprio lado como quem defende o time no estádio. Marcelo Brigadeiro ajudou a montar o PSL em Santa Catarina, acreditou no bolsonarismo e rompeu com ele. Aqui ele desmonta a política como mecanismo: desamparo aprendido, torcida organizada, o voto no menos pior e a vergonha que impede alguém de admitir que foi enganado.Discutimos como a teoria econômica do crime explica a corrupção no Brasil, por que quanto mais fatos você mostra mais o eleitor se fecha, o que o estudo da seita que esperava os ETs revela sobre petismo e bolsonarismo, como partidos e fundão eleitoral decidem quem se elege e se existe saída fora da polarização.Marcelo Brigadeiro é candidato ao governo de Santa Catarina pelo Missão e ex-diretor da Fesporte. @marcelobrigadeiro#política #missão #semgroselhaConheça o único aparador que não belisca CUPOM SEMGROSELHA 👇https://qr.codes/RF91u6https://www.instagram.com/fermentotv/https://www.instagram.com/semgroselhapodcast/https://www.instagram.com/marcelobrigadeiro/PUBLICIDADE: [email protected]ítulos:00:00:00 O brasileiro desistiu? Desamparo aprendido00:01:35 A política virou torcida organizada00:05:25 O voto no menos pior00:07:37 Por que nenhuma liderança nova cresce00:12:58 STF e a indicação de ministros00:15:40 O mito do superávit e o dinheiro que some00:18:50 Dá pra acreditar em algo novo?00:21:53 Morar fora do Brasil resolve?00:27:01 Manter o povo ignorante é um projeto?00:31:34 Pão e circo e responsabilidade gerencial00:33:09 Um partido sem fundo partidário00:37:59 Do bolsonarismo ao rompimento00:43:23 Como os partidos escolhem quem se elege00:44:31 A linha de corte: corrupção00:50:04 Política, a arte do oportunismo00:50:46 Por que recusar o fundão eleitoral00:55:41 Dá pra consertar o STF por concurso?00:57:22 A teoria econômica do crime00:59:54 Transparência total para políticos01:02:18 Sinalização de virtude nas redes01:04:56 O que você pode fazer?01:05:27 O escudo da ignorância01:06:04 A seita que esperava os ETs01:12:44 Interesse próprio e cargos comissionados01:16:54 Uma mudança para 30 anos01:18:20 Por que não voltar ao bolsonarismo01:20:31 Depoimento à PF e insegurança jurídica01:24:21 O Missão é de direita?01:25:24 Recado antes do voto
Se você é bom no que faz, por que quem só parece bom está ocupando o seu lugar? Ser competente é o mínimo. O cliente não consegue medir a sua técnica, ele mede o que você comunica. E enquanto você espera ser descoberto, alguém com metade do seu preparo fica com o palco, o paciente e o preço.Discutimos como a autoridade percebida se separa da competência técnica, por que simplificar o conhecimento é sinal de domínio e não de superficialidade, como o medo do julgamento dos colegas trava justamente quem mais deveria falar e por que trocar a pausa pela respiração muda a sua oratória. Falamos também do método das três cadeiras para preparar qualquer fala, do efeito de dizer o nome das pessoas, do ponto em que a persuasão vira manipulação e de como parar de cobrar pouco pelo que você sabe.Cristian Magalhães é mentor de comunicação intencional e palestrante TEDx.#comunicação #oratória #semgroselhaConheça o único aparador que não belisca CUPOM SEMGROSELHA 👇https://qr.codes/RF91u6https://www.instagram.com/fermentotv/https://www.instagram.com/semgroselhapodcast/https://www.instagram.com/cristianmagalhaesPUBLICIDADE: [email protected]ítulos:00:00:00 O dilema entre ser e parecer00:04:08 Simplificar é genial: a linguagem do seu público00:07:14 Competência técnica x autoridade percebida00:13:36 Siga a moda antes de inventar moda00:15:26 Oratória, retórica e persuasão intencional00:20:46 O medo do que os colegas vão pensar00:21:46 Quer palestrar? Marque a data antes de estar pronto00:25:19 As três cadeiras: roteirista, protagonista e jurado00:29:13 O test drive: gravar em 3 minutos, não em 1000:34:12 Treino é jogo, jogo é treino00:41:24 Seja você mesmo diante de quem te paga mais caro00:47:04 A hierarquia das competências e o mito do improviso00:49:03 Respire enquanto escuta: o fim da pausa00:53:47 Fala prolixa e a equação da média00:56:48 O paladar não retrocede00:59:06 A verdade sem convicção perde01:01:06 Primeiro passo: caçar os seus vícios de linguagem01:06:34 A técnica mata a espontaneidade? O método Michelangelo01:14:52 Comunicação intencional: que percepção você quer gerar01:15:53 Gatilhos, Cialdini e pré-persuasão01:18:26 Charlatões: quem sabe tem obrigação de falar01:22:05 Onde começa a manipulação01:25:28 "Já tem alguém falando disso"01:28:16 O que o seu preço comunica01:29:49 Falar rápido é um problema?01:31:25 Cristian analisa a oratória do Fermento01:35:10 O né que pede validação01:44:50 Desagrade quem quer ser desagradado01:50:02 Vender não é sujo01:52:22 Pagar pra ver: como subir o preço01:55:23 Grave pra galeria
E se o seu cansaço, a sua ansiedade e a sua falta de libido fossem o mesmo problema? Você trata cada sintoma com um remédio diferente enquanto o sistema por trás continua ligado 24 horas. Nesta conversa sobre metabolismo, insulina, cortisol e testosterona, o nutricionista Ayar Andes mostra como sono ruim, estresse crônico e sedentarismo desregulam seus hormônios de uma vez só, e por que o seu corpo cobra a conta em forma de pré-diabetes, burnout e desejo sexual em queda.Discutimos como a resistência à insulina se instala antes de qualquer diagnóstico, por que o sono pode pesar mais que a dieta, como a irisina liberada pelo músculo chega ao cérebro e explica a comparação entre exercício e antidepressivo, por que treinar pesado no meio de um burnout piora o quadro, como o estresse desvia o colesterol da testosterona para o cortisol, o que as canetas emagrecedoras podem fazer com a sua libido e o que roupas sintéticas têm a ver com seus hormônios e sua fertilidade.Ayar Andes é Nutricionista da Mente e ensina como melhorar a performance cognitiva através da alimentação.#longevidade #nutrição #semgroselhaConheça o único aparador que não belisca CUPOM SEMGROSELHA 👇https://qr.codes/RF91u6https://www.instagram.com/fermentotv/https://www.instagram.com/semgroselhapodcast/https://www.instagram.com/ayar.andes/PUBLICIDADE: [email protected]ítulos:00:00:00 O que é metabolismo00:03:06 Insulina: o hormônio que distribui energia00:04:14 Insulina em jejum: os números ideais00:10:20 Resistência à insulina e gordura no fígado00:12:13 Diabetes tipo 3: insulina e Alzheimer00:14:08 Obesidade, inflamação e insulina00:16:18 Quando o pré-diabetes vira diabetes00:17:09 Sono: o fator que mais pesa00:19:54 Por que o exercício vem antes da dieta00:23:34 Irisina: o recado do músculo pro cérebro00:28:17 Irisina em cápsula?00:31:04 Exercício x antidepressivo00:37:42 O que é estresse: cortisol e glicose00:40:39 Estresse crônico: o motor que não desliga00:42:15 A fórmula do burnout e da depressão00:45:39 Em crise, não treine00:49:24 Respiração: a técnica da dupla inspiração00:55:37 Vício, hedonismo e dopamina00:58:52 Do CS 1.6 à nutrição01:04:44 O que você controla no seu sono01:08:01 Glutamato, GABA e a mente acelerada01:10:29 Rede de modo padrão e o descanso certo01:17:58 Testosterona e metabolismo01:20:24 Adolescência, testosterona e impulsividade01:26:43 Ciclo menstrual e treino01:28:34 Por que a testosterona masculina está caindo01:30:03 Libido não é só testosterona01:31:34 Colesterol: cortisol x testosterona01:35:20 Sono e testosterona01:38:00 Ereção matinal como indicador01:40:57 Treino pesado e reposição hormonal01:43:04 Libido feminina: autoestima e dopamina01:47:02 Canetas emagrecedoras e libido01:50:21 Roupas sintéticas e hormônios01:53:22 Fertilidade e o relógio biológico
Se você pudesse ficar invisível e nunca ser pego, você continuaria sendo uma boa pessoa?Foi com essa pergunta, o Anel de Giges de Platão, que a filosofia começou a desconfiar de algo incômodo: talvez você não seja justo por bondade, mas por medo de ser flagrado. Nesse episódio o filósofo Mateus Salvadori puxa esse fio até o fim. Bem e mal existem de verdade, ou são invenção da história? Você faz o certo porque acredita no certo, ou porque está sendo vigiado? A conversa passa pelo dilema do prisioneiro, pela ideia de Hobbes de que o homem é lobo do homem, pela mentira que Kant proíbe até pra salvar a vida de um inocente, pelo dilema do bonde e pelo véu de ignorância de Rawls. No fundo o assunto nunca foi filosofia. Foi você, e o quanto da sua moral sobra quando ninguém está olhando.É filosofia de verdade, densa, mas construída no papo: cada bloco entrega uma ferramenta pra você testar as próprias decisões. Da diferença real entre ética e moral (que Kant e Hegel entendem de formas opostas) até por que ser bom "por dever" é quase impossível de viver na prática.Quem é Mateus Salvadori: Doutor em Filosofia, professor universitário de Filosofia há mais de 15 anos e pesquisador da área. Autor de vários artigos acadêmicos e do livro “Metafísica e Filosofia Prática: Hegel e o formalismo kantiano”. Já ensinou Filosofia para mais de 17 mil alunos por meio de seus cursos online, entre eles o Filosofia 360 Graus, com cerca de 50 horas de aulas gravadas e aula inédita toda semana.#semgroselha #filosofia #kantConheça o único aparador que não belisca CUPOM SEMGROSELHA 👇https://qr.codes/RF91u6Redes Sociaishttps://www.instagram.com/fermentotv/https://www.instagram.com/semgroselhapodcast/https://www.instagram.com/mateus.salvadori/PUBLICIDADE: [email protected]ítulos:00:00 Existe bem e mal?00:06:55 Do justnaturalismo ao pós-positivismo00:14:21 Hegel e a dialética: só o coerente permanece00:15:55 A história caminha pra algum lugar? Teleologia e o fim do progresso00:21:43 Por que somos bons ou maus? O debate da natureza humana00:23:07 O Anel de Giges: você seria justo sendo invisível?00:31:06 Justiça é medo ou cooperação? O dilema do prisioneiro00:42:55 O contrato social: Hobbes, Locke e Rousseau00:59:04 Hegel: fortalecer as instituições01:04:55 Ética e moral: qual a diferença?01:10:01 Levinas: você é responsável pelo outro01:12:59 O véu de ignorância de Rawls01:20:50 IA pode julgar? Decisões judiciais e algoritmos01:23:43 Aristóteles: virtude, telos e felicidade01:32:40 Kant: o dever e o imperativo categórico01:46:37 O funil kantiano: ético, amoral ou antiético?01:50:58 Mentir pra salvar uma vida ainda é errado?01:54:04 Utilitarismo e o dilema do bonde02:06:10 Kant, utilitarismo ou Aristóteles: a escolha do filósofo02:08:28 Os intercessores: tudo que te forma (Deleuze)02:10:57 Cursos e redes do Mateus Salvadori
Por que a polarização domina as relações e por que as pessoas se odeiam tanto hoje? Você acha que chegou nas suas opiniões pensando por conta própria, mas o psicólogo Jan Leonardi explica por que isso quase nunca é verdade. Boa parte do que você defende com raiva não é conclusão racional sua: é um programa evolutivo de milhares de anos rodando no automático. O cérebro do Homo sapiens que aprendeu a distinguir "quem coopera comigo" de "quem é o inimigo" na savana é o mesmo que hoje transforma futebol, religião e política em guerra de tribos.Esse é um episódio sobre a biologia do ódio e os mecanismos do comportamento humano por trás do tribalismo. A polarização não é só um fenômeno social recente: ela está enraizada em características genéticas da nossa espécie. Jan mostra como a categorização em grupos, a fusão de identidade e uma pilha de vieses cognitivos (viés de confirmação, viés de atribuição, espantalho e derivação) sequestram o seu senso de justiça sem você perceber. Por que você perdoa o erro do seu lado e crucifica o mesmo erro do outro. Por que as redes sociais funcionam como uma fábrica de extremistas. E uma provocação final que divide opiniões: será que a única justiça imparcial possível seria terceirizada para uma inteligência artificial?Jan Luiz Leonardi é psicólogo (CRP 06/97994), mestre em Análise do Comportamento pelaPUC-SP e doutor em Psicologia Clínica pela USP. Fundador do Instituto de Psicologia Baseada em Evidências (InPBE), pioneiro na disseminação da prática baseada em evidências na psicologia brasileira.#semgroselha #psicologia #polarização Conheça o único aparador que não belisca CUPOM SEMGROSELHA 👇https://qr.codes/RF91u6Redes Sociaishttps://www.instagram.com/fermentotv/https://www.instagram.com/semgroselhapodcast/https://www.instagram.com/janleonardi/PUBLICIDADE: [email protected]ítulos:00:00 Por que o mundo está tão polarizado00:01:06 A base evolutiva: por que a gente depende do grupo pra sobreviver00:04:23 O experimento das bolinhas: como um grupo qualquer já cria favoritismo00:05:52 Grupos que a gente escolhe e grupos que só acontecem com a gente00:09:56 Quando o grupo vira identidade e a crítica vira ataque pessoal00:11:32 O grupo perdoa o próprio erro e crucifica o erro do outro00:16:09 O senso de justiça sequestrado: pênalti só quando é contra o outro time00:19:40 Os vieses que impedem a neutralidade, até o juiz com fome00:24:44 Quando a rivalidade deixa de ser ego e vira implicação prática00:29:31 Nada une mais que um inimigo em comum00:38:17 Viés de confirmação, viés de atribuição e como se corrigir00:44:29 Espantalho e derivação: distorcer o outro pra poder odiar00:49:05 Como o tribalismo se manifesta nas redes sociais00:53:38 A fábrica de bolhas: as redes juntam quem nunca deveria se juntar00:55:41 Prevenção e punição: o que fazer com o discurso de ódio01:01:59 Terceirizar a justiça para uma IA imparcial01:06:21 Por que os piores chegam ao poder01:16:26 A mensagem final: aprenda a pensar e questione suas certezas
Você pode passar 10 anos indo na academia e sair exatamente igual a quando entrou. Neste episódio, o treinador Rodrigo Constantino explica por que a disciplina que todo mundo vende como fórmula mágica quase nunca sustenta uma mudança de corpo, e por que o que separa quem muda de quem desiste não é força de vontade, é tesão pela própria atividade. Uma conversa sobre conforto que vira armadilha, treino que não personaliza e por isso não engancha, e o que a luta realmente entrega (que não é porrada). No fim, o mais contraintuitivo: qualquer transformação começa no físico, não no mental.Rodrigo é Ex-militar & Treinador, trabalha Performance física através de treinos individualizados.#semgroselha #testosterona #treino Conheça o único aparador que não belisca CUPOM SEMGROSELHA 👇https://qr.codes/RF91u6Redes Sociaishttps://www.instagram.com/fermentotv/https://www.instagram.com/semgroselhapodcast/https://www.instagram.com/rconstantinorc/PUBLICIDADE: [email protected]ítulos:00:00 Os homens estão ficando mais fracos02:49 Conforto: alavanca ou armadilha09:53 O tédio, o brain fog e a mente que produz10:19 O que é uma boa vida (não é ultraperformance)16:01 10 anos de academia e zero resultado16:51 Disciplina não é fórmula mágica22:27 Por que treino genérico não engancha29:32 De obeso aos 16 a treinador32:09 O maior consenso da humanidade: se mexer35:25 O motor é o tesão, não a disciplina39:02 Onde entra a luta e a defesa pessoal43:07 O melhor esporte de defesa é correr49:16 As primeiras vezes no jiu-jitsu são humilhantes51:41 O que a luta muda além da porrada54:21 Como o recurso muda a sua ansiedade57:03 Toda transformação começa no físico58:05 Ação antes de pensamento01:06:41 Não tem roupa ruim, tem shape ruim
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