Uma semana depois dos sismos de magnitude 7.8 e 7.5 que atingiram o sul da Turquia e o norte da Síria, provocando mais de 40 mil mortos, dos dois lados, a ajuda humanitária chega a conta gotas. O alerta é da religiosa portuguesa, Maria Lúcia Ferreira, que vive no mosteiro de São Tiago Mutilado, Qara, a norte da capital, Damasco, que descreve um cenário de destruição num Estado com muitas dificuldades em prestar ajuda às vítimas.