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Na Terra Prometida dos fanáticos bolsonaristas não jorra leite e mel. Mas, há cascatas de leite condensado brotando das rachadinhas. A perversa caquistocracia brasileira liderada por Bolsonaro a favor de seus filhos, de seus cúmplices e capatazes e empoderada pelos militares escalou o degrau da imoralidade ao gastar R$ 15 milhões em leite condensado, R$ 16 milhões em leite em pó e R$ 21 milhões em iogurte para abastecer as geladeiras palacianas e deixar os filhos do bolsonarismo mamando nas tetas do Estado. Caquistocracia é o- sistema de governo onde os líderes são os piores, ou menos qualificados e os mais inescrupulosos dentre todos os cidadãos de um País. Os jornalistas Luís Costa Pinto e Eumano Silva põem os gastos do Governo sob a lupa do Sua Excelência, O Fato para tentar jogar luz nas planilhas dos gastos oficiais uma vez que derrubaram esta manhã o Portal da Transparência.
E o livro do Eduardo Cunha, hein? Essa é a pergunta que se faz em Brasília e a partir dela. A resposta é dada, contendo sarcasmo, pelo jornalista Luís Costa Pinto. Spoiler: "e daí? É a versão de um criminoso para fatos que montam um rol de crimes cometidos por ele". A aspersão - não foi vazamento! - do conteúdo introdutório do livro de Cunha tem foco porque ele tem agenda: beneficiar os cúmplices e os amigos que ainda tem na política que o mantêm.
O Impeachment se impõe. Não há apenas um crime de responsabilidade de Bolsonaro a ser apurado, mas um rol deles. A Folha de S Paulo, em compilação memorável, contou 23 e os justifica. Na esteira da tentativa de se manter no poder, Bolsonaro entregará cabeças de aliados: os ainda ministros Ernesto Araújo e Eduardo Pazuello, das Relações Internacionais e da Saúde, serão os primeiros a rodar na tentativa de dar cabo dos anéis para preservar os dedos. A eleição das Mesas Diretoras do Congresso se converterão em palco da luta sangrenta pela preservação do poder. Os candidatos favoritos na Câmara e no Senado, Arthur Lira e Rodrigo Pacheco, respectivamente, não defendem o impeachment, ainda, e surgem como aliados queridos do Planalto. Mas o pragmatismo da realpolitik se imporá. Os jornalistas Luís Costa Pinto e Eumano Silva analisam o cenário e a mudança progressiva dele e das condições para o impedimento presidencial.
Dia de uma aguardada chegada e de consolidação da hora H e do dia D de uma ansiada partida. Os jornalistas Luís Costa Pinto e Eumano Silva analisam o início do período Joe Biden nos EUA e os reflexos, para o Brasil, da mudança de comando na Casa Branca. Além disso, no rastro das mortes, da incúria administrativa, da incompetência de gestão da tragédia de Manaus e da forma como o enfrentamento ao Covid-19 vem se dando no País, cresce a pressão social e política pelo impeachment. O ex-ministro da Justiça José Eduardo Martins Cardozo, que foi também o advogado de Dilma Rousseff durante o processo de deposição da presidente da República, consumado a partir de um golpe jurídico/parlamentar/classista, é o convidado para um debate especial sobre o tema.
A falta de organização, de planejamento, fará com que o processo de vacinação e a exigência da sociedade para ser vacinada pressionem o Governo e as Forças Armadas. O ministro da Saúde, general da intendência que não entende nada de logística, deve ser o primeiro a sofrer as consequências de mais essa incompetência do bolsonarismo. Estupidez fardada e fatal.
Os jornalistas Luís Costa Pinto e Eumano Silva analisam a tragédia de Manaus, do Amazonas, e a repercussão da incúria e da desídia do Estado. Há um genocídio em curso no território brasileiro e o governo federal - com Bolsonaro e Pazzuelo à frente - são os principais culpados disso.
No primeiro programa do ano, os jornalistas Luís Costa Pinto e Eumano Silva retomam a jornada de análise dos principais fatos da política e a repercussão deles na sociedade.
Os jornalistas Luís Costa Pinto e Eumano Silva fazem o balanço em retrospectiva dos principais fatos de 2020 na cena política. Tentam responder à pergunta: passamos pelo primeiro ano do resto de nossas vidas? Em caso positivo - e positividade é artigo em falta nas gôndolas da vida - o que esperar de 2021?
Os jornalistas Luís Costa Pinto e Eumano Silva fazem o balanço em retrospectiva dos fatos da semana. Tentam responder à pergunta: é o Brasil uma Nação comandada por cafajestes?
A Abin - Agência Brasileira de Inteligência - foi usada por Jair Bolsonaro, com ordens expressas do delegado PF Alexandre Ramagem, a quem o presidente quer no comando da Polícia Federal, para produzir relatórios sigilosos usando dados da Receita Federal. Os relatórios serviram para os advogados de Flávio Bolsonaro, senador e filho do presidente, usarem na tentativa de defesa dele. Flávio Bolsonaro é acusado de corrupção por ter se locupletado com salários de funcionários de seu gabinete. O furo em torno da ilegalidade cometida pela Abin é de Guilherme Amado, da revista Época. A reportagem terá desdobramentos graves contra o gabinete presidencial - nunca se usou o Estado a favor da família presidencial de forma tão explícita. Luís Costa Pintoe Eumano Silva debatem o tema com o autor da reportagem.
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