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  • USP Especiais #16 – Série Versatilidade das Teclas IV - Rock e experimentação
    Versatilidade das Teclas é uma série de quatro programas que aborda pianistas e tecladistas especialmente originais dos anos 70 e 80. Suas contribuições para a pluralidade da música popular brasileira são tratadas por meio da pesquisa de Carlos Eduardo Samuel, do Grupo de Estudos Radiofônicos da ECA-USP.
    Com uma sonoridade eletrizante, este episódio evidencia os grupos A Barca do Sol, Veludo e A cor do som. A Barca do Sol, que lançou seu primeiro disco independente em 1974, sob direção do músico Egberto Gismonti, vem representado pelas canções Arremesso e Alasca. Ambas com características importadas do rock progressivo, apresentam um lirismo e delicadeza na instrumentação e um aspecto trovadoresco na voz. Já Veludo, grupo que se tornou um dos maiores expoentes do rock progressivo brasileiro, traz um diálogo eletrizante entre o órgão e a guitarra. Diálogo presente nas músicas Veludeando, Egoísmo e Antenórium II. E, finalmente, A cor do som, grupo baiano fundado em 1977 que lançou o primeiro disco independente de Moraes Moreira. Com uma sonoridade cheia de vida e trazendo características da brasilidade, a música Frutificar traz um generoso solo de piano elétrico, uma sensação de diálogo entre os sintetizadores e uma enérgica participação da percussão.
    Embarque nesta viagem sonora psicodélica e extraordinária e aproveite.
     
    Créditos do programa
    Direção, curadoria, montagem e edição: Carlos Eduardo Samuel
    Supervisão: Ivan Vilela
    57 min
  • USP Especiais #15 – Série Versatilidade das Teclas III – Bandas atrevidas
    Versatilidade das Teclas é uma série de quatro programas que aborda pianistas e tecladistas especialmente originais dos anos 70 e 80. Suas contribuições para a pluralidade da música popular brasileira são tratadas por meio da pesquisa de Carlos Eduardo Samuel, do Grupo de Estudos Radiofônicos da ECA-USP.
    Quatro bandas do final dos anos 1960 se destacavam com um rock psicodélico e progressivo de excelência, através de experimentações das mais variadas com a música popular brasileira e o rock feito lá fora. Eram as bandas Equipe Mercado, A Tribo, Som Imaginário e Módulo 1000, fazendo um som de vanguarda que chegou às mãos da gravadora Odeon para a antológico disco-coletânea Posições, de 1971.
    O Som Imaginário, banda formada para acompanhar Milton Nascimento, participou com a música A Nova Estrela.
    O rock psicodélico dos anos 60, com ênfase na harmonia dissonante, está presente na banda Equipe Mercado. Assim como A Tribo, na qual figuraram músicos como Naná Vasconcelos e Toninho Horta, que procurava sonoridades não convencionais dos instrumentos e da voz.
    O Módulo 1000 era uma banda carioca com experiência de músicos da noite, dos bailes da época. Contudo, com excelência técnica, criaram um rock progressivo e psicodélico que chamou muita atenção, chegando a ter participação no filme Despertar da Besta, de Zé do Caixão. As experimentações sonoras com os amplificadores, manipulação de fita magnética e com equipamentos criados por eles mesmos fizeram parte da sonoridade do grupo.
    Também há destaque para o grupo Vímana, formado por dissidentes do Módulo 1000 reunidos com outros integrantes, entre os quais o hoje bem conhecido Lulu Santos, tendo mais tarde outros ilustres como Lobão e Patric Moraz, ex-Yes.
    Muitos desses músicos integrariam o background instrumental da música popular brasileira nos anos seguintes.
    Surpreenda-se.
     
    Créditos do programa
    Direção, curadoria, montagem e edição: Carlos Eduardo Samuel
    Supervisão: Ivan Vilela
    56 min
  • USP Especiais #15 - Série Versatilidade das Teclas III - Bandas atrevidas
    Versatilidade das Teclas é uma série de quatro programas que aborda pianistas e tecladistas especialmente originais dos anos 70 e 80. Suas contribuições para a pluralidade da música popular brasileira são tratadas por meio da pesquisa de Carlos Eduardo Samuel, do Grupo de Estudos Radiofônicos da ECA-USP.
    Quatro bandas do final dos anos 1960 se destacavam com um rock psicodélico e progressivo de excelência, através de experimentações das mais variadas com a música popular brasileira e o rock feito lá fora. Eram as bandas Equipe Mercado, A Tribo, Som Imaginário e Módulo 1000, fazendo um som de vanguarda que chegou às mãos da gravadora Odeon para a antológico disco-coletânea Posições, de 1971.
    O Som Imaginário, banda formada para acompanhar Milton Nascimento, participou com a música A Nova Estrela.
    O rock psicodélico dos anos 60, com ênfase na harmonia dissonante, está presente na banda Equipe Mercado. Assim como A Tribo, na qual figuraram músicos como Naná Vasconcelos e Toninho Horta, que procurava sonoridades não convencionais dos instrumentos e da voz.
    O Módulo 1000 era uma banda carioca com experiência de músicos da noite, dos bailes da época. Contudo, com excelência técnica, criaram um rock progressivo e psicodélico que chamou muita atenção, chegando a ter participação no filme Despertar da Besta, de Zé do Caixão. As experimentações sonoras com os amplificadores, manipulação de fita magnética e com equipamentos criados por eles mesmos fizeram parte da sonoridade do grupo.
    Também há destaque para o grupo Vímana, formado por dissidentes do Módulo 1000 reunidos com outros integrantes, entre os quais o hoje bem conhecido Lulu Santos, tendo mais tarde outros ilustres como Lobão e Patric Moraz, ex-Yes.
    Muitos desses músicos integrariam o background instrumental da música popular brasileira nos anos seguintes.
    Surpreenda-se.
     
    Créditos do programa
    Direção, curadoria, montagem e edição: Carlos Eduardo Samuel
    Supervisão: Ivan Vilela
    56 min
  • USP Especiais #14 – Série Versatilidade das Teclas II – Wagner Tiso
    Versatilidade das Teclas é uma série de 4 programas que aborda pianistas e tecladistas especialmente originais dos anos 70 e 80. Suas contribuições para a pluralidade da música popular brasileira são tratadas por meio da pesquisa de Carlos Eduardo Samuel, do Grupo de Estudos Radiofônicos da ECA-USP.
    Neste episódio é abordada a carreira do compositor, pianista, tecladista e arranjador Wagner Tiso, que nasceu no ano de 1945, em Três Pontas, Minas Gerais. Tiso tem sua trajetória musical entrelaçada com a de Milton Nascimento, seu amigo e parceiro musical desde a adolescência. Juntos, começaram em banda de baile. Depois, participaram de experiências marcantes na história da música popular brasileira, tal como se deu com o grupo Som Imaginário e a turma de amigos que ficou conhecida como Clube da Esquina. Além de canções e arranjos para discos autorais, Wagner Tiso também compôs trilhas sonoras para filmes e espetáculos.
    Com uma sonoridade variada e peculiar, este episódio vem recheado de interessantes produções musicais, trazendo em seu repertório as músicas: O Viandante (canção finalista do 4º Festival de Música Popular Brasileira da TV Record, em 1968), Para Lennon e McCartney, Barulho de Trem, Armina e A3 (estas últimas do álbum “Matança do Porco”), Tema dos Deuses, Os Cafezais Sem Fim e Todas as Teclas.
     
    Créditos do programa
    Direção, curadoria, montagem e edição: Carlos Eduardo Samuel
    Supervisão: Ivan Vilela
    56 min
  • USP Especiais #14 - Série Versatilidade das Teclas II - Wagner Tiso
    Versatilidade das Teclas é uma série de 4 programas que aborda pianistas e tecladistas especialmente originais dos anos 70 e 80. Suas contribuições para a pluralidade da música popular brasileira são tratadas por meio da pesquisa de Carlos Eduardo Samuel, do Grupo de Estudos Radiofônicos da ECA-USP.
    Neste episódio é abordada a carreira do compositor, pianista, tecladista e arranjador Wagner Tiso, que nasceu no ano de 1945, em Três Pontas, Minas Gerais. Tiso tem sua trajetória musical entrelaçada com a de Milton Nascimento, seu amigo e parceiro musical desde a adolescência. Juntos, começaram em banda de baile. Depois, participaram de experiências marcantes na história da música popular brasileira, tal como se deu com o grupo Som Imaginário e a turma de amigos que ficou conhecida como Clube da Esquina. Além de canções e arranjos para discos autorais, Wagner Tiso também compôs trilhas sonoras para filmes e espetáculos.
    Com uma sonoridade variada e peculiar, este episódio vem recheado de interessantes produções musicais, trazendo em seu repertório as músicas: O Viandante (canção finalista do 4º Festival de Música Popular Brasileira da TV Record, em 1968), Para Lennon e McCartney, Barulho de Trem, Armina e A3 (estas últimas do álbum “Matança do Porco”), Tema dos Deuses, Os Cafezais Sem Fim e Todas as Teclas.
     
    Créditos do programa
    Direção, curadoria, montagem e edição: Carlos Eduardo Samuel
    Supervisão: Ivan Vilela
    56 min

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