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Existe um nome no cinema português que sofreu aquilo que, muitos dirão, uma conspiração entre os seus pares. Realizou alguns dos maiores êxitos de bilheteira nos anos 70 e 80 mas talvez por não ir à bola com certos conformismos ou ideologias políticas, caiu no esquecimento nos anos seguintes. Falamos de António de Macedo, o "cineasta inconformado", que faleceu recentemente. Hoje fazemos a devida homenagem, pegando naquele que será o seu trabalho mais humano: "A Promessa", um western à portuguesa com sangue e nudez, filmado na Praia da Tocha.
O nosso convidado é João Monteiro, um dos fundadores do festival Motel X e o autor do pertinente documentário "Nos Interstícios da Realidade" que lhe faz um incrível memorial póstumo.
Zombie Cop, Humanoids From Atlantis ou Galaxy of the Dinosaurs são alguns dos títulos de J. R. Bookwalter, o realizador com quem conversámos. O mais conhecido da sua carreira será o zombie The Dead Next Door e que até mereceu as honras de ser o nosso podcast número 3.
Mas hoje as atenções voltam-se para Ozone, um filme de acção com mutantes tão incrivelmente low-budget que saltou rapidamente da banca dos ciganos até ao espólio pessoal do Paulo.
Sempre com um pé no cinema de terror e do fantástico, o realizador Tobe Hooper deixou-nos em Agosto deste ano.
Embora seja mais conhecido pelo Massacre no Texas e Poltergeist, é entre os títulos mais obscuros que encontramos Lifeforce (As Forças do Universo, em português) um filme sci-fi de terror tão estranho e louco que espanta ter sido um fracasso de bilheteira em 85 e quase esquecido nas décadas seguintes.
Hoje fazemos a devida homenagem ao filme e ao realizador, com a ajuda do 7º capítulo do "Eish... Esse Gajo!"
O fundador da disruptiva produtora Troma Entertainment, Lloyd Kaufman, esteve em Portugal para acompanhar a exibição daquele que será o seu maior ícone exploitation, O Vingador Tóxico e, por conseguinte, falar conosco.
É o ponto de partida do nosso podcast, que relembra o percurso desta irreverente máquina de cinema satírico low budget com um universo subversivo muito próprio onde vale tudo e onde a linha entre o mau gosto e o hilariante desaparece.
Listamos também alguns dos cameos mais incríveis da história que o espólio Troma já ofereceu. Sabiam, por exemplo, que foi aqui que Kevin Costner começou a carreira?
Celebremos os 30 anos do filme arrebata corações da mulherada adolescente oitentista: "Dirty Dancing: Dança Comigo", que mostrou que praticamente todos os problemas do mundo se resolvem a dançar.
A substituir Patrick Swayze e Jennifer Grey como par romântico está hoje o Paulo e a sua querida mulher, a Rosa Gonçalves, para dar o necessário toque feminino a isto e para que não nos acusem de ser sempre a festa da mangueira. No fundo, um podcast que é também terapia de casal. Preparados para ouvir alguma lavagem de roupa suja?
A pensar nos araconofóbicos, escolhemos mais um direto para vídeo, desta vez com uma aranha alienígena criada ali em Espanha, na fábrica de Brian Yuzna. Mas preparem-se: Arachnid é um fétido low budget sem redenção que o Paulo encontrou lá para um canto em casa.
Não satisfeitos, fomos mais longe e contactámos o diretor de fotografia Carlos González que, entre outras confissões, disse que era jovem e que tinha que arranjar trabalho.
Na teia do podcast ainda se apanha o 6º capítulo do "Eish" para lembrar o que mais fez o realizador Jack Sholder e fomos buscar outros honrosos títulos que metem insectos de oito patas.
Na iminência da estreia de Valerian, recuamos na filmografia de Luc Besson até ao seu último grande sucesso global chamado "O Quinto Elemento". Um investimento de ficção científica excêntrico e arriscado que apaixonou o público e disparou as vendas de coloração laranja para o cabelo.
Contudo, não é um podcast unânime: se por um lado o Daniel não se cansa de recordar os one liners do histérico Ruby Rhod, já o Paulo fica tipo Bruce Willis, nada thrilled.
Inclui também o 5º "Eish" em que recordamos o brilhante início de carreira e a travessia no deserto do francês Luc Besson.
Saquem os vossos multi-pass, reúnam os 4 elementos e celebrem o amor. Só assim se salva a galáxia.
Desta vez lançamos a nossa embarcação no rio Zêzere e Tejo dos manos Manso, os autores de um documentário português independente que fez alguns festivais pelo país fora em 2013.
A proposta foi cruzar a literatura poética de Miguel e a visão de João num filme, ora fictício ora real, de uma viagem literal que ambos e mais alguns amigos fizeram de jangada até Lisboa.
As complicações que se geraram entre os elementos da equipa e os desafios de filmar tal feito tornaram-se o conflito principal deste trabalho. Hoje temos os dois irmãos juntos para nos contar toda a história.
Liguem os faróis de nevoeiro. Estamos prestes a visitar aquela que é, provavelmente, a melhor adaptação de um videojogo para cinema. Por cá chama-se "A Maldição do Vale" e mesmo sendo das transições mais fiéis, não se livra das críticas.
Acompanhados por uma boa dose de fanboyismo, fazemos uma resenha pelo franchise desde a origem, pelos desafios de criar um filme menos convencional e ainda pelo inesperado desastre que foi a sequela.
Temos dois bancos para os convidados: Roger Avary, argumentista, fala-nos do processo emocional e muito pessoal que foi escrever Silent Hill; e Roberto Campanella, coreógrafo, deu o corpo ao manifesto. É o mítico Pyramid Head e o pai de todos os monstros na duologia.
Se ouvirem a sirene... abriguem-se!
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