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Esta homenagem canadiana ao cinema grindhouse foi o pretexto para falarmos no género gore e recordar a mais antiga produtora independente do mundo: a Troma. E ainda nos colocámos à conversa com Steven Kostanksi, o responsável pelos efeitos especiais do filme.
O realizador Ricardo Machado regressou com a sugestão de Father's Day, um tesouro que um dia encontrou no festival Monstra, em Lisboa.
Quem não sonhou um dia voar nas costas de Falkor, o dragão fofinho que todos pensam que é um cão? A sugestão partiu de Rui Unas, que tem História Interminável no coração e nos explica porquê.
Os Inuit, nobre povo esquimó pode ser feliz por não ter televisão e não ter de levar com o seu retrato infeliz de A Sombra do Lobo, um épico decidido a ser uma espécie de A Guerra do Fogo mas no gelo. Valham-nos as maminhas da Jennifer Tilly!
O convidado e realizador Ricardo Machado regressa.
Era o filme que os adolescentes dos anos 80 viam à socapa dos pais, na esperança de sacar uma ou outra garota desnuda. Voltámos a ver a comédia da marotice e tentámos chegar a um veredicto. Qual é superior? Porkys ou American Pie
Convidado: Pedro Correia
Vem das profundezas de um rio amazonas e tal como o King Kong, tem predileção por gajas boas. Chegou a passar na RTP em 3D e é um dos monstros clássicos da Universal que povoaram os anos 50.
Vamos conhecer o passado do Monstro da Lagoa Negra, vindo direitinho do tempo do preto e branco.
Antes de Robocop ou Instinto Fatal, Paul Verhoeven estreava-se num provocatório filme em inglês que esgravatava a podridão da Idade Média. Sangue, sexo, sémen e Rutger Hauer num tempo em que só sabia fazer filmes de capa e espada.
Ricardo Machado é realizador e um fã entusiasta deste filme e por isso está sentado na cadeira do convidado.
Um dia a Disney resolveu ir mais além e experimentar algo sem precedentes, misturando imagens digitais com actores reais... e assim começava a revolução da tecnologia no cinema.
TRON é um pedaço de história para a cultura nerd tão demasiado à frente para o seu tempo que confundiria o público. Apenas a sequela o salvaria do esquecimento em 2010.
O convidado Pedro Correia regressa.
Dizem as más línguas que o produtor Steven Spielberg se zangou com o realizador Tobe Hooper e o ambiente ficou pesado durante a rodagem de Poltergeist. Tirámos isto a limpo para perceber porque é que, apesar de tudo, o filme foi um sucesso.
A dupla de Nuno Russo e Paulo Azevedo regressa para, de uma assentada, comentar todos os filmes da saga. Não deixem a TV ligada!
Foi feito com uns míseros 400 mil dólares mas gerou 5 sequelas, uma BD e uma Helen Hunt novinha e desconhecida. Contudo, não passa de uma nota de ficção low-budget dos anos 80 com polícias de um futuro não muito distante.
Pedro Correia é o convidado.
Duas estrelas em ascensão, uma delas em véspera da sua morte, juntam forças num filme que se tornou mais popular no videoclube do que no cinema. Mafiosos japoneses, artes marciais, pescoços auto-torcidos e a questão mais importante.
Será a personagem de Brandon Lee neste filme gay?
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