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No episódio de janeiro do Estratégia Mensal, João Scandiuzzi, Sócio do BTG Pactual e estrategista-chefe de Portfolio Solutions, faz um balanço de 2025 e apresenta uma visão prospectiva para 2026 nos principais mercados globais e no Brasil.
Nos Estados Unidos, o cenário aponta para um crescimento acima do potencial, sustentado por consumo resiliente, investimentos em inteligência artificial e impulso fiscal, em um ambiente de desinflação gradual e política monetária em fase de ajuste fino. Na Europa, a atividade segue moderada, com inflação próxima da meta e juros estáveis, enquanto na China o crescimento deve ser sustentado pelo setor externo, apesar da fraqueza do consumo doméstico.
No Brasil, a economia mostrou resiliência em 2025 mesmo com juros elevados, mas 2026 deve marcar uma desaceleração mais clara da atividade, abrindo espaço para o início do ciclo de cortes da Selic.
Na alocação, o BTG Pactual mantém a postura construtiva em renda fixa, com destaque para prefixados e títulos indexados à inflação. Já em renda variável, conserva a assimetria positiva no médio prazo, com maior volatilidade no segundo semestre.
By BTG PACTUALNo episódio de janeiro do Estratégia Mensal, João Scandiuzzi, Sócio do BTG Pactual e estrategista-chefe de Portfolio Solutions, faz um balanço de 2025 e apresenta uma visão prospectiva para 2026 nos principais mercados globais e no Brasil.
Nos Estados Unidos, o cenário aponta para um crescimento acima do potencial, sustentado por consumo resiliente, investimentos em inteligência artificial e impulso fiscal, em um ambiente de desinflação gradual e política monetária em fase de ajuste fino. Na Europa, a atividade segue moderada, com inflação próxima da meta e juros estáveis, enquanto na China o crescimento deve ser sustentado pelo setor externo, apesar da fraqueza do consumo doméstico.
No Brasil, a economia mostrou resiliência em 2025 mesmo com juros elevados, mas 2026 deve marcar uma desaceleração mais clara da atividade, abrindo espaço para o início do ciclo de cortes da Selic.
Na alocação, o BTG Pactual mantém a postura construtiva em renda fixa, com destaque para prefixados e títulos indexados à inflação. Já em renda variável, conserva a assimetria positiva no médio prazo, com maior volatilidade no segundo semestre.

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