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Qual a importância do futuro político dos EUA para o mundo? Afinal, Rússia sabe os riscos de um ataque à NATO. Ainda, o Executivo francês pode mostrar-se mais importante para Portugal do que pensamos.
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Bruno Cardoso Reis defende que Donald Trump não vai querer que os EUA abandonem a NATO. No entanto, o historiador diz que o candidato republicano acredita cada vez menos na Aliança Atlântica.
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Bruno Cardoso Reis diz que é necessário que todas as partes achem que não vão alcançar os objetivos pela via militar. O historiador refere que nem todos os conflitos terminam em negociações de paz.
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No Médio Oriente os ultra ortodoxos protestam contra o fim da isenção do serviço militar, mas, afinal, "onde há 3 israelitas, há 2 partidos". Já nos EUA, Joe Biden falhou a "prova de vida política".
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O Hezbollah ameaça o Chipre e, em caso de avanço, a UE pode ter de intervir. Já o 1º debate presidencial nos EUA pode ser o mais decisivo numa altura em que a popularidade de Biden deixa a desejar.
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Bruno Cardoso Reis remonta às raízes do Dia "D" para refletir acerca da sua importância para a Ucrânia. Afinal, o que pode este momento significar para o conflito com a Rússia?
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No Médio Oriente, o plano de paz proposto pelos EUA obriga o Hamas a decidir sobre o cessar-fogo. Ainda, a possibilidade de um conflito com a NATO e o fim da maioria absoluta do partido de Mandela.
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As implicações da morte do presidente do Irão. A aposta clara nas relações com regimes autoritários como China e Rússia, e o Ocidente em dificuldades porque há poucas democracias no mundo.
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Numa semana de tensões entre Portugal e a Rússia, Bruno Cardoso Reis relembra a necessidade de não cair nas teias de mentiras do Kremlin. Afinal, como é que tudo começou?
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12 de maio de 1982. Juan Fernández Krohn chega finalmente a Lisboa, depois de seis meses a arquitetar um plano para matar o Papa. Não marcou hotel nem traz bagagem: está preparado não apenas para assassinar João Paulo II, mas também para morrer. Horas depois, o padre espanhol ultraconservador já está à espera em Fátima quando o Papa aterra em Lisboa e dá início à primeira visita oficial a Portugal. Uma viagem que, explica João Paulo II desde o início, só tem um propósito: agradecer por ter sobrevivido ao atentado de que foi alvo um ano antes na praça de São Pedro, em Roma. Um atentado que aconteceu no dia 13 de maio de 1981, no mesmo dia e praticamente à mesma hora das aparições de 1917, na Cova da Iria.
“Matar o Papa” é o novo Podcast Plus do Observador. É narrado por Pedro Laginha e a banda sonora original é de Rodrigo Leão, com participação especial de Adriano Luz na voz portuguesa de Juan Fernández Krohn. Pode ouvir os episódios de “Matar o Papa” na playlist própria do podcast na Apple Podcasts, Spotify, Youtube Music ou outras plataformas de Podcast.
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Bruno Cardoso Reis, historiador e professor universitário, percorre o globo e traz cinco notícias para analisar semanalmente, uma de cada continente.

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