
Sign up to save your podcasts
Or


Neste episódio, Ricardo explica que projetos também envelhecem, não apenas com o tempo, mas também quando perdem energia, relevância e propósito. Muitos continuam sem questionar, mesmo diante de mudanças no mercado, na tecnologia e nas prioridades. Ele alerta que investimentos passados não justificam continuar, pois não garantem valor futuro. Sinais de envelhecimento incluem falta de clareza quanto ao propósito, baixa motivação da equipe e decisões baseadas em premissas antigas. Revisar ou até encerrar um projeto não é um fracasso, e sim demonstra liderança. Manter projetos “zumbis” consome recursos valiosos. Por isso, líderes devem avaliar constantemente se o projeto ainda faz sentido, gera valor e está alinhado à realidade atual.
Escute o podcast para saber mais!
Neste episódio, Ricardo fala sobre a importância de manter ritmo, e não histeria, para que os projetos sejam sustentáveis. Ele explica que muitas organizações confundem produtividade com um ambiente caótico, cheio de urgências, reuniões constantes e mudanças de prioridade. Esse cenário cria apenas a sensação de movimento, mas não garante progresso real. Para Ricardo, ritmo significa consistência, cadência e avanço contínuo com foco e energia, enquanto a histeria coloca o projeto em estado permanente de emergência. Isso gera cansaço, piora as decisões e reduz a qualidade do trabalho. Ele destaca que projetos são feitos por pessoas e que equipes exaustas perdem motivação e cometem mais erros. Por isso, líderes devem definir prioridades claras, respeitar a capacidade do time e criar um ambiente sustentável para alcançar resultados consistentes.
Escute o podcast para saber mais!
Neste episódio, Ricardo celebra o Dia Internacional da Mulher refletindo sobre a importância da diversidade em projetos. Ele explica que muitos projetos fracassam não por problemas técnicos, mas pelo group thinking, quando todos pensam da mesma forma e deixam de questionar decisões. Projetos complexos precisam de diferentes perspectivas, experiências e formas de interpretar riscos. Nesse contexto, a participação das mulheres contribui para melhorar a qualidade das decisões, a comunicação e o relacionamento com stakeholders. Ricardo destaca que diversidade não é apenas uma questão de justiça, mas de desempenho e inteligência coletiva. Quando mulheres têm espaço para participar, liderar, questionar e influenciar, os projetos tornam-se mais robustos. Ele conclui incentivando líderes a tratar a diversidade como um fator essencial para alcançar melhores resultados em projetos.
Escute o podcast para saber mais!
Neste episódio, Ricardo explica que muitos projetos falham não por problemas técnicos, mas porque o contexto global muda durante a execução. Eleições, guerras, sanções e tensões comerciais podem alterar prioridades, bloquear fornecedores e elevar custos inesperadamente. Geopolítica vai além de conflitos armados: inclui cadeias globais de suprimento, taxas de juros, câmbio e regulações ambientais. Restrições comerciais podem paralisar obras, limitar exportações e encarecer materiais. A alta dos juros afeta o financiamento, e variações cambiais podem tornar contratos inviáveis rapidamente. Mudanças regulatórias também impactam escopo e prazos. Por isso, o gerente de projetos deve considerar riscos macroeconômicos, trabalhar com cenários e envolver a liderança quando o contexto muda, garantindo alinhamento estratégico em um ambiente de instabilidade global.
Escute o podcast para aprender mais!
Neste episódio, Ricardo afirma que o verdadeiro inimigo de um projeto não é o risco, mas a ilusão. Embora dediquemos muito esforço à gestão de riscos, muitos fracassos decorrem do autoengano coletivo: cronogramas otimistas e irreais, orçamentos ajustados para viabilizar o business case e escopos sustentáveis apenas no papel. Diferente da incerteza, que é natural em ambientes complexos, a ilusão é construída pela cultura organizacional e pela pressão por aprovação e velocidade. A falácia do planejamento nos leva a subestimar prazos e custos por incentivos e excesso de confiança. Liderança em projetos não é agradar, mas proteger a realidade, explicitar trade-offs e confrontar ilusões cedo. Projetos fracassam não pelo que sabemos, mas pelo que escolhemos ignorar.
Escute o podcast para saber mais!
Durante a semana do Carnaval no Brasil, Ricardo relaciona celebração e gestão de projetos. O Carnaval, uma das maiores manifestações culturais do mundo, simboliza criatividade, energia, disciplina e meses de preparação. Por trás da música e dos desfiles existe planejamento estruturado, orçamento, ensaios e papéis bem definidos — assim como nos projetos. Porém, na vida profissional, as equipes frequentemente passam de um marco a outro sem celebrar conquistas. Projetos exigem resiliência, disciplina e sacrifício, e cada vitória merece reconhecimento. Celebrar não é perda de tempo; é combustível emocional. Reforça comportamentos positivos, fortalece o senso de pertencimento, reduz o esgotamento e evidencia o progresso. Assim como no Carnaval, projetos bem-sucedidos entregam resultados e constroem equipes mais fortes e motivadas ao longo da jornada.
Escute o podcast para saber mais!
Neste episódio, Ricardo apresenta o Cloud Cowork, um modelo de agente de IA da Anthropic que vai muito além dos assistentes conversacionais tradicionais. Ele foi projetado para executar tarefas completas em contextos reais, como arquivos, pastas, documentos, relatórios e fluxos de trabalho. Ricardo destaca sua forte aplicabilidade ao gerenciamento de projetos e outras formas de trabalho intelectual estruturado, em que grande parte do tempo é gasta em atividades operacionais como organizar documentos, consolidar dados, revisar informações e preparar relatórios. Ao delegar essas tarefas a um agente de IA que planeja e executa o trabalho de forma estruturada, os profissionais podem mudar o foco da execução para a orquestração, a tomada de decisões e a estratégia. Falando como um usuário satisfeito, sem qualquer vínculo com a Anthropic, Ricardo recomenda fortemente testar o Cloud Cowork para entender o impacto real dos agentes de IA em projetos, PMOs e organizações.
Ouça o episódio e confira todos os detalhes!
Neste episódio, Ricardo esclarece a diferença entre IA Generativa, Agentes de IA e IA Agêntica, um tema muito falado, mas ainda confuso. Ele se inspira em uma explicação de Filipa Peleja, apresentada no O’Reilly Super Stream sobre IA Generativa. A IA Generativa, baseada em modelos de linguagem, responde a prompts e produz textos, ideias e análises, mas não tem iniciativa, objetivos ou tomada de decisão própria. Já os Agentes de IA recebem um objetivo e conseguem planejar tarefas, usar ferramentas, interagir com sistemas e executar ações em sequência, com autonomia operacional dentro de regras definidas. Por fim, a IA Agêntica envolve sistemas de agentes que cooperam, possuem memória, se adaptam e ajustam estratégias, trazendo desafios de governança, ética e responsabilidade.
Ouça o episódio e confira todos os detalhes!
Neste episódio, Ricardo analisa a 21ª edição do Relatório de Riscos Globais 2026, do Fórum Econômico Mundial, destacando o fim da previsibilidade e o início da chamada “era da competição”. O relatório aponta um cenário global mais turbulento, com 50% dos líderes prevendo instabilidade nos próximos dois anos, impulsionada pela confrontação geoeconômica, que ameaça cadeias globais de suprimentos. Ricardo explica que no campo econômico, o elevado endividamento global e o aumento dos gastos com defesa, transição energética e inteligência artificial tornam o capital mais caro e escasso, exigindo rigor financeiro extremo nos projetos. A desinformação intensifica a polarização social. Como resposta estratégica, o relatório propõe a “coalizão dos dispostos”: avançar com grupos realmente comprometidos, sem esperar consenso total.
Escute o podcast para aprender mais!
Neste episódio, Ricardo alerta para um erro comum nas organizações: acreditar que mais ferramentas e softwares significam mais maturidade. Muitas empresas investem em plataformas caras, dashboards e relatórios impecáveis, mas continuam tomando decisões ruins. Ferramentas não criam maturidade; elas apenas evidenciam o que já existe. Se não há priorização, critérios claros e decisões, a tecnologia só organiza a confusão. Times acabam gastando mais tempo alimentando sistemas do que pensando nos projetos. Indicadores abundantes não compensam a ausência de prioridades. Maturidade não é ter o melhor software, mas saber quem decide, com base em quais critérios e o que muda quando algo sai do plano. Sem isso, qualquer ferramenta vira apenas um enfeite digital.
Escute o podcast para aprender mais!
From the publisher's feed

302 Listeners

140 Listeners

39 Listeners

15 Listeners

15 Listeners

162 Listeners

45 Listeners

50 Listeners

22 Listeners

119 Listeners

252 Listeners

31 Listeners

8 Listeners

14 Listeners

4 Listeners

0 Listeners