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Traumas de infância não precisam ser dramáticos para deixar marcas profundas. A necessidade de agradar todo mundo, o medo de abandono nos relacionamentos, o perfeccionismo extremo, a sensação de nunca ser suficiente, a dificuldade de mostrar emoções — tudo isso pode ter raiz em experiências que você viveu muito antes de ter palavras para descrevê-las.
Neste episódio, Thais Galassi explora como a psicologia do desenvolvimento e a neurociência explicam por que mulheres adultas continuam reagindo a padrões emocionais criados na infância — e o que é possível fazer a partir de hoje para interromper esse ciclo.
Você vai entender: por que seu cérebro ainda age em modo de sobrevivência | como o trauma molda relacionamentos e autoestima | o que a ciência diz sobre apego ansioso, fawn response e perfeccionismo | e uma técnica prática validada pela neurociência para começar a se libertar desses padrões agora.
Baseado em estudos do JAMA Pediatrics, Journal of Personality and Social Psychology e nas obras de Bessel van der Kolk, Pete Walker e Kristin Neff.
Se você já sentiu que nunca é suficiente, que tem medo de perder as pessoas que ama ou que precisa agradar todo mundo pra ser amada — esse episódio foi feito pra você.
00:00 — A descoberta de Harvard que vai mudar como você se vê02:30 — Como o cérebro grava traumas antes de você ter palavras06:00 — A menina que aprendeu que precisava ser boa para ser amada10:30 — Fawn response: a raiz da necessidade de agradar14:00 — Medo de abandono e apego ansioso nos relacionamentos19:00 — Perfeccionismo: quando a ferida usa a produtividade como disfarce24:00 — A mulher forte que chora sozinha no chuveiro28:30 — Técnica STOP: como interromper padrões automáticos hoje33:00 — Dor não tem ranking — o começo da cura
By Meditação - Mentalidade5
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Traumas de infância não precisam ser dramáticos para deixar marcas profundas. A necessidade de agradar todo mundo, o medo de abandono nos relacionamentos, o perfeccionismo extremo, a sensação de nunca ser suficiente, a dificuldade de mostrar emoções — tudo isso pode ter raiz em experiências que você viveu muito antes de ter palavras para descrevê-las.
Neste episódio, Thais Galassi explora como a psicologia do desenvolvimento e a neurociência explicam por que mulheres adultas continuam reagindo a padrões emocionais criados na infância — e o que é possível fazer a partir de hoje para interromper esse ciclo.
Você vai entender: por que seu cérebro ainda age em modo de sobrevivência | como o trauma molda relacionamentos e autoestima | o que a ciência diz sobre apego ansioso, fawn response e perfeccionismo | e uma técnica prática validada pela neurociência para começar a se libertar desses padrões agora.
Baseado em estudos do JAMA Pediatrics, Journal of Personality and Social Psychology e nas obras de Bessel van der Kolk, Pete Walker e Kristin Neff.
Se você já sentiu que nunca é suficiente, que tem medo de perder as pessoas que ama ou que precisa agradar todo mundo pra ser amada — esse episódio foi feito pra você.
00:00 — A descoberta de Harvard que vai mudar como você se vê02:30 — Como o cérebro grava traumas antes de você ter palavras06:00 — A menina que aprendeu que precisava ser boa para ser amada10:30 — Fawn response: a raiz da necessidade de agradar14:00 — Medo de abandono e apego ansioso nos relacionamentos19:00 — Perfeccionismo: quando a ferida usa a produtividade como disfarce24:00 — A mulher forte que chora sozinha no chuveiro28:30 — Técnica STOP: como interromper padrões automáticos hoje33:00 — Dor não tem ranking — o começo da cura

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