Ai Podes, Podes! É só querer!

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Ai Podes, Podes! É só querer! episodes

  • À conversa com Paula Castro
    Esta é uma conversa com a Paula Castro.

    A Paula ajuda mulheres que querem entrar no mundo da maternidade com maior consciência conjugando a medicina tradicional chinesa com a ciência ocidental.

    Nesta conversa ficamos a saber mais sobre a sua abordagem quando ajuda mulheres a engravidarem e nos primeiros 3 meses do bebé.

    Pode contactar a Paula através do seu site: www.paulacastro.pt ou pelas redes sociais:
    . Facebook: Paula Castro
    . Instagram: mtcpaulacastro
    . YouTube: Paula Castro

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    35 min
  • Uma lição de vida - EP#34 T2
    Vocês sabem o quanto amo fazer o caminho de Santiago.

    Em setembro 2018, atrevi-me, pela primeira vez, a levar um grupo de 8 pessoas comigo.

    No final da segunda etapa, ao entrar em Redondela vimos uma fila indiana de peregrinos acompanhados por cães, ficámos curiosos e incrédulos pois os cães traziam os arneses e as pegas próprias dos cães guias.

    O nosso passo era mais rápido do que o deles, ao nos cruzarmos tivemos a confirmação das nossas suspeitas: eram realmente 7 cegos, acompanhados por 3 visuais e os cães.

    A pele levantou-se, as lágrimas corriam pela cara, na garganta sentíamos um nó ao recebermos aquela lição de vida.

    Neste episódio convido-os a irem além do que possam pensar que vos limita e atreverem-se a concretizarem o vosso sonho.

    Deixe um like, subscreva o podcast, contacte-me pelo email: [email protected]
    8 min
  • Como a meditação nos transforma - EP#33 T2
    Nem sempre a meditação fez parte da minha vida.

    Após um relacionamento amoroso ter terminado entrei em total prostração. Um dia disse a mim mesma que estava na altura de dar um passo em frente e de me religar á Vida.

    Fui então fazer terapia quântica e a meditação era usada nas sessões, depois fiz o Reiki e havia meditação, continuei sempre a explorar o mundo da energia e a meditação era e é a prática comum a todas as terapias ou versões de como lidar com a energia.

    Quando surgiu a pandemia criei dois grupos de meditação, intensifiquei a minha prática meditativa e para meu espanto a minha transformação acelerou.

    Passei a estar mais calma, a distanciar-me de problemas que não eram meus e sobre os quais não tenho qualquer poder, a ser mais amorosa, generosa comigo mesma.

    A meditação transformou a minha vida e acredito que pode transformar a vida de todos nós.

    Nos dias de hoje mantenho a meditação matinal de segunda a sexta-feira, ás 8:30, como atividade gratuita, digamos que é a minha contribuição para um mundo com Paz.

    Nós necessitamos de Paz, os animais e a Terra necessitam de Paz.

    A meditação é aquele pequeno nada que praticado com consistência nos leva ao encontro da paz interior que todos nós temos mas que não sabemos como aceder.

    Inscreva-se na meditação matinal indo ao site www.anaritabandeirademelo.pt e preencha o formulário.

    Até para a semana!
    8 min
  • À conversa com Célia Bento
    É com enorme prazer que vos trago a conversa com a Célia Bento.

    A Célia Bento é uma mulher apaixonada pela Vida!

    Já foi professora de matemática, gestora de micro crédito, em 2011, na sequência de uma consulta de astrologia, descobre o Coach e a PNL e os seus horizontes expandiram.

    Pratica estas técnicas em casa, com a família e amigos, no trabalho.

    Com esta descoberta, a Célia encontrou a mulher sábia que vive a partir do coração, dentro de si.

    Podem encontrar a Célia Bento nas redes sociais.

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    Até para a semana!
    37 min
  • A importância dos nossos valores - EP#32 T2
    Num tempo em que parece que os valores não importam, porquê falar deles?

    É simples, cada um de nós rege-se por uma pauta de valores, quando esses valores são a referência, a linha mestra, tudo decorre naturalmente, já quando esses valores estão de fora criamos em nós um conflito.

    Ao termos bem presentes a nossa pauta de valores, torna-se fácil fazer as nossas escolhas seja para onde e quem trabalhar, seja na escolha das amizades e relacionamentos e em todas as outras áreas da nossa vida.

    Com os valores bem presentes, percorremos o caminho da nossa alma. Esta é a importância dos nossos valores.

    Siga-me no site www.anaritabandeirademelo.pt

    Até para a semana
    8 min
  • A secura não é uma tormenta? - EP#31 T2
    Talvez influenciados por Luís de Camões, ligamos tormenta a mar revolto.

    Mas será que os momentos de seca não são eles também uma tormenta?

    A secura do planeta, a secura na humanidade resulta também da nossa relutância em viver as nossas emoções.

    Esta semana vamos deixar para lá conceitos e preconceitos sobre as emoções, e simplesmente deixar que elas se expressem naturalmente.
    7 min
  • Como cheguei ao podcast - EP#30 T2
    Neste episódio conto um pouco da minha história e como cheguei ao podcast.

    De alguém que não comunica, não fala á pessoa que se expõe, que comunica, que se aventura por meios desconhecidos.

    Acredito que todos nós podemos ir além do que nos foi dito e acima de tudo que acreditámos ser verdade para nós.

    Todos nós podemos aventurar-nos em algo novo, basta estar disponível para abrir a gaiola e voar.

    Bom episódio!
    10 min
  • Conversa com Anícia e AngelMark
    O que pode acontecer quando sou convidada a entrar numa exposição com o nome "Arte e poesia espontânea"?

    Espontaneidade!

    Convidei de imediato os dois artistas: O AngelMark, pintor e a Anícia, poetisa para uma animada conversa a três.

    Este podcast é a conversa a três, durante a qual ficamos a conhecer os intervenientes.

    A criatividade não tem limites nem idade definida, 87 anos é a idade perfeita para o AngelMark pintar e usar a sua pintura para um dia e uma noite descansada, a Anícia sente, segue a sua intuição e naturalmente cria poemas seja para as pinturas do AngelMark ou como um presente solicitado por um cliente.

    Esta dupla única interlaça a pintura, a escultura e a poesia numa forma única que vale a pena conhecer.

    Bom episódio!
    31 min
  • Seguindo a intuição - EP#29 T2
    O que acontece quando afirmo que o "Ai podes, podes...É só querer!" é o podcast dos intuitivos?
    Pois bem, sigo a minha intuição e partilho convosco o que faço nos dias em que me sinto mais emotiva, mais melancólica: Respiro!
    Respirar ajuda a libertar as emoções que de alguma forma estão retidas dentro de nós e que, como todas as emoções, querem ser livres.
    Partilho também a maravilha que é o mundo, o planeta.
    Se vemos caos, não é mais do que a limpeza que está a decorrer na que chamo a nossa casa planetária.
    Como ajudar? É cultivando a Paz e a Harmonia dentro de nós que ajudamos a que a limpeza seja feita mais rapidamente e de uma forma mais equilibrada.
    Para a semana trago um novo tema, até lá desfrutemos da Vida e da maravilha que é VIVER!
    Uma boa semana para todos!

    Podem seguir-me em:
    www.anaritabandeirademelo.pt
    9 min
  • Fragilidade - EP#28 T2
    Todos nós temos os nossos pontos de fragilidade, uma forma única de os vivenciar, de os mostrar ou esconder.
    Venho de um mundo onde expor a fragilidade era sinónimo de fraqueza.
    Um mundo onde a fragilidade era escondida atrás da arrogância, da necessidade de mostrar que somos melhor do que o outro, da demonstração de autoridade: “Fazes porque te estou a mandar e ponto final!”
    Como todos nós repeti estes comportamentos vezes sem conta, afinal de contas foi isso que me foi ensinado através de conversas e comportamentos.
    Se mostras que és fraca, os outros não te levam a sério!
    Se mostras que és fraca, os outros vão abusar de ti!
    Se mostras que és fraca, os outros comem-te viva!
    Estas e muitas outras frases elucidavam o que poderia advir em caso de demostrarmos que o outro nos magoou fosse de forma física, mental ou emocionalmente, caso nos sentíssemos frustrados, mostrássemos a nossa sensibilidade ou qualquer outra manifestação de sermos ou nos sentirmos frágeis.
    Resumindo: mostrar fragilidade era o ponto de entrada do grande papão, o monstro imaginário que nos comia vivos.
    E toda uma geração aprendeu a mostrar algum tipo de agressividade para esconder a dor ou as dores que sentia no seu interior.
    No meu caso, aprendi a confundir fragilidade com sensibilidade, com incapacidade e frustração. Aprendi a esconde-la por trás de atitudes ríspidas, autoritárias acompanhadas muitas vezes de ordens dadas com voz alta e cortante.
    Fragilidade podia significar não sermos capazes de fazer algo, como por exemplo saltar ao eixo, podia ser manifestar o choro por nos criticarem ou ralharem, sermos incapazes de respondermos a um agressor da nossa idade ou um pouco mais velho, de sentirmos frustração por não chegarmos às expectativas que outros tinham para nós.
    Só muito mais velha, quando comecei a questionar o que me foi ensinado, é que consegui aos poucos ir dando um novo sentido a esses princípios.
    Agora, vejo a fragilidade como um ponto de contacto com os outros e no qual crescemos e aprendemos juntos.
    No meu caso específico, percebi que a fragilidade estava muito ligada á sensibilidade.
    Chorava muitas vezes sem perceber porquê, não havia uma razão palpável, credível. Um simples filme, um belo pôr do sol podiam ser o motor para um cair silencioso de lágrimas pelo rosto e um raspanete por estar a demonstrar que não tinha força.
    Outras vezes sentia dores que, tal como apareciam, passado pouco tempo, desapareciam misteriosamente e se por acaso me tivesse queixado delas, vinha logo um relatório de normas que tinha infringido.
    Quando comecei a aprender o Reiki e outras terapias energéticas é que, aos poucos, fui entendo o que significavam esses choros, dores e outros sintomas: a minha sensibilidade á energia que me rodeia.
    Sei como o outro se sente emocionalmente porque sinto as suas emoções. Choro, não por mim, mas porque ajudo o outro a libertar a dor que ele ou ela sentem e são incapazes de soltar. Sinto as suas dores e pressões simplesmente para identificar como realmente o outro se encontra.
    Ao nível da energia, tudo estes acontecimentos são naturais e explicáveis.
    Descobri que dos 5 sentidos, o sentir é para mim o canal principal de receção de informação sobre tudo o que me rodeia.
    Em vez de me fechar a sentir, aprendi a distinguir quais as sensações que são realmente minhas das que são simples informação do exterior.
    Aos poucos fui deixando de me identificar com sentimentos, emoções, dores que são mera informação e ganhando uma visão mais alargada do que me rodeia.
    Fui descobrindo que através das sensações a intuição fala comigo, me dá informação para além do obvio e que posso confiar nela.
    O que anos atrás considerava uma fragilidade, não compreendia, achava ser um defeito que me excluía totalmente da convivência com o outro é agora a minha grande mais valia, a minha forma de saber para além do que é falado e mencionado, de compreender e ajudar o outro, e me permite responder com maior assertividade aos desafios que vão surgindo.
    Mostrar as minhas emoções, expressar o que penso e sinto sem colocar filtros, não me preocupando se os outros acham bem ou mal, se gostam ou não, tornou-se natural e normal para mim.
    Acredito que a conexão negativa da palavra “Fragilidade” vem de um mundo que na sua maioria já voou e o que dele possa restar está em vias de extinção.
    Fragilidade é a porta que nos permite interagir com quem nos rodeia numa dança permanente de trocas, sejam elas de saberes, de conhecimento, de talentos.
    Fragilidade permite-nos abrir o coração á diferença.
    Você meu querido ouvinte, qual é a característica que o torna especial, único e que até agora a denominou de fragilidade?

    Segue-me em:
    www.anaritabandeirademelo.pt
    9 min

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Neste podcast pretendo inspirar-te a descobrires quem verdadeiramente és e ires além do que acreditaste ser possível para ti, além dos rótulos que te colocaram, além dos teus medos e receios e a…