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By SIC
Entrevistas intimistas conduzidas por Daniel Oliveira. Todas as semanas um novo convidado no 'Alta Definição', um programa da SIC
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A atriz de 35 anos, que cresceu num bairro social ao lado dos avós maternos, confessou que as fotografias dessa época revelam uma criança com um olhar carregado de tristeza, fruto de um ambiente familiar que a impediu, não de perseguir os seus sonhos profissionais, mas de ser plenamente quem era. Foi, paradoxalmente através da representação, arte que abraçou aos onze anos após um casting visto na televisão, que Sara encontrou a infância que lhe havia sido negada, descrevendo o palco e as câmaras como o espaço onde pôde, pela primeira vez, esquecer tudo e habitar outras vidas com liberdade. Ao longo da conversa, Sara Barradas fala também sobre a maternidade como processo de revisão e cura interior, sublinhando que a chegada da filha Lua a obrigou a confrontar feridas antigas e a desconstruir os mecanismos de defesa que havia erguido ao longo dos anos. A atriz defende uma parentalidade assente na liberdade emocional e na validação dos sentimentos da criança, em contraciclo com a educação que recebeu, e assume que a terapia foi uma ferramenta essencial neste percurso de autodescoberta. O Alta Definição foi conduzido por Daniel Oliveira e exibido na SIC a 12 de setembro. A sinopse deste episódio foi criada com o apoio de IA. Saiba mais sobre a aplicação de Inteligência Artificial nas Redações da Impresa. See omnystudio.com/listener for privacy information.

O cantor Toy é o convidado de Daniel Oliveira, no Alta Definição em podcast. Regressado ao programa depois de 14 anos, fala sobre uma carreira construída degrau a degrau, longe dos atalhos e das subidas a pico. O músico recorda os anos difíceis na Alemanha, onde varreu fábricas, carregou caixas de 80 kg e deu aulas de português a filhos de emigrantes, tudo para juntar dinheiro suficiente para apostar na música. Fala também do AVC que sofreu e que nunca o assustou verdadeiramente, tendo conseguindo manter o sentido de humor até no hospital. O cantor abre o coração sobre as perdas que mais o marcaram: a mãe, que nunca chegou a ver o filho triunfar, e o pai, que perdeu primeiro para o Alzheimer e só depois fisicamente. “Eu não perdi o meu pai quando ele desapareceu. Perdi-o quando ele deixou de me conhecer”, explica. *A sinopse deste episódio foi criada com o apoio de IA. Saiba mais sobre a aplicação de Inteligência Artificial nas Redações da Impresa See omnystudio.com/listener for privacy information.

Manuel João Vieira é conhecido por ser o inesperado candidato à Presidência da República que traz para a mesa do debate temas pouco expectáveis na política, como o amor, a arte, o álcool e reflexões existenciais sobre a vida. A sua carreira política já conta com cinco candidaturas a este cargo e a mais recente, em 2026, mereceu mesmo um artigo no jornal britânico The Guardian, com o título “Ferraris para todos e vinho canalizado: candidato satírico faz tremer as eleições presidenciais portuguesas”. Apesar de ser reconhecido o tom humorístico das suas intervenções, nesse mesmo ano a sua campanha valeu-lhe 1,08% dos votos. No Alta Definição, vamos conhecê-lo de uma outra forma. Como foi a sua infância? Como foram os seus primeiros namoros? Que problemas de saúde tem? E será que a sua candidatura política é apenas uma sátira ou representa verdadeiramente aquilo que pensa? O também vocalista dos Ena Pá 2000 reconhece, neste programa, que já teve problemas com o álcool e explica como estes se relacionavam com a sua vida artística. “Recorria muito à bebida para subir ao palco. Agora tento não beber um copinho ou um café com bagaço antes do espetáculo. Já consegui libertar-me dessa necessidade.” A conselho da sua médica, está a tentar não beber há quatro meses e reconhece estar melhor assim, apesar de ainda pensar no “bife de lombo com um copo de vinho” que espera apreciar daqui a outros quatro meses, “sem abusar”. Sobre a infância e o seu passado, recorda as histórias com o primo, a mãe que sofreu de tuberculose e o pai distante. “Eu não consigo compreender a minha infância, fiz alguma psicanálise, mas os grandes problemas que existem a nível emocional são muito complicados”, admite. Quando Daniel Oliveira lhe pergunta se, mesmo assim, ainda é possível aprender a amar, responde: “Pode-se aprender, mas teremos sempre dentro de nós algum amor torto.” Ouça a conversa em formato podcast, emitida na SIC a 29 de agosto. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Aos 12 anos, Rui Bandeira fugiu de casa para ir viver com a mãe. Nesta conversa, o cantor revisita uma infância marcada pela separação dos pais, os anos em que viveu longe da mãe, os conflitos familiares que o levaram a fugir de casa e o papel decisivo da música e da fé na sua vida. Fala ainda do avô que o inspirou a ser músico, do sucesso no Festival da Canção, das dificuldades da pandemia, da relação com a mulher e de como os filhos se tornaram a sua maior conquista. Um testemunho emotivo que vale a pena ouvir no Alta Definição emitido na SIC em 22 de agosto de 2026. See omnystudio.com/listener for privacy information.

O humorista Nuno Markl é o convidado de Daniel Oliveira, no Alta Definição em podcast. O locutor das “Manhãs da Comercial” e apresentador do programa “Taskmaster Portugal” partilha, pela primeira vez, a experiência que mudou a sua vida: os dois AVCs sofridos no espaço de poucas semanas. Foi o seu filho Pedro que ligou para o 112, recusando-se a aceitar a sugestão do pai de que “podia ser só cansaço”. “Não sei o que teria acontecido se não fosse ele”, admite Markl. O humorista recorda a tristeza demolidora da dependência total e o medo de nunca mais voltar a mexer o braço ou andar sem apoio. “As pessoas talvez não tenham noção do nível atómico de tristeza e solidão que se pode sentir sozinho num quarto de hospital, cheio de incertezas”, explica. Markl reflete sobre a habitual rotina antes do acidente, que descreve como “uma cavalgada insana”, o hábito de ignorar os sinais do corpo e o medo de ir ao médico. O processo de recuperação, que descreve como “o projeto mais importante da minha vida”, ensinou-lhe a valorizar as pequenas vitórias diárias e a aprender a dizer 'não'. “Antes disto acontecer, quando descansava sentia culpa por não estar a fazer mais. Agora já não.” O humorista fala ainda sobre o amor e a amizade que o sustentaram nestes meses, sobre a relação com a namorada Teresa, com a mãe, com a irmã e com os amigos que encheram o seu quarto de hospital. Ouça a conversa intimista no Alta Definição, emitido na SIC a 1 de agosto. *A sinopse deste episódio foi criada com o apoio de IA. Saiba mais sobre a aplicação de Inteligência Artificial nas Redações da Impresa See omnystudio.com/listener for privacy information.
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