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Tem gente que ama, tem gente que odeia... Mas dificilmente alguém é indiferente à cor vermelha. Ao longo da história, ela foi atrelada a significados diversos, que vão da paixão à guerra, passando pela nobreza. Hoje em dia, enfeita o chão de premiações como o Oscar. Virou um espaço tão cobiçado que tem gente que tenta roubar um pedacinho pra levar embora e revender na internet.
Mas como surgiu o tapete vermelho? Foi sempre uma coisa do mundo do entretenimento? Aliás, por que é vermelho, e não de outro tom, como verde, azul, amarelo...?
Ensino aqui neste episódio. E conto mais: hoje em dia ele não tem o mesmo glamour de alguns anos atrás. Ganha uma estatueta quem adivinhar o porquê. Claro que eu conto tudo no episódio, então vem aprender comigo!
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CONFIRA AS FONTES QUE CONSULTEI PARA CRIAR ESTE EPISÓDIO
- The History and Evolution of the Red Carpet: From Ancient Greece to Modern Hollywood
de Renan Botelho, WWD
- Descubra a história do tapete vermelho
de Helena Dias, Superinteressante
- Por que o tapete das premiações é vermelho?
de Julia Moióli, Mundo Estranho
- Por que se usa tapete vermelho nas cerimônias de premiação?
Katia Silveira, Mulher.com.br
- Greek tragedy and railways: An unexpected history of the red carpet
Thomas Page, CNN
- The red carpet isn’t actually red, and other secrets underfoot at the Oscars
de Daniel Miller, Los Angeles Times
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Edição: André Glasner
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Se você achava que, depois da ovelha Dolly, os bichos tiveram um pouco de paz – como eu pensei –, errou feio.
A coisa cresceu muito e virou uma indústria, a da clonagem de pets, que atua nos Estados Unidos, na China e na Coreia do Sul.
Custa entre US$ 50 mil e US$ 85 mil recriar em laboratório um animal que se foi, serviço que já fabricou em laboratório milhares de cães, gatos e cavalos.
A clonagem de bichos de estimação é polêmica. Primeiro porque não existe maneira de garantir que o pet clonado terá o mesmo temperamento do original. Depois – e isso é muito mais importante –, devido aos sérios questionamentos éticos envolvidos nessa prática.
Entenda quais são no episódio de hoje.
Fontes que consultei para este roteiro
- 'Clonar pets significa matar outros animais', diz
de Marcella Duarte, UOL
-Barbra Streisand Explains: Why I Cloned My Dog
New York Times
- Clonagem de animais de estimação ganha força e faz sucesso nas redes
de Sabrina Britto, Veja
- Como foi a clonagem da ovelha Dolly
de Bruno Vaiano, Revista Galileu
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APRENDA é um videocast semanal criado, roteirizado e
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A felicidade que vemos nas redes sociais é legítima? Eu arriscaria que, na maioria das vezes, não. E isso não vale apenas para as pessoas que a gente segue! Vale pra mim e pra você também, porque estamos todos mergulhados num mundo em que demonstrar sentimentos negativos na internet pode fazer uma pessoa parecer fracassada – dentre outros adjetivos péssimos. Assim nasce a HAPPYCONDRIA, doença da positividade tóxica, tema do episódio de hoje.
Esse termo vem de um livro que usa outro neologismo como título: HAPPYCRACIA, de Edgar Cabañas e Eva Ilouz, publicado pela Ubu Editora (que eu amo). Quer comprar? Usa meu link, tá? Este: https://amzn.to/3VP1xfz
Clica aí pra saber do que se trata e se você também anda sofrendo de HAPPYCONDRIA.
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APRENDA é um videocast semanal criado, roteirizado e apresentado por Alvaro Leme. Jornalista, doutorando em Ciências da Comunicação na ECA-USP e criador de conteúdo há vinte anos, toda semana ele traz episódios sobre curiosidades dos mais variados tipos. São episódios curtos, quase sempre com 5 minutos — mas alguns passam disso, porque tem tema que precisa mesmo de mais um tempinho.
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Mesmo quem não tem costume de rezar já deve ter visto algum amigo ou amiga colocando a imagem de Santo Antônio de cabeça pra baixo, prometendo que vai desvirar a estátua no dia que arranjar cônjuge. Isso acontece porque ele é visto como casamenteiro, o que na real é apenas uma das muitas facetas do santo mais popular do Brasil.
A gente herdou dos portugueses o carinho por ele, que nasceu em Lisboa e viveu entre o fim do século XII e as primeiras décadas do século XIII. É um dos celebrados neste mês, mais especificamente em 13 de junho — foi neste dia que ele morreu, em 1231.
Agora, o quanto você sabe sobre Santo Antônio? Nesse episódio eu listo uma série de curiosidades sobre ele, algumas descobertas apenas recentemente, depois que seu corpo foi exumado. Por exemplo, o fato de que ele não tinha nenhuma cárie e tinha insuficiência cardíaca.
Clica aí pra saber mais! E, olha, não esquece de curtir o APRENDA aqui na plataforma, tá? Pode parecer bobagem, mas os algoritmos prestam atenção nisso pra entender o quanto os podcasts são relevantes pras pessoas.
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APRENDA é um videocast semanal criado, roteirizado e apresentado por Alvaro Leme. Jornalista, doutorando em Ciências da Comunicação na ECA-USP e criador de conteúdo há vinte anos, toda semana ele traz episódios sobre curiosidades dos mais variados tipos. São episódios curtos, quase sempre com 5 minutos — mas alguns passam disso, porque tem tema que precisa mesmo de mais um tempinho.
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CONFIRA AS FONTES DA PESQUISA DE ROTEIRO DESTE EPISÓDIO
- Livro sobre Santo Antonio, de Edison Veiga
Compre usando este link: https://amzn.to/4aAPTZS
- Santo Antônio: conheça a história, milagres e a crença católica pelo padroeiro de Juiz de Fora
- Andarilho da fé, Santo Antônio hoje vive em cada imigrante
- Como cientista brasileiro revelou 'verdadeiro rosto' de Santo Antônio
- Santo Antônio: saiba a história do casamenteiro que começou pregando para peixes
- Antônio, o santo português que ganhou a fama de casamenteiro no mundo
Eba, chegou a época de pular fogueira, dançar quadrilha e comer horrores todos os fins de semana por um mês. Tô falando, é claro, das imperdíveis festas juninas que agitam o país. Mas agitam MESMO, não é exagero: em 2023, os eventos relacionados a essas tradicionais celebrações movimentaram no Brasil cerca de 6 bilhões de reais, além de um público de 26 milhões de pessoas. Ou seja: é bom, a gente gosta e a economia também.
Agora, se eu perguntar como começou tudo isso, o que você vai me dizer? Ih, vai fingir que alguém te chamou na barraca da pescaria e sair correndo, né? Bom, não precisa, porque no episódio de hoje eu conto sobre a origem das festas juninas. Que, embora hoje estejam associadas a vários santos católicos, começaram de oooooutra maneira. Clica aí, mata a curiosidade e aprende tudinho pra repassar pros colegas curiosos.
E, se gostar, não esquece de seguir o APRENDA aqui onde assiste aos episódios!
APRENDA é um videocast semanal criado, roteirizado e apresentado por Alvaro Leme. Jornalista, doutorando em Ciências da Comunicação na ECA-USP e criador de conteúdo há vinte anos, toda semana ele traz episódios sobre curiosidades dos mais variados tipos. São episódios curtos, quase sempre com 5 minutos — mas alguns passam disso, porque tem tema que precisa mesmo de mais um tempinho.
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Para saber mais, leia as fontes que pesquisei enquanto montava o roteiro deste episódio.
- Festas juninas devem movimentar cerca de R$ 6 bilhões e 26,2 milhões de pessoas em 2023
- Qual a origem das festas juninas no Brasil? – National Geographic
- Festas juninas: origem e celebração – Blog da Faculdade de Saúde Pública da USP
- Você conhece a origem das Festas Juninas? - Guia do Futuro
- No Dia de São João, saiba a origem da festa junina, curiosidades e costumes
Reparou que, de uns tempos pra cá, começou a surgir um monte de conteúdo sobre alimentos ultraprocessados? Geralmente com um tom de alerta, coisa que muita gente acha que é apenas mais um modismo da mídia. Embora esse estranhamento seja natural — afinal, faz apenas 15 anos que esse termo começou a ser usado —, é perigoso, SIM, exagerar no consumo desse tipo de comida.
Nesse episódio você vai entender o que são os ultraprocessados e o que faz com que deixem tantos médicos preocupados com a saúde das pessoas. Aqui no Brasil, estima-se que esses alimentos sejam responsáveis por 57 mil mortes todo ano. Eu não quero ser o próximo, por isso tô reduzindo bem as quantidades de pão de forma, peito de peru, refrigerante, mortadela, biscoito doce, salgadinhos, dentre outros.
Convido você a aprender comigo e a começar a prestar mais atenção no que passa pelo seu prato. Não por mim, tá? Por você e pela saúde da sua família!
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REPORTAGENS QUE SERVIRAM COMO BASE PARA ESTE EPISÓDIO
- Os alimentos ultraprocessados e a nossa saúde - Folha - Drauzio Varella
- Estudo revela que ultraprocessados são responsáveis por quase 11% das mortes prematuras no Brasil - Jornal da Cultura
- O que a maior revisão de estudos sobre comidas ultraprocessadas revelou - BBC - Pete Wilde
- Como as comidas processadas se tornaram tão danosas à saúde - BBC - William Park
O Aprenda é parceiro da Evino, então se você usar o cupom ALVINO ganha 10% de desconto e ajuda o programa a se manter no ar.
Na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, a série "Friends" acompanhou mais de uma geração de espectadores ao longo dos últimos 30 anos — pois é, tem esse tempo todo que Monica Geller e seus amigos estrearam na televisão norte-americana! Eu sou fã desde os tempos de faculdade, e cheguei a dormir ouvindo os episódios durante muito tempo. Por baixo, já vi todos eles umas quinze vezes.
Para minha surpresa, Friends foi lançada pela NBC como uma cópia de outra série, exibida pela Fox um ano antes: Living Single. Com elenco 100% negro liderado pela rapper Queen Latifah, a sitcom fez barulho ao mostrar a rotina de jovens moradores de Nova York que passavam o TEMPO INTEIRO grudados. Lembra algo, né? Ih, mas essa nem é a única semelhança! Conto todas elas no episódio desta semana.
Aliás, tem OUTRA série dos anos 90 que bebeu na mesma fonte: Sex and the City. Mas não vou contar mais que isso aqui nesse texto. Ninguém gosta de fofoca pela metade, né? Melhor você ouvir pra saber a história completa.
Edição: André Glasner https://www.instagram.com/andreglasner
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Sabia que centenas de pessoas optam por congelar seus corpos depois da morte? Pois é, esse é um movimento que surgiu nos anos 1960, ganhou força nas últimas décadas e tem cara de que ainda vai longe.
A expectativa dessa galera é que a ciência avance TANTO que seja possível trazê-los de volta do repouso eterno — eles certamente esperam que seja eterno enquanto dure, como diria aquele poema de Vinicius de Moraes.
Vira e mexe, alguém fala que o empresário Walt Disney é uma dessas pessoas — já vi bate-boca em mesa de bar por causa desse tema, devo dizer. Pra acabar com esse boato de uma vez por todas, reuni aqui tudo que existe de confiável a respeito.
Clica aí pra saber mais sobre essa fofoca bizarra, como ela surgiu e quanto custa congelar seu corpo, caso a ideia pareça animadora pra você.
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