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Como ainda não existem carros voadores, este episódio começa sem o nosso querido host José Serra. Mas pode ser que um dia a tecnologia desenvolva neste sentido e o José (e todos nós) possamos escapar de acidentes matinais, trânsito e possamos ir a voar para todo o lado. Quem sabe?
Com uma pontualidade Inglesa, no que diz respeito a tempo e a temas sempre atuais, recebemos o Vaco Pedro, CEO e Founder da Unbabel. Mais uma daquelas conversas e convidados que nos enchem de orgulho porque sentimos que estamos realmente a levar a cabo a nossa missão de vos dar a conhecer novas e diversas perspetivas sobre o ecossistema empreendedor em Portugal.
A Unbabel é uma empresa certamente conhecida por vocês porque está a curtos passos de se tornar um unicórnio e que se dedica a eliminar as barreiras que a língua cria entre as empresas e os seus clientes, através da combinação de inteligência artificial com edição e criatividade humanas, apesar de o Vasco ser da opinião que se "a Inteligência artificial fosse suficiente, todas as empresas usariam inteligência artificial!"
Será que esta simbiose entre humanos e tecnologia terá sempre de acontecer ou o futuro converge para que a tecnologia prevaleça? De que forma é que vemos o futuro e a tecnologia?
Queremos que seja um episódio em que se desafiam a pensar em tudo o que será o futuro com uma tecnologia que avança à velocidade da luz.
Nesta parte 2 continuamos a nossa viagem pelo mundo do conteúdo, a conhecer melhor a 7 graus e o Rui Marques, CEO desta empresa.
Sabiam que a 7 graus produz conteúdos que são vistos por mais de 250 milhões de utilizadores por mês (5% em Portugal, mas o maior bolo está no Brasil, não tivesse a 7 graus um dos sites mais conhecidos de frases inspiracionais (senão o mais conhecido) de todo o mundo: "O Pensador", e ainda o dicionário Online mais usado do Brasil.
Nesta jornada pelo conteúdo, o Rui fala sobre a necessidade de ter paciência para não se recorrer logo a estratégias de paid media, por exemplo. Para se ir aguçando a curiosidade de quem consome conteúdo é preciso contruir uma estratégia que vá entregando valor ao longo do tempo. Nada do que é imediato é assim tão verdadeiro, se pensarem bem sobre isto.
Mais uma vez voltamos a falar sobre a necessidade de existir mais empatia na produção de conteúdo para criar mais impacto, ou mesmo curiosidade.
Ficaríamos aqui mais uma hora, ou duas e três a falar com o Rui mas não podemos. Podemos sim dizer que este é mais um episódio em que recomendamos que tirem muitas notas, porque o que se aprende aqui é muito valioso para quem faz da sua vida uma produção de conteúdo a qualquer nível.
Se em algum momento esta conversa faz sentido para alguém que conheçam, não hesitem em enviar a quem vos faça sentido. E aproveitamos para agradecer estarem desse lado!
Pessoal de conteúdo, Marketing e SEO - tenham uma caneta e um papel ao pé de vocês (quem for mais adepto de um computador, Ipad ou outro aparelho eletrónico está à vontade também!) porque este episódio vem recheado de novos ensinamentos e temas muito pertinentes.
O nosso convidado é o Rui Marques, Co-Founder & CEO da 7Graus.
Para quem ainda não sabe o que é a 7Graus nós explicamos: A 7Graus é uma empresa enorme de produção de conteúdo, com uma missão clara de melhorar a vida das pessoas e ajudá-las na busca das suas respostas através da produção de conteúdo.
Tem neste momento um dos sites mais conhecidos de frases inspiracionais (senão o mais conhecido) de todo o mundo: "O Pensador" (https://www.pensador.com/). Tem ainda outros, nomeadamente o dicionário Online mais usado do Brasil.
Rui Marques considera que a “tradicional” abordagem publicitária “ainda é forte mas tem vindo a evoluir. Não só o Google tem penalizado sites com publicidade invasiva, como o utilizador da internet se tornou muito mais consciente e já utiliza ferramentas para se proteger, como os ad blockers.
A primazia continua a ser dada ao conteúdo, ao bom. Muito mais do que ao conceito de SEO, aliás na sua opinião o SEO não existe.
Se concordam vejam o episódio, se não concordam vejam à mesma porque vale a pena!
Não nos cansamos de falar sobre o nosso país. Afinal este podcast existe, nasceu e está a crescer no seio de um país lindíssimo, cheio de valor mas com dificuldades que a todos são comuns.
A elevada carga fiscal é um dos fatores que normalmente os investidores ou mesmo os Founders apontam como limitação à competitividade das empresas em Portugal! E ninguém melhor do que o Stephan para podermos falar abertamente sobre este tema!
Será que as medidas restritas que temos são um entrave enorme ao aproveitamento do talento jovem, por exemplo? Sem dúvida que conseguimos denotar no nosso país muito talento reprimido. Por vezes as tão faladas questões culturais e falta de incentivo ao talento, já tão enraizadas na cultua portuguesa, fazem com que inúmeros jovens procurem o seu caminho e felicidade noutros sítios do mundo que não o nosso país!
Na opinião do Stephan, como país temos de ser muito mais exigentes até com os nossos governos. Sem dúvida, precisávamos de falar sobre isto. É importante falarmos sobre isto. Sobre o estado, a falta de reorganização de processos, as elevadas cargas fiscais para empresas, a falta de implementação de novas medidas e qualificações que permitam que o nosso país consiga um dia aproveitar o verdadeiro potencial.
Não se esqueçam, a todos os que nos acompanham, que existem países a anos-luz do nosso (em termos de desenvolvimento estão muito à frente!) que, culturalmente, viveram períodos que poderiam ter ditado um posicionamento muito diferente do que têm hoje em dia.
Damos o exemplo da China já no final do episódio, e é muito interessante perceber que o estado já está a criar uma moeda digital totalmente baseada no sistema Blockchain (da qual o nosso convidado Fred Antunes já falou a temporada passada!).
Não se vão arrepender de ver esta parte até ao fim, porque todos estes assuntos de que falámos, desde o Governo, Fundos de Investimento, ao sistema Blockchain ou às Criptomoedas, são altamente complexos e são apenas opiniões e dissertações nossas!
O nosso desejo mais profundo é que, após verem este episódio, possam fomentar o vosso pensamento e tirar um bocadinho para pensar sobre tudo o que aqui falámos!
O seu descritivo no LinkedIn é "Co-Founder and Managing General Partner na Indico Capital Partners", mas o Stephan é muito mais do que isso, tendo um percurso notável na área empresarial e de investimento.
A todas as suas experiências soma mais algumas: ex-conselheiro do Comissário Europeu de Ciência e Inovação, ex-presidente da European Venture Finance Network e ex-membro do Conselho da European Venture Capital and Private Equity Association e membro do Conselho do International Venture Club.
Antes de aceitar empresas para investir, ou ideias para ouvir, o Stephan faz sempre uma pergunta básica aos Founders: Qual é o problema que querem resolver e como é que o irão fazer melhor do que empresas que já estão estabelecidas no mercado? Respondidas estas questões, Game On!
Neste momento, todo o foco do Stephan Morais vai para o fundo de investimento Índico Capital Partners, que investe maioritariamente em startups em Portugal e Espanha, angariou 54 milhões de euros no primeiro ano de atividade. É, neste momento, a empresa líder de capital de risco com sede em Portugal e as áreas de investimento em software como serviço, inteligência artificial, IoT ("Internet of Things"), cibersegurança e empresas digitais, visando investimentos do nível Pré-Seed à Série A.
Foi fundada em 2017, mas a equipa da Indico esteve anteriormente por trás da maioria das histórias de sucesso da tecnologia global portuguesa, nomes como Cristina Fonseca, que devem soar certamente, fazem parte da equipa da Indico!
O Stephan já morou em 8 países e 4 continentes nos últimos 24 anos - tem apenas 47 anos e já tem este background todo, por isso é que conversar com ele foi esta lufada de ar fresco.
Não vão sair daqui a montar um fundo de Investimento de 54M, mas acreditamos que sairão daqui a aprender muito sobre tudo o que está por detrás do trabalho genial da Indico, porque é que os Unicórnios Portugueses, mesmo com sede lá fora, são tão portugueses como deveriam ser. Irão perceber a importância de, quando querem colocar uma empresa no mercado, serem obcecados com o problema que querem resolver.
O facto de o Rock in Rio ser uma marca gigante, uma das maiores do mundo, também acarreta responsabilidades do mesmo tamanho, ou maiores. Promessas que, ao não serem cumpridas podem causar danos mas que se forem, como é o caso do Rock In Rio podem realmente trazer consequências para lá de positivas e ajudar na construção de um mundo melhor.
Em 1985 surge um festival que é a materialização de um sonho que o grande Roberto Medina tornou possível com uma equipa espetacular e com um conceito absolutamente genial e apaixonante.
Hoje em dia, passados 37 anos de festival, tornou-se muito mais do que isso. Tornou-se um evento multidimensional e disciplinar, uma experiência de alegria e sonho, sorrisos, amizade, e a magia de celebrar a música de uma forma única.
O RIR tornou-se muito mais que música, é verdade. Hoje em dia, cada vez mais, está assente em pilares que tornam o mundo num lugar melhor com metas de sustentabilidade a serem cumpridas a cada ano, de forma progressiva e completamente real. (Metas muito específicas a serem cumpridas até 2030).
Mais recentemente, com a área de Learning, o Rock In Rio volta a superar todas as expectativas com a Innovation Week que hoje em dia é o Humanorama e que pretende ser um palco para causas sociais que importam, como um festival de conversas que coloca em evidência os problemas da sociedade que precisam de ser falados, que merecem uma voz ativa.
A Agatha vem representar uma marca com muita importância, mas com muita responsabilidade e acima de tudo muito respeito pelo público em todas as vertentes.
Quando pensamos em Rock In Rio e vemos todo o império construído, perguntamo-nos onde é que ainda falta ir para ser melhor? A Agatha responde que há sempre margem para sermos melhores do que ontem, apesar de que a cada edição há uma clara superação da anterior.
Acredita que um dia, com a digitalização e a possibilidade de estarmos sempre conectados, possa ser possível confraternizar com avatares no festival, mas que nunca existirá um RIR sem sorrisos, abraços e a magia de estarmos juntos no mesmo espaço, unidos pela música e pelo desejo de tornar este mundo o melhor possível.
Já pensámos e sim...Não há mesmo melhor maneira de começar o ano senão com a energia da Agatha Areas, VP do Learning Experience do Rock In Rio. Sabem quando falam com pessoas que representam na perfeição a marca para a qual trabalham? Assim é a Agatha: divertida, inteligente, e uma influência positiva brutal de qualquer pessoa que com ela se cruze.
Vamos começar por dizer que embora todos conheçamos o Rock in Rio pelos seus concertos épicos onde podemos ver os nossos artistas preferidos, é também um evento que se tem tornado muito mais do que isso, consideramo-lo mais como uma experiência de transformação.
É um festival que se liga ativamente a causas sociais que merecem um lugar de destaque nos nossos pensamentos, sejam eles relacionados com sustentabilidade ou com diversidade e transformação enquanto seres humanos.
O Rock in Rio pretende tornar o mundo num lugar melhor, e é isso que tem cumprido com metas de sustentabilidade que não deixam ninguém indiferente, com a capacidade de trazer conversas poderosas que vão muito para além do line up do festival (Rock In Rio Innovation Week que é agora o Rock In Rio Humanorama e que merece toda a atenção possível neste ano de reencontro) e na atenção ao detalhe que conquista cada um dos participantes nesta experiência única que junta no recinto o poder da música com o poder de mudar o mundo.
O que a Agatha tem vindo a fazer com a área de Learning do Rock in Rio é uma das coisas mais poderosas que se pode fazer: ramificar uma das maiores marcas do mundo numa série de projetos totalmente meaningful para todo e qualquer um de nós.
Nada seria possível, diz ela e dizemos nós, sem as pessoas. A Agatha é uma apoiante do poder da empatia tanto na gestão de equipas como na gestão de emoções. O poder das pessoas, acreditar e confiar no poder e na sinergia entre pessoas, é tudo.
Aproveitem este 2022 para dizer mais "sim", para dar mais de vocês ao próximo e criar sinergias incríveis, para confiar e para se divertirem a fazer o que mais gostam.
A inspiração perfeita para começarem a construção desse mindset, é a conversa que tivemos com a querida Agatha!
Duvidamos seriamente se alguém nos disser que não conhece a Liliana Filipa. Não só porque esteve num dos reality Shows mais famosos da televisão portuguesa, até porque a sua prestação já tem muitos anos, mas sim porque é uma das maiores influenciadoras portuguesas bem como uma empreendedora de sucesso!
A Liliana conta com uma marca neste momento desmembrada em várias unidades de negócio. Começou com os seus Bikinis "Liliana Filipa Swimwear" e já arrancou para Loungewear e até calçado, dando o seu nome e a sua voz às suas coleções e complementando tudo o que faz através das redes sociais, o seu maior cartão de visita.
Se és jovem e empreendedor este é mesmo o episódio que não vai poder escapar da tua lista de reprodução, porque precisas de começar o teu 2022 a saber que podes conseguir tudo o que queres, basta lutar por todos os teus sonhos e delinear uma estratégia! Tal como fez a Liliana com a sua vida e o seu negócio.
Para ti que és mãe e queres também poder ser outras coisas sem negares o tempo que os teus filhos precisam contigo, nesta conversa também vais encontrar uma inspiração sobre-humana para que consigas dar voz a tudo o que sonhas!
Mais do que uma conversa com alguém que sabe bem o que faz mas que adora aprender mais, como a Lili, esta é uma conversa inspiradora, honesta, uma troca de ideias sobre negócios, Influencers, redes sociais, marcas que começam do zero, reality shows, dificuldade de ser mulher numa indústria de homens, ou de escoar o nosso produto, chegar à fábrica e as dificuldades honestas e não ponderadas que a logística de começar algo do zero nos traz.
Fechamos o ano assim, e desejamos a todos os melhor 2022 do mundo! Cheio de sucesso, de empresas novas, de desafios superados, de saúde e de amor a nós e ao próximo, a empatia é mesmo das dádivas mais importantes da vida!
Mais um ano que passa e não podemos deixar de admitir que estamos orgulhosos do caminho que temos feito com o nosso podcast!
Tornámos este espaço, agora totalmente renovado e cheio de pinta, num espaço que já não é só nosso e dos nossos convidados, é também vosso. Um espaço comum que é digital e onde vocês participam ativamente e de onde podem tirar a inspiração necessária para saírem com as vossas ideias da gaveta e serem o mais felizes possível.
Não temos vivido tempos fáceis, é verdade. Nem a sociedade, nem os negócios ou mesmo as pessoas poderão ser iguais depois de uma pandemia que continua a complicar os dias de várias áreas de negócio. Mas tal como no ano passado, aqui ficam os nossos mais profundos desejos de que 2022 seja um ano de desenvolvimento, prosperidade, e muitas ideias a saltarem para fora da caixa, a irem para o mercado. Que todos vejamos melhores dias!
Este é o episódio #78, poucos faltam para o 100 e quando começámos não tínhamos ideia de que chegaríamos aqui, lançámo-nos com estratégia e objetivos e hoje aqui estamos nós a inspirar-vos e a aprender tanto com tantos convidados que nos chegam e brilham tanto. Num episódio especial cheio de espírito natalício.
Convidámos os nossos hosts para comentar alguns dos episódios e momentos mais badalados e comentados por vocês da nossa panóplia de conversas. Vamos reviver alguns momentos marcantes deste ano.
Acabámos a chamar a Clara, nossa produtora e a GAFF que nos grava e edita para que nada falhe! Sem uma equipa unida nada seria possível!
Há muito amor envolvido neste projeto, e a 2 dias do Natal é esse amor que vos queremos passar. Levem-no com vocês e usem-no para implementar ideias e seguir os vossos sonhos!
Continuamos para mais um episódio cheio de ensinamentos sobre as redes sociais, os seus danos colaterais e o lado bom também, deixemo-nos de negacionismos porque sim, há lado bom das redes sociais!
Estamos na era da democratização do contacto, onde há uma multiplicidade de redes para que o utilizador possa navegar livremente pelo novo mundo da globalização da comunicação, e as marcas também. Mas com tanta diversidade como é que podemos, como marca ou utilizador saber onde nos posicionar.
Quais os danos colaterais das redes sociais, no utilizador e nas marcas? Quais são os pontos positivos também... É importante falar sobre isso! Quais as tendências que existem nas redes sociais e que temos de estar a par?
Ficamos a conhecer mais um pouco deste mundo fascinante com esta segunda parte do episódio do Bruno Salomão!
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