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Por cá, foi notícia a primeira entrevista, em seis anos, da actual Procuradora-Geral, Lucília Gago, e a morte da sua antecessora, Joana Marques Vidal. Tema em destaque no novo episódio do Bloco Central, com Pedro Marques Lopes e Pedro Siza Vieira.
Lá por fora, a semana anterior terminou com o Reino Unido a virar ao centro e a França a travar a fundo, impedindo a consolidação de uma viragem à direita. Em terras de sua magestade, os trabalhistas de Keir Starmer conseguira uma maioria muito absoluta, reduzindo os conservadores a uma representação parlamentar que não chega a ser um terço da bancada do Labour. Os reformistas de Nigel Farage elegeram apenas cinco deputados, mas são a terceira força partidária, à frente dos Liberais que, ainda assim, conseguiram eleger 72.
Em França, o Reagrupamento Nacional de Marine Le Pen foi claramente o mais votado, mas na distribuição de deputados, em círculos uninominais, ficou em terceiro com 143 lugares, atrás da frente presidencial com 166 e da frente de esquerda com 180. Formar uma maioria parlamentar parece impossível.
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Fechámos a semana passada com a notícia de um desastre político na América: o ar perdido de Joe Biden e as respostas terminadas a meio do caminho. Ainda o debate não tinha terminado e já muitos Democratas pediam a substituição do presidente-candidato. Os alarmes tocaram, porque as hipóteses de vitória de Trump em novembro aumentaram com este debate. O regresso de Trump é um problema para o mundo? Este é apenas um dos temas para a conversa de Pedro Marques Lopes e Pedro Siza Vieira em mais um episódio do podcast Bloco Central
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António Costa só tem de esperar pela votação dos chefes de Estado e de governo e ainda este ano estará a presidir ao Conselho Europeu. E, enquanto se discute quem fica em cada um dos lugares de topo, a União vai fazendo o seu caminho a mostrar que o ex-primeiro-ministro terá muito trabalho para gerar os necessários consensos. Ucrânia e Moldova iniciaram formalmente as negociações de adesão à UE e o caminho, como se sabe, é longo e sinuoso. É o maior desafio de António Costa, mas não é o único.
Neste episódio, Pedro Siza Vieira e Pedro Marques Lopes conversam também sobre o impasse político na Madeira e a CPI ao caso das duas crianças tratadas no Hospital Santa Maria.
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Um conjunto de 50 personalidades, a que se juntaram depois outros tantos, da esquerda à direita, pediu um sobressalto cívico e uma reforma da justiça. O ministério da Justiça mostrou-se “muito preocupado com a situação em que o anterior governo deixou a Justiça. Com as greves que duram há 15 meses. Com falta de magistrados. Com a falta de oficiais de justiça, os tribunais onde chove. Com as prisões que estão degradadas”.
Pedro Siza Vieira defendeu que é preciso pôr em prática o principio da hierarquia no Ministério Público (MP) para garantir que a investigação criminal funciona. Mais do que isso, Siza Vieira defende que se construa um consenso partidário, envolvendo igualmente o Presidente da República, para que o futuro PGR seja escolhido tendo em conta o que pretende fazer para melhorar a actuação do MP.
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Os democratas europeístas continuam a ser maioritários em Estrasburgo e em Lisboa, mas não se pense que os extremistas não fizeram mossa. Se não tomaram de assalto o Parlamento Europeu, abalaram, e de que forma, o eixo Paris-Berlim. Por cá, perante a hecatombe de André Ventura, perder por poucos foi para Montenegro e para o governo da AD uma espécie de vitória, tanto mais que ao anunciar o apoio à candidatura de António Costa reduziu a quase nada a leitura nacional que se podia fazer daqueles resultados. Fica assim explicada a ausência do ex-líder do PS na campanha de Marta Temido? Aumentaram as condições de governabilidade? E da Europa, o que devemos esperar? Perguntas à espera de respostas de Pedro Siza vieira e Pedro Marques Lopes.
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A proposta do PS para nova descida no IRS foi aprovada no Parlamento e a da AD acabou chumbada. Os socialistas marcam pontos, depois de várias semanas favoráveis politicamente para o governo com a apresentação de vários planos como o IRS Jovem ou o Plano de Emergência para a Saúde. O mais forte politicamente foi mesmo o Plano para as Migrações. Pedro Siza Vieira e Pedro Marques Lopes analisam também a recta final da campanha eleitoral.
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Poucos dias depois do governo apresentar um pacote fiscal destinado aos mais jovens, houve eleições na Madeira e o PSD conseguiu a décima terceira vitória regional consecutiva. Uma coisa não foi consequência da outra, mas as duas entraram na campanha das Europeias. São os três temas para a conversa deste episódio do Bloco Central com a opinião de Pedro Marques Lopes e Pedro Siza Vieira.
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Na semana em que se debateu, na Assembleia da República, os limites da liberdade de expressão, muito por causa da resposta do Presidente do Parlamento à deputada Alexandra Leitão, Pedro Siza Vieira e Pedro Marques Lopes estão de acordo ao afirmar que este debate interessa ao Chega que “não quer saber da liberdade de expressão para nada”.
Neste episódio do Bloco Central também se fala do acordo entre o governo e vários sindicatos de professores quanto à recuperação do tempo de serviços que estava congelado.
Sobre o que se passa lá por fora, o foco foi colocado nos mandados de captura que um procurador do TPI pediu para o primeiro-ministro e o ministro da Defesa de Israel e para três dirigentes do Hamas.
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Viemos de um fim-de-semana com um festival da canção europeu, onde a presença de Israel fez correr rios de tinta por causa da geopolítica, mas o que se passou por cá exige monopolização da conversa. A política nacional mudou muito do anterior episódio para este. Esta foi a semana em que o governo apareceu a governar e levou aplausos até da oposição, ao anunciar Alcochete como o local para o novo aeroporto, mais uma travessia ferroviária entre Chelas do Barreiro e um comboio de alta velocidade a ligar Lisboa a Madrid. Foi também a semana em que começaram os debates a quatro na televisão e em que se falou de temas europeus.
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Cada vez que o ministro das Finanças aparece para falar das finanças públicas há mais umas centenas de milhão que aparecem para pagar sem, alegadamente, terem cabimento orçamental. É difícil perceber do que fala, mas seguramente sem autorização nada tem de ser pago. O problema é que esta luta política pode ter efeito na credibilidade do país em relação às suas contas públicas. A verdade é que, com mais ou menos sucesso, o orçamento parece capaz de dar cabimento não só à redução de receita e aumento de despesa que propõe o governo, como parece poder acomodar a mesma dose da oposição. PS e Chega aprovaram o fim das portagens nas SCUTS do interior e do Algarve e logo apareceu Montenegro a insistir no conluio da oposição para governar a partir da Assembleia. Falta um mês para as europeias e o que se discute é a política nacional. Esta é também a semana de uma noite negra no Porto com um ataque concertado de extremistas xenófobos a imigrantes.
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Pedro Siza Vieira e Pedro Marques Lopes analisam os acontecimentos e os protagonistas da semana, com moderação de Paulo Baldaia. Quinze anos depois da estreia na TSF, os episódios passam a…

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