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Todo fundador precisa colocar a cara na frente da empresa? No episódio 184 do Branding em Tudo Podcast, eu converso com Phelipe Siani, comunicador, palestrante e mentor com passagem por SBT, TV Globo e CNN Brasil, sobre founder-led growth, o crescimento liderado pelo fundador.Founder-led growth é quando o fundador ou CEO vira o rosto da marca e usa a própria comunicação para gerar conexão, confiança e vendas. Funciona, mas não é para todo mundo. Eu e o Phelipe discordamos em vários pontos, e é aí que a conversa fica boa: quando vale a pena, quando é só vontade de ficar famoso e quais caminhos existem para humanizar uma marca sem depender da câmera.Também falamos de:Humanização de marca com Netflix, Nubank e AppleGestão de crise e o caso Ypê Diferencial competitivo e portfólio sem foco (Tramontina, Samsung, Philips)Marcas esquecíveis, "viralização paga boleto?" e a perda de mercado da Nike
Quer posicionar a sua marca? Acesse https://www.galileobranding.com.br, conte o seu desafio e o meu time entra em contato.
Host - Galileu Nogueira - https://www.instagram.com/galileunogueira
Convidado - Phelipe Siani - - https://www.instagram.com/phelipe.siani
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Thaís Nicolau (CMO da Nomad, ex-Mercado Livre e Burger King) explica como sair de "só um app" pra virar marca, sem perder agilidade nem virar careta.
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Branding não é intangível, não é imensurável e não é luxo de marca grande. Neste episódio solo, Galileu Nogueira desmonta as três falácias mais repetidas do mercado brasileiro — "branding é longo prazo", "quando eu crescer, aí eu invisto" e "meu produto é tão bom que se vende sozinho" — e mostra, com lógica de negócio, por que investir em marca é o que permite uma empresa escalar.
O ponto de partida é o mais óbvio e o mais ignorado: o consumidor só compra de uma marca que ele já ouviu falar. A partir daí, o episódio percorre os efeitos concretos de uma marca forte no negócio — poder de negociação com o varejo, preço e margem maiores, custo de aquisição mais baixo, menos dependência de promoção, retenção e atração de talentos — e responde a pergunta que trava qualquer aprovação de verba: dá para medir o ROI de branding? Dá, só não com a régua de "coloquei R$ 1, voltou R$ 2".
Passamos por How Brands Grow, do Byron Sharp, pelo efeito TikTok e a estratégia entregue à sorte, pelo exemplo do lip balm que vale R$ 1,00 com marca fraca e R$ 5,50 com marca forte, e pelo case da 99 — que saiu do cupom de R$ 25 sacrificando margem para um consumidor que hoje paga para ter cupom.
Se você precisa defender um investimento em branding internamente, este é o episódio para encaminhar pro seu gestor.
Capítulos:
01:19 As falácias que eu ouvi em 15 anos de mercado
04:11 "Ela investe porque é grande"
07:57 "Meu produto se vende sozinho"
12:08 A frase que eu repito 899 mil vezes
13:51 A Ferrari na garagem
20:43 R$ 1,00 com marca fraca, R$ 5,50 com marca forte
26:09 Por que a régua de ROI 1 para 1 não se aplica a branding
29:11 O case da 99
32:14 Marca não é logotipo, é ativo
Uma produção de Galileu Nogueira / Galileo Branding.
Como uma marca deixa de ter apenas consumidores e começa a construir uma verdadeira comunidade de fãs?
Neste episódio do Branding Tudo, Galileu Nogueira recebe Potyra Lavor, fundadora e CEO da IDW, para uma conversa sobre branding, fandom, comunidade e o poder das experiências na construção de vínculos entre marcas e pessoas.
A partir de projetos como o Afropunk e o Club Renaissance, Potyra compartilha aprendizados e bastidores sobre como criar experiências que geram pertencimento, o papel da consistência na construção de marcas e por que as comunidades precisam ser protagonistas.
Tem também bastidores da passagem de Beyoncé por Salvador, a relação entre artistas e seus fandoms e uma discussão sobre o que as marcas podem aprender com o entretenimento para transformar consumidores em fãs.
Recebo Bruna Tavares para contar como um blog virou a BT: licenciamentos, BT House, fusão internacional e os bastidores que ninguém conta sobre construir uma marca que dura 10 anos.
A IA vai acabar com a sua profissão? Nesse episódio eu explico por que a inteligência artificial não faz estratégia de marca sozinha e como usar a IA como copilota sem terceirizar o pensamento.
Quantas marcas brasileiras você conhece que chegaram aos 60 anos e continuam líderes, ativas e se renovando? São pouquíssimas. Neste episódio eu recebo a Sandra Chayo, diretora institucional do Grupo HOPE e filha de Nissim Hara, o imigrante libanês que fundou a marca em 1966 fabricando, embalando e entregando calcinha sozinho, com uma única coisa no bolso: esperança. Por isso o nome HOPE.A nossa conversa é sobre longevidade de marca de verdade. Como uma empresa de moda íntima atravessa décadas sem envelhecer junto com quem a fundou? A Sandra abre a história desde o merchandising pioneiro na novela Roque Santeiro, em 1985, que inventou um formato que a Globo usa até hoje, passando pela entrada das três irmãs no negócio e o reposicionamento que tirou a HOPE das lojas de departamento e a levou para as próprias franquias.Quer posicionar a sua marca? Acesse https://www.galileobranding.com.br, conte o seu desafio e o meu time entra em contato.Me acompanhe no Instagram: Galileu Nogueira - https://www.instagram.com/galileunogueiraConvidada: Sandra Chayo - https://www.instagram.com/@sandrachayo
Neste episódio, converso com Cris Almeida, sócio da Deus Ex Machina no Brasil. Uma marca australiana fundada em 2006 que não tem brand guide, não usa influenciadores e mesmo assim tem Brad Pitt, David Beckham e Orlando Bloom como usuários orgânicos. Cris conta como trouxe esse conceito para São Paulo, o que significou construir uma flagship num casarão dos anos 50 durante a pandemia e por que comunidade real cresce mais devagar, mas com raízes que não quebram.
🎙 Host: Galileu Nogueira
https://www.instagram.com/galileunogueira
🎙 Convidado: Cris Almeida
https://www.instagram.com/cris_almeida_
🔶 Peça seu projeto na Galileu Branding
https://www.galileobranding.com.br
Chamei a Mari Tozzini para um desabafo sem filtro sobre o que mais irrita quem vive de marca: cliente que quer ser o Nubank com orçamento de R$5, a togurização do marketing brasileiro, a obsessão por métricas que não constroem nada e a falta de coragem que deixa toda marca igual.A gente fala de branding, posicionamento e comunicação, e do abismo entre querer inovar e bancar a inovação. Se você trabalha com marca, esse aqui é o abraço na alma de quem passa por isso todo dia.Neste episódio:
- Por que querer ser marca de referência sem investir é a maior ilusão do mercado
- Togurização: por que o Brasil age como se só existisse um influenciador
- Views, micrométricas e o monstro que o marketing digital criou
- Coragem como o que separa marca memorável de marca esquecível
- "Meu marido não gostou": quando o gosto pessoal decide mais que o brand book
- Centrados no consumidor ou centrados na própria carreira?
Faça parte do BDP Imersão São Paulo powered by ESPM - https://bdp.galileobranding.com.br
Quer construir uma marca com posicionamento claro e diferenciação de verdade? Peça o seu orçamento na Galileo Branding: https://www.galileobranding.com.br
Me siga no Instagram: https://www.instagram.com/galileunogueiraSiga a Mari Tozzini: https://www.instagram.com/matozzini
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