Branding não é intangível, não é imensurável e não é luxo de marca grande. Neste episódio solo, Galileu Nogueira desmonta as três falácias mais repetidas do mercado brasileiro — "branding é longo prazo", "quando eu crescer, aí eu invisto" e "meu produto é tão bom que se vende sozinho" — e mostra, com lógica de negócio, por que investir em marca é o que permite uma empresa escalar.
O ponto de partida é o mais óbvio e o mais ignorado: o consumidor só compra de uma marca que ele já ouviu falar. A partir daí, o episódio percorre os efeitos concretos de uma marca forte no negócio — poder de negociação com o varejo, preço e margem maiores, custo de aquisição mais baixo, menos dependência de promoção, retenção e atração de talentos — e responde a pergunta que trava qualquer aprovação de verba: dá para medir o ROI de branding? Dá, só não com a régua de "coloquei R$ 1, voltou R$ 2".
Passamos por How Brands Grow, do Byron Sharp, pelo efeito TikTok e a estratégia entregue à sorte, pelo exemplo do lip balm que vale R$ 1,00 com marca fraca e R$ 5,50 com marca forte, e pelo case da 99 — que saiu do cupom de R$ 25 sacrificando margem para um consumidor que hoje paga para ter cupom.
Se você precisa defender um investimento em branding internamente, este é o episódio para encaminhar pro seu gestor.
Capítulos:
01:19 As falácias que eu ouvi em 15 anos de mercado
04:11 "Ela investe porque é grande"
07:57 "Meu produto se vende sozinho"
12:08 A frase que eu repito 899 mil vezes
13:51 A Ferrari na garagem
20:43 R$ 1,00 com marca fraca, R$ 5,50 com marca forte
26:09 Por que a régua de ROI 1 para 1 não se aplica a branding
29:11 O case da 99
32:14 Marca não é logotipo, é ativo
Uma produção de Galileu Nogueira / Galileo Branding.