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Quando o regime do Apartheid caiu na África do Sul, foi criada a Comissão da Verdade e da Reconciliação para apurar e divulgar a verdade, reconhecer a dignidade das vítimas e, em alguma medida, perdoar os perpetradores das indignidades do antigo regime racista. Assim, eles conseguiram uma reconstrução da estrutura social. Essa foi a saída entre dois extemos: o perdão ou a condenação de todos os que praticaram o racismo. Eles sabiam que se impusessem um julgamento duro na forma da lei, o país cairia numa guerra civil.
E deu certo.
Inspirado nesses acontecimentos, quero propor então a criação da COVID 20, a Comissão da Verdade, Imputação e Disseminação dos atos cometidos durante a pandemia do Coronavírus. Uma iniciativa civil, independente e financiada diretamente por nós, povo.
Essa comissão, trabalhando de forma transparente e colaborativa através da internet, examinará os acontecimentos entre Janeiro e Junho de 2020 (ou até quando durar a quarentena), investigando e divulgando os atos praticados por políticos, jornalistas, educadores, especialistas, médicos, autoridades, youtubers, personalidades e tudo que vier atrás.
A comissão estimará os prejuízos causados pelo mau uso do dinheiro público, pela corrupção, pelas paralisações excessivas e desnecessárias, pela truculência, pela criação do clima de pavor e histeria e pela quebradeira da economia. Um estudo sobre os impactos econômicos, sanitários e psicológicos das ações dessas pessoas será publicado num site independente, assim como o resultado de um julgamento simbólico.
Dessa forma serão divulgados os nomes dos responsáveis, para que sejam registrados os acertos, os erros, as dignidades e indignidades, a competência e a incompetência, a responsabilidade e a irresponsabilidade e a honestidade e desonestidade dos diversos atores envolvidos no processo.
Precisamos reconhecer quem fez um bom trabalho e punir, mesmo que apenas com o ostracismo político e social, os criminosos e incompetentes.
Mas sei que essa proposta é impossível. Não existe condições de montar um grupo capaz de julgar as ações, sem contaminação política.
Mas que a ideia é legal, é.
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A revista inglesa Economist publicou tempos atrás a reportagem “O cochilo de 50 anos”, dizendo assim:
“A produtividade do trabalhador brasileiro está estagnada há mais de 50 anos, e o país precisa ser mais ágil e mais produtivo para voltar a crescer.” A reportagem, ilustrada com a foto de uma pessoa descansando em uma rede na praia, continua: ”...poucas culturas oferecem uma receita melhor para curtir a vida”.
A revista cita empresários, um deles contratou 20 temporários para barracas de fast food no festival Lollapalooza, mas apenas dez apareceram. A Economist lembra que o fator de produtividade no Brasil é hoje pior do que o dos anos 1960, e também compara o país a outras economias emergentes. Enquanto a produtividade do trabalho foi responsável por 91% da expansão do PIB chinês entre 1990 e 2012 e por 67% do PIB indiano, no Brasil esse índice foi de apenas 40%. Entre as razões estão os poucos investimentos em infraestrutura e a educação de baixa qualidade, problemas que já conhecemos, não é?
A revista também cita o mau gerenciamento e a ineficiência das empresas. Diz: “ao invés de quebrarem, empresas frágeis sobrevivem graças a várias formas de proteção estatal, que acabam protegendo-as da competição”.
Pois é. Quem ler a reportagem da Economist de forma superficial acreditará que o brasileiro é preguiçoso. Mas eu conheço um pouco de outros países, viu? E posso garantir que o brasileiro trabalha, sim, tanto quanto ou mais que os estrangeiros. Mas horas trabalhadas querem dizer muito pouco quando se fala em produtividade.
A contribuição que você dá não é o tempo que você gasta, mas os resultados que você obtém. E isso é difícil de ser compreendido pelos brasileiros…
E não adianta ter computador, software, o processo mais moderno e eficiente, se antes você não desenvolver um Olhar Produtivo.
E passada a pandemia, teremos de ser ainda mais econômicos, fazer ainda mais com menos, criar processos resistentes e mudar hábitos.
Isso nos ajudará a atingir a antifragilidade, a habilidade de sair das crises melhores do que nelas entramos.
É essa a proposta do meu curso PRODUTIVIDADE ANTIFRÁGIL. As inscrições reabrem hoje, por pouco tempo em https://produtividadeantifragil.com.br
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Quando ouço uma porção de intelectuais que têm um repertório infinito de referências e que parece que viveram uma vida anterior só lendo livros, eu fico agoniado. Nunca terei condições de “alcançá-los”, tenho menos tempo de vida do que livros pra ler… e acabo me sentindo um verdadeiro mané.
Tentando encontrar uma válvula de escape para aliviar essa angústia, eu acabei fazendo um paralelo. Você já ouviu falar em Freestyle Football? O Freestyle é um malabarismo em que os praticantes fazem miséria com uma bola de futebol. São chamados de “atletas do asfalto” e exibem-se pelo mundo. Assistindo a suas exibições, eu tive uma ideia: os intelectuais que citei são praticantes do Freestyle cognitivo. Quando dominam a bola é um espetáculo, ficamos embasbacados com sua habilidade, parece mágica o que eles fazem… Não dá pra fazer como eles, e se você tentar tirar-lhes a bola, cairá de bunda no chão.
Agora, experimente colocá-los para jogar uma partida de futebol de verdade, num time profissional. Coloque-os lá na ponta esquerda, no ataque, e veja o que acontece. Provavelmente nada que um jogador mediano não faça. Aquela habilidade fantástica que nos maravilha, não se aplica ao jogo real, onde a consciência de equipe, a obediência tática, a preparação física, a visão de jogo, a interação com os companheiros é que fazem o craque.
O Freestyle inspira um Neymar a criar jogadas e dribles maravilhosos, mas é só isso. Inspiração. Fragmentos de genialidade que alguém tem de aplicar em seu dia a dia. Um jogador profissional de futebol toma um olé de um praticante de Freestyle. Mas um craque do Freestyle pouco ou nada faz num time profissional de futebol.
Agora vindo aqui para o nosso mundinho: bote um desses intelectuais aí para carregar o piano, para assumir um cargo no executivo ou no legislativo, para dirigir uma organização, para liderar uma equipe… E você verá um sujeito normal, que erra, que toma decisões medíocres, que tem limitações, angustiado porque toda aquela sua habilidade maravilhosa tem pouca aplicação no campo onde se joga o jogo real.
Mas eles são lindos de ouvir e de ler.
Pois é. Você aí no seu pedaço tem valor, viu? E faz coisas que os malabaristas do Freestyle cognitivo jamais fariam.
É isso que acalma minha angústia.
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Estou publicando o Podsumário do livro O Poder do Mau (mau com u mesmo), que tem um trecho delicioso:
Por volta de 1918 o jornalista H.L.Mencken escreveu que “O objetivo da prática da política é manter a população alarmada (e assim clamando para ser liderada para a segurança), ameaçando-a com uma série infindável de espíritos do mal, a maioria deles imaginários.”
Esses espíritos variam conforme a ideologia, mas políticos de todos os espectros exploram as mesmas inclinações cognitivas. Nos alarmando com terroristas, imigrantes, novas tecnologias ou catástrofes ambientais, todos concordam que nosso futuro é apocalíptico por conta de uma ameaça sem precedentes. Eles anseiam por restaurar as glórias de antigamente, quando os cidadãos eram virtuosos, a nação era grande, o planeta era virgem. Essa é uma visão compreensível, pois o poder do mau é amplificado no presente, ao mesmo tempo em que aplicamos filtros nas coisas ruins do passado.
Eu já usei em podcasts um exemplo de um vídeo de Chico Buarque no qual ele diz que é injusto comparar os jogadores de futebol de hoje com os que ele viu jogar quando era jovem. Nenhum jogador de hoje pode ser comparável ao Pelé, Gerson e Zico da memória. Eles jogam em dimensões diferentes, na memória da gente, são super humanos.
Por isso seu pai, seu avô e até você mesmo sempre dizem que no seu tempo é que era bom... Essa é a Falácia da Era de Ouro, que tem iludido as pessoas por milhares de anos. É uma forma má de nostalgia: olhar o passado como um lugar muito melhor ao qual jamais conseguiremos retornar.
No entanto, vivemos na era mais pacífica da história da humanidade, mais confortável, com menos pobreza, mais saúde e harmonia. Nunca houve uma época assim. Todos indicadores de evolução humana estão melhores, exceto um.
A esperança.
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Um experimento realizado pelo psicólogo da University of British Columbia no Canadá, Azim Shariff, estudou os índices de violência em diversos países e descobriu que a quantidade de homicídios está mais relacionada às crenças religiosas do que à pobreza ou desigualdade.
Sua pesquisa com mais de 15 mil pessoas em 67 países utilizou questões separadas entre céu e inferno. Nos países onde mais pessoas acreditavam no céu que no inferno, a taxa de homicídios costumava ser maior que a média. Nos países onde mais gente acreditava no inferno que no céu, era o oposto. A promessa da vida no paraíso não era suficiente para deter os assassinos, a perspectiva de ir para o inferno, sim. O poder do mau se estende para outros mundos.
O incentivo pelo medo do inferno é mais forte que o incentivo da recompensa pelo reino do céu.
A palavra incentivo vem do latim incentivus, aquilo que move ou faz qualquer coisa se mover. As publicações sobre liderança dizem que o incentivo pode ser algo real como dinheiro ou simbólico como um tapinha nas costas. Mas nunca dizem se o incentivo é uma recompensa ou uma punição. Nós é que tendemos a sempre levar para o lado bom... Agora lembre de sua infância, quando sua mãe pegava o cinto e você ia correndo tomar o banho que não queria... O cinto era um incentivo. A perspectiva de levar uma cintada no lombo fazia com que você obedecesse imediatamente a mamãe, não é? Portanto é importante que fique claro: você pode ser incentivado pelo mau ou pelo bom.
É por isso que está comprovado que campanhas de saúde públicas baseadas no medo são mais eficientes que aquelas que promovem a saúde.
A ameaça do inferno é mais eficiente que a recompensa do céu.
Entendeu?
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O psicólogo canadense Albert Bandura, desenvolveu o conceito de Desengajamento Moral, onde trata dos mecanismos que empregamos para justificar a prática de atos que prejudicam outras pessoas, sem que nos sintamos culpados. Bandura diz que esses mecanismos são “lacunas na consciência humana”, através das quais as pessoas permitem a si mesmas praticar atos desumanos sem sofrer a angústia da autocondenação.
Usando o desengajamento moral as pessoas conseguem se libertar de qualquer peso moral que as impeça de praticar más ações.
Meu amigo Eduardo Carmello escreveu um pequeno artigo sobre o desengajamento moral onde elencou um conjunto de padrões de pensamento muito bem conhecidos por todos nós. Veja:
E aí, meu? Reconheceu alguém?
Segundo Albert Bandura, nosso comportamento pode ser aprendido por experiência própria ou pela observação da conduta de outras pessoas. Por isso ele afirma que devemos nos colocar em contato com pessoas certas, para que as imitemos e assim sejamos modelados por elas.
Dize-me com quem andas, e eu te direi quem és.
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Se eu tenho acesso a recursos, e tenho a consciência de que outros não têm, cabe a mim fazer com que uma parte do que eu posso obter, chegue até esses outros. Não como migalhas, mas como a minha missão digna de cidadão.
Essa escolha faz parte do que os especialistas chamam de “instinto altruísta”, que nos impele a ajudar nossos semelhantes em dificuldades. Pode ser com parte de seu dinheiro, de seu tempo, de seu sangue. Pode ser doando um órgão…
O altruísmo é uma expectativa social de que o sacrifício de abrir mão de algo que você precisa para viver, para ajudar quem precisa ainda mais, é responsabilidade de cada membro da sociedade.
Alguns escolhem participar como voluntários das mais diversas causas, entregam seu tempo de vida a ajudar outras pessoas. Em escolas, em creches, nas ruas, em ONGs, em igrejas… ou de forma independente. E a cada dia é mais fascinante encontrar essas pessoas. O que me fascina nelas é a capacidade de entrega.
E se durante esta pandemia você está interessado em ajudar, saiba que é possível ampliar seus esforços.
Vi diversas iniciativas sendo anunciadas, e uma que me chamou atenção foi a do Banco BV, que já doou 30 milhões de reais para ajudar famílias em dificuldade e hospitais a enfrentarem os impactos dessa crise. Mais de 118 mil impactos já foram gerados por essa ação. E lançaram uma campanha onde, para cada 1 real que você doar, eles colocam mais um real. Assim, sua ajuda é dobrada.
Acesse o site bancobv.abraceumacausa.com.br, clique em “como doar” e contribua por transferência, boleto ou cartão. O Banco BV cobre todas as despesas dos meios de pagamento.
Olha, o objetivo deste Cafezinho é tratar das escolhas que cada um deve fazer para ajudar quem precisa. De forma racional, do jeito que você pode, com as armas que você tem, como uma missão, como uma atitude que faz parte daquela arte que anda tão abalada: a vida em sociedade. Em harmonia.
De novo: bancobv.abraceumacausa.com.br.
Leve a sério abraçar essa causa.
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Você reparou que quanto mais tempo ficamos presos em casa, mais lindos os dias ficam lá fora? Pois é… A privação da liberdade nos dá a dimensão do significado da liberdade. A ameaça à vida aumenta o valor da vida.
E nessa questão da vida, temos assistido diariamente histórias de superação, solidariedade e entrega, por parte de uma classe que nem sempre é reconhecida: os profissionais da saúde.
Do médico à enfermeira, do motorista da ambulância ao faxineiro, da recepcionista ao plantonista, pessoas têm se dedicado enormemente a nos devolver vida e liberdade.
Muitos colocando a própria vida em risco.
Essa gente aparece pouco nas televisões, atua em cenários de crise com limitações de recursos, lida com pacientes e familiares desesperados e, no caso atual, com uma doença perigosa e desconhecida. Ouvi relatos de gente que vira a noite ao lado de uma cama de UTI para salvar a vida de alguém que não conhece.
Pois é. Mas quem é que cuida de quem cuida da gente, hein?
Na semana passada fui procurado pelo pessoal da Epimed Solutions para participar de uma ação chamada https://heroisdasaude.com .
A Epimed desenvolve sistemas de gestão de informações clinicas e epidemiológicas, especialmente para UTIs, e decidiu compartilhar depoimentos, histórias, textos, músicas e… podcasts para dar aos profissionais da saúde conteúdos que os motivem, consolem, energizem e entretenham durante o combate à Covid-19.
Coube a mim selecionar e reeditar 12 dos episódios mais legais do Podcast Café Brasil, que estão sendo relançados por eles.
É uma honra participar desse projeto e ajudar que o dia fique ainda mais lindo lá fora.
Acesse http://heroisdasaude.com.
Vamos cuidar de quem cuida da gente.
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Is this the real life?
Is this just fantasy?
Caught in a landslide
No escape from reality
Open your eyes
Look up to the skies and see
I'm just a poor boy
I need no sympathy
Because I'm easy come, easy go
Little high, little low
Anyway the wind blows
Doesn't really matter to me
Você ouviu Lucas Moura, Victor Levi e Leandro Levi, que compõem o grupo TriGO, sucesso no Facebook e YouTube com suas fantásticas interpretações a capella.
Eu os trouxe hoje porque este é o Cafezinho 275. Foi no Podcast Café Brasil 275 – Bohemian Rhapsody, lá em 2011, que o podcast Café Brasil ganhou público e mostrou como é possível, de forma independente, produzir conteúdo pau a pau com as grandes corporações.
Lá se vão nove anos. De lá para cá, foram dezenas de milhões de downloads e um trabalho insano abrindo caminhos para o podcast no Brasil, que hoje apenas aguarda uma mudança de geração de mídias de agências e diretores de marketing de anunciantes, para se consolidar como alternativa mais eficiente para quem quer se comunicar com uma audiência muito especial.
Este Cafezinho é filho daquele Café Brasil.
Obrigado por compartilha-lo comigo.
To me
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Uma hora a pandemia passará. Os especialistas dizem que o corpo humano é como um sistema elétrico que, ao receber uma carga muito grande de energia, ativa seus disjuntores para se autoproteger. Numa situação traumática, perdemos de 50 a 90% da capacidade cerebral. É o momento de não tomar decisões importantes, no instinto. Caiu o disjuntor! E ele é religado aos poucos, quando os sintomas começam a desaparecer após o trauma. Portanto, o primeiro estágio é reconhecer que os disjuntores caíram e precisam ser religados.
Num segundo estágio, vem a expressão dos sentimentos, para nos livrarmos da dor e da angústia. É quando falamos a respeito, botamos pra fora, como a válvula da panela de pressão, falando, escrevendo, desenhando, dançando, cantando. E se passamos pelo trauma em grupo, é importante que cada um saiba ouvir a história do outro. Esse é um processo de alívio coletivo.
Terceiro estágio: a ação construtiva. Disjuntor religado? Hora de partir para a ação, de recuperar a sensação de controle, deixar para trás o sentimento de impotência. É quando você faz a diferença para alguém que está numa situação de ainda mais descontrole que a sua. Nenhum gesto, por mais insignificante, é pequeno.
O quarto estágio é o da reintegração. De volta à luta, temos de ficar de olho nas oportunidades criadas pelo trauma. Dependendo de como você encarar as coisas, a crise será uma professora fenomenal, você sairá mais experiente, mais forte, mais esperto, mais conectado, com o couro endurecido. É por isso que os velhinhos de 60 anos, acostumados a passar por um monte de crises, se mostram relativamente calmos diante desta crise, enquanto a garotada de 30 anos acha que o mundo vai acabar. A experiência cria a armadura emocional.
Os sustos e traumas destes dias intensos são um gigantesco processo de depuração. Quem escolhe sair do trauma por conta própria, religando os disjuntores, aprendendo com a experiência e abraçando as oportunidades, consegue olhar pra trás e se sentir mais forte para enfrentar o próximo. Ou até evitar que o próximo aconteça.
E, como sempre digo, isso é uma escolha.
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