Cafezinho

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By Luciano Pires & Café Brasil Editorial LtdaSociety & Culture
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Cafezinho episodes

  • Cafezinho 273 – Produtividade Antifrágil

    Quando Collor abriu o mercado, no início dos anos 90, o que se viu foi uma revolução na indústria, em termos de qualidade e produtividade. Dentro de uma delas, eu mergulhei de cabeça nos processos de manufatura enxuta e qualidade total. Quando em 2008 decidi empreender como criador de conteúdo, eu trouxe comigo muito do que aprendi na indústria.

    Percebi que não dá para falar em produtividade se o seu olhar não estiver treinado para uma busca sistemática, organizada e contínua por oportunidades de ser mais produtivo.

    Produtividade tem de ser visão de mundo.

    E essa é a maior dificuldade que eu encontro no mercado: pessoas preocupadas em mergulhar nas ações táticas, em copiar fórmulas prontas, em seguir processos escritos e detalhados. Mas pouca gente preocupada em mudar o olhar, que vem antes de aprender a usar as ferramentas.

    E o olhar faz toda a diferença.

    Observo meu dia a dia, meu entorno, minhas escolhas, sempre sob a ótica do Olhar Produtivo. E o resultado é que hoje, numa empresa mais do que enxuta, eu crio e publico quatro podcasts por semana, gravo videocasts, escrevo sumários complexos de livros não publicados no Brasil, coordeno um ambiente de assinatura recorrente, participo de grupos de discussão... e ainda faço dezenas de palestras por ano. As pessoas que me conhecem, perguntam:

    - Luciano, como é que você consegue, hein?

    Com um Olhar Produtivo, que define minha visão de mundo, as escolhas que eu faço, as ferramentas que eu uso e o ambiente onde eu trabalho.

    Produtividade é o nome do jogo e por isso estou lançando meu primeiro curso Online, o Produtividade Antifrágil, onde eu quero compartilhar com as pessoas um pouco do que aprendi ao longo de mais de 30 anos.

    Estamos nesta semana em pré-lançamento, com um preço muito especial, com satisfação garantida ou seu dinheiro de volta e, principalmente, com a intenção de ensinar aprendendo.

    Acesse o link produtividadeantifragil.com.br, conheça a proposta, venha compartilhar comigo o mundo da produtividade, para sair das crises mais preparado do que você entrou.

    Produtividadeantifragil.com.br. Eu espero você lá.

     

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    3 min
  • Cafezinho 272 – Carta aberta aos marqueteiros

    Em 2004 eu lancei meu livro Brasileiros Pocotó, tratando do poder de quem escolhia o que os brasileiros deveriam ler, ouvir e assistir. Profissionais de comunicação, financiados por marqueteiros, promoviam baixarias focadas nos mais rasos gatilhos mentais para busca fácil por audiência. E assim a baixa cultura criou uma geração de ignorantes, com consequências no futuro.

    Agora uma pandemia nos fez acordar para valores fundamentais soterrados pela baixaria: caráter, responsabilidade, generosidade, honestidade e respeito.

    O Covid-19 está dizimando reputações de quem, chamado a cumprir suas promessas, as revela vazias. Contratos sociais para a promoção e defesa da liberdade, da verdade e da justiça, são sistematicamente desonrados. Autoridades, artistas, empresários e, especialmente, comunicadores, revelam-se autoritários, oportunistas, hipócritas e desonestos, falseando a verdade, sonegando informações, disseminando o pânico e enganando o público.

    Então senhores marqueteiros com poder de definir onde aplicarão suas verbas, assumam sua responsabilidade como financiadores da baixaria, da mentira e do desvio da atenção dos debates que realmente interessam.

    Chega de financiar o espetáculo pelo espetáculo. Chega de agregar suas marcas a programas e comunicadores interessados apenas na audiência burra, na fuga da realidade e na promoção do irrelevante e da ignorância.

    Honrem o dinheiro de seus patrões e clientes!

    Qual tipo de sociedade vocês ajudam a construir? Centenas, milhares de produtores independentes estão aí, compromissados em promover o crescimento individual e coletivo da sociedade e não no dinheiro e na audiência fáceis. São eles, sem recursos, sem glamour, sem grandes corporações, que estão promovendo uma revolução silenciosa na comunicação, fora do radar dos marqueteiros que só enxergam o barulho inconsequente feito pelos mercadores de gatilhos mentais.

    Senhores marqueteiros, repensem seu papel na sociedade. Por décadas vocês financiaram os monstros que devoraram a capacidade intelectual da nação. Dá tempo de corrigir.

    Parem de alimentar quem desperdiça nosso tempo de vida.

    Alimentem quem agrega valor a nosso tempo de vida.

    A pandemia deixou claro que esse tempo não tem preço.

     

     

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    3 min
  • Cafezinho 271 – Chicken Little

    No livro infantil “The Remarkable Story Of Chicken Little”, publicado por volta de 1870, é contada a história de um pintinho que toma um susto quando uma folha cai sobre sua cauda. Essa história inspirou uma animação da Disney, que pouco tem a ver com a fábula original.

    Apavorado com a folha que caiu em sua cauda, o pintinho sai correndo avisar a galinha que o céu está caindo. Perguntado sobre como sabe, Chicken Little diz:

    - Eu ouvi com meus ouvidos, eu vi com meus olhos! E um pedaço do céu caiu na minha cauda.

    - Vamos fugir! Diz a galinha

    Na fuga, a galinha conta para o pato que o céu está caindo. O pato pergunta como ela sabe, e ela diz que Chicken Little contou. E os três continuam a fuga. Encontram o ganso. Que pergunta ao pato, que diz que a galinha contou, que diz que Chicken Little contou que viu o céu caindo. E vem o peru. Que pergunta para o ganso, que diz que foi o pato, que diz que foi a galinha, que diz que foi o pintinho que contou. E o grupo em pânico encontra Fox Lox, a raposa, que ouve a mesma história e diz:

    - Depressa, venham para minha toca!

    A última página do livro mostra uma imagem aterrorizante e uma descrição ainda pior.

    A raposa abriu a porta e quando o peru entrou, ela arrancou sua cabeça com uma mordida, jogou-a para um lado e o corpo para outro. Então entrou o ganso. Fox Lox cortou sua cabeça e a jogou para dentro. Aí veio o pato. Fox Lox fez o mesmo. Então veio a galinha. Pimba! Chicken Little foi devorado de uma vez só. Tudo por causa do pânico provocado pelo pintinho.

    É, meu caro, em 1870 isso era um livro infantil...

     

    Em pânico com a história contada por Chicken Little, a fuga para a segurança levou todos a buscar abrigo na toca da raposa.

    Pois é. Tem um monte de raposas morrendo de fome lá fora.  

     

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    3 min
  • Cafezinho 270 – Pense negativo

    O pensamento negativo pode ser muito útil se você souber lidar com ele. Você quer ver?

    - Sou um perdedor e jamais vou chegar lá!

    Esse é um típico exemplo de pensamento negativo ruim, que já derrota você na largada. Não dá espaço para possibilidades, muito menos para probabilidades.

    Agora, ó:

    - Putz… esse meu objetivo não vai ser fácil, vou ter de trabalhar duro!

    Esse é um exemplo de pensamento negativo bom, que abre caminho para a possibilidade, mas deixa a certeza que a probabilidade só surgirá com preparo, investimento e trabalho, trabalho, trabalho.

    Tem gente que pensa nos obstáculos, e só nos obstáculos. Isso acaba com as probabilidades, deprime e derruba a autoconfiança.

    Paralisa.

    Tem gente que pensa no sucesso, e só no sucesso. Fica ocupada demais curtindo fantasias para pensar nas dificuldades. Confunde possibilidade com probabilidade, mete as caras… e quebra a cara.

    E tem gente que pensa no sucesso como um futuro incerto, cheio de pedras pelo caminho, arregaça as mangas e vai buscar.  Essa gente sabe que não existem respostas fáceis. Não existem saídas fáceis. Não tem mágica. Não existem fórmulas universais para o sucesso. Não existe moleza. Tudo aquilo que transformou o filho do padeiro em bilionário, não vale necessariamente para todo mundo.

    Quem usa o “pensamento negativo bom” para compreender as dificuldades, usa o exemplo do filho do padeiro como inspiração.

    – Só porque aconteceu com ele, não vai acontecer comigo. Mas pode acontecer. Então deixa eu me mexer…

    Para transformar possibilidades em probabilidades, pense negativo.

    Mas no negativo do bem.

     

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    3 min
  • Cafezinho 269 – O meu sapato

    O primeiro episódio da Temporada 15 do LíderCast é com o Jornalista Paulo Eduardo Martins, que ficou conhecido por sua combatividade quando em programas de TV no Paraná, fazia críticas contundentes e muito bem argumentadas aos governos de turno. Acabou sofrendo perseguição política e decidiu partir para a luta em outro cenário: candidatou-se e foi eleito Deputado federal.

    Num momento especialmente revelador da nossa conversa, pergunto: “O fato de estar lá vivendo o dia a dia como deputado, mudou a tua visão sobre o que é um político?”

    E o Paulo responde de bate-pronto: “Mudou muito (...) eu era como 100% dos jornalistas que falam sobre política, que opinam sobre política: desinformado sobre a realidade do Congresso.”

    E Paulo então conta como sua experiência o fez compreender que a rotina de político não é aquilo que nós, aqui de fora, achamos que é. E que nem todo político é o mau caráter que nós achamos que é, e que ele, quando jornalista, também achava e criticava. O que é que mudou, hein?

    Ora, o Paulo entrou no jogo. Calçou o sapato de político, passou a viver a rotina diária das pessoas que ele até então observava à distância e aos poucos descobriu que na prática, a teoria é outra.

    É isso que eu tenho visto acontecer nestes dias, com a proliferação de especialistas sobre todos os temas nas redes sociais e na imprensa. Todo mundo opina, todo mundo critica, todo mundo tem uma ideia de como as coisas devem ser. E alguns aproveitam para ganhar um bom dinheiro, vendendo conselhos sobre como conquistar um amor, conquistar saúde, conquistar dinheiro. Cada um com seu sapato, dizendo como é que eu devo usar o meu.

    E aí chega a crise, o vento leva embora a espuma e descobrimos que o tal especialista está descalço.

    Mas levou o meu sapato com ele.

     

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    3 min
  • Cafezinho 268 – Skin In The Game

    O escritor Nassim Nicholas Taleb escreveu em seu livro A Lógica do Cisne Negro, que eventos de baixa probabilidade e alto impacto, têm mais chance de acontecer do que os nossos modelos conseguem medir. Uma pandemia em escala global, por exemplo.

    Nassim lançou um outro livro chamado “Arriscando a Própria Pele”, no qual desenvolve o conceito do “skin in the game”, que grosseiramente quer dizer: dar a cara a tapa, entrar no jogo, arriscar-se, experimentar aquilo que você comenta. Com a experiência você ganha autoridade para criticar.

    Esse termo, skin in the game, me veio à cabeça ao ver o ministro da saúde Luiz Henrique Mandetta falar das decisões que estão tomando para combater a pandemia. Como equilibrar as decisões sanitárias com as econômicas, hein? Quais as consequências de cada escolha? É muito fácil, no conforto de meu sofá, elogiar ou criticar o ministro, o skin que está no game das decisões de Estado não é o meu, é o dele... Eu posso achar o que quiser, mas a responsabilidade das decisões é dele e de sua equipe.

    Decisões éticas estão sendo tomadas neste momento, com implicações de vida e morte. Não é fácil fazer as escolhas que definirão o futuro de milhões de brasileiros.

    Faça o exercício de imaginar que decisão você tomaria se fosse a sua skin in the game.  Quem tem certeza que sua escolha é a certa, não entendeu nada do jogo.

     

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    2 min
  • Cafezinho 267 – Cafezinho.Live

    Ontem foi ao ar o primeiro programa da série Cafezinho.live, que criei para conversar com uns amigos cabeças aí sobre a perplexidade destes dias.

    Eu me peguei refletindo sobre como estamos acostumados com a segurança dos processos em tempos de normalidade. Brasileiros não sabem o que é uma guerra, o que é uma calamidade de proporções nacionais. Vivemos nossa vida tão acostumados com o acesso à luz, à água, ao pãozinho da padaria, ao churrasco com cerveja junto aos amigos, ao futebol, à missa, ao supermercado...

    Esse ecossistema econômico é o grande milagre da humanidade, uma cadeia de relações que forma uma engrenagem quase infinita, onde tudo se move, tudo se conecta, tudo se mantém.

    E de repente, chega uma pandemia que coloca essas coisas simples em cheque. Como assim, não posso me reunir com os amigos, hein? Não posso ir à aula, ao cinema? Como assim?

    Pois é. Aquele ecossistema social é muito robusto, por estar apoiado em milhões de conexões. Se uma delas falha, outra ocupa seu lugar, e assim as sociedades funcionam, uma mais eficientemente que outras. Até que surge o vírus, ameaçando infectar todas as bilhões de conexões. E matar algumas.

    É para falar sobre economia, criatividade, comunicação, política, vendas e mudanças em tempos de pandemia que convidei Gustavo Cerbasi, Ricardo Jordão Magalhães, Bruno Garschagen, Murilo Gun Dado Schneider e Adalberto Piotto para conversar. As lives vão ao ar às 20:30, exatamente no horário dos telejornais nacionais que esfregam sadicamente seus mortômetros em nossa cara a todo momento.

    Vem com a gente. Escolha bem suas conexões para não infectar também a mente.

    Para acessar, o link é cafezinho.live.

     

     

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    3 min
  • CAFEZINHO 266 – O QUE NÃO SE VÊ

    Frédéric Bastiat escreveu um livro precioso chamado O QUE SE VÊ E O QUE NÃO SE VÊ, no qual diz que na esfera econômica, um ato, um hábito, uma instituição, uma lei, não geram somente um efeito, mas uma série de efeitos. Mas só o primeiro efeito é imediatamente visível. Os outros efeitos só aparecem depois e não são visíveis.

    Exemplos temos aos montes. A chuva que faz um lamaceiro. O prefeito manda asfaltar as ruas, o povo fica feliz. Mas o asfalto serve como um impermeabilizante, quando a chuva cai outra vez, em vez de barreiro vem uma enchente e a situação fica muito pior. O que se vê? O asfalto reluzente, o fim do barreiro e as pessoas felizes. O que é que não se vê? Todas consequências da aparente melhoria.

    O mau planejador se detém no efeito que se vê, o bom leva em conta também aqueles que só dá para prever.

    Bastiat diz que, quase sempre, quando a consequência imediata – aquela que se vê – é favorável, as consequências posteriores, as que não se veem – são funestas. E vice versa. Daí dá para concluir que o mau planejador, ao perseguir um benefício no presente, está gerando um grande mal no futuro. Já o verdadeiro planejador, ao perseguir um grande benefício no futuro, corre o risco de provocar um mal no presente.

    Neste momento em que para deter uma epidemia os planejadores congelam completamente as cadeias logísticas de suprimentos, de medicamentos e até de alimentos, ler Bastiat faz explodir os miolos.

    Tá todo mundo assustado com o que se vê.

    Eu tenho medo é do que não se vê.

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    3 min
  • Cafezinho 265 – O Lado Cheio do Copo

    Olha, existem problemas reais a serem resolvidos, mas a maior ameaça que vivemos nestes tempos de pandemia é a exploração da negatividade popular pelos traficantes de crises. Eles vivem é de fomentar medos, são profetas do apocalipse que têm distorcido profundamente a visão que as pessoas têm do presente e do futuro. E assim, criam mais problemas do que resolvem.

    Então eu vou na contramão. Aproveitando que muita gente vai ficar em casa numa quarentena forçada, eu decidi adotar o mote "Não tem o que fazer? Estude, pô".

    Para isso eu criei a Jornada Gratuita O LADO CHEIO DO COPO no Café Brasil Premium. Nela, você receberá gratuitamente e-books, podcasts e videocasts, nos quais eu falarei sobre a influência que as coisas e ideias más exercem sobre nós. Tratarei da capacidade de resistir e sair melhor das situações ruins, da necessidade de separar o que é urgente do que é importante, da capacidade de fazer acontecer apesar dos obstáculos e dos cuidados com quem tenta nos manipular.

    É um sopro de ideias positivas contra esse tsunami de negatividade que nos atingiu nestes dias.

    Convido você a apreciar a jornada. Ela será aberta para não assinantes, é gratuita, tem horas de conteúdo para ler, ouvir e assistir.

    O link é oladocheio.com.

    Compartilhe este link com seus amigos, familiares e colegas.

    Vamos combater o novo Coronavirus com Fitness Intelectual.

     

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    2 min
  • Cafezinho 264 –  Não adianta mudar o rótulo.

    O psicólogo e pedagogo canadense Albert Bandura apontou a linguagem eufemística como um dos mecanismos de desengajamento moral que suavizam palavras ou expressões consideradas rudes ou desagradáveis.

    Você usa eufemismos desde que começou a falar. Por exemplo, chamando pênis de “piu-piu”. Não suaviza?

    O eufemismo dá alívio moral.

    A forma mais eficiente de eufemismo é a higienização, quando atividades perniciosas são disfarçadas de ações inocentes ou pelo bem de todos. Chamar “invasão” de “ocupação”, por exemplo. Na Odebrecht, o Departamento de Propinas foi chamado de “Departamento de Negócios Estruturados”. Nas guerras, “danos colaterais” são usados no lugar de “morte de civis inocentes”. Você sentiu a pegada? “Danos colaterais” parece para-lamas amassado, não é? Já “morte de civis” é assassinato.

    Racionalizar a conduta delituosa, é disso que trata o Desengajamento Moral.

    Bandura disse assim: “Todas as pessoas são capazes de construir ideologias morais para justificar seus comportamentos, e geralmente tendem a convencer a si e aos outros de seus princípios conforme lhes convêm.”

    Viu só? Eu não sei se você reparou, mas “todas as pessoas” incluem eu… e você.

    Quando você muda o rótulo, pode até mudar o sentido da ação.

    Mas o resultado permanece o mesmo.

     

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    2 min

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Uma pausa para o café com média de 2 minutos e meio de Iscas Intelectuais sobre comportamento, sociedade, política, economia, educação… tudo aquilo que envolve a complexidade de ser humano.

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