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A equipe de CartaCapital comenta as principais notícias da semana AO VIVO no programa FECHAMENTO. Neste episódio: O 'partido da Lava Jato' agora é oficial. O ex-juiz Sergio Moro se filiou ao Podemos de Álvaro Dias e, em uma cerimônia transmitida ao vivo, falou como pré-candidato à presidência. O ex-procurador Deltan Dallagnol, chefe da força-tarefa de Curitiba, se licenciou do Ministério Público Federal (MPF) e deve buscar carreira política. Outros ex-integrantes da Lava Jato, como Rodrigo Janot, também avaliam seguir Moro. Como essas movimentações devem afetar as eleições de 2022? O lavajatismo deve roubar votos do bolsonarismo? Enquanto isso, o presidente Jair Bolsonaro, até agora sem partido, deve acertar ao longo dos próximos dias sua filiação ao PL, o Partido Liberal de Valdemar da Costa Neto. O ex-capitão, entretanto, enfrenta queda em sua aprovação, enquanto seu desempenho segue em queda nas pesquisas eleitorais. Veja também: Câmara dos Deputados aprova em segundo turno a PEC dos Precatórios, uma manobra que abre um espaço de 91,6 bilhões de reais no orçamento de 2022, dos quais 83,6 bilhões devem ser destinados ao Auxílio Brasil - programa social que substitui o Bolsa Família - e outras medidas de repasse financeiro, como o 'auxílio diesel' aos caminhoneiros. Ao mesmo tempo, o Supremo Tribunal Federal (STF) forma maioria para manter o veto aos pagamentos do 'orçamento secreto', o conjunto de emendas parlamentares que, segundo críticos, poderá ser utilizado para cooptar apoio político ao governo Bolsonaro no Congresso. O Tribunal de Contas da União (TCU) determina que os procuradores da Lava Jato devolvam os valores gastos com viagens que receberam quando trabalhavam na força-tarefa. O total a ser repassado aos cofres públicos chega a 2,5 milhões de reais. No Rio de Janeiro, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) anula todas as decisões tomadas contra o senador Flávio Bolsonaro no caso das 'rachadinhas'. E ainda: Vitrine do ministério de Damares Alves, o programa 'Abrace o Marajó' é dominado por ruralistas, pastores evangélicos e amigos do poder. No Chile, eleitores vão às urnas divididos entre a nova esquerda e um fã de Augusto Pinochet. E, na Nicarágua, o presidente Daniel Ortega é reeleito para um quarto mandato com 75% dos votos - enquanto a oposição e a comunidade internacional denunciam irregularidades no pleito.
No programa FECHAMENTO desta quinta-feira, a equipe de CartaCapital debate os principais temas da edição impressa da revista, com a participação especial de Carlos Bocuhy, presidente do Instituto Brasileiro de Proteção Ambiental (Proam). Nesta edição: O vexame de Jair Bolsonaro no G20. Sem prestígio, o ex-capitão é solenemente ignorado pelas lideranças das principais economias do mundo. Na Itália, Bolsonaro decide se encontrar com Matteo Salvini, uma das principais lideranças da extrema-direita europeia, enquanto seguranças de sua comitiva agridem jornalistas e manifestantes. Sem a presença do presidente brasileiro, a COP-26, a conferência do clima das Nações Unidas, tem início na Escócia.
Veja também: As novas movimentações para as eleições 2022. O ex-juiz Sergio Moro anuncia sua filiação ao Podemos de Álvaro Dias, o MDB prepara a pré-candidatura de Simone Tebet e o apresentador José Luiz Datena decide se filiar ao PSD de Kassab para concorrer ao Senado. Por conta dos votos do PDT na PEC dos Precatórios, o ex-governador Ciro Gomes põe sua pré-candidatura à presidência na geladeira. O depoimento de Jair Bolsonaro sobre sua suposta interferência na Polícia Federal. Revisão dos dados do CAGED mostra que o Brasil gerou menos empregos com carteira assinada do que o anunciado pelo governo - um novo revés para Bolsonaro e Paulo Guedes. Deltan Dallagnol, ex-chefe da Lava Jato, renuncia ao cargo de procurador do MPF. E ainda: com os números da pandemia em queda, os estados começam a flexibilizar as regras sanitárias, como o uso de máscaras e os eventos de grande porte.
No programa FECHAMENTO, a equipe de CartaCapital comenta as principais notícias da semana. Neste episódio: relatório final da CPI da Covid recomenda o indiciamento de 76 pessoas, entre elas o presidente Jair Bolsonaro. O ex-capitão é acusado de nove crimes. Entretanto, existem chances das investigações avançarem? Para responder a essa e outras perguntas, a equipe recebe o cientista político Aldo Fornazieri, professor da Escola de Sociologia e Política de São Paulo.
Veja também: Exército queima R$ 389 milhões de reais na Amazônia. Depois de um ano de desperdícios, o general Hamilton Mourão anuncia o fim das operações militares na Amazônia. As movimentações para as eleições 2022: Rodrigo Pacheco, presidente do Senado, anuncia sua filiação ao PSD de Gilberto Kassab. O Tribunal Superior Eleitoral arquiva os pedidos de cassação da chapa Bolsonaro-Mourão, mas o ministro Alexandre de Moraes avisa: se houver e disparo de mensagens em massa em 2022, o registro da chapa poderá ser cassado.
E ainda: As consequências do novo 'Auxílio Brasil'. O programa social será capaz de reverter a queda na popularidade de Bolsonaro? O aumento do desemprego e do preço dos combustíveis pode promover uma nova greve dos caminhoneiros. Mentiras de Bolsonaro na internet provoca reação das plataformas de redes sociais. E, em cultura, a estreia de Marighella, longa-metragem dirigido por Wagner Moura.
No programa FECHAMENTO desta quinta-feira 21, nossa equipe apresenta as principais notícias da edição impressa da revista @CartaCapital. Nesta edição, discutimos o relatório final da CPI da Covid, apresentado pelo senador @Renan Calheiros (MDB-AL) nesta quarta-feira 20. O texto de 1.178 páginas acusa um total de 67 pessoas, entre aliados do presidente Jair Bolsonaro, seus filhos, membros do 'gabinete paralelo' e do 'gabinete do ódio', funcionários do @Ministério da Saúde, entre outros. A versão final do documento, entretanto, retirou as acusações de genocídio e homicídio contra Bolsonaro. O documento deve ir a votação no dia 26 - entretanto, o procurador-geral da República, Augusto Aras e o presidente da @Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), farão o possível para blindar o ex-capitão de eventuais consequências. Para debater o que podemos esperar para as próximas semanas, a equipe recebe Humberto Costa (@Vozes da Democracia - Senador Humberto), senador pelo PT de Pernambuco e titular da CPI da Covid. Veja também: De olho nas eleições de 2022 e temendo um aumento da popularidade de Lula nas pesquisas, Jair Bolsonaro intensifica suas viagem ao Nordeste e tira da cartola o 'Auxílio Brasil', sua versão do 'Bolsa Família'. Enquanto isso, a inflação e o desemprego crescem e ressurge o fantasma da fome por todo o país. E ainda: Em Minas Gerais, o governador Romeu Zema (Novo) utiliza a máquina pública para agredir Alexandre Kalil, prefeito de Belo Horizonte e seu provável adversário na corrida eleitoral. E, em internacional, a morte de Colin Powell, ex-secretário de Estado dos EUA, a crise política no Equador e a viagem de Eduardo Bolsonaro a Dubai.
No programa FECHAMENTO desta quinta-feira 14, a equipe de @CartaCapital comenta as principais matérias da edição impressa da revista. Na capa desta edição, Paulo Guedes em liquidação: No embalo do escândalo dos Pandora Papers e dos péssimos indicadores da inflação e desemprego, o 'centrão' perde a paciência com o ministro da Economia de Jair Bolsonaro. Em Brasília, a demora na sabatina do 'terrivelmente evangélico' André Mendonça, candidato bolsonarista ao Supremo Tribunal Federal, é o motivo de disputa entre a base aliada no Congresso e pastores midiáticos como Silas Malafaia.
Veja também: O fim da 'trégua' entre @Ciro Gomes e o @PT - Partido dos Trabalhadores. Após propor o fim de hostilidades aos petistas, o ex-governador do Ceará retomou os ataques após uma entrevista ao Estadão, na qual afirmou que o ex-presidente @Lula 'conspirou' pelo impeachment de @Dilma Rousseff. A ex-presidenta comparou Ciro a Bolsonaro e acusou o pedetista de mentir 'de maneira descarada', enquanto Lula apontou as 'baixarias' e 'grosserias' de Ciro Gomes.
E ainda: A 'pobreza menstrual' e o veto de Bolsonaro à distribuição gratuita de absorventes a mulheres de baixa renda. A retomada do cinema e as mudanças na busca por novas estrelas da música. E as decisões judiciais que garantem o uso medicinal do canabidiol.
No Fechamento AO VIVO desta quinta-feira, a equipe de @CartaCapital apresenta as principais notícias da semana. Em Brasília, a alta cúpula do governo prepara uma 'operação cala-boca' para conter os arroubos de Jair Bolsonaro. Após os atos de sete de setembro, que tiveram uma adesão muito inferior ao esperado, o ex-capitão recuou e publicou um pedido público de desculpas por seus ataques ao Supremo Tribunal Federal (@STF) - uma notinha que contou com a participação do ex-presidente @Michel Temer. Entretanto, o movimento deve ter poucas chances de sucesso: Bolsonaro e os bolsonaristas, como se sabe, não costumam economizar nas ofensas aos adversários.
Veja também: A nova proposta do Código Eleitoral, aprovada na @Câmara dos Deputados, apresenta poucos avanços e muitos 'jabutis'. Cabe ao @Senado Federal desarmar a arapuca armada por Arthur Lira. Após os esvaziados atos 'Fora Bolsonaro' do dia 12, organizados pelo @MBL - Movimento Brasil Livre e com baixíssima adesão da esquerda, nove partidos da oposição preparam uma mobilização unificada pelo impeachemnt do ex-capitão para o dia 2/10. E ainda: as novas vitórias do ex-presidente @Lula na Justiça, o resultado das novas pesquisas Datafolha e PoderData, a crise política no governo de Alberto Fernández na Argentina, e a visita de Eduardo Bolsonaro às lideranças da extrema-direita de Portugal e Espanha.
Também neste programa: Ala evangélica confirma que André Mendonça continua na disputa para uma vaga no Supremo Tribunal Federal. E o novo posicionamento do @Ministério da Saúde contra a vacinação de adolescentes sem comorbidades.
A equipe de CartaCapital faz um balanço dos atos anti-democráticos de sete de setembro. Apesar de semanas de mobilização nas redes sociais e do apoio financeiro de elementos do agronegócio, o total de bolsonaristas nas ruas não chegou nem próximo do número esperado. Bolsonaro discursou na Esplanada dos Ministérios, em Brasília e na Avenida Paulista, em São Paulo. Fez novos ataques ao Supremo Tribunal Federal (STF), aos ministros Alexandre de Moraes e Luis Roberto Barroso, e pôs em dúvida novamente as urnas eletrônicas. Entretanto, o cenário foi bem diferente da promessa de golpe, intervenção militar, ou até mesmo uma quartelada das polícias militares. Ao final da tarde, Bolsonaro publicou uma nota - redigida pelo ex-presidente Michel Temer - em que sinaliza um recuo de suas bravatas. Apesar de enfraquecido, a oposição ainda não tem força para derrubar o ex-capitão em um eventual processo de impeachment. O que podemos esperar do final do governo de Jair Bolsonaro?
Veja também: Caminhoneiros cumprem as ordens de 'Zé Trovão', liderança bolsonarista da categoria, e realizam bloqueios em diversos estados. A maior parte dos trabalhadores, entretanto, não adere ao movimento. Bolsonaro, em áudio enviado pelas redes sociais, pede pelo fim da mobilização. Enquanto isso, em Brasília, caminhoneiros comemoram um suposto 'estado de sítio' proclamado pelo presidente.
E ainda: As mobilizações do 'Grito dos Excluídos' pelo Brasil. Os protestos indígenas em Brasília. Os vinte anos dos ataques de 11 de setembro de 2001. O golpe militar na Guiné. E o destino de André Mendonça, abandonado pelo governo Bolsonaro.
Uma série de documentos sigilosos obtidos por Glenn Greenwald e CartaCapital mostra que a Polícia Federal, antes comandada por Moro e hoje aparelhada pelo bolsonarismo, levanta hipóteses absurdas para desvendar a suposta identidade de um mandante, ou financiador, da captura de mensagens dos procuradores da Operação Lava Jato e do ex-juiz Sergio Moro que resultou na Operação Spoofing. Após tentar incriminar, em vão, Glenn Greenwald e a ex-deputada Manuela d’Ávila, mudou-se o foco. Um grupo de agentes da Polícia Federal do Distrito Federal tenta emplacar uma tese fantasiosa, segundo a qual os hackers que invadiram os celulares estavam a serviço de um outro mandante: o ex-ministro petista Antonio Palocci, que teria oferecido 300 mil reais em troca do acesso a informações que o favorecessem em processos. A mirabolante história baseia-se única e exclusivamente no relato de um jovem de 19 anos que passou meses encarcerado e conquistou o benefício da prisão domiciliar logo após delatar os amigos e o “mandante petista”. Embora não tenha participado do hackeamento dos celulares, Luiz Henrique Molição, o mais jovem dos seis indiciados pela PF na Operação Spoofing, afirmou, em novembro de 2019, ter ouvido de Walter Delgatti Neto e Thiago Eliezer, apontados como chefes da “quadrilha”, que “as invasões tiveram início para obter material que pudesse beneficiar Antonio Palocci Filho em possível negociação de acordo de delação premiada que havia sido descartada pelo Ministério Público Federal e encontrava-se em negociação junto ao Departamento de Polícia Federal”.
No programa FECHAMENTO desta quinta-feira, a equipe de CartaCapital apresenta os principais assuntos da semana. Nesta edição: O 'custo Bolsonaro'. Com a economia em frangalhos, desemprego e inflação em alta e deterioração do quadro fiscal, o 'mercado' dá sinais de que poderá desembarcar da aventura Bolsonaro. Entretanto, ainda há resistência ao nome de Lula. O ex-presidente, por sua vez, continua sua jornada pelo Nordeste. Em entrevista à repórter Fabíola Mendonça, o ex-governador da Paraíba, Ricardo Coutinho, explica por que trocou o PSB pelo PT e refuta a tese de que o voto nordestino pode migrar para Bolsonaro com o aumento do Bolsa Família.
E ainda: O PSD, partido fundado há dez anos por Gilberto Kassab, torna-se uma peça-chave no xadrez da governabilidade. A sigla almeja ocupar o espaço do MDB no centro político e quer lançar Alckmin ao governo de São Paulo, Felipe Santa Cruz no Rio, Alexandre Kalil em Minas Gerais e sonha com a candidatura de Rodrigo Pacheco para a presidência em 2022.
No Afeganistão, o impacto do atentado terrorista no aeroporto de Cabul. A ascensão do 'novo Taleban' poderá significar o retorno do ISIS, o chamado 'Estado Islâmico', ao cenário internacional?
Diálogos Capitais: Webinar Saúde.
O que esperar do ‘novo normal’? Qual o lugar do Brasil no mundo pós-pandemia? Como combater o charlatanismo?
CartaCapital convida os melhores especialistas do Brasil para debater estes e outros temas.
Inscrições online e gratuitas em www.DialogosCapitais.com.br
No programa FECHAMENTO, a equipe de CartaCapital comenta as principais notícias da semana. Neste episódio: A crise no Afeganistão. O governo de Joe Biden paga pelas mentiras da 'Guerra ao Terror' iniciada por George W. Bush e, após vinte anos de ocupação, entrega o país aos extremistas do Taleban. Quais serão as consequências para os demais países da região?
A corrida para as eleições de 2022 continuam no Brasil. O ex-presidente Lula retoma sua agenda nos estados do Nordeste e tenta aparar as arestas políticas no Ceará e em Pernambuco, através de encontros com lideranças do PDT de Ciro Gomes e do PSB de João Campos e Paulo Câmara. Ao mesmo tempo, várias pesquisas indicam a derrota de Bolsonaro em todos os cenários. Inconformado, o ex-capitão participa de 'tanqueciatas' e posa com Ciro Nogueira durante os exercícios militares da 'Operação Formosa', ao mesmo tempo em que parte de sua cúpula militar - como Braga Netto e Augusto Heleno - ameaçam novamente a Democracia e insinuam sobre a 'legalidade' de uma quartelada com base no artigo 142 da Constituição. E outro elemento do clã Bolsonaro segue com problemas da Justiça: Flávio Bolsonaro, o 01, está na mira da CPI,a investigar irregularidades em contratos de hospitais federais no Rio de Janeiro.
Veja também: Bolsonaro recomenda 'fé' para o brasileiro enfrentar os problemas da economia e confessa: 'tem muita gente melhor do que eu para ser presidente'. As consequências do novo terremoto no Haiti. O poder da 'variante delta' no Brasil. A CPI investiga Ricardo Barros, líder do governo Bolsoanro na Câmara. E as trapalhadas de Sergio Reis, o cantor bolsonarista que convocou caminhoneiros para um ato a favor do ex-capitão e, depois, se diz arrependido.
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