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Nesta edição do programa FECHAMENTO, a equipe de CartaCapital comenta as principais notícias da semana. Em Brasília, a 'tanqueciata' de Jair Bolsonaro, uma tentativa de intimidação por parte do ex-capitão, se torna motivo de piada nas redes sociais e não impede a Câmara de rechaçar a PEC do Voto Impresso. Entretanto, outras mudanças ameaçaram o processo eleitoral ao longo da semana, como a implementação do 'Distritão', a revogação das cotas para mulheres no Parlamento e a proposta (aprovada) de volta das coligações nas eleições legislativas.
Veja também: Um perfil do presidente da Câmara, Arthur Lira, e do procurador-geral Augusto Aras, apontados como os principais responsáveis pela impunidade e sobrevivência política de Jair Bolsonaro. A saída de Roberto Requião do MDB, após 40 anos de militância no partido. Os riscos apresentados pela privatização dos Correios. E o 'legado olímpico': Cinco anos após as Olimpíadas do Rio em 2016, CartaCapital visita os 'elefantes brancos' deixados pelos jogos e outros exemplos de desperdícios de recursos.
E ainda: em internacional, o avanço dos incêndios florestais na Grécia a nova ofensiva dos extremistas no Afeganistão.
Diálogos Capitais: Webinar Saúde.
O que esperar do ‘novo normal’? Qual o lugar do Brasil no mundo pós-pandemia? Como combater o charlatanismo?
No FECHAMENTO desta quinta-feira, a equipe de CartaCapital fala sobre as ameaças bolsonaristas às eleições de 2022. Desgastado pelas denúncias de corrupção na compra de vacinas e com rejeição recorde nas pesquisas, o ex-capitão aposta na campanha para desacreditar as urnas eletrônicas e apontar indícios de 'fraude'. Com Ciro Nogueira na Casa Civil, o Centrão tentará ressuscitar a proposta do voto impresso? Existe o risco de um levante bolsonarista, como a invasão ao Capitólio nos EUA? Ou a insistência nesse discurso serve apenas para inflamar sua base fanática? Veja também as principais notícias da semana: após o incêndio na Cinemateca Nacional, o governo federal busca uma nova gestão para a instituição. Operações da Polícia Federal contra o garimpo legal descobre dezenas de trabalhadores em condições análogas à escravidão no Pará. A luta do PCdoB contra a cláusula de barreira. E a volta da CPI no Senado.
Diálogos Capitais: Webinar Saúde.
O que esperar do ‘novo normal’? Qual o lugar do Brasil no mundo pós-pandemia? Como combater o charlatanismo?
CartaCapital convida os melhores especialistas do Brasil para debater estes e outros temas.
Inscrições online e gratuitas em www.DialogosCapitais.com.br
No programa Fechamento, a equipe de CartaCapital comenta as principais notícias da semana. Neste episódio, mostramos como o mercado de armas de fogo cresce graças ao governo de Jair Bolsonaro. Em 2020, o número de revólveres, pistolas e afins em circulação no Brasil aumentou em 65% - e o total de mortes por armas também cresceu: alta de 72%. Veja também: 'Centrão civil' vs. 'Centrão militar'. Após Bolsonaro entregar o Ministério da Casa Civil ao senador Ciro Nogueira, do PP, os fardados parecem ter perdido influência no Planalto. O novo cenário deve ter implicações importantes sobre as reformas que devem ser votadas ou enterradas de vez após o recesso parlamentar, como o voto impresso. Entretanto, as Forças Armadas permanecem um elemento importante da sustentação do governo do ex-capitão. E ainda: o desmonte da Petrobras. A receita obtida com a privatização de duas subsidiárias não é suficiente para a estatal pagar o aluguel de gasodutos que eram seus, revela estudo. O desgate do PSDB: a troca de insultos entre Aécio Neves e João Doria é mais um sintoma da briga no ninho dos tucanos. O encontro dos bolsonaristas - incluindo o presidente Jair Bolsonaro - com a deputada alemã Beatrix von Storch, uma das principais lideranças da extrema-direita do país.
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No Fechamento AO VIVO desta quinta-feira, a equipe de CartaCapital comenta as principais notícias da semana. Jair Bolsonaro confirma que irá entregar o ministério da Casa Civil ao senador Ciro Nogueira, um dos principais nomes do 'centrão'. E a suposta ameaça do general Braga Netto ao presidente da Câmara, Arthur Lira: segundo o 'Estadão', o ministro da Defesa teria dito, através de um interlocutor, que não haverá eleições em 2022 caso o Congresso não aprove a PEC do voto impresso. O general negou as acusações.
Veja também: fuga de capitais no Brasil. A devastação da Amazônia, o descaso com a pandemia e as trapalhadas de Bolsonaro e Guedes afugentam os investidores estrangeiros. E um perfil de Everaldo Eguchi, delegado da Polícia Federal investigado pela própria corporação por fazer informações para garimpeiros ilegais.
E ainda: os novos episódios do 'vacinogate', como a suspeita de propina envolvendo a empresa VTCLog e Ricardo Barros, líder do governo na Câmara. E a possível delação da viúva do miliciano Adriano Nóbrega, que afirma saber quem mandou matar a vereadora Marielle Franco.
No FECHAMENTO desta semana, a equipe de @CartaCapital debate as principais notícias da semana. Na reportagem de capa, apresentamos um novo personagem do escândalo de corrupção das vacinas: o reverendo Amilton de Paula, que leva a um submundo bolsonarista que mistura dinheiro, religião, militares e agentes estrangeiros.
Nossos jornalistas também comentam o estado de saúde de Jair Bolsonaro. Após ser internado na manhã de quarta-feira no Hospital das Forças Armadas, em Brasília, o presidente foi transferido para São Paulo. Após exames constatarem um quadro de obstrução intestinal, Bolsonaro segue internado, sem previsão de alta.
Veja também: o desmonte da educação pública no Brasil de Bolsonaro, com o menor orçamento dos últimos dez anos e o MEC sequestrado por religiosos, militares e olavistas.
Em internacional, nossa equipe comenta os recentes protestos em Cuba e o assassinato do presidente do Haiti, Jovenel Moïse. E, na Argentina, o ex-presidente Maurício Macri é acusado de ter enviado armamentos para a Bolívia, em meio ao Golpe que derrubou Evo Morales no final de 2019.
No programa Fechamento AO VIVO, a equipe de @CartaCapital comenta as principais notícias da semana. Neste episódio, as consequências dos escândalos de corrupção do governo de @Jair Bolsonaro: depois do 'caso Covaxin' e da 'propina de 1 dólar' do ex-policial Luiz Paulo Dominghetti Pereira, as novas denúncias de 'rachadinhas' nos gabinetes da família Bolsonaro repercutem na opinião pública e envolvem também oficiais das Forças Armadas. Ao mesmo tempo, pesquisas de vários institutos dão como certa a vitória do ex-presidente @Lula contra Bolsonaro nas eleições de 2022. Até que ponto o bolsonarismo está disposto a partir para a guerra suja?
Veja também: os resultados de uma pesquisa exclusive junto aos trabalhadores por conta própria. Mais da metade ganha até mil reais por mês e 77% estão na informalidade.
E ainda: o assassinato do presidente do Haiti, a semana na CPI e o pedido de prisão do ex-diretor de Logística do @Ministério da Saúde, Roberto Ferreira Dias, pelo presidente da Comissão, senador Omar Aziz.
O programa FECHAMENTO apresenta as principais notícias da semana e a capa da edição impressa de @CartaCapital . Neste programa, exploramos o 'vacinogate': os escândalos de sobrepreço na compra da vacina indiana Covaxin e as denúncias de propina na compra do imunizante da AstraZeneca deixam o deputado Ricardo Barros, líder do governo @Jair Bolsonaro na Câmara, na mira da CPI.
Segundo documentos do @Ministério da Saúde, o Governo Federal assinou um contrato para a compra de vinte milhões de doses da vacina, ao custo total de 1,61 bilhão de reais. O valor por dose, entretanto, é 1.000% superior ao anunciado pela própria fabricante seis meses antes. O deputado federal Luis Miranda (DEM-DF) afirma que o @Planalto sabia dos indícios de sobrepreço e teria, inclusive, alertado o presidente Jair Bolsonaro. E, nesta semana, o jornal @Folha de S.Paulo apresentou outra denúncia: Roberto Ferreira Dias, diretor de logística do Ministério da Saúde, teria cobrado 1 dólar de propina por dose para fechar a compra de 400 milhões de unidades do imunizante da AstraZeneca. Ferreira Dias foi exonerado do cargo logo após a denúncia.
Veja também: em meio à crise hídrica, o ministro das Minas e Energia, almirante Bento Albuquerque, fará um pronunciamento em cadeia nacional pedindo à população para economizar água e energia elétrica. Apesar disso, o governo Bolsonaro se esforça em esconder a possibilidade de um apagão ou de racionamento. O silêncio do empresário @Carlos Wizard na CPI. E o 'superpedido' de impeachment de Jair Bolsonaro, elaborado por movimentos sociais e parlamentares da esquerda e da direita e que foi protocolado nesta quarta-feira 30
No Direto da Redação desta quinta-feira, a equipe de @CartaCapital comenta as principais notícias da semana. Nesta edição: o escândalo da vacina indiana Covaxin. Segundo documentos do Ministério da Saúde, o Governo Federal assinou um contrato para a compra de vinte milhões de doses do imunizante, ao custo total de 1,61 bilhão de reais. O valor por dose, entretanto, é 1.000% superior ao anunciado pela própria fabricante seis meses antes. O deputado federal Luis Miranda (DEM-DF) afirma que o Planalto sabia dos indícios de sobrepreço e teria inclusive alertado o presidente Jair Bolsonaro. Em entrevista à CNN Brasil, o parlamentar também afirmou que o ex-ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, também estava ciente das possíveis irregularidades envolvendo superfaturamento de contratos, mas que não teria agido ativamente no caso por ter 'amor à vida'. Veja também: a queda de Ricardo Salles. Alvo de inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro do Meio Ambiente pediu demissão no final da tarde desta quarta-feira 23, alegando 'motivos familiares'. Em seu lugar, assume Joaquim Álvaro Pereira Leite, secretário de Assuntos para a Amazônia do MMA e ex-conselheiro da Sociedade Rural Brasileira (SRB). E ainda: Por 7 a 4, o STF confirma a suspeição do ex-juiz Sergio Moro no processo do 'triplex do Guarujá' contra Lula. Movimentos sociais e partidos de oposição convocam novos protestos 'Fora Bolsonaro' para o dia 24 de julho e buscam ampliar a pressão pelo impeachment. Os protestos em Brasília contra o PL 490, que muda as regras para as demarcações de terras indígenas. A filiação do deputado federal Marcelo Freixo (ex-PSOL) e do governador maranhense Flávio Dino (ex-PCdoB) ao PSB. E como o aumento do Bolsa Família poderá afetar as chances de Jair Bolsonaro para as eleições de 2022.
Por ação ou omissão de quem poderia deter a insanidade, o Brasil vai abrigar a Copa América mesmo com a crise sanitária fora de controle. Quem depositou as esperanças em um boicote puxado pelos jogadores da Seleção brasileira, frustrou-se. Os atletas não apenas confirmaram a participação no torneio, como divulgaram um “manifesto” medroso e confuso. Por pressão de Bolsonaro, o comandante do Exército, o general Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira, também se acovardou, e decidiu ignorar a transgressão disciplinar de Pazuello. E mais: Em Brasília, Bolsonaro, Mourão e Salles recebem de braços abertos garimpeiros ilegais. O programa também fala a correlação de forças na América do Sul após a vitória do sindicalista Pedro Castillo no Peru e sobre a renovação do hip hop brasileiro.
Não bastassem a pandemia, o desemprego e a fome, outra ameaça desponta no horizonte: a possibilidade de uma crise energética. Voltaremos aos tempos de FHC, com apagão e racionamento de eletricidade por todo o pais? Enquanto isso, Jair Bolsonaro reage aos protestos do dia 29 e aceita a proposta da Conmebol para sediar a Copa América 2021 no Brasil - mais um gesto de sabotagem ao combate à Covid-19. Exclusivo: Acusado de defender madeireiros ilegais, o ministro Ricardo Salles levanta mais suspeitas ao se encontrar com um empresário condenado por rolos ambientais na Bahia. E ainda: a repressão às manifestações na Colômbia, a operação da Polícia Federal contra o governador do Amazonas, Wilson Lima, e os depoimentos de Nise Yamaguchi e Luana Araújo à CPI da Covid no Senado.
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