Cirandeiras

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Cirandeiras episodes

  • EP#38 - Justiça Reprodutiva com Gonçalina Amajunepá


    No primeiro episódio da temporada “Justiça Reprodutiva” - parteiras tradicionais, o cuidado e o aborto -, conheça as histórias de partos de Gracilda Gonçalina Amajunepá. Parteira indígena do povo Umutina-Balatiponé, localizado no Mato Grosso. Gonçalina já viveu de tudo nesse ofício que herdou da mãe há mais de cinco décadas. E sempre foi guiada pelo desejo de cuidar e acolher mulheres em seus momentos mais importantes de suas vidas reprodutivas. 

    Para falar de corpos, partos e abortos nem sempre precisamos provocar debates entre sim e não, a favor e contra ou envolver moral, religião e política. Nesta temporada, o foco está na saúde, nos braços que seguram um bebê recém-chegado e que também não soltam as mãos da mulher que gesta ou que aborta. O dom da parteria é transmitido pela oralidade, pela vivência, não está apenas nos livros. E o cuidado integral se consagra no gesto e no olhar. 

    A enfermeira obstétrica e ativista pelos direitos reprodutivos há 30 anos, Paula Viana abre essa conversa sobre parteria e abortamento, destacando a ética do cuidado. Há muita convergência entre o parto e o aborto, em que mulheres se cuidam, se acolhem e sobrevivem. Ao compreendermos o partejar, alcançamos o aborto como um tema de saúde, diário e comum. Justiça Reprodutiva é o direito de ser e de não ser mãe, é garantir acesso e condição de planejar ou de maternar. 

    Apoio: Edital Futuro do Cuidado

    Produção, roteiro e apresentação: Joana Suarez e Raquel Baster

    Apoio reportagem: Helena Indiara Corezomaé 

    Edição de som: Fernanda Carvalho 

    Divulgação: Ana Clara Pecis


    Links de referências:

    https://azmina.com.br/reportagens/medicos-quebram-sigilo-e-denunciam-mulheres-por-aborto/

    https://azmina.com.br/reportagens/por-tras-dos-antidireitos-na-america-latina/

    https://azmina.com.br/reportagens/abortos-atendidos-pelo-sus-sao-feitos-com-procedimento-ultrapassado/

    https://azmina.com.br/reportagens/misoprostol-o-remedio-para-aborto-que-poderia-salvar-vidas/

    https://azmina.com.br/reportagens/quando-o-aborto-encurta-o-luto-e-alivia-o-sofrimento/

    https://mapaabortolegal.org/category/fazem-aborto-legal/

    https://www.scielo.br/j/csc/a/mDCFKkqkyPbXtHXY9qcpMqD/abstract/?lang=pt

    https://www.instagram.com/cirandeiraspodcast/

    https://www.instagram.com/projeto.vivas/

    https://museucasaborges.wordpress.com/2020/09/26/balatipone-umutinapassado-presente-futuro/

    https://vidadejornalista.podbean.com/e/helena-corezomae-e-a-coragem-de-abrir-portas/

    https://radioguardachuva.com.br/




    28 min
  • Ep#37 - Especial Eleições 2022

    Você conhece os bastidores e desafios de uma candidata na corrida eleitoral?

    Nós acompanhamos por dois meses a construção e oficialização das campanhas de duas candidatas a deputada estadual em Minas Gerais nas eleições de 2022.

    Neste episódio especial, apresentamos o cotidiano e os desafios das candidatas Ana Paula Siqueira (Rede), que tenta a reeleição, e Maria Tereza dos Santos, a dona Tereza (PT), que disputa pela primeira vez. 

    É preciso coragem para ocupar um espaço de poder e entrar nessa empreitada eleitoral porque ela é muito desigual. Em Minas Gerais, por exemplo, de acordo com o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MG), entre as 2,5 mil pessoas que vão concorrer a cargos políticos pelo estado neste ano, somente 32% são mulheres.

    Queremos te ajudar a compreender os caminhos percorridos por candidaturas femininas, e colaborar para que mais representantes feministas possam ser eleitas este ano.

    Este episódio faz parte da Campanha #CompartilheInformação #CompartilheDemocracia, uma parceria do Cirandeiras com a Artigo 19 e Perifa Connection

    Produção e apresentação: Joana Suarez e Raquel Baster

    Finalização e edição de som: Fernanda Carvalho

    Créditos das trilhas sonoras: áudios da TV senado na abertura do episódio e música final 'Desgoverno' de Zeca Baleiro

    Divulgação: Pedro Miranda

    Apoio: Artigo 19 e Perifa Connection 


    47 min
  • Ep#36 - Derramamento de Petróleo com Maria Eliene Pereira - Temporada Oceanos

    Maria Eliene Pereira do Vale é pescadora e marisqueira da comunidade de Jardim, no município de Fortim, no Ceará. Aprendeu a pescar e a catar caranguejo em família e a lutar pela sua categoria de pescadora artesanal na catequese e com outras mulheres dos movimentos sociais.

    Neste episódio da temporada Oceanos do Cirandeiras convidamos Maninha, como gosta de ser chamada, para nos contar sobre as consequências do derramamento de petróleo na costa brasileira ocorrido há quase 3 anos. Os impactos ainda são visíveis e sentidos pelas comunidades tradicionais pesqueiras.

    Os mares, considerados pulmões do mundo, têm sofrido muito com as instalações de grandes empreendimentos sob a justificativa de desenvolvimento e conquista de energia limpa. E são as comunidades onde Maninha vive que vêm nos chamando a atenção para a necessidade de preservação de nossas águas.

    Produção e apresentação: Joana Suarez e Raquel Baster

    Finalização e edição de som: Fernanda Carvalho

    Créditos das trilhas sonoras: Thayana Barbosa

    Divulgação: Pedro Miranda

    Apoio: Calouste Gulbenkian Foundation (UK Branch), Internews Environmental Journalism Network (EJN) e UN Ocean Conference

    Links relacionados:

    https://super.abril.com.br/mundo-estranho/de-onde-vem-o-oxigenio-que-respiramos/

    http://www.ibama.gov.br/manchasdeoleo-localidades-atingidas

    http://www.ibama.gov.br/phocadownload/emergenciasambientais/2020/manchasdeoleo/ibama-manchasdeoleo-desmobilizacao-cartilha_v2.pdf

    http://www.cppnacional.org.br/noticia/mais-de-dois-anos-ap%C3%B3s-chegada-das-manchas-de-petr%C3%B3leo-que-provocaram-o-maior-crime

    https://g1.globo.com/rn/rio-grande-do-norte/noticia/2021/12/02/pf-conclui-investigacao-e-diz-que-navio-grego-foi-responsavel-por-derramamento-de-oleo-que-atingiu-litoral-brasileiro.ghtml

    https://petronoticias.com.br/exxonmobil-recebe-licenca-do-ibama-para-iniciar-perfuracao-de-pocos-em-sergipe-alagoas/

    https://racismoambiental.net.br/2020/08/19/pandemia-agrava-situacao-de-marisqueiras-e-pescadores-no-ceara/

    https://apublica.org/2022/01/exploracao-de-petroleo-ameaca-a-foz-do-rio-sao-francisco/?amp

    https://casa.org.br/pesquisa-da-fiocruz-apoiada-pelo-fundo-casa-traz-alivio-e-contribui-com-articulacao-entre-comunidades-atingidas-pelo-vazamento-de-petroleo-no-nordeste/

    https://www.wwf.org.br/?76948/Vazamento-de-petroleo-completa-um-ano-sem-solucao

    37 min
  • Ep#35 - Suape com Gicleia Maria - Temporada Oceanos

    Neste episódio da temporada Oceanos do Cirandeiras convidamos Gicléia Maria da Silva Santos, pescadora artesanal, do município de Cabo de Santo Agostinho, em Pernambuco, para nos contar sobre os impactos do Complexo Portuário e Industrial de Suape.

    As praias e os manguezais protegidos pelas comunidades tradicionais de pescadores vem perdendo espaço para a destruição ambiental, provocadas pela instalação desse megaprojeto. A retirada forçada de povos de seus territórios e aumento das desigualdades sociais também são consequências.

    A rotina de antigamente em Cabo de Santo Agostinho era dançar ciranda e coco - manifestações do povo negro, que Gicléia tem orgulho de ter aprendido com a avó Antonieta Maria da Paz. Mas nos últimos anos as danças pararam por conta da pandemia da Covid-19 e também pelas muitas alterações nos modos de vida impostas pelo desenvolvimento econômico do Governo de Pernambuco e das mais de 100 empresas que operam o Complexo de Suape.

    Produção e apresentação: Joana Suarez e Raquel Baster

    Finalização e edição de som: Fernanda Carvalho

    Créditos das trilhas sonoras: Thayana Barbosa e Casas Populares da BR 232

    Divulgação: Pedro Miranda

    Apoio: Calouste Gulbenkian Foundation (UK Branch), Internews Environmental Journalism Network (EJN) e UN Ocean Conference

    Links relacionados:

    https://ejatlas.org/conflict/complexo-industrial-portuario-de-suape-cips-pernambuco-brazil

    http://suapepeloavesso.marcozero.org/

    https://reporterbrasil.org.br/2017/11/suape/

    https://prefeitura.cabo.pe.gov.br/pagina/turismo/

    https://www.plataformadh.org.br/2018/05/07/plataforma-dhesca-realiza-missao-no-cabo-de-santo-agostinho-pe-para-identificar-violacoes-de-direitos-humanos-e-ambientais-pelo-complexo-industrial-portuario-de-suape/

    https://forumsuape.blogspot.com/

    documentário Território Suape: https://www.youtube.com/watch?v=4lXNqfoKNwo

    https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/brasil/2018/06/04/interna-brasil,686033/ataques-de-tubarao-25-anos-de-medo-nas-praias-em-recife.shtml

    39 min
  • Ep#34 - Lama no mar com Eliane Balke - Temporada Oceanos

    O Cirandeiras está de volta em sua terceira temporada intitulada “Oceanos” que irá navegar por mares atingidos pela exploração humana dos megaprojetos de desenvolvimento no Brasil.

    Neste primeiro episódio conversamos com Eliane Balke, moradora da comunidade de Barra Nova Sul, ilha de Campo Grande, no município de São Mateus, Espírito Santo. Eliane tem 54 anos, é filha e neta de catadores de caranguejos. Aprendeu em família a pescar e a catar crustáceos.

    Vivia em um território de fartura e abundância no litoral capixaba, até que em 2015 foi atingida pela lama do rompimento da barragem de Fundão, da mineradora Samarco, em  Mariana, Minas Gerais.

    E tudo mudou.

    Sua identidade era a água doce e salgada, suas relações comunitárias eram entrelaçadas com o mangue e o mar. Agora a pimenta rosa se torna alternativa de geração de renda, pelas próprias mãos dela, já que o processo de reparação ainda não saiu do papel - quase 7 anos depois do rompimento. E o mar não pode ser mais seu local de trabalho porque foi contaminado pelos rejeitos da mineradora.

    Produção e apresentação: Joana Suarez e Raquel Baster

    Finalização e edição de som: Fernanda Carvalho

    Créditos das trilhas sonoras: Thayana Barbosa

    Divulgação: Pedro Miranda

    Apoio: por Calouste Gulbenkian Foundation (UK Branch), Internews Environmental Journalism Network (EJN) e UN Ocean Conference

    Para ler posicionamento Fundação Renova enviado no dia 18 de maio de 2022 via e-mail: https://docs.google.com/document/d/1hC3yRNvMoe0JlHcyS-1_IkU_GAM43W2Y1m7BlN5aito/edit

    Links relacionados:

    http://www.mpf.mp.br/grandes-casos/caso-samarco

    https://www.agazeta.com.br/es/cotidiano/crimes-no-mangue-colocam-em-risco-berco-da-natureza-e-cultura-capixaba-0620

    https://portal.fiocruz.br/noticia/estudo-aponta-contaminacao-por-metais-em-peixes-do-rio-doce

    https://www.otempo.com.br/cidades/tragedia-de-mariana-pesquisadores-apresentam-estudos-de-reparacao-do-rio-doce-1.2608760

    https://mab.org.br/2022/02/03/camara-dos-deputados-promove-audiencia-para-discutir-acordo-de-repactuacao-do-rio-doce/

    https://www.conjur.com.br/2021-dez-27/cnj-mediara-negociacoes-repactuacao-rio-doce-fevereiro

    http://www.ibama.gov.br/cif#:~:text=O%20CIF%20%C3%A9%20presidido%20pelo,Bacia%20Hidrogr%C3%A1fica%20do%20Rio%20Doce.

    http://www.ibama.gov.br/phocadownload/cif/tac-gov/2018-06-25-cif-tac_governanca.pdf



    47 min
  • Ep#33 - A Folia de Reis com Grupo Diadorina - Temporada Ritmos

    Pedimos licença para abrir o período das folias de reis - 25 de dezembro a 06 de janeiro - com o último episódio da Temporada Ritmos com o grupo Diadorina. 

    Três irmãs Sajni Damiana, Diana e Daiana Campos formam o grupo a partir do Ponto de Cultura Seu Duchim, no município de Chapada Gaúcha, região norte de Minas Gerais. A partir de pesquisas com as folias de reis e vivências nos terreiros, elas cantam e encantam sobre os modos de vida sertaneja. 

    As sonoridades dos três reis magos se encontra com os causos de amor e conflito, violência e força, alegria e tristeza do Grande Sertão Veredas de João Guimarães Rosa que juntos dão o tom neste episódio do Cirandeiras. Diadorim, personagem emblemática da obra, símbolo de uma forte renúncia, é inspiração para o grupo Diadorina.

    Nos despedimos então dessa bonita temporada com muita viola, tambor e pandeiro porque como as irmãs mesmo dizem: "Diadorina não anda sozinha (...) Permitimos conhecer o Sertão a partir da saia da mulher, por não haver forma de maior conhecimento. Quer saber como se vive aqui, permita-se entrar debaixo da saia da rainha do mundo”.

    Bora brincar de folia no terreiro?

    Produção e apresentação: Joana Suarez e Raquel Baster

    Finalização e edição de som: Fernanda Carvalho

    Créditos das trilhas sonoras: grupo Diadorina, grupo de folia de reis Ouro, Incenso e Mirra  e cantigas de domínio público

    Links relacionados:

    Grupo Rosa e Sertão - Diadorina

    http://rosaesertao.blogspot.com/2018/03/diadorina-meu-amor-licenca-senhor-e.html

    Soundcloud - Diadorina

    https://soundcloud.com/search?q=DIADORINA

    Matéria Joana sobre o povo Xacriabá

    https://projetocolabora.com.br/especial/fome-seca-resistencia-na-terra-indigena-xakriaba/


    39 min
  • Ep#32 - O Caboclinho com Taisa Coutinho - Temporada Ritmos

    Perre, guerra, baião e macumba do caboclo são alguns dos sons de um folguedo bailado chamado Caboclinho. Os brincantes vestidos de indígenas e estalando os arcos flechas, conhecidos como preacas, executam suas danças e manobras nas ruas durante o carnaval.

    Quem nos conta tudo isso em nosso penúltimo episódio da Temporada Ritmos é Taisa Coutinho, de 29 anos, mestra do grupo Caboclinho Potiguares, da cidade de Goiana, em Pernambuco. Ela nasceu dentro da brincadeira e vem ocupando funções que antigamente eram restritas aos homens, como “chacoalhar um mineiro”.

    Pegue o fone de ouvido e venha aprender sobre as danças brasileiras seculares e como elas traduzem as representações coletivas a partir de rituais e crenças de nossos povos originários e de matriz africana.

    Produção e apresentação: Joana Suarez e Raquel Baster

    Finalização e edição de som: Fernanda Carvalho

    Créditos das trilhas sonoras: Grupo Caboclinho Potiguares e  Grupo Caboclinho Sete Flechas

    Links relacionados:

    https://corpoemfluxo.com/caboclinhos/

    http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/1600

    Artigo O Caboclinho como afeto: https://www.revistas.ufg.br/hawo/article/view/65661/36255

    Danças Brasileiras Instituto Brincante: https://www.youtube.com/watch?v=p4w-hsnnmSo


    26 min
  • Ep#31 - O Samba de roda com Dona Cadu - Temporada Ritmos

    “Tem dia, quando estou me arrumando pra sambar, fico transformada”

    É assim que Ricardina Pereira da Silva, conhecida como Dona Cadu, de 101 anos, de Coqueiros, município de Maragogipe-BA, resume o samba de roda, o ritmo da vez do EP#31 do Cirandeiras. Estamos próximos de finalizar essa temporada e não poderíamos deixar de apresentar o som que reina em praticamente todos os cantos do Brasil.

    Mas talvez nem todos saibam que o samba vem do semba de origem africana e que se tornou popular no Recôncavo baiano. De lá, inspirou o samba carioca e o país inteiro. E aquela aglomeração gostosa, com samba no pé, é tudo que estamos precisando, né?

    Enquanto a pandemia da Covid-19 ainda não nos permite essa alegria, vem escutar Dona Cadu, que foi pedra fundamental para que essa manifestação do samba se tornasse patrimônio da humanidade e desconstruísse muitos preconceitos.

    Produção e apresentação: Joana Suarez e Raquel Baster

    Finalização e edição de som: Fernanda Carvalho

    Créditos das trilhas sonoras: domínio público, cantorias de Dona Cadu e álbum samba das raparigas Saubara

    Links relacionados

    Sambadeiras do Recôncavo Baiano entrevista concedida a pesquisadora Clécia Queiroz: https://www.youtube.com/watch?v=vG9YB4taCqQ

    Doc Mulheres do Samba de Roda: https://www.youtube.com/watch?v=Suq9E24YQwI

    Programa Saberes - Histórias do Recôncavo - Dona Cadu: https://www.youtube.com/watch?v=4V-ns9sMfPU


    31 min
  • Ep#30 - O Carimbó com Valdinéia Sauré - Temporada Ritmos

    O carimbó é uma manifestação cultural envolvente. Um encontro entre as manifestações indígenas e africanas. E vem sendo ressignificada através da força das mulheres das águas.

    Em nosso episódio 30 do Cirandeiras e 7º da temporada Ritmos, te convidamos a adentrar uma paisagem sonora da floresta amazônica, na região norte do Brasil, para mergulharmos no som que vem do rio Tapajós como fonte de inspiração.

    Quem vem nos apresentar o ritmo é Valdinéia Sarué, da etnia Munduruku, integrante do primeiro grupo de carimbó formado por mulheres indígenas do Brasil - as Suraras.

    Então coloque os fones no ouvido porque queremos ver vocês tudim dançando e mexendo todos os sentidos por aí.

    Produção e apresentação: Joana Suarez e Raquel Baster

    Finalização e edição de som: Fernanda Carvalho

    Créditos trilhas sonoras: Grupo Suraras, Blue Dot Sessions, Samuel Corwin e Sonnik

    Links citados e ou relacionados neste episódio:

    https://www.facebook.com/SurarasDoTapajos

    https://www.youtube.com/channel/UCGejMpVA_Juj3-Y-CI96fRw/featured

    https://www.instagram.com/surarasdotapajos/

    https://www.brasildefato.com.br/2020/12/04/empoderamento-femino-conheca-a-luta-cantada-das-guerreiras-suraras-do-tapajos

    https://www.socioambiental.org/pt-br/noticias-socioambientais/munduruku-denunciam-ataque-de-garimpeiros-em-jacareacanga-pa

    https://www.camara.leg.br/noticias/779075-ccj-conclui-votacao-de-projeto-sobre-demarcacao-de-terras-indigenas

    https://ufmg.br/comunicacao/noticias/associacao-de-mulheres-indigenas-suraras-do-tapajos-lanca-primeiro-album-musical



    33 min
  • Ep#29 - O Repente com Soledade Leite - Temporada Ritmos

    Quem aí em momentos de paixão eufórica não sentiu necessidade de exprimir seu encantamento através de versos?

    A gente por aqui está explodindo de amor declarado pelo novo episódio da Temporada Ritmos.  Voltamos a Paraíba para apresentar uma manifestação cultural que embalou muitos corações, mas que há alguns anos vem sendo ocupada por vozes femininas para ecoar outras pautas.

    De um universo tradicionalmente masculino, a milenar arte do Repente vem sendo desafiada a improvisar cantorias de luta por espaços mais igualitários de poesia cantada.

    No EP#29, quem vem cirandar é a repentista Soledade Leite, de 78 anos, que desde os 8 brinca de cantar versos. A poetisa da viola vem recontar as histórias dos antigos cordéis e ensinar que “mulher consciente não aceita os domínios machistas de ninguém”.

    Produção e apresentação: Joana Suarez e Raquel Baster

    Edição de som: Fernanda Carvalho

    Links citados neste episódio:

    https://www.paraibacriativa.com.br/artista/maria-da-soledade-leite/

    https://www.acervoayala.com/acervo/nossa-historia-em-poesia-publicacao-digital-gratuita/

    27 min

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No podcast Cirandeiras, exercitamos a escuta de mulheres brasileiras ousadas que modificam vidas, padrões e territórios. Convidamos você para entrar nessa manifestação coletiva e forte que é a ciranda. E nossa missão começa com um tema que não tem como fugir nas próximas semanas: o novo coronavírus.

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