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Verônica Santana é agricultora e tem 52 anos. Mora hoje no assentamento Vitória da União, no município de Santa Luzia do Itanhy, no litoral sul de Sergipe. Mas nasceu no sertão do Estado, onde iniciou sua militância nas pastorais sociais, na década de 80. Começou sua luta na convivência com a seca, em períodos difíceis de estiagem, mas foi no Movimento da Mulher Trabalhadora Rural do Nordeste (MMTR-NE) onde aprendeu sobre as desigualdades de gênero e a importância de trabalhar a participação política fora e dentro de casa.
Apresentação, produção e edição: Joana Suarez e Raquel Baster
*Esse episódio teve o apoio da Microbolsa Check Global, do Meedan
Links citados no programa:
MMTR NE: http://www.mmtrne.org.br/
Documentário Mulheres Rurais em Movimento: https://www.youtube.com/watch?v=PQkIWTIyJc4
Sobre PL 873/2020: http://www.contag.org.br/index.php?modulo=portal&acao=interna&codpag=101&id=13975&nw=1&mt=1
Pesquisas sobre internet - TIC domicilios https://www.cetic.br/pesquisa/domicilios/
Ceres Luisa Antunes Hadich de 36 anos nasceu em Londrina, norte do Paraná. Em função do trabalho do avô paterno a família mudou para Curitiba. Em 2002 inicia os estudos em Agronomia na UFPR. Mesmo proveniente de uma família que não tinha vínculos com o campo, desejou continuar estudando e isso só poderia ser feito através do ingresso em uma universidade pública. A militância em movimento estudantil a fez conhecer os movimentos organizados de luta pela terra. Entra para o Movimento Sem Terra (MST) e o assentamento Maria Lara torna-se sua casa. As lutas pela reforma agrária, moradia digna no campo e a agroecologia, suas causas de vida.
Apresentação, produção e edição: Joana Suarez e Raquel Baster
*Esse episódio teve o apoio da Microbolsa Check Global, do Meedan
Links citados no programa:
Propaganda Agro é Pop: https://www.youtube.com/watch?v=R_s9ShEqkvM
Movimento dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais Sem Terra: https://mst.org.br/
Escola Latinoamericana de Agroecologia:http://elaa.redelivre.org.br/
MP 910 da grilagem:
https://congressoemfoco.uol.com.br/meio-ambiente/com-alteracoes-mp-910-deve-ser-votada-na-terca-veja-o-relatorio-na-integra/
O que está por trás do relator da MP910 da grilagem:
https://deolhonosruralistas.com.br/2020/05/11/texto-de-iraja-na-mp-da-grilagem-beneficia-negocios-do-padastro/
Quem é o novo presidente do Incra:
https://www.nexojornal.com.br/expresso/2019/10/18/Quem-%C3%A9-o-novo-presidente-do-Incra.-E-qual-sua-prioridade
Dados do Relatório de Conflitos no Campo da CPT 2019:
https://www.cptnacional.org.br/component/jdownloads/category/74-espaco-para-imprensa-releases-analiticos?Itemid=-1
Texto O silenciamento das mulheres camponesas em situação de conflitos no campo e as sementes que anunciam suas resistências por Raquel Baster (Relatório de Conflitos no Campo da CPT 2018):
https://www.cptnacional.org.br/component/jdownloads/send/41-conflitos-no-campo-brasil-publicacao/14154-conflitos-no-campo-brasil-2018?Itemid=0
A primeira temporada do podcast Cirandeiras vai abordar o tema que chegou rápido na casa de todos: o coronavírus. Vamos escutar mulheres ousadas, que dão passos importantes e movimentam comunidades, tal como uma cirandeira. Nesse momento, nada melhor do que conhecer histórias inspiradoras e saber o que elas estão fazendo no combate ao coronavírus. As mulheres são as mais vulneráveis hoje na nossa população, chefiando famílias sozinhas, mas elas nunca desistem – estamos acostumadas a lidar com adversidades todos os dias e encontrar soluções.
Neste episódio de estreia, explicamos mais sobre a proposta, tratamos um pouco do contexto atual do Brasil imerso na contenção do coronavírus e conversamos com a mestre cirandeira Lia de Itamaracá, já que escolhemos a ciranda como símbolo desse projeto. Lia é uma mulher negra, de 76 anos, que mora na ilha de Itamaracá. Rainha da ciranda brasileira e Patrimônio vivo de Pernambuco.
Produção e apresentação Joana Suarez e Raquel Baster
Edição de som de Júnior Niquini
Vinheta de Nicolli Bueno
Logo de Vitor Drumond
Links citados neste programa:
Reportagem da revista AZMina com dados:
https://azmina.com.br/reportagens/trabalhadoras-informais-temem-nao-ter-como-alimentar-os-filhos-em-crise-do-coronavirus/
Sobre Lia de Itamaracá
https://www.instagram.com/liadeitamaracaoficial/
www.liadeitamaraca.com.br
https://lia-de-itamaraca-no-bndes.lojaintegrada.com.br/
Sobre as marisqueiras de Itamaracá:
https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=1479780642228596&id=100005900224086
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2020-03/prorrogada-mp-de-auxilio-para-pescador-afetado-por-mancha-de-oleo
Você conhece a Ciranda? É uma manifestação popular do litoral pernambucano. A dança acontece de forma coletiva, com uma grande roda girando em sintonia. Queremos formar uma ciranda com mulheres que são inspiração e força para o desafio da vez: a pandemia (Covid19). Teremos aqui um tempo para exercitar a escuta de brasileiras ousadas que modificam vidas, padrões e territórios. Quem são as “cirandeiras” que lideram comunidades? E como elas estão lidando com mais esse problema do novo coronavírus em meio a outras lutas diárias?
A gente acredita que, desde sempre, as mulheres estão na linha de frente e vêm delas as melhores soluções. Então, toda quarta-feira, você tem alguns minutos de esperança, pois as mulheres nunca desistem.
Esse projeto será tocado por duas jornalistas: Joana Suarez e Raquel Baster. Mas para dançar a ciranda a gente precisa de, no mínimo, três. Por isso, vamos trazer a cada episódio a história de uma mulher de um lugar diferente desse país gigante.
Vamos dar as mãos?
(Arte: Vitor Drumond)
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