Convidado

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Convidado episodes

  • Rafael Marques, o encontro com João Lourenço
    O chefe de Estado angolano, João Lourenço, recebeu na terça-feira a sociedade civil angolana, hoje foi a vez de Rafael Marques ser convidado para uma audiência no palácio presidencial.
    No fim desse encontro, Rafael Marques falou à imprensa e começou por abordar o que seria necessário para o país.
    O jornalista de investigação abordou vários temas como os direitos humanos, a operação resgate, as zungueiras e o repatriamento de capitais.
    Rafael Marques realçou também a vontade de abertura por parte do Governo, bem como a mudança em relação ao executivo anterior.
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  • "O movimento vai continuar", afirma historiador português
    O Primeiro Ministro francês, Édouard Philippe, anunciou hoje algumas medidas destinadas a apaziguar os ânimos dos “coletes amarelos”. Em primeiro lugar, a suspensão, durante seis meses, do agravamento da carga fiscal sobre os combustíveis, do gás e da electricidade. Mas também, o abrandamento da grau de exigência no controlo técnico dos automóveis, para evitar que os mais necessitados tenham de adquirir  imperativamente um veículo novo, ou mais recente.
    Mas todas estas medidas são consideradas insuficientes, e os “coletes amarelos afirmam que não querem “migalhas”. Oiça aqui a entrevista e os comentários do nosso Convidado de hoje, Victor Pereira, Professor de História na Universidade de Pau, no Sul da França.
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  • Coletes amarelos na ruas: "isto é a França"
    72% dos franceses continuam a apoiar o movimento "coletes amarelos"e 85% condena os actos violentos, em Paris este sábado.
    O executivo francês enfrenta uma corrida em contra-relógio para apaziguar a crise social e política que enfrenta.
    O primeiro-ministro francês recebeu, esta manhã, os líderes dos partidos e representantes dos coletes amarelos. O governo percebeu a importância de encontrar respostas com outros partidos aponta o vereador da Câmara de Paris, Hermano Sanches Ruivo.
    A líder da União Nacional, Marine Le Pen, e o líder da França Insubmissa, Jean-Luc Mélenchon pedem eleições antecipadas. Marine Le Pen pediu a dissolução da Assembleia. Para Hermano Sanches Ruivo há que perceber que existe uma divisão no movimento dos coletes amarelos.
    A autarca na região parisiense e dirigente do Bloco Esquerda, Cristina Semblano, descreve este movimento que diz ser iminentemente político popular.
    Na semana passada, o movimento "coletes amarelos" entregou ao governo um documento com 42 reivindicações. O ministro da economia, Bruno Le Maire, afirmou que uma das medidas que pode vir a ser anunciada passa pela redução dos impostos. O governo tem de agir a curto prazo aponta o economista Pascal de Lima.
    No sábado, 136 mil pessoas juntaram-se à mobilização dos coletes amarelos, registaram-se 263 feridos e 412 pessoas foram interpeladas pelas forças de segurança, segundo um balanço da polícia.
    Quarta-feira, 5 de Dezembro, a Assembleia Nacional vai debater este impasse político e social, tema levado na quinta-feira ao Senado.
    8 min
  • “Nova esperança” para São Tomé e Príncipe
    Jorge Bom Jesus, presidente do MLSTP-PSD, foi nomeado primeiro-ministro de São Tomé e Príncipe e vai formar um governo com o apoio da coligação PCD-UDD-MDFM. Gerhard Seibert, autor do livro “Camaradas, Clientes e Compadres”, fala em “nova esperança” para o país com um líder que em poucos meses levantou o seu partido e chegou à chefia do Governo.
    A nomeação de Jorge Bom Jesus, líder do MLSTP-PSD, como primeiro-ministro “é uma nova esperança, é uma nova oportunidade” para São Tomé e Príncipe, considera Gerhard Seibert, autor do livro "Camaradas, Clientes e Compadres" e professor na Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (UNILAB).
    Em entrevista à RFI - que pode ouvir clicando na imagem principal – o especialista de São Tomé e Príncipe afirmou que Jorge Bom Jesus “fez um grande trabalho” porque só assumiu a liderança do MLSTP-PSD há poucos meses e “mostrou muita credibilidade e a capacidade de re-unir o partido” apesar do “pouco tempo para a preparação das eleições” e dos parcos meios à sua disposição.
    “Ele conseguiu mostrar uma imagem de credibilidade também dentro do MLSTP-PSD. Era importante substituir Aurélio Martins que foi uma figura muito contestada durante muito tempo, não só dentro do partido, mas também fora. Eu estou convencido que, com a liderança de Aurélio Martins, o MLSTP-PSD nunca teria ganho estes votos”, sublinhou o antropólogo.
    Gerhard Seibert acrescentou que Jorge Bom Jesus conseguiu mostrar que há “uma alternativa viável e real a uma governação do ADI”, a qual “também estava muito contestada nos últimos anos pela autocracia, o estilo autoritário de Patrice Trovoada, tantas posições muito duvidosas contestadas pela oposição e no seio da população também”.
    Na quarta-feira, Patrice Trovoada, líder do ADI e primeiro-ministro cessante, anunciou que vai deixar a liderança do seu partido e que também deixa o cargo de deputado, depois de a comissão política do ADI ter decidido indicar João Álvaro Santiago como candidato a primeiro-ministro. Para Gerhard Seibert, com a saída de Patrice Trovoada, o ADI “corre o risco de se desintegrar”.
    “Tendo em conta a perda de apoio logístico, financeiro, pessoal de Patrice Trovoada, este partido corre o risco de se desintegrar”, afirmou, destacando que “a ADI é um partido de uma pessoa só” que “ao contrário dos outros partidos em São Tomé, praticamente não conhece uma democracia intrapartidária porque quem manda é Patrice Trovoada”.
    Ainda que a ADI tenha vencido as legislativas com maioria simples – 25 em 55 deputados da Assembleia Nacional – o primeiro-ministro nomeado foi Jorge Bom Jesus, presidente do MLSTP-PSD.
    O MLSTP-PSD foi o segundo partido mais votado nas eleições legislativas de 07 de Outubro, com  23 assentos parlamentares, mas assinou um acordo pós-eleitoral com a coligação PCD-UDD-MDFM, que conquistou cinco assentos parlamentares, o que elevou para 28 deputados a soma conquistada por esta aliança. No escrutínio, foram ainda eleitos dois deputados independentes pelo distrito de Caué, no sul do país, que manifestaram, entretanto, o seu apoio à “geringonça” MLSTP-PSD / PCD-UDD-MDFM.
    A tomada de posso do novo Governo está marcada para segunda-feira.
    15 min
  • G20: Duelo China/Estados Unidos?
    Buenos Aires, a capital da Argentina, será o palco da cimeira do G20, que começa sexta-feira, com uma agenda preenchida de temas polémicos.
    As atenções desta cimeira, que reúne o grupo das 20 principais economias do mundo, estão centradas na guerra comercial entre os Estados Unidos e a China. Mas a guerra no Iémen, o conflito entre a Rússia e a Ucrânia e o caso Khashoggi na Arábia Saudita prometem também marcar o encontro.
    O nosso Convidado, Guilherme Marques da Fonseca, Economista, especialista em Finanças e Política Internacional, fez uma antevisão desta cimeira, mas começou por analisar um dos temas mais falados antes do G20, as negociações entre o Presidente norte-americano Donald Trump, e o Presidente chinês Xi Jinping para chegar a um acordo comercial.
    8 min
  • Ucrânia e Rússia, guerra à vista ?
    As manobras militares intensificam-se na fronteira entre a Ucrânia e a Rússia. As forças armadas russas têm reforçado os mecanismos de defesa na península da Crimeia, enquanto a Lei Marcial, que dá mais poderes aos militares ucranianos, entrou em vigor nesta quarta-feira.
    Manobras de ambas as partes quando a tensão aumentou no passado fim-de-semana a Rússia acabou por atacar três navios ucranianos. Após esse ataque o Presidente ucraniano promulgou a lei marcial em dez regiões fronteiriças e na zona costeira.
    A Rússia contra-atacou afirmando que os navios estavam nas águas territoriais russas, o que é contestado pela Ucrânia. Recorde-se que o conflito já dura há mais de quatro anos. Em 2014, a Rússia anexou a península da Crimeia e é acusada de apoiar os separatistas pró-russos no Leste da Ucrânia.
    O nosso Convidado, Nuno Barrento de Lemos Pires, Coronel da Academia Militar Portuguesa e especialista de Estratégia, analisou o conflito entre a Rússia e a Ucrânia, mas começou por fazer um ponto da situação, afirmando que um confronto directo entre os dois países é pouco credível.
    0 min
  • Braço-de-ferro entre Macron e os Coletes Amarelos
    Há quase duas semanas os coletes amarelos têm paralisado em certa medida o dia-a-dia dos franceses. Aliás no passado sábado houve vários confrontos em Paris entre a polícia e os manifestantes. O movimento Coletes Amarelos tem manifestado contra as taxas que o Governo quer implementar nos combustíveis. Taxas que teriam como objectivo acelerar a transição energética. O Presidente Emmanuel Macron insistiu nesse aspecto, da transição energética, para afirmar que não vai ceder às pressões.
    Para o nosso Convidado, Hermano Sanches Ruivo, Vereador Executivo da Câmara de Paris, o discurso de Emmanuel Macron era esperado, embora tivesse desejado um pouco mais; perante a dimensão que adquiriu agora o movimento dos coletes amarelos.
    9 min
  • "Rússia volta a violar Direito Internacional"
    Foi convocada uma reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU para discutir tensão entre Rússia e Ucrânia.
    A Rússia atacou, este domingo, três navios ucranianos ao largo da Crimeia. Os confrontos entre os dois países intensificaram-se no Estreito de Kerch, que liga o mar de Azov ao mar Negro, onde a Rússia construiu uma ponte para a Crimeia, depois da anexação do território em 2014.
    O Presidente ucraniano, Petro Poroshenko, vai propor ao parlamento o reforço do poder militar através da implementação da lei marcial, durante 60 dias.
    O analista José Milhazes recorda que a comunidade internacional não aprovou a anexação da Crimeia e analisa a escalada de violência e hostilidades entre os dois países, não esquecendo que o Presidente Petro Poroshenko se prepara para perder as eleições, que se avizinham como as mais renhidas de sempre no país, e pode estar a aproveitar-se deste incidente bem como o faz Vladimir Putin.
    9 min
  • São Tomé em busca de sustentabilidade
    O chefe de Estado são-tomense começou hoje a receber os partidos políticos para discutir a formação do próximo executivo, devendo encontar na segunda-feira o ADI. De acordo com sociólogo são-tomense, Olívio Diogo, se a ADI não conseguir sustentabilidade governativa, Evaristo de Carvalho deve chamar o segundo partido mais votado, MLSTP, para que este apresente uma solução de governo.
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  • Angola e Portugal: O Recomeço
    O chefe de Estado angolano, João Lourenço, iniciou hoje uma visita oficial de três dias a Portugal. Uma deslocação que é vista como um virar de página nas relações tensas entre os dois países que partilham história e que têm obrigações no plano da relação euro-africana. Eugénio Costa Almeida, investigador angolano do Centro de Estudos Internacionais do Instituto Universitário de Lisboa, acredita que esta visita normaliza as relações entre Angola e Portugal.
    8 min

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De segunda a sexta-feira (ou, quando a actualidade o justifica, mesmo ao fim de semana), sob forma de entrevista, analisamos um dos temas em destaque na actualidade.

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