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Convidado episodes

  • Legislativas são-tomenses: as apostas da ADI
    Há cinco dias que arrancou a campanha eleitoral das legislativas, autárquicas e regionais de São Tomé e Príncipe do próximo dia 7 de Outubro. Concorrem cinco partidos, uma coligação e um movimento, sendo que hoje ouvimos o primeiro-ministro cessante e líder da ADI, Patrice Trovoada, que pretende alcançar um novo mandato. Ao expor o seu programa que responde ao lema "ir mais além", Patrice Trovoada começa por responder às críticas de que tem sido alvo a sua acção nestes últimos quatros anos por parte da oposição.
    11 min
  • Legislativas são-tomenses: os projectos do MLSTP
    Desde o passado fim-de-semana, está a decorrer a campanha eleitoral das legislativas, autárquicas e regionais de São Tomé e Príncipe do próximo dia 7 de Outubro. Concorrem cinco partidos, uma coligação e um movimento, sendo que entre as formações que pretendem conquistar a chefia do governo se encontra o MLSTP, formação que já esteve no poder no passado. Jorge Bom Jesus, líder do partido há cerca de 3 meses é também o seu candidato ao cargo de Primeiro-ministro. Ao expor o seu programa, Jorge Bom Jesus começa por fazer um balanço dos 4 anos de governação da ADI sem as interrupções que marcaram outros mandatos, "algo inédito" reconhece o candidato mas que segundo ele, "a ADI não soube capitalizar".
    11 min
  • Legislativas são-tomenses: a visão do PCD-MDFM-UDD
    Começou no Sábado a campanha eleitoral das legislativas, autárquicas e regionais de São Tomé e Príncipe do próximo dia 7 de Outubro. Nestas eleições concorrem cinco partidos, uma coligação e um movimento, sendo que entre as formações que pretendem conquistar a chefia do governo se encontra a coligação PCD-MDFM-UDD. O cabeça de lista desta coligação é Arlindo Carvalho, líder do PCD, que ao expor o seu programa que visa nomeadamente conduzir reformas na justiça, a "despartidarização" da administração ou ainda atrair investimento privado para combater o desemprego, começa por fazer um balanço dos 4 anos de governação da ADI.
    11 min
  • 1970: Portugal tentou derrubar Sékou Touré
    Na perpsectiva da comemoração dos 60 anos da independência da Guiné Conacri, no próximo dia 2 de Outubro a RFI ouviu vários testemunhos, entre os quais o do então sargento aviador António Lobato, que falou da operação anfíbia secreta com o nome de código “Mar Verde” em 1970, esta foi a primeira vez que tropas portuguesas invadiram um país africano independente.
    O objectivo da dita Operação Mar Verde era libertar os prisioneiros portugueses e derrubar o regime de ditadura marxista de Sékou Touré, sendo que os navios lusitanos transportavam membros do futuro governo provisório, constituido por  militares da Frente de Nacional de Libertação da Republica da Guiné, treinados na então Guiné portuguesa.
    Apenas 3 pessoas conheciam todos os segredos desta  operação: Marcelo Caetano, então presidente do Conselho de ministros, o então governador da Guiné-Bissau, brigadeiro António Spínola e o comandante do centro de operações especiais  Alpoim Calvão que concebeu e dirigiu esta operação.
    A  22 de Novembro de 1970 as forças coloniais portuguesas invadem Conacri com o objectivo de derrubar o regime de Sékou Touré, e o arsenal bélico do PAIGC em Conacri, onde residia designadamente o seu fundador Amilcar Cabral, ausente de Conacri nesse dia tal como o presidente Sékou Touré.
    Esta operação secreta, que causou mais de 400 mortos do lado guineense e 3 mortos e 3 feridos graves do lado português, permitiu libertar 26 prisioneiros lusos, detidos durante 7 anos em prisões do PAIGC em Conacri, caso do então sargento aviador António Lobato.
    Mas no plano político “Mar Verde” foi um fracasso, condenado pelas Nações Unidas, o que fez com que Marcelo Caetano não tenha assumido as responsabilidades do Estado português nesta operação, até hoje não reconhecida por Portugal, como refere o correspondente da RFI em Conacri Carole Valade.
    Um dos objectivos principais da operação era derrubar o regime de Sékou Touré, com vários inimigos na Europa.
    António Lobato comentou o suposto envolvimento dos serviços secretos franceses ou alemães na preparação do “Mar Verde”.
    O general Spínola, então governador militar da Guiné portuguesa, considerou a operação um “fracasso”, já o comandante Alpoim Calvão, chefe das operações especiais que planificou e dirigiu o ataque considerou-a um “sucesso”.
    António Lobato comentou esta discrepância de leituras sobre os resultados do “Mar Verde”.
    António Lobato, antigo prisioneiro português solto em Conacri em 1970 no âmbito da operação “Mar Verde”, foi ouvido pelo correspondente da RFI em Conacri, Carole Valade.
    Para aprofundar a operação “Mar Verde” e a forma como a antiga potência colonial da Guiné Conacri, a França, tentou desestabilizar o regime de Sékou Touré, bem como a repressão que este veio a exercer sobre a população pode consultar, em francês, uma grande investigação sobre a história da violência político nesse país vizinho da Guiné-Bissau, com arquivos inéditos e entrevistas exclusivas na Internet em savoirs.rfi.fr
    A RFI que se implicou também numa obra colectiva de investigação a ser publicada esta terça-feira "Mémoire collective: une Histoire plurielle des violences politiques en Guinée", sobre a repressão política na Guiné Conacri.
    Este foi um trabalho coordenado por Isabel Pinto Machado.
    8 min
  • Dautarin da Costa: uma demissão do governo "seria juntar um problema"
    Começou oficialmente o recenseamento eleitoral na Guiné-Bissau com vista à realização das eleições legislativas de 18 de Novembro, mas este processo está ser marcado pelas crescentes dúvidas quanto ao cumprimento dos prazos e aumentam também as críticas ao governo de Aristides Gomes. O MADEM de Braima Camará e a APU de Nuno Nabian, têm sido algumas dessas vozes críticas. Ao mesmo tempo que apelam à demissão do Primeiro-Ministro, têm mantido contactos com o PRS que integra o governo, no âmbito dos preparativos das eleições. Ao debruçar-se sobre o significado destes contactos, o analista guineense Dautarin da Costa, considera que uma demissão do governo "seria juntar um problema" a uma situação já por si complexa.
    8 min
  • Salvador Freire: "Burla Tailandesa revelou a vulnerabilidade do Estado Angolano"
    Em Angola, o caso "burla tailandesa", o esquema revelado em 2017 em que supostos investidores tailandeses, com alegadas cumplicidades internas, tentaram burlar o Estado angolano no valor de 50 mil milhões de Dólares conheceu um novo episódio ontem.
    O Tribunal Supremo decidiu aplicar a prisão preventiva a oito arguidos deste caso dos quais constam 4 cidadãos tailandeses, um canadiano, um eritreu e dois angolanos. A dois outros arguidos igualmente angolanos, Norberto Garcia, antigo secretário para a informação do MPLA no poder, e José Arsénio Manuel, general das Forças Armadas, foi aplicado o regime de prisão domiciliária, sendo que, por outro lado, a justiça ilibou Geraldo Sachipengo Nunda, general e antigo Chefe de Estado Maior das Forças Armadas Angolanas.
    Ao saudar a decisão da justiça do seu país, o advogado angolano Salvador Freire, presidente da associação "Mãos Livres", considera que esta tentativa de burla demonstra sobretudo as fragilidades patentes no aparelho de Estado angolano.
    8 min
  • Chumbos de candidaturas às autárquicas moçambicanas
    A menos de um mês das autárquicas de 10 de Outubro em Moçambique, a capital concentra alguns casos mediáticos de chumbos de candidaturas. Há poucos dias, depois de ter sido pressentido para liderar a lista da Frelimo em Maputo, Samora Machel Júnior, cabeça de lista da associação AJUDEM, viu a sua candidatura ser invalidada no passado dia 14 de Setembro.
    Entretanto ontem, o Conselho Constitucional de Moçambique também chumbou o recurso interposto pela Renamo, maior força de oposição, com vista a tentar validar a candidatura de Venâncio Mondlane como seu cabeça de lista para a capital. A candidatura deste responsável que ainda há poucos meses era membro do MDM tinha sido rejeitada pela Comissão Nacional de Eleições com base no facto de Venâncio Mondlane ter sido membro do Conselho Municipal de Maputo e ter renunciado ao cargo em 2015, na altura para ser deputado do MDM.
    Ao enunciar o que diz a lei sobre casos deste género, o analista moçambicano Elísio Macamo, professor no Departamento de Estudos Africanos da Universidade de Basileia na Suíça, explica que a CNE se limitou a responder a uma queixa apresentada pelo MDM, este sendo um procedimento legal.
    8 min
  • Guiné-Bissau: "Não há eleições que resolvam o problema"
    As eleições legislativas na Guiné-Bissau estão marcadas para 18 de Novembro. A dois meses da data prevista o recenseamento eleitoral, que devia ter arrancado a 23 de Agosto, ainda não começou. E ultrapassado está o prazo legal para a apresentação de candidaturas junto do Supremo Tribunal de Justiça.
    As dúvidas sobre a manutenção do calendário eleitoral não param de aumentar, assim como a chuva de críticas ao primeiro-ministro Aristides Gomes.
    A dois meses das legislativas, em Bissau encontra-se uma missão da CEDEAO que tem por objectivo avaliar a situação no país.
    Confira aqui a análise de Leonardo Cardoso, sociólogo guineense, ligado ao INEP.
    8 min
  • O fim do "irritante"
    António Costa deu início, esta segunda-feira, a visita oficial a Angola. A deslocação do primeiro-ministro de Portugal vira a página ao "irritante" entre os dois países e quebra um jejum de sete anos. Confira aqui.
    9 min
  • "Burocracia atrasa eleições na Guiné-Bissau"
    Na Guiné-Bissau o primeiro-ministro, Aristides Gomes, reuniu-se com os partidos políticos com assento parlamentar para lhes explicar que os atrasos no recenseamento eleitoral se devem apenas a questões burocráticas. O processo devia ter começado a 23 de Agosto, mas ainda não arrancou devido aos atrasos na chegada dos "Kits" de registo biométrico. Rui Jorge, coordenador de projectos de monitorização eleitoral e diálogo política na ONG Tiniguena, afirma que este atraso se deve ao facto da Guiné-Bissau ser um país altamente dependente dos parceiros externos para realizar as eleições.
    7 min

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De segunda a sexta-feira (ou, quando a actualidade o justifica, mesmo ao fim de semana), sob forma de entrevista, analisamos um dos temas em destaque na actualidade.

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