Convidado

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Convidado episodes

  • Donald Trump e Emmanuel Macron: duas visões do Mundo
    Na ONU estão em curso os discursos dos diferentes chefes de Estado. No entanto ontem as atenções estavam viradas para o Presidente norte-americano, Donald Trump, e para o Presidente francês, Emmanuel Macron.
    O nosso convidado é Rogério Leitão, politólogo português e professor de relações internacionais na Universidade de Coimbra, que analisou os discursos dos dois presidentes. Rogério Leitão admitiu que Donald Trump teve uma actuação quase cénica, enquanto Emmanuel Macron foi mais consensual.
    8 min
  • Ciclones : A França envia ajuda para as Antilhas
    No espaço de dez dias, as Caraíbas foram varridas por vários ciclones. Irma destruiu uma grande parte da ilha de St. Martin, e varreu Saint-Barthélemy, causando enormes danos materiais. Ontem, dia 18 de Setembro, a ilha de Guadalupe também foi varrida por ventos a mais de 200 km / h, com chuvas torrenciais.
    Muitos criticam já o governo francês, por não anticipado e protegido convenientemente as populações.
    O nosso Convidado de hoje, o Professor catedrático de origem haitiana, Rafael Lucas, ligado à Universidade de Bordéus, comenta esta situação.
    9 min
  • Trump, Guterres e Macron, os rostos da Assembleia geral da ONU
    No nosso Convidado do dia, a 72a Assembleia geral das Nações Unidas, em Nova Iorque, com 3 novos rostos, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, o presidente da França, Emmanuel Macron e o secretário-geral da ONU, António Guterres.
    Para analisar connosco os grandes temas de Política Internacional, como os mísseis da Coreia do Norte, as alianças pontuais da Rússia e da China, com os Estados Unidos, no conselho de segurança, o nuclear do Irão ou ainda a reforma do sistema internacional da ONU e a cooperação com a África, entrevistámos o jornalista guineense, na CNN, Umaro Djau, analista político e especialista de Comunicação estratégica, que aborda, igualmente, a situação na Guiné Bissau.
    14 min
  • Rohingya: a maior comunidade apátrida do mundo
    A crise dos rohingyas é uma das mais longas do mundo e uma das mais negligenciadas, a constatação é o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados.
    Representam cerca de 5% dos 60 milhões de habitantes de Myanmar. Não são reconhecidos pelas autoridades, não podem casar ou viajar sem permissão, não têm o direito de possuir terra ou propriedade, não têm acesso ao mercado de trabalho, nem aos serviços públicos como escolas e hospitais.
    Desde finais de Agosto que a situação, em Rakhine, onde vive esta minoria, agravou-se quando o exército lançou uma operação militar no oeste do país, em resposta a uma série de ataques do Exercito de Salvação Rohingya de Arracão.
    António Guterres, secretário-geral da ONU, qualificou de “completamente inaceitáveis” os alegados ataques das forças de segurança de Myanmar contra os Rohingya.
    Em silêncio perante todos estes acontecimentos está a líder de facto de Myanmar Aung San Suu Kyi. A dirigente da ex-Birmânia, no poder desde Abril de 2016, prometeu quebrar o seu silêncio na próxima terça-feira.
    Para nos explicar a crise dos rohingyas, a RFI ouviu Faranaz Keshavjee, investigadora do Centro de Estudos Internacionais do ISCTE.
    16 min
  • A “partidocracia” da justiça de Angola
    Em Angola, o Tribunal Constitucional decidiu e chumbou todos os recursos da oposição. UNITA, CASA-CE, PRS e FNLA impugnaram, separadamente, os resultados das eleições gerais angolanas de 23 de Agosto. A oposição alega irregularidades e pedia a impugnação do pleito.
    O Tribunal Constitucional de Angola pensa de outra forma, validou as eleições gerias que diz terem decorrido de forma organizada, participativa e ordeira além de "livres, transparentes, universais e justas".
    Os recursos da oposição formam assim considerados “improcedentes”. Da decisão do Tribunal Constitucional não há direito a recurso.
    William Tonet, jurista e jornalista angolano, ligado à oposição, sublinha a “partidocracia” da justiça angolana, o que retira independência às suas instituições.
    9 min
  • Debate sobre o Estado da União Europeia
    Jean-Claude Juncker defendeu hoje no debate sobre o Estado e o Futuro da União uma Europa mais inclusiva, com decisões mais rápidas e eficazes. O presidente da Comissão Europeia lançou a necessidade uma Europa mais forte no combate ao terrorismo e a criação de um ministro europeu da economia e finanças.
    Juncker abriu a porta às listas transnacionais de deputados às próximas eleições europeias e admitiu que não é previsível que num futuro próximo Ancara reúna as condições para aceder à União Europeia.
    Jean-Claude Juncker realçou a retoma económica e a integração política do bloco e relativizou o Brexit.
    Analisamos a Europa traçada por Jean-Claude Juncker com o ex-eurodeputado português, Rui Tavares.
    9 min
  • Novo pacote de sanções imposto à Coreia do Norte
    O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas aprovou, ontem, por unanimidade um novo pacote de sanções, proposto pelos Estados Unidos da América. A oitava série de sanções imposta a Pyongyang visa punir o país pelo último ensaio nuclear datado de 3 de Setembro.
    A ONU pretende forçar os dirigentes de Pyongyang a negociar os seus programas de armamento nuclear.
    Pyongyang, por seu lado, classificou de ilegal a resolução e avisou os Estados unidos vão em breve conhecer “a maior dor da sua História”
    Analisamos a situação norte-coreana na companhia de Carlos Gaspar, especialista nas questões asiáticas ligado Instituto Português de Relações Internacionais.
    10 min
  • Furacão Irma bate recordes
    Nascido ao largo de África, o furacão Irma bateu recordes, entre eles o recorde da intensidade. De acordo com a Organização Mundial de Meteorologia, o Irma é o furacão mais forte de sempre formado no Atlântico. O furacão manteve-se vários dias na categoria máxima, categoria 5, da escala de Saffir-Simpson, devastando cidades inteiras.
    O Irma manteve por 37h consecutivas ventos de 295 quilómetros por hora.
    Segundo as conclusões do Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas, o aquecimento global do planeta aumenta a força dos furacões e a frequências de fenómenos extremos.
    Sobre estas temáticas a RFI ouviu Filipe Duarte Santos é professor da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, presidente do Conselho português do Ambiente e do Desenvolvimento Sustentável e especialista em alterações climáticas.
    16 min
  • Moçambique anuncia fim da desminagem
    Com quatro anos de avanço sobre o prazo previsto, Moçambique anunciou o fim da desminagem de bombas e munições de fragmentação em todo o território, no VII Encontro dos países participantes da Convenção de Oslo, que decorreu no Palácio das Nações, em Genebra.
    Há dois anos Moçambique havia terminado a desminagem das minas antipessoais.
    No total, foram destruídos 83.034 engenhos de bombas de fragmentação não explodidos, restantes de bombardeamento feitos no passado.
    Pedro Comissário, representante Permanente de Moçambique junto às Nações Unidas em Genebra, participou neste Encontro dos países participantes da Convenção de Oslo. Aos presentes anunciou a conclusão do trabalho de desminagem das bombas de fragmentação em todo território moçambicano, um trabalho que contou com apoio internacional, principalmente da Noruega e do PNUD, Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento.
    Um trabalho de Rui Martins, correspondente em Genebra.
    7 min
  • Angola: Desminagem em risco
    Embora ainda não tenha ratificado, Angola assinou a Convenção de Oslo contra as bombas de fragmentação e tem participado nos diversos encontros da área. Luanda está atrasada no que toca aos trabalhos de desminagem e dificilmente cumprirá o seu objectivo em 2025.
    Adriano Gonçalves, chefe de Intercâmbio e Cooperação da CNIDAH, Comissão Angolana Intersectorial de Desminagem e Assistência Humanitária, participou em Genebra, Suíça, no Palácio das Nações num encontro para avaliação da situação actual com o Observatório das Minas e Munições.
    Angola foi dos primeiros países a assinar a Convenção de Oslo em 2008, mas antes de ratificar quer fazer um levantamento geral no que concerne a bombas de fragmentação, prevendo-se a ratificação no próximo ano.
    Um trabalho de Rui Martins, correspondente em Genebra.
    7 min

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De segunda a sexta-feira (ou, quando a actualidade o justifica, mesmo ao fim de semana), sob forma de entrevista, analisamos um dos temas em destaque na actualidade.

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