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Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta quarta-feira (28):
Apesar da tentativa do governo de se afastar do caso, a pressão pela CPI do Banco Master ganhou apoio de parlamentares da base e da oposição. O movimento no Congresso indica consenso para investigar o escândalo em meio ao avanço na coleta de assinaturas.
A ministra Gleisi Hoffmann (PT) intensificou a pressão para que Fernando Haddad dispute as eleições em São Paulo em 2026. O ministro da Fazenda resiste à candidatura e avalia deixar o cargo para atuar apenas na coordenação da campanha do PT.
Após a mudança para o PSD, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, participou do primeiro evento representando a sigla em São Paulo. No encontro, ele confirmou ter conversado com Flávio Bolsonaro sobre o cenário eleitoral de 2026.
O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, defendeu a união da centro-direita e da direita já no primeiro turno das eleições presidenciais para enfrentar Lula. Segundo ele, a estratégia mais viável é concentrar apoio em Flávio Bolsonaro desde o início da disputa.
O Comitê de Política Monetária (COPOM) decidiu manter a taxa Selic em 15% ao ano, maior patamar em quase duas décadas. Apesar disso, o Copom sinalizou a possibilidade de iniciar cortes a partir da próxima reunião, diante da expectativa de controle da inflação.
Durante o Fórum Econômico Internacional da América Latina, no Panamá, o presidente Lula (PT) criticou o que chamou de “intervenções militares ilegais” na região. Sem citar nomes, o discurso foi interpretado como um recado direto aos Estados Unidos, em meio às tensões geopolíticas no continente.
O governo estuda enviar ao Congresso um projeto único para unificar propostas sobre o fim da escala 6x1. Comentaristas alertam para riscos de desemprego, aumento da informalidade e impacto negativo na economia, enquanto defendem um debate baseado em dados.
Após ser criticado por integrantes da própria direita, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) minimizou as cobranças e afirmou que se trata de uma “parcelinha” do campo político. O parlamentar também reiterou apoio a Flávio Bolsonaro em 2026.
A morte do cachorro Orelha, atribuída a adolescentes, gerou forte comoção e levantou questionamentos sobre responsabilização penal no Brasil. O caso reacendeu o debate após a Suécia anunciar planos para reduzir a maioridade penal em crimes graves.
Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
By Jovem Pan4.2
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Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta quarta-feira (28):
Apesar da tentativa do governo de se afastar do caso, a pressão pela CPI do Banco Master ganhou apoio de parlamentares da base e da oposição. O movimento no Congresso indica consenso para investigar o escândalo em meio ao avanço na coleta de assinaturas.
A ministra Gleisi Hoffmann (PT) intensificou a pressão para que Fernando Haddad dispute as eleições em São Paulo em 2026. O ministro da Fazenda resiste à candidatura e avalia deixar o cargo para atuar apenas na coordenação da campanha do PT.
Após a mudança para o PSD, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, participou do primeiro evento representando a sigla em São Paulo. No encontro, ele confirmou ter conversado com Flávio Bolsonaro sobre o cenário eleitoral de 2026.
O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, defendeu a união da centro-direita e da direita já no primeiro turno das eleições presidenciais para enfrentar Lula. Segundo ele, a estratégia mais viável é concentrar apoio em Flávio Bolsonaro desde o início da disputa.
O Comitê de Política Monetária (COPOM) decidiu manter a taxa Selic em 15% ao ano, maior patamar em quase duas décadas. Apesar disso, o Copom sinalizou a possibilidade de iniciar cortes a partir da próxima reunião, diante da expectativa de controle da inflação.
Durante o Fórum Econômico Internacional da América Latina, no Panamá, o presidente Lula (PT) criticou o que chamou de “intervenções militares ilegais” na região. Sem citar nomes, o discurso foi interpretado como um recado direto aos Estados Unidos, em meio às tensões geopolíticas no continente.
O governo estuda enviar ao Congresso um projeto único para unificar propostas sobre o fim da escala 6x1. Comentaristas alertam para riscos de desemprego, aumento da informalidade e impacto negativo na economia, enquanto defendem um debate baseado em dados.
Após ser criticado por integrantes da própria direita, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) minimizou as cobranças e afirmou que se trata de uma “parcelinha” do campo político. O parlamentar também reiterou apoio a Flávio Bolsonaro em 2026.
A morte do cachorro Orelha, atribuída a adolescentes, gerou forte comoção e levantou questionamentos sobre responsabilização penal no Brasil. O caso reacendeu o debate após a Suécia anunciar planos para reduzir a maioridade penal em crimes graves.
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