
Sign up to save your podcasts
Or


A Meta fez o que Apple, Google e Snap até tentaram, mas não conseguiram: criar óculos inteligentes que as pessoas queiram usar sem parecerem estranhas. A irritação com o acessório não é de seus donos, mas de quem está na presença de quem usa o aparelho: ser filmado sem aviso. No novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para humanos por trás das máquinas, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz contam como a Meta encontrou a fórmula do sucesso para criar óculos conectados atrativos onde outras empresas fracassaram. Os Meta Glasses viraram uma nova categoria de produto, perseguida por rivais e com direito a falsificações, do tipo ‘Meta Glasses da Shopee’. Mas o dispositivo carrega os anos de violações à privacidade de sua criadora, também dona do Facebook e Instagram. Isso tem rendido críticas a personalidades que o promovem, como Kylie Jenner e Bruna Marquezine, além de um indigesto apelido.
Pavor da internet na virada para os anos 2000, o ‘Bug do Milênio’ ameaçou transportar o mundo conectado para uma realidade offline. Superado às custas de muito dinheiro investido, o problema está de volta. Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz explicam o retorno do ‘Bug do Milênio’, que tem nova data para acontecer. Desta vez, o problema não é o contador de data de sistemas conectados, mas sim a contagem de segundos, que é finita e vai acabar. Se nada for feito, programas de equipamentos hospitalares a carros conectados entrarão em pane. Eles serão transportados para o passado, mas o problema é tão sério e incerto que não se sabe para quando.
Uma hora isso iria acontecer. Uma avalanche de conteúdos sintéticos, ou seja, feitos com inteligência artificial, inunda as plataformas digitais. E, se antes incentivavam imagens, vídeos e áudios feitos artificialmente, elas agora querem dar uma freada —ou, ao menos, sinalizar o que tem dedo da IA. No novo episódio, Deu Tilt explica como uma onda de recursos ‘dedo-duro de IA’ estão sendo implantados em serviços digitais tão diversos quanto redes sociais, streamings de música e até em serviços de mapas.
“Trabalhe enquanto eles dormem” é o mote de muito empreendedor de sucesso. Mas a vida pode ser diferente se você souber usar inteligência artificial direito. Diogo Cortiz explica como fazer o ChatGPT trabalhar a seu favor enquanto você dorme.
A corrida pela hegemonia na inteligência artificial é encabeçada por Estados Unidos e China, que disputam para ver quem tem os chips mais poderosos, os modelos mais capazes, os cientistas mais brilhantes e a maior quantidade de dinheiro para investir em data centers. Quando se pensa na dianteira dessa disputa, o Brasil e a América Latina não são lembrados. Mas há uma categoria em que nosso país e nossos vizinhos deixam americanos comendo poeira. Helton Simões Gomes conta como, em adoção e entusiasmo com a tecnologia, brasileiros são imbatíveis, segundo pesquisa da eMarketer. E, longe de serem desprezíveis, essas características são determinantes para separar países onde uma tecnologia pega daqueles onde ela é apenas uma esperança.
Como é a nova rotina da maior produtora de conteúdo do mundo com o uso intensivo de inteligência artificial? No novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para humanos por trás das máquinas, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz recebem Rafael Nasser, CEO da WPP Production Brasil. O executivo fala sobre os maiores erros das produtoras ao aderir à IA (não dá para usar assinatura do ChatGPT de R$ 100, é preciso mudar o fluxo de trabalho e deixar de pagar atores é impensável). Explica as maiores possibilidades (adaptação de campanha em tempo real, mudança de estrutura, novos papéis profissionais). Conta curiosidade como quando criaram 50 mil variações de hambúrguer em uma semana. Dá esperanças a quem está se sentindo perdido com o avanço da IA ("Olha para o seu trabalho hoje e Pensa nas suas dores: eu tenho certeza que tem uma ferramenta de IA para elas”). E crava: "com IA, dá pra fazer coisas 80% mais rápido e 50% mais barato". Como? Ele conta em Deu Tilt.
O executivo conta como vídeos feitos para Oracle, LG Motorola usaram IA para divulgar de ar condicionado ao smartphone Edge 70 com cristais Swarovski. E revela como fizeram algo impossível na Copa do Mundo de 2026. Ele revela como sua equipe, seduzida pelas possibilidades da IA, gastou US$ 5 mil em apenas uma hora.
Muita gente criticou, mas Rafael Nasser achou "maravilhoso" o vídeo feito com inteligência artificial pela prefeitura da cidade de Ulianópolis (PA) para divulgar a festa junina de 2025. Ele também conta como formar novos talentos quando a inteligência artificial já faz boa parte do serviço destinado a jovens.
O Google quer dar mais autonomia aos robôs com o Gemini Robotics 2. No novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para humanos por trás das máquinas, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz explicam como a IA pode tornar os robôs mais ágeis, capazes de cooperar entre si e lidar com situações fora da programação.
O episódio também passa pela WAIC (Conferência Mundial de Inteligência Artificial), realizada na China. Diogo Cortiz esteve no evento e conta o que viu e descobriu sobre a corrida chinesa pela inteligência artificial.
Entre os destaques está o Kimi K3, da chinesa Moonshot AI, que chamou a atenção de Xi Jinping e Donald Trump. O podcast explica por que o novo modelo está despertando tanta preocupação.
Os apresentadores também analisam a IA do Itaú, recém-chegada ao aplicativo do banco: o que é a IAI, como a tecnologia será usada e quando estará disponível para todos os clientes.
E, enquanto a tecnologia avança, os golpes digitais também crescem. Eles já são o maior crime patrimonial do Brasil. Deu Tilt mostra o perfil das fraudes, quanto as vítimas perdem e quais sinais de alerta podem ajudar a evitar uma armadilha na internet.
Executivos de grandes empresas de tecnologia recorrem a características humanas associadas à cognição humana todas as vezes que precisam descrever os superpoderes de novos serviços de inteligência artificial. Para o neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis, a IA não tem nada de consciente ou inteligente e o que está em jogo é outra coisa. Em entrevista ao Deu Tilt, podcast do UOL para humanos por trás das máquinas, o cientista explica o que a ciência entende por consciência e inteligência e diz que atribuir valores humanos a robôs inanimados é estratégia para instigar o medo nas pessoas e ampliar a valorização das empresas.No episódio, ele também critica o modelo de treinamento da IA generativa, discute os impactos da tecnologia na sociedade, analisa o avanço das interfaces cérebro-máquina com destaque para os investimentos da China e comenta os desafios enfrentados pela Neuralink, de Elon Musk.
No novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para humanos por trás das máquinas, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz explicam como as cerca de 30 bilhões de imagens cedidas por jogadores de Pokémon Go foram usadas pela Niantic Spatial para desenvolver uma tecnologia capaz de criar um mapa 3D do mundo.
A parcela de brasileiros com medo de ter o celular roubado é muito próxima daquela apavorada com a possibilidade de ser morta em um assalto, indica pesquisa do Fórum Brasileiro de Segurança Pública e Datafolha. Não há nada de hipotético nessa preocupação, já que 8,3% da população, ou seja, cerca de 14 milhões, relataram ter tido o smartphone roubado ou furtado. Os números indicam cenário ainda mais desolador: a cada cinco celulares vendidos no Brasil, outros dois são surrupiados no país. No novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para humanos por trás das máquinas, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz contam como a epidemia de roubo de smartphones virou problema de segurança pública, e o governo federal repaginou um programa para tentar contê-la. A estratégia, criada no Piauí e adotada em estados como Amazonas e Bahia, é forçar compradores a devolverem os celulares roubados, que perderão suas funções aos poucos. Pix, Gov.br, acesso a redes sociais. Paulatinamente, o aparelho vai virando um tijolo. Deu Tilt mostra como a estratégia conta com uma rara integração ministerial e já promove um inédito compartilhamento em massa de informação entre polícias estaduais. Ainda que bem intencionado, há alguns obstáculos, como a internacionalização da cadeia de celulares roubados.
Goste da inteligência artificial ou não, você vai pagar mais caro pelo seu próximo celular por causa dela. E não pense que o peso no bolso ocorrerá devido às várias funções com IA inundando os sistemas operacionais de Apple, Google e companhia. O buraco é mais embaixo. Deu Tilt explica como a IA intensificou a crise dos chips de memória na indústria de tecnologia. Para funcionar, os data centers que mantêm no ar ChatGPT, Gemini e similares precisam de milhares de GPUs, feitos pela Nvidia, mas esse arranjo só fica de pé com uma enorme quantidade de chips de memória, fabricados pelas sul-coreanas SK Hynix e Samsung e a norte-americana Micron. Com isso, a oferta desse componente fica mais rara para outros eletrônicos, como smartphones, computadores, tablets e videogames. A Apple já aumentou os preços de Macs e iPads; em breve, os iPhones devem ficar mais caros em, estimados, US$ 200. É adepto de Android? Não celebre ainda. A má notícia é que essa situação já afeta toda as fabricantes, a ponto de consultorias marcarem o fim dos celulares baratinhos para 2028 e não verem vida lá muito longa para os computadores de entrada.
Diversos países enviaram à Venezuela ajuda humanitária e para auxiliar nas buscas após o maior terremoto a atingir o país em mais de cem anos. Um deles foi o Brasil, que, além de bombeiros e socorristas, enviou um aparelho curioso. Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz contam como um dispositivo cuja função é identificar interferência em sinais de rádio foi usado em tragédias brasileiras e agora foi enviado ao país vizinho. Em atuação após as fortes chuvas que atingiram o litoral norte de São Paulo em 2023 e Minas Gerais no início de 2026, o ‘caçador de sinal pirata’ identificou 70 corpos soterrados pela lama e os escombros de edifícios que desabaram. A dupla explica como a tecnologia entra em campo para dar alguma esperança a famílias que já perderam tanto, em uma tragédia que deixou mais de 3,5 mil mortos.
Um acidente cinematográfico e fatal chamou a atenção do mundo para os carros autônomos. Um Model 3, da Tesla, colidiu com uma casa em altíssima velocidade. Uma mulher, que estava sentada confortavelmente em sua sala de estar, morreu. E o motorista afirmou que o veículo estava no modo de direção automática. A situação catastrófica, ainda em investigação, aponta para uma outra realidade. Deu Tilt explica como empresas norte-americanas, como a Tesla de Elon Musk e a Waymo do Google, diferem na estratégia para os carros conseguirem navegar sozinhos pelas ruas, enquanto a China voa abaixo do radar e já com mais de uma centena de iniciativas.
Muita gente não sabe o que fez no celular na semana passada. Mas o aparelho não esconde: você provavelmente ficou mais de 9 horas com a cara grudada na tela dele. Essa, ao menos, é a média que o brasileiro gasta diante da telinha do smartphone, segundo levantamento da Bain & Co. Esse tempo monumental dedicado ao dispositivo, no entanto, tem consequências. No novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz contam quantos anos você passará diante de telas se não fizer nada para frear essa dependência. Explicam por que você cai nas garras dessa relação de amor e mais amor com o smartphone. E contam que há saída: configurações simples são o começo para passar menos tempo diante dele. Mas você precisa dar o primeiro passo.
Durou pouco e não deixou saudade. A corrida do Vale do Silício para mostrar estar antenado levou empresas a incentivar seus funcionários a gastar o que podiam —e não podiam— com ferramentas de inteligência artificial. Apelidada de “tokkenmaxing”, a doideira foi simbolizada por rankings dos profissionais que mais consumiam tokens, promessas de bônus aos mais gastadores e até declarações públicas de bambambãs das big techs de não havia outro caminho. Só que tinha. No novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para humanos por trás das máquinas, Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes explicam como a conta astronômica do uso desenfreado da IA chegou. Literalmente: os boletos foram tão altos que companhias como Uber, Microsoft e até Meta deram um jeito de pisar no freio. A onda de exagero foi percebida até no Brasil. E agora a ressaca está saindo mais caro do que a satisfação com o esbalde.
A jornalista e engenheira norte-americana Karen Hao escreveu o livro mais importante até agora da atual corrida da inteligência artificial. Bestselling do “New York Times”, seu “Império da IA” chega agora ao Brasil, editado pela Rocco, com um dos mais afiados diagnósticos de uma tecnologia, dos empresários e pesquisadores responsáveis por ela e de suas ambições. De quebra, também é a biografia dos momentos iniciais da OpenAI, a dona do ChatGPT, o serviço que deu origem ao turbilhão que estamos vivendo. De passagem por São Paulo, Karen falou a Deu Tilt, o podcast do UOL para humanos por trás das máquinas. Em uma conversa franca, ela explicou por que chama de império as empresas de IA; conta em que medida os brasileiros, terceiro maior mercado do ChatGPT, deveriam se preocupar com essa ferramenta; diz se dá para acreditar nos líderes das empresas de IA é furada; faz um mea-culpa sobre a baixa quantidade de mulheres em seu livro e revela como e por que Elon Musk, Sam Altman, Dario Amodei, Larry Page e companhia vivem brigando.
Vivemos em um mundo onde 1 trilhão já não é uma abstração para quantidades inatingíveis, graças ao empresário sul-africano Elon Musk, que se tornou o primeiro trilionário da história da humanidade. O caminho trilhado por ele foi acelerado pelo frenesi da inteligência artificial e pela esperança da retomada da corrida espacial. Mas toda grande jornada começa com um primeiro passo. Neste novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para humanos por trás das máquinas, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz criam o “manual do trilionário”, um tutorial que remonta a trajetória do dono da SpaceX para replicar em 10 simples passos o caminho das pedras para quem quiser se tornar o segundo, terceiro ou quatro trilionários do mundo. Afinal, se ele conseguiu, qualquer um consegue. Spoiler: contém ironia.
O ChatGPT vai ler meus emails? OpenAI vai usar comentários dos leitores de Folha e UOL para alimentar sua inteligência artificial? A opinião de colunistas do portal e do jornal vai orientar o que o chat fala? É o fim do jornalismo? No novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz recebem Murilo Garavello, diretor de conteúdo do UOL. Ele participa do quadro Help Desk para responder tudo o que os leitores andam perguntando sobre a parceria entre UOL e Folha, de um lado, e a OpenAI, de outro. Este é o primeiro acordo do Brasil de licenciamento de conteúdos jornalísticos para uma empresa de inteligência artificial. Como há poucos arranjos do tipo no mundo, pairam dúvidas a respeito do que está em jogo, como o que representa para o jornalismo, para empresas de comunicação, para laboratórios de IA e para o acesso à informação. Mas também há quem questione como fica a soberania digital e se há algo em vista com companhias chinesas.
O delay na transmissão dos jogos já virou um dos personagens mais falados da Copa do Mundo de 2026. Rivaliza com o VAR e a pausa para hidratação. A essa altura, todo mundo já sabe: usar antenas digitais para ver as partidas na TV aberta evita ouvir seu vizinho gritar gol antes do narrador. Mas, já que a transmissão por streaming veio para ficar e Globoplay e CazéTV exibem cada vez mais jogos, surge a dúvida: dá para acabar de vez com o delay para partidas na internet? Neste novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para humanos por trás das máquinas, Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes contam como nasce o delay, qual é o caminho percorrido pelos dados digitais até chegar à casa de quem vê as partidas e por que moradores de Campo Grande (MS) sofrem muito mais com os atrasos do que quem vive no Rio de Janeiro.
Durou pouco e deixou saudades do que muita gente não viveu. O Fable 5, modelo da IA mais poderosa criada pela Anthropic, ficou disponível por poucos dias até que Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, mandou a empresa proibir o acesso aos serviços para quem não é norte-americano. Na impossibilidade de descobrir quem é ou não nascido nos EUA, a Anthropic puxou a tomada do Fable 5. Mas neste novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para humanos por trás das máquinas, Diogo Cortiz conta como foi usar o Fable 5 nos pouquíssimos dias em que ficou disponível. O pesquisador recorreu ao modelo para recriar um experimento voltado a reconhecer emoções expressadas em português por diferentes modelos de IA. Já realizado para outros serviços de IA no passado, o desafio agora era replicá-lo para as ferramentas atuais, que são muito mais complexas. O trabalho estava empacado, mas o Fable 5 identificou e resolveu o gargalo em 30 minutos, conta Diogo. Só não seguiu adiante, porque o pesquisador perdeu acesso a ele. E o motivo é algo que pouca gente fala sobre a IA mais poderosa da Anthropic e não tem nada a ver com a decisão de Trump.
Sabe o reconhecimento facial que você faz para abrir contas em bancos, perfis em lojas varejistas ou em planos de saúde? Essas imagens compõem um banco de dados biométricos que está no centro de uma das maiores disputas tecnológicas do Brasil. No novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para humanos por trás das máquinas, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz explicam como a briga judicial entre Unico e Serasa deveria preocupar todos os brasileiros. Parece filme de espião, mas o caso está correndo na Justiça: a Unico, firma de verificação biométrica usada por bancos como Itaú e varejistas como o Magali, acusa a Serasa, um dos maiores birôs de crédito do país, de acessar seu sistema indevidamente e, na prática, roubar informações armazenadas em seus bancos de dados.
From the publisher's feed

42 Listeners

77 Listeners

230 Listeners

41 Listeners

34 Listeners

84 Listeners

4 Listeners

5 Listeners

168 Listeners

0 Listeners

1 Listeners

44 Listeners

4 Listeners

0 Listeners

36 Listeners

0 Listeners

1 Listeners

41 Listeners

19 Listeners

18 Listeners

14 Listeners

0 Listeners

3 Listeners

1 Listeners

14 Listeners

1 Listeners

0 Listeners

0 Listeners

0 Listeners

3 Listeners

6 Listeners

18 Listeners