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Criada em 1993, a Nvidia demorou seis anos até lançar sua primeira placa de processamento gráfico. Avaliada em R$ 3,5 trilhões, a empresa é hoje uma das mais valiosas do mundo por produzir as GPUs que dão asas à inteligência artificial. Mas esse uso de seus chips não foi proposital, surgiu porque alunos universitários recorreram aos processadores em uma competição de IA, conta Márcio Aguiar, diretor-geral da Nvidia para América Latina para assuntos corporativos, em entrevista a Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas. "A gente sabe que esse pioneirismo nos leva à liderança, mas a gente mais se atém é que as pessoas se lembram da primeira GPU. Hoje, a maioria dos nossos clientes corporativos cresceram usando essas plataformas computacionais da Nvidia", conta ele.
As passagens aéreas como as conhecemos estão com os dias contatos? O uso de reconhecimento facial para agilizar o embarque nos aeroportos deve se popularizar, mas, para além dos ganhos em rapidez e segurança, como fica a questão da privacidade dos usuários? Chatbots manipulam usuários, praticando bullying e assédio para mantê-los nas plataformas por mais tempo. Netflix desenvolve ferramenta da IA generativa para ajudar usuários a encontrar o tipo de conteúdo que querem assistir.
Guilherme Cintra, diretor de Inovação e Tecnologia da Fundação Lemann, é formado em Economia e começou sua carreira dando aula de matemática para alunos de escolas públicas. Com essa experiência, descobriu que há diferentes caminhos para chegar ao conhecimento. Neste episódio de Deu Tilt, o podcast para humanos por trás das máquinas, Cintra conversa com Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz sobre sua visão de inovação e da tecnologia como ferramentas para escalar a qualidade educacional e sobre os riscos e benefícios do uso da IA em sala de aula.
Durante a última LlamaCon, a conferência da Meta, a empresa divulgou uma nova funcionalidade para o Whatsapp, disponível, por enquanto, apenas nos EUA: o resumo de conversas. A proposta é boa e capaz de facilitar a vida dos usuários, mas levanta questões relacionadas à privacidade e à segurança. Para minimizar riscos, a Meta pretende usar uma abordagem chamada de “processamento privado”, que prevê o envio de mensagens criptografadas para um servidor que executa a função de IA e devolve a mensagem para o celular, deixando o conteúdo “fora” do aparelho pelo menor período de tempo possível. O sistema está disponível para pesquisadores e auditores fazerem testes de vulnerabilidade - uma abertura inédita por parte da Meta - mas vale lembrar que tanto a criptografia de ponta a ponta, quanto conversas que não passam pelos servidores do Whatsapp sempre foram paradigmas do aplicativo, que agora serão colocados em xeque.
A Meta enfrenta um julgamento que decidirá se ela possui o monopólio das redes sociais pessoais e se a compra de Instagram e WhatsApp contribuiu para isso ao tirar do mercado dois fortes concorrentes. Caso condenada, a empresa de Mark Zuckerberg pode ser obrigada a se desfazer dos dois aplicativos. Se tiver de acontecer, esse negócio vai mudar o mundo da tecnologia como o conhecemos. Mas outra decisão teria causado impacto imprevisível e inevitável: e se o Facebook não tivesse adquirido Instagram e WhatsApp? No novo episódio de Deu Tilt, Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz conversam sobre o universo das redes sociais que poderia ter sido.
No ritmo atual, a inteligência artificial vai ser responsável pelo consumo de 3% de toda a eletricidade do mundo em 2030, nos cálculos da Agência Internacional de Energia (IEA, na sigla em inglês). O volume é equivalente à energia elétrica consumida pelo Japão por todo ano. “Daqui a 5 anos, ao atingir esses 3% de consumo, a IA vai se igualar à aviação civil, que é usada por muito mais pessoas do que quem usa IA", diz Helton Simões Gomes. No novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, Helton e Diogo Cortiz explicam a solução paradoxal proposta pela IEA para reduzir a conta de luz gerada pela IA.
O tarifaço promovido pelo presidente Donald Trump mirou a China, mas acabou atingindo o iPhone, um dos produtos mais simbólicos do capitalismo e que deve ficar mais caro. Após detectar a besteira, a Casa Branca tentou consertar e aplicou exceções tarifárias para importação de smartphones. A emenda não durou muito, e logo veio o anúncio de que a exceção é temporária. No novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para humanos por trás das máquinas, Diogo Cortiz e Helton Gomes explicam como a guerra comercial contra a China pode afetar o mercado de smartphones no Brasil, em meio a uma complexa dança das cadeiras. Com a invasão das chinesas (metade das vendedoras no país) e a explosão do mercado cinza, o cenário local pode agora enfrentar uma dinâmica maluca de preços.
Novo podcast UOL Prime revela como Neymar e seu pai construíram um império bilionário. A série mostra como o astro do futebol se tornou não apenas um dos maiores jogadores do mundo, mas também um produto bilionário que transformou todos os membros de sua família em celebridades globais.
A equipe do UOL teve acesso documentos exclusivos dos últimos 10 anos, como trocas de e-mails, conversas de whatsapp e contratos publicitários.
Com narração de Juca Kfouri e Pedro Lopes, o podcast é o resultado de pesquisas em mais de 6 mil páginas de documentos e contratos somados a 15 horas de depoimentos exclusivos.
Estreia dia 22 de abril no youtube do UOL Prime e em todas as plataformas de podcast.
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