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Em Israel existe a chamada lei do retorno, que permite que todo judeu more em Israel. São considerados judeus os filhos de mãe judia ou convertidos, mas a lei se estende também aos filhos de pai judeu ou aquela pessoa que tenha um avô ou avó de origem judaica.
Quando um judeu vai morar em Israel ele não é apenas um imigrante que está se mudando. Ele faz "Aliá", que, em hebraico, quer dizer “subir”, “elevar-se”. E o número de "aliot" aumentou muito nos últimos anos.
É disso que a gente trata no novo episódio do podcast do IBI. Apresentação: Anita Efraim e Amanda Hatzyrah.
O episódio conta com a participação de Gladis Berezowski, fundadora da ONG Olim do Brasil.
A Organização das Nações Unidas (ONU) foi criada pra promover a cooperação internacional. Aos olhos de Israel, entretanto, o termo “cooperação” não combina tanto assim com a ONU.
Embora a organização tenha desempenhado um papel fundamental na criação do Estado de Israel, hoje em dia, Israel e a ONU não têm uma relação muito amistosa. É comum ver notas da Organização se posicionando contra atitudes do país e, em resposta, Israel critica a ONU, destacando o seu viés anti-Israel em meio ao silêncio frente a outros países. É uma relação complexa que, de certa forma, também acaba envolvendo o Brasil.
Esse é o podcast do IBI, o Instituto Brasil-Israel. Apresentação: Anita Efraim e Amanda Hatzyrah.
Neste episódio participa como convidada Laura Waisbich, analista internacional, mestre em ciências públicas pela SciencePo e doutoranda pela Universidade de Cambridge.
Quem acompanha o podcast já deve ter escutado a expressão "pinkwashing" rolando por aqui. O termo refere-se, no contexto dos direitos LGBT, à variedade de estratégias políticas e de marketing dirigidas à promoção de instituições, países, pessoas, produtos ou empresas apelando a sua condição gay-friendly, e tem sido especialmente usada no caso de Israel. Na última semana, aconteceu em Tel Aviv uma das maiores paradas LGBT do mundo, que acontecerá também em São Paulo, no próximo dia 23. Entre acusações de lavagem rosa do governo israelense para encobrir violações de direitos humanos e um preconceito velado contra judeus e a população LGBT, é necessário lembrar que a sociedade israelense não é uma pedra monolítica. No novo episódio do podcast do IBI, discutimos as diversas nuances que envolvem o tema.
Milton Nascimento tem um show marcado no dia 30 de junho em Tel Aviv. Mas o cantor tem sofrido pressões para cancelar o evento. A iniciativa é do movimento que prega boicotes, desinvestimento e sanções contra Israel.
Em uma carta ao cantor, ativistas afirmam que se apresentar em Israel significa "endossar políticas e práticas racistas, coloniais e de apartheid". Um grupo de jovens judeus respondeu, com outra carta, dizendo que "como no caso do Brasil, a sociedade israelense divide-se em relação aos rumos políticos do país" e que "ignorando essa diversidade social, campanhas de boicote erguem muros simbólicos contra toda a população".
A polêmica é tema do novo episódio do podcast do IBI. Apresentação: Anita Efraim e Rafael Kruchin. Como convidado, Daniel Ring, brasileiro radicado em Israel, músico e dono da produtora Octopulse, responsável pelo show de Milton Nascimento no país.
Pra conseguir ser primeiro ministro de Israel, não basta ser do partido que tenha mais votos. O vencedor tem de conseguir formar uma coalizão, ou seja, reunir pelo menos 61 parlamentares em sua base para, assim, governar.
Bibi Netanyahu, do Likud, com o mesmo número de cadeiras que os adversários do Azul e Branco, foi indicado pelo presidente Reuven Rivlin para formar seu governo. Ocorre que, expirado o prazo, o atual primeiro ministro não conseguiu essas 61 cadeiras no parlamento e não formou a coalizão. Agora, Israel terá novas eleições no dia 17 de setembro.
Esse é o podcast do IBI, o Instituto Brasil-Israel. Apresentação: Anita Efraim e Rafael Kruchin. O episódio conta com a participação de Karina Calandrin.
Na época da inquisição, ser judeu era perigoso. Na Espanha e em Portugal, muitos foram obrigados a se converter e se tornaram o que chamamos de cristãos novos. Gerações depois, alguns deles decidiram voltar às origens. São conhecidos como judeus marranos, ou, em hebraico, bnei anussim, os "filhos dos forçados".
É disso que tratamos no novo episódio do podcast do IBI. Apresentação de Anita Efraim e Amanda Hatzyrah.
O episódio conta com a participação do antropólogo Carlos Gutierrez, autor da dissertação “Bnei Anussim: uma experiência de judaísmo na periferia paulistana”.
Ao contrário do que dizem certas figuras do Ministério da Educação, a universidade não é lugar de balbúrdia. Historicamente, o ambiente acadêmico se constituiu como espaço de produção de conhecimento e pesquisa e, também, como catalisador de importantes mudanças sociais. Palco de debates e discussões políticas das mais relevantes, não poderia deixar de fora a questão Israel-Palestina.
O problema é quando, muitas vezes, em meio a esse debate, surge um claro antissemitismo travestido de antissionismo. Confusão em parte gerada por ignorância ou pouco aprofundamento na complexidade que envolve o tema. É disso que tratamos no novo episódio do podcast do IBI.
Apresentação de Anita Efraim e Amanda Hatzyrah. O episódio conta com a participação de Umáyra Durgo.
Os dias 14 e 15 de maio de 1948 marcaram profundamente a história dos israelenses e dos palestinos.
A primeira data marca a fundação do Estado de Israel, concretização de uma aspiração histórica do povo judeu e uma conquista depois dos horrores da Shoah, o Holocausto.
Já na narrativa palestina, o dia 15 é lembrado como o início de um êxodo em massa que está na raiz do conflito que já dura décadas com os israelenses.
O episódio trata do Iom Haatzmaut, o dia da independência celebrado anualmente em Israel, e da Nakba, dia da catástrofe relembrado pelos palestinos e marcado por intensos protestos.
Este é o podcast do IBI, o Instituto Brasil-Israel. Apresentação: Anita Efraim e Amanda Hatzyrah. O episódio conta com a participação de Milleni Freitas, estudante de História e pesquisadora do NIEJ, Núcleo Interdisciplinar de Estudos Árabes e Judaicos da UFRJ.
No dia em que esse podcast vai ao ar, acontece o jogo de volta da semifinal da Liga dos Campeões da Europa entre Ajax, da Holanda, e Tottenham, da Inglaterra. As duas equipes têm um histórico de acolher judeus que, ao longo dos anos, foram marginalizados e sofreram muito preconceito na Europa. Mesmo durante a segunda guerra mundial, Ajax e Tottenham serviram de refúgio para os perseguidos.
A gente aproveita o encontro dos times para contar essa história.
Esse é o podcast do IBI, o Instituto Brasil-Israel. Com Anita Efraim, Amanda Hatzyrah. O episódio conta com a participação de Caio Nascimento.
Na última semana, o povo judeu comemorou Pessach, a páscoa judaica, uma festa que celebra a liberdade. E falar de liberdade é falar de inclusão e de construir espaços possíveis para que a diversidade floresça em todas as suas formas de expressão. Por isso, hoje vamos discutir a questão LGBT. Esse é o podcast do IBI, o Instituto Brasil-Israel. Com Anita Efraim e Amanda Hatzyrah. O episódio conta com a participação de André Liberman e Lilyth Grove.
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