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Os juízes têm que decidir.
Seja como for, tem mesmo que decidir.
Ouvidas as partes. Sabendo e interpretando a letra e espírito da lei, espera-se que decidam.
Não interessa quão difícil é. Ou quanto tempo demora. Ou que argumentos validou para chegar a uma decisão.
O Juiz Desembargador Eurico dos Reis tem larga experiência a avaliar casos e principalmente um olhar crítico sobe como funciona o sistema judicial.
Mas não só. Conhece como poucos o sistema mediático. E como tribunais, jornalistas e sociedade interagem. A fúria anónima das redes social veio complicar tudo.
Esta conversa não é sobre crime e castigo.
Nem sobre casos judiciais concretos ou recentes.
Mas não deixam de estar no fundo.
É uma conversa sobre cidadania. Sobre poder. Sobre equilíbrios poder.
Sobre cidadãos e a sua opinião. Dita de forma expontânea ou, alegadamente, construída nas redes sociais, por algum guião pre-escrito.
A ideia de falar sobre a linguagem da justiça já vinha de trás.
Mas a leitura por várias horas da decisão da instrução do conhecido Caso Marquês levantou-me uma pergunta fundamental. Ou várias: tinha de ser tão longa? Tão difícil de compreender? Tão complexa? Ou poderia ser mais compreensiva para os cidadãos?
By Jorge CorreiaOs juízes têm que decidir.
Seja como for, tem mesmo que decidir.
Ouvidas as partes. Sabendo e interpretando a letra e espírito da lei, espera-se que decidam.
Não interessa quão difícil é. Ou quanto tempo demora. Ou que argumentos validou para chegar a uma decisão.
O Juiz Desembargador Eurico dos Reis tem larga experiência a avaliar casos e principalmente um olhar crítico sobe como funciona o sistema judicial.
Mas não só. Conhece como poucos o sistema mediático. E como tribunais, jornalistas e sociedade interagem. A fúria anónima das redes social veio complicar tudo.
Esta conversa não é sobre crime e castigo.
Nem sobre casos judiciais concretos ou recentes.
Mas não deixam de estar no fundo.
É uma conversa sobre cidadania. Sobre poder. Sobre equilíbrios poder.
Sobre cidadãos e a sua opinião. Dita de forma expontânea ou, alegadamente, construída nas redes sociais, por algum guião pre-escrito.
A ideia de falar sobre a linguagem da justiça já vinha de trás.
Mas a leitura por várias horas da decisão da instrução do conhecido Caso Marquês levantou-me uma pergunta fundamental. Ou várias: tinha de ser tão longa? Tão difícil de compreender? Tão complexa? Ou poderia ser mais compreensiva para os cidadãos?

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![Fundação (FFMS) - [IN] Pertinente by Fundação Francisco Manuel dos Santos](https://podcast-api-images.s3.amazonaws.com/corona/show/2108484/logo_300x300.jpeg)
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