🔔 Receba novos episódios 🎧|📺 https://perguntasimples.com/subscrever/
Como se conta uma boa história sem trair quem a viveu? Nesta conversa, Rui Cardoso Martins fala da escrita como ofício e como ética: a memória como matéria-prima, o silêncio como técnica, e a linguagem como força que pode esclarecer ou envenenar. Do jornalismo nos “tempos heroicos” do Público às reportagens em cenários extremos, o fio condutor é simples e exigente: as palavras importam, porque moldam a forma como vemos o mundo — e como o mundo nos vê.
• O que distingue jornalismo, crónica, humor e romance: a mesma língua, ritmos e responsabilidades diferentes.
• Mestres, redações e “tarimba”: aprender a escrever de tudo e a aguentar a pressão sem perder a ética.
• A memória como condição da literatura: sem registo, sem caderno, sem atenção, não há escrita que resista.
• Manhãs, silêncio e método: por que a escrita longa pede outra energia e outra solidão.
• Guerra e desumanidade: Sarajevo, o medo real, e a aprendizagem brutal de que a civilização pode colapsar depressa.
• Mentira, manipulação e “verdades” concorrentes: quando o boato vale tanto como o facto, a democracia fica por um fio.
• Para que servem as histórias: transformar-nos, mesmo que por instantes, e lembrar o essencial — liberdade, dignidade, humanidade.
Citação de Ouro
“As palavras… às vezes dão cabo do mundo.”
🔗 Episódio com Rui Cardoso Martins: https://perguntasimples.com/contas-me-uma-boa-historia-rui-cardoso-martins/
🎦 YouTube: https://www.youtube.com/@pergunta.simples?sub%5C_confirmation=1
🎧 Spotify: https://spoti.fi/3kb07qm
🍎 Apple Podcasts: https://podcasts.apple.com/pt/podcast/pergunta-simples/id1512308084
📺 RTP Play: https://www.rtp.pt/play/p7644/pergunta-simples
🌐 Website: https://www.perguntasimples.com