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A utilização da Base das Lajes, nos Açores, pôs a intervenção israelo-americana no Irão no centro da discussão política nacional. No Facto Político desta semana em podcast, Rui Tavares não defende o rasgar do acordo que permite aos americanos a utilização da base sediada na ilha Terceira, mas acusa o governo de se ter posto “numa situação de ignorância voluntária”.
Sobre o Irão, o porta-voz do Livre não tem dúvidas de que “tem um programa nuclear” que “todo o mundo vê” e defende as sanções internacionais que possam isolar o regime e fazê-lo recuar.
Recuando ao resultado das presidenciais que deixou o candidato apoiado pelo Livre em terceiro lugar, Rui Tavares continua a defender o papel de Jorge Pinto na campanha e olha para Seguro como uma “esperança” por se “poder inspirar no exemplo de Sampaio”. O Facto Político foi emitido a 07 de março, na SIC Notícias.
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Quando Pedro Nuno Santos deixou o Partido Socialista em terceiro lugar na Assembleia da República e José Luís Carneiro decidiu avançar sozinho para a liderança do partido, Mariana Vieira da Silva pediu um período de reflexão. Esse período não existiu e seis meses depois das diretas a antiga ministra da Presidência constata que “reflexão não foi feita”, mas recusa candidatar-se. Em entrevista no Facto Político pede ao Secretário-Geral do partido para “virar a agulha para o Parlamento” e deixe de “mandar cartas”. Sobre se Carneiro deve disputar eleições legislativas, não descarta que aparece um socialista a fazer ao atual líder o que António Costa fez a António José Seguro: Carneiro deve ir a eleições, “a menos que o PS decida mudar de líder”.
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Embalado pelo resultado de António José Seguro nas Eleições Presidenciais, Eurico Brilhante Dias vem ao Facto Político pedir a Luís Montenegro para ler com atenção os resultados eleitorais: “Os eleitores são contra entendimentos com a extrema-direita”.
Sobre a paciência de José Luís Carneiro - que se está a esgotar depois de ter enviado cinco cartas com propostas ao Primeiro-Ministro -, o líder parlamentar do PS explica que a consequência da falta de resposta será o governo a ter que se entender exclusivamente com o Chega para viabilizar a legislatura.
Sem eleições marcadas a breve prazo, Brilhante Dias não diz perentoriamente que a legislatura é para levar até ao fim: “Depende exclusivamente do governo”.
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À entrada para a segunda volta da campanha eleitoral, os candidatos concentram o discurso nos efeitos do mau tempo com críticas ao governo e pedidos de responsabilidade. Nesta edição do Facto Político há sol e sombra na estrada com as caravanas de António José Seguro e André Ventura.
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Na primeira volta das eleições presidenciais Marta Temido não quis declarar apoio público ao candidato apoiado pelo Partido Socialista. Agora, a caminho de uma segunda volta entre António José Seguro e André Ventura, não tem dúvidas em dizer que “nenhum democrata deve ter qualquer dúvida” em escolher o antigo Secretário-geral do PS. Entre críticas a Montenegro pela ausência de posição, admite que “ilações políticas têm de ser tiradas” depois da derrota de Marques Mendes.
O Facto Político desta semana foi gravado no Parlamento Europeu no dia em que Marcelo Rebelo de Sousa participou, com o Rei de Espanha, numa sessão comemorativa dos 40 anos de Portugal e Espanha à União Europeia.
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A cerca de uma semana de os eleitores serem chamados às urnas o Facto Político faz uma ronda pelas diferentes campanhas das Eleições Presidenciais. Os repórteres da SIC no terreno revelam onde está o sol e a sombra de cada candidato. Esta é a eleição presidencial mais imprevisível de sempre com cinco candidatos com reais possibilidades de passar à segunda volta
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Depois de anunciar que votará em António José Seguro nas próximas eleições presidenciais, Ferro Rodrigues vem ao Facto Político explicar que a escolha é um mal menor: “Com a possibilidade de na segunda volta estar o candidato fascistóide e de não estar ninguém da esquerda democrática, decidi apoiar Seguro. Ia votar em quem?" Mais de uma década depois, usa a luta interna contra António Costa e a colagem ao governo de Passos Coelho para explicar que "é difícil que haja um voto completo à esquerda", atecipando que não haja desistências a favor do candidato apoiado pelo PS.
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Na semana em que viu arquivada a averiguação preventiva a Luís Montenegro, Ana Gomes vem ao Facto Político garantir que “nada está terminado”. A antiga eurodeputada só apresentará uma nova queixa se tiver novos dados, mas lembra que “a justiça não investigou os conflitos de interesses”.
Sobre as eleições presidenciais, revela que Pedro Nuno Santos “apoia António José Seguro e pede aos candidatos à esquerda do antigo secretário-geral do PS para desistirem ou estarão a “fazer o jogo da extrema-direita”.
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Carlos Carreiras pode ser incluído na lista de passistas, os atores políticos próximos de Passos Coelho. Isso ajuda a justificar a escolha do antigo Primeiro-ministro para o prefácio do livro que vai publicar em janeiro. Em entrevista ao Facto Político, o antigo presidente da Câmara de Cascais garante que há muito “capital político” em Passos: “Há um reconhecimento generalizado pelo trabalho que fez”. Sobre o eventual apoio a uma candidatura presidencial, garante que ficaria surpreendido se apoiasse Mendes: “Seria uma incoerência que não é própria dele”.
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Depois de André Ventura ter evitado o tema da legislação laboral no debate com o Primeiro-Ministro, a deputada do Chega Cristina Rodrigues vem à SIC garantir que o partido "não vai aceitar nada que restrinja os direitos dos trabalhadores". No dossier imigração, culpa o Partido Socialista pela rede de exploração de imigrantes desmantelada no Alentejo e pede que não se tome a parte pelo todo: "Há muitos policias que trabalham todos os dias pela nossa segurança", lembra quando o foco é colocado nos 11 membros das forças de segurança que estavam envolvidos. Nesta entrevista ao jornalista Diogo Teixeira Pereira fala ainda dos cartazes políticos que vão levar Ventura a tribunal: "Podemos dizer que gostamos mais ou menos dos cartazes, daí a considerar que são ilegais é um passo muito grande".
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Entre todos os factos que nos passam pelas mãos, os factos políticos são os nossos favoritos. Com o jornalista Diogo Teixeira Pereira, vamos tentar descobri-los nas entrelinhas dos discursos e nas…