Facto Político

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By Diogo Teixeira PereiraNewsPolitics
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Facto Político episodes

  • Brilhante Dias, os desafios do PS e a moda dos militares

    António Vitorino está fora, mas o anúncio do anúncio de Santos Silva não garante que António José Seguro vá estar sozinho na corrida presidencial a representar a área socialista. Se Carneiro quiser sobrevoar este ato eleitoral, o homem que escolheu para líder parlamentar não concordará. Pedro Nuno Santos assumiu como prioridade do seu mandato à frente do PS o apoio a um candidato forte que fosse capaz de disputar o regresso de um socialista ao Palácio de Belém. Saiu sem conseguir concretizar a promessa, mas na cúpula do novo PS há quem lhe siga os passos. Em entrevista ao Facto Político, Eurico Brilhante Dias assume esse “ponto de convergência” com o antigo Secretário-Geral: “não nos devemos furtar a esse apoio”. Emitido na SIC Notícias a 28 de junho.

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    36 min
  • Negrão, os ministros debaixo dos holofotes e o arroz do PS

    Fernando Negrão foi um dos poucos social-democratas que criticou Luís Montenegro por não ter encerrado a empresa de família quando foi eleito Primeiro-ministro. Passadas as eleições e reforçada a maioria do atual executivo mantém as reservas, mas vira agulhas para o Ministério Pública. Em entrevista ao Facto Político da SIC Notícias, diz que não consegue “encontrar resposta para a entrega à Polícia Judiciária” dos documentos da Spinumviva. “Não quero acreditar que seja o Ministério Público que não se sente capaz de tomar uma decisão relativamente ao Primeiro-Ministro”.

    O antigo diretor da PJ critica ainda o Procurador-Geral da República que depois do anúncio do arquivamento do processo de Pedro Nuno Santos disse que o de Montenegro tinha sido enviado para a Polícia Judiciária. Amadeu Guerra “não explicou porque é que entregou o processo de Montenegro à PJ, uma vez que o de Pedro Nuno Santos não foi entregue à PJ. Da parte do MP fica sempre alguma coisa por dizer”.

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    36 min
  • Bruno Nunes, as 10 prioridades do governo e os ataques extremistas

    O programa de governo de Luís Montenegro tem uma moção de rejeição que deve ser reprovada na quarta-feira na Assembleia da República. Chega e Partido Socialista estão disponíveis para deixarem o governo entrar em plenas funções e do lado do partido de André Ventura até há elogios. Em entrevista ao Facto Político, o deputado Bruno Nunes encontra “pontos de contacto” entre o documento e as propostas que tem defendido no parlamento: “há muitas medidas do Chega espelhadas”. Apesar de tudo lamenta que o governo não tivesse aberto um caminho de diálogo relativamente a este processo e critica a “falta de visão para se projetar o país a 10 ou 15 anos”. Bruno Nunes pede que se explique “onde queremos estar na europa, como é que nos identificamos como estado, qual a nossa ligação ao mar” e que se esclareça “a ligação aos EUA e à América Latina”. “Falta ambição”, lamenta nesta emissão do Facto Político de 14 de junho, na SIC Notícias.

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    36 min
  • Bugalho, as ideias de Montenegro e o Presidente que aperta pescoços

    Eurodeputado do PSD vai integrar núcleo político da candidatura presidencial de Luís Marques Mendes por entender que “é positivo termos um par seguro de mãos que conhece as instituições”.
    Num momento em que Marques Mendes vê fugir muitos atuais e antigos militantes do PSD para a candidatura de Gouveia e Melo, consegue segurar um dos recém-chegados à família laranja. Sebastião Bugalho vem ao Facto Político revelar que vai integrar a comissão política do antigo comentador. O órgão é presidido por Francisco Pinto Balsemão e tem como objetivo ser um núcleo político da candidatura presidencial.

    “Em tempos de incerteza, termos um par seguro de mãos que conhece as instituições é um dado positivo”, explica Sebastião Bugalho, insistindo na ideia que Gouveia e Melo tenta contrariar: a experiência política é uma das grandes vantagens de Marques Mendes.
    Nesta entrevista, o antigo comentador deixa ainda uma crítica a Rui Rio, o antigo presidente do PSD que agora apoia a candidatura do Almirante: “Rui RIo não percebeu que era criticado por Marques Mendes porque perdeu 4 eleições. Não eram os críticos políticos que estavam a criticar Rui Rio, eram os eleitores”.

    Novo governo é “eminentemente europeu”

    Olhando para o novo elenco governativo e para o discurso que Luís Montenegro fez na tomada de posse, Sebastião Bugalho lembra-se da Europa. “Fala da desburocratização, da segurança e defesa e fala da imigração ilegal que são as prioridades da comissão nos últimos sete meses”.
    Especificamente na defesa, concede que a meta de 2% do PIB para a defesa já este ano não foi levada para a campanha eleitoral, mas justifica isso com a cimeira da NATO que “trará novas metas e novas obrigações aos membros”, lembrando que existem duas modalidades que podem “ajudar Portugal” a atingir essa meta: “O ReArm que tem 150 milhões de empréstimos que podem vir da Comissão e o EDIP que dá aceso até 1.5 mil milhões até 2027”.

    Nova Legislatura é para “dialogar com todos”

    O Parlamento Europeu fragmentado é usado por Sebastião Bugalho como um exemplo de como é possível chegar a acordo com os socialistas para pôr em marcha reformas importantes. Mas não há parceiros preferenciais: “Não excluímos ninguém, e não teremos nenhum interlocutor privilegiado”.
    Sobre as propostas de José Luís Carneiro para cinco reformas, o eurodeputado do PSD pede aos socialistas que invertam o sentido da política que parecem estar a querer seguir: “Conversaremos e dialogaremos com base no programa da AD. Cabe à oposição manifestar a sua disponibilidade face às nossas ideias, né a nossa disponibilidade face às ideias dos outros”

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    35 min
  • Isaltino, as manhas de Marques Mendes e os governantes que se despedem

    Presidente da Cãmara de Oeiras é apoiante de Gouveia e Melo na corrida presidencial. Garante que não está a ajustar contas com o passado porque “cada um tem a sua ética”. É uma zanga antiga. Em 2005, o presidente do PSD decidiu não apoiar a candidatura autárquica de Isaltino Morais à Câmara de Oeiras. O Presidente em causa era Marques Mendes e mais de 20 anos depois, tem a oposição do autarca à candidatura presidencial que apresentou em fevereiro. Em entrevista ao Facto Político da SIC Notícias, Isaltino garante que não tem “nenhum rancor”, mas não se esquece que “enquanto o presidente de Oeiras lhe atribuía determinados cargos”, Mendes “conviveu muito bem” com ele “em termos éticos”. “A partir de determinado momento, razões éticas levaram-no a retirar-me o apoio”.
    Desde então ficaram em lados opostos da barricada e a caminho das eleições presidenciais, Isaltino Morais escolheu sentar-se na primeira fila dos apoiantes a Henrique Gouveia e Melo que “não tem a manha de Marques Mendes” que é “um político com toda a manhosidade”. 

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    38 min
  • Cotrim, a revisão constitucional e a maioria maiorzinha

    Os dias que antecederam as eleições de 18 de maio foram de grande aproximação da Iniciativa Liberal ao governo de Luís Montenegro. Dentro do partido havia já quem fizesse contas aos ministérios que os liberais poderiam ocupar, mas Cotrim Figueiredo assume que este não é um resultado que o satisfaça. É verdade que houve um crescimento na representação parlamentar, mas “a IL é um partido exigente e não faz como outros que mesmo quando decrescem acham que há justificações. Apesar de termos crescido, para nós é insuficiente”. Ouça aqui João Cotrim Figueiredo no programa 'Facto Político' emitido na SIC Notícias a 24 de maio. 

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    38 min
  • Perestrello, a sondagem da SIC e o telefone estragado da justiça

    “Sempre teve, não vai deixar de ter”. A resposta, rápida, é de Marcos Perestrello quando a pergunta é sobre “maturidade política”. Na entrevista ao Facto Político da SIC Notícias, o socialista ia pedindo uma “atitude responsável” à AD para a eventualidade de o PS ganhar as eleições por uma margem curta quando surge a pergunta: “Se o resultado do ano passado se repetir, o PS terá essa maturidade política?”. Fica assim claro que os socialistas estão disponíveis para voltar a dar a mão à AD se ficar tudo na mesma.

    O timing da averiguação preventiva: “Não acredito em coincidências desta natureza”
    Se nas sondagens a AD segue na frente do PS, na Procuradoria-Geral da República está tudo empatado com uma averiguação preventiva para cada lado.

    Marcos Perestrello não acredita em “coincidências desta natureza”, afirmando que o Ministério Público teve “dois pesos e duas medidas”, optando por “interferir no processo político”.

    Nesta entrevista ao Facto Político aproveita por estabelecer as diferenças entre os dois casos a envolver os dois principais candidatos a primeiro-ministro: Do lado do PS “todos os documentos foram mostrados e existe disponibilidade para ir prestar esclarecimentos à justiça, do outro lado existe uma cortina de fumo”.

    Sobre a possibilidade de Pedro Nuno Santos vir a ser constituído arguido, o socialista recusa-se a cenarizar: “É um cenário que está completamente fora do contexto. É uma questão completamente fora da caixa”.

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    36 min
  • Castro Almeida, os trunfos dos partidos e os debates

    Ministro da Coesão é cabeça-de-lista da AD por Portalegre, o círculo eleitoral onde a coligação não conseguiu eleger nenhum deputado no ano passado.

    A governabilidade alimenta sempre as semanas que antecedem eleições legislativas. Desta vez há dúvidas sobre o que fará a AD se o PS ganhar as eleições por uma margem parecida à da vitória do ano passado. Manuel Castro Almeida não confirma a reciprocidade pedida pelo PS, mas alerta que, com maioria de direita no parlamento, Pedro Nuno Santos seria líder de um governo “a prazo”. Já sobre entendimentos com a Iniciativa Liberal, a mensagem parece não ter medo de uma fuga de voto útil: “Conviveria num Conselho de Ministros com pessoas da Iniciativa Liberal. Há áreas do programa deles com as quais me identifico”.

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    37 min
  • Mariana Leitão, o plano Lili Caneças e uma campanha no Bolhão

    Pelo menos para já, a Iniciativa Liberal não quer apontar ao governo. Em entrevista ao Facto Político, a ainda líder parlamentar diz afirmar que “a influência também se vê na Assembleia da República”. A maioria das sondagens publicadas até este sábado mostram que a Iniciativa Liberal pode ser um dos partidos que mais estão a conquistar eleitorado. As notícias podem antecipar um entendimento com a Aliança Democrática para um eventual futuro governo de direita, mas a avaliar pelas palavras de Mariana Leitão, esse entendimento deve ficar circunscrito à Assembleia da República.

    Quando a pergunta é sobre se tem intenção de ir para o governo a resposta é rápida: “Não queremos ir para o governo só porque sim”, surgindo o complemento mais à frente: “A influência também se vê na Assembleia da República e quanto maior for o nosso grupo parlamentar, maior será essa capacidade de influenciar a governação”. Emitido na SIC Notícias a 5 de abril.


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    36 min
  • Mendonça Mendes, o calendário eleitoral e o sol na Madeira

    Estava na primeira linha do governo de António Costa e agora está consciente de que pode “estar ou não estar” nas listas de candidatos do PS à Assembleia da República. António Mendonça Mendes vem ao Facto Político e responde “sim” sobre se há vida para lá de Pedro Nuno Santos. O programa foi emitido a 29 março na SIC Notícias. 

    Para ver o programa em vídeo clique aqui

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    37 min

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