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Depois do voto contra no Orçamento do Estado, a Presidente da Iniciativa Liberal vem ao Facto Político alinhar-se com o governo na necessidade de aumentar a flexibilidade do pacote laboral. Mariana Leitão questiona o direito à greve:“Até que ponto faz sentido que o direito à greve se sobreponha a todos os outros?”, pede um alargamento dos serviços mínimos e alerta que “de cada vez que uma escolha fecha, as desigualdades agravam-se”. Sobre a candidatura de Cotrim revela que só soube da intenção do antigo presidente do partido quando este a comunicou oficialmente e pede aos eleitores que fujam do voto útil que “é profundamente nocivo para a democracia”.
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Miguel Poiares Maduro garante que não foi um dos apoiantes de Marques Mendes a pedir a Cotrim para desistir da corrida presidencial, mas o episódio deixou-lhe uma marca negativa: “Fiquei com pior impressão sobre Cotrim". Sobre a reforma laboral, lamenta que o govertno não a tenha tentado concretizar ao mesmo tempo que uma reforma fiscal em matéria de mercado de trabalho, mas elogia a chamada da UGT a São Bento. No final desta conversa deixa ainda um recado ao Parlamento e ao governo: “Portugal usa e abusa das escutas porque não há instrumentos que outros países têm de investigação da corrupção”.
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Nunca foi militante do PS, mas também nunca votou noutro partido que não fosse o PS. Em eleições Presidenciais, não é a primeira vez que foge à indicação do partido de que é simpatizante - votou duas vezes no amigo de infância, Marcelo Rebelo de Sousa -, e agora volta a fazê-lo. É mandatário por Lisboa da candidatura de Marques Mendes por ser "fundamentalista da competência, da eficiência e da experiência". Afasta-se de Seguro porque "nem de esquerda se assumiu": "Da esquerda moderna e moderada sou eu", critica. Sobre Gouveia e Melo, garante que não foi "tocado pela fé no Almirante" e de cada vez que o ouve falar, "fica mais tranquilo" por ter feito a escolha certa.
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É mais um “Costista” que não assume votar em António José Seguro nas eleições Presidenciais, mas o candidato apoiado pelo PS não está excluído da reflexão que Eduardo Cabrita assume estar a fazer. Mas para já só tem elogios para Henrique Gouveia e Melo, o homem com que mais se identifica no que diz respeito ao poder presidencial de indigitação de um Primeiro-Ministro: “Gostei de ver Gouveia e Melo a interpretar corretamente a Constituição”. Excluídos de todo estão André Ventura e Marques Mendes, um candidato “inconveniente” que está “aprisionado”.
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É uma das surpresas que Gouveia e Melo deu à campanha presidencial: Rui Rio como seu mandatário nacional. O antigo presidente do PSD vai contra a opção do próprio partido - que declarou apoio formal à candidatura de Marques Mendes porque “não estaria bom da cabeça se fosse votar em alguém que pensa o contrário de mim”. Nesta entrevista ao jornalista Diogo Teixeira Pereira, Rio acusa Mendes de “hipocrisia” quando diz que “Soares, Sampaio e Cavaco são oriundos de partidos e foram presidentes isentos”.
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No rescaldo das eleições autárquicas, Álvaro Beleza vem defender o pragmatismo na governação com foco na governabilidade e na resolução de problemas: “Nas autarquias trata-se mais da rotunda e menos de ideologia. Haverá sempre acordos”. Na análise aos resultados em Lisboa, o socialista conclui que “sem o Bloco de Esquerda, o PS tinha tido melhor resultado em Lisboa”.
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Esta semana, Moedas quis que Medina se comparasse a Jorge Coelho mas agora recusa estar na mesma posição e André Ventura diz que não quer Marcelo Rebelo de Sousa viaje mais, seja para um festival de hambúrgueres ou de cidadãos. Hoje, o Governo cumpre 100 dias de trabalho, a imigração foi dos temas mais presentes até agora na legislação.
Para fazer um balanço aos dias de trabalho do Governo de Montenegro após o caso Spinumviva, Diogo Teixeira Pereira convida António Leitão Amaro neste programa de 'Facto Político'. Em entrevista, o atual ministro da Presidência, faz várias declarações sobre as acusações ao governo de se colar a uma política de extrema-direita. “Nós e o Chega identificamos os mesmos problemas, mas ele impõem soluções radicais e inaceitáveis”, argumenta. Ouça aqui o programa em podcast, emitido a 13 de setembro na SIC Notícias.
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O regresso do programa "O Facto Político", da SIC Notícias, após as férias de verão, trouxe à tona um dos temas mais quentes e sensíveis do debate público em Portugal: a eficácia dos meios aéreos no combate aos incêndios florestais. Neste episódio, Nuno Melo, Ministro da Defesa e presidente do CDS, foi o convidado central, esclarecendo decisões governamentais, desmistificando polémicas e lançando pistas para o futuro da defesa e da política nacional. Discutiram-se ainda as polémicas declarações de Marcelo Rebelo de Sousa, a preparação do CDS para as autárquicas e presidenciais, e temas como a situação em Gaza e a discriminação de afrodescendentes em Portugal.
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Neste episódio do Facto Político, da SIC Notícias, a deputada Rita Matias é entrevistada após o debate do Estado da Nação e explica o que quis dizer André Ventura com o adjetivo "frouxo". O clima no Parlamento está tenso, mas o Chega já pensa nas autárquicas e a vice-presidente do Grupo Parlamentar do Chega também está prestes a apresentar o seu programa eleitoral para a Câmara de Sintra, onde quer digitalizar e simplificar para combater a crise na habitação. Numa câmara onde "só alguns projectos passam mediante os amigos e as pessoas certas", o Chega quer mais fiscalização para garantir que pessoas com demonstrações de riqueza não tenham acesso aos apoios sociais, mas, quando confrontada com a pergunta, Rita Matias não soube responder: quanto ganha afinal um beneficiário do RSI?
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Esta semana surgiu uma nova ministra da Saúde, saiu a rija para dar lugar à empática; discutiu-se se ler nomes de crianças no parlamento é liberdade ou discurso de ódio e regressou José Sócrates, o animal feroz. As eleições de 18 de maio deram ao parlamento a representatividade mais inclinada à direita de sempre. A esquerda que suportou o governo mais estável dos últimos 10 anos está relegada para meia dúzia de lugares sem capacidade para influenciar a governação. Em entrevista ao Facto Político, Paulo Raimundo, secretário-geral do Partido Comunista Português, justifica a queda na representação parlamente com “o ambiente que se vive”, revela as ambições autárquicas e acusa Gouveia e Melo apresentar uma “candidatura populista”. O programa foi emitido na SIC Notícias a 12 de julho.
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Entre todos os factos que nos passam pelas mãos, os factos políticos são os nossos favoritos. Com o jornalista Diogo Teixeira Pereira, vamos tentar descobri-los nas entrelinhas dos discursos e nas…