Fake News não Pod - USP

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Fake News não Pod - USP episodes

  • Fake News Não Pod #121: Tomar mais de uma vacina no mesmo dia é perigoso?
    Neste episódio do podcast Fake News Não Pod, a cientista biomédica Beatriz Calasense desmistifica a ideia de que a administração de múltiplas vacinas no mesmo dia representa um perigo. De acordo com o Programa Nacional de Imunização (PNI) e o Ministério da Saúde, a vacinação conjunta não provoca efeitos adversos mais graves nem respostas imunológicas mais robustas, sendo uma prática segura e eficiente, garantindo o melhor cumprimento do calendário vacinal.
    Beatriz acrescenta que existem, inclusive, vacinas conjugadas que protegem contra diversas doenças em uma única injeção. A cientista aponta que, para adultos saudáveis, a vacinação conjunta é geralmente segura. No entanto, há exceções, como a recomendação de um intervalo de 30 dias quando duas vacinas contêm vírus atenuados, detalhe rigorosamente seguido nas Unidades Básicas de Saúde.
    Beatriz enfatiza que a segurança das vacinas é exaustivamente testada em estudos clínicos, sendo a administração conjunta uma prática consolidada globalmente que não aumenta significativamente os efeitos colaterais. Por fim, a cientista alerta para a importância de buscar informações confiáveis em sites oficiais e evitar a hesitação vacinal, protegendo a família de infecções preveníveis.
    Produção: UP Vacina
    Projeto João Fake News (bit.ly/JoaoFakeNews).
    Roteiristas: Beatriz Calasense e Wasim Aluísio Prates Syed
    Apresentadora: Beatriz Calasense
    Edição: Rádio USP Ribeirão Preto
    3 min
  • Fake News Não Pod #120: Por que ainda não existe uma cura para o câncer?
    Neste episódio do podcast Fake News Não Pod a cientista biomédica Beatriz Calasense aborda a proliferação de promessas de “cura definitiva do câncer” em mídias, desmistificando a ideia de um remédio único e milagroso que estaria sendo ocultado. Beatriz destaca que essas manchetes sensacionalistas são, frequentemente, notícias falsas que descredibilizam tratamentos comprovadamente eficazes, gerando graves consequências para pacientes oncológicos vulneráveis.
    A cientista salienta que o câncer é uma doença milenar investigada há séculos, e apesar do avanço da medicina, a cura única não foi encontrada. Isso se deve ao fato de ser uma doença multifatorial, envolvendo diversos elementos como mutações genéticas e a proliferação celular descontrolada. Portanto, não existe apenas um inimigo a ser combatido, o que torna a criação de um tratamento desafiadora, especialmente na busca por atingir apenas as células cancerígenas.
    Beatriz alerta para os efeitos perigosos das fake news, que podem induzir pacientes a abandonar terapias convencionais validadas pela ciência em favor de supostas curas milagrosas. Ela enfatiza a importância de compreender a complexidade do câncer e confiar em tratamentos baseados em evidências para proteger vidas.
    Produção: UP Vacina
    Projeto João Fake News (bit.ly/JoaoFakeNews).
    Roteiristas: Beatriz Calasense e Wasim Aluísio Prates Syed
    Apresentadora: Beatriz Calasense
    Edição: Rádio USP Ribeirão Preto
    4 min
  • Fake News Não Pod #119: O leite é mesmo um alimento inflamatório?
    Neste episódio do podcast Fake News Não Pod a cientista biomédica Beatriz Calasense investiga a demonização do leite na alimentação humana, um tema amplamente difundido nas redes sociais e por alguns influenciadores nutricionais.
    Beatriz aborda as principais acusações contra o leite, como ser um alimento inflamatório e causador de problemas digestivos, inchaço, gases, acne e aumento de muco. Contudo, a cientista ressalta que não há embasamento científico para essas alegações.
    A nutricionista Giliane Belarmino, pós-doutora pela USP, explica, em entrevista à Veja Saúde, que o leite se torna um alvo fácil devido à existência de pessoas com alergia ou intolerância a seus componentes, que de fato se sentem mal ao ingeri-lo. A especialista enfatiza que, embora esses grupos devam evitar o consumo, para a população em geral, o leite não apresenta riscos.
    A justificativa de que humanos são os únicos mamíferos que consomem leite na idade adulta é refutada como argumento para considerá-lo inflamatório. Beatriz esclarece que, embora o ser humano adulto produza menos lactase (enzima responsável pela digestão do leite) do que quando bebê, a quantidade existente é suficiente para a digestão normal, sem causar problemas.
    Por fim, Beatriz insere o leite no contexto do terrorismo nutricional, que promove a polarização entre alimentos vilões e mocinhos. A recomendação final é ter cautela com alegações extremas e consultar fontes confiáveis, como o Guia Alimentar para a População Brasileira do governo federal, que preconiza uma alimentação natural, balanceada e equilibrada.
    fakeProdução: UP Vacina
    Projeto João Fake News (bit.ly/JoaoFakeNews).
    Roteiristas: Beatriz Calasense e Wasim Aluísio Prates Syed
    Apresentadora: Beatriz Calasense
    Edição: Rádio USP Ribeirão Preto
    3 min
  • Fake News Não Pod #118: Tratamentos milagrosos contra diabetes tomam as redes sociais
    Neste episódio do podcast Fake News Não Pod, a cientista biomédica Beatriz Calasense aborda a disseminação de anúncios publicitários que prometem curas milagrosas para diabetes. A doença é uma condição crônica, decorrente de problemas na produção ou ação do hormônio insulina, que afeta milhões de brasileiros e, embora possa ser controlada com tratamento médico, ainda não possui uma cura definitiva.
    A cientista esclarece que a diabetes tem origem em fatores genéticos e ambientais, como obesidade e alimentação desequilibrada, e não é uma doença contagiosa ou causada por agentes infecciosos, como algumas propagandas falsas sugerem.
    Esses anúncios fraudulentos seguem uma narrativa comum para enganar o público. Conforme relatado pela Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), a estratégia consiste em, primeiro, mirar em um grupo vulnerável (pacientes que buscam a cura); depois, usar informações falsas ou dados científicos fora de contexto para criar uma teoria conspiratória, acusando a indústria farmacêutica de esconder a solução; e, por fim, apresentar e vender o suposto produto milagroso.
    Beatriz, por fim, alerta sobre o grande risco que essa desinformação representa, pois pode levar pacientes a abandonar tratamentos médicos comprovadamente eficazes para testar produtos falsos, colocando a própria saúde em perigo.
    Produção: UP Vacina
    Projeto João Fake News (bit.ly/JoaoFakeNews).
    Roteiristas: Beatriz Calasense e Wasim Aluísio Prates Syed
    Apresentadora: Beatriz Calasense
    Edição: Rádio USP Ribeirão Preto
    4 min
  • Fake News Não Pod #117: É falso que vacinas da covid-19 causam câncer
    Após a notícia da morte da cantora Preta Gil em decorrência do câncer colorretal, postagens nas redes sociais começaram a associar a doença da artista ao fato de ela ter recebido o esquema vacinal completo contra a covid-19, com quatro doses no total. Neste episódio do podcast Fake News Não Pod, a cientista biomédica Beatriz Calasense aborda essa suposta relação de causa e consequência entre a vacina e o desenvolvimento de câncer.
    Beatriz esclarece que muitas dessas associações se baseiam em interpretações precipitadas de um estudo publicado na revista científica Oncotarget. Na pesquisa, cientistas da Universidade de Brown demonstraram, em experimentos in vitro, que a proteína spike do coronavírus poderia impactar a proteína P53, que atua na proteção das células contra mutações cancerígenas.
    No entanto, a cientista ressalta que esses resultados são preliminares e servem apenas como base para investigações futuras, não sendo suficientes para afirmar que as vacinas causam câncer. O próprio autor do estudo se pronunciou, afirmando que “qualquer pessoa que conclua que nosso estudo prova que as vacinas podem causar câncer está interpretando excessivamente os dados preliminares e está mal informada”.
    Beatriz também discute como a ciência básica funciona, abrindo caminhos para conclusões mais robustas, e alerta que a desinformação, ao tirar estudos de contexto, contribui para o medo e a hesitação vacinal. Essa hesitação coloca em risco não apenas quem opta por não se vacinar, mas também indivíduos vulneráveis que não podem receber os imunizantes.
    Por fim, reforça a importância de checar informações em fontes confiáveis e de desenvolver um pensamento crítico para não cair em afirmações simplistas e descontextualizadas.
    Produção: UP Vacina
    Projeto João Fake News (bit.ly/JoaoFakeNews).
    Roteiristas: Beatriz Calasense e Wasim Aluísio Prates Syed
    Apresentadora: Beatriz Calasense
    Edição: Rádio USP Ribeirão Preto
    4 min
  • Fake News Não Pod #116: Autodiagnóstico de autismo ganha as redes sociais
    A enorme facilidade de compartilhamento de informações e opiniões através das redes sociais resultou em uma desenfreada onda de popularização de informações médicas. Por um lado, a comunicação científica de qualidade, e até opiniões pessoais responsáveis, é uma ótima ferramenta de popularização de certas condições, como o Transtorno do Espectro Autista (TEA). Para as pessoas com TEA, receber um diagnóstico é essencial em diversos aspectos da vida, tanto social quanto psicológico. Por outro lado, quando o compartilhamento de informações fica inflado e irresponsável, o resultado são centenas de vídeos que supostamente são suficientes para fazer um autodiagnóstico da sua condição. Os especialistas alertam sobre os perigos desse autodiagnóstico simplório, e é sobre isso que trata o episódio do podcast Fake News Não Pod desta semana, com a cientista biomédica Beatriz Calasense.
    Quando o TEA foi primeiramente descrito, em 1943, foi exposto como uma condição caracterizada pela falta de habilidade de criar uma conexão emocional com os outros. Hoje sabemos que essa primeira definição está muito defasada e incompleta. Beatriz explica que o “autismo”, como é popularmente conhecido, é uma condição que soma uma série de mudanças neurológicas, com causas biológicas ainda não totalmente compreendidas, que gera respostas com uma variedade de sintomas muito ampla. Por isso, o termo mais adequado é Transtorno do Espectro Autista, que amplia a condição para abranger cada situação.
    Quando o compartilhamento de informações dentro desse tema vai além da popularização do assunto e mira fazer o espectador se identificar com alguns sintomas simples, temos um problema. O TEA, segundo Beatriz, é uma condição que depende de vários fatores, e pode impactar de inúmeras formas o dia a dia de uma pessoa. Por isso, um acompanhamento médico não é apenas importante, como também essencial. Muitas vezes, medicamentos podem ser utilizados para melhorar o bem-estar do paciente. O perigo do autodiagnóstico também entra no perigo da automedicação, que quando se trata de psicofármacos pode impactar muito negativamente a saúde mental.
    “Por isso, devemos estar atentos para não cair em simplificações do TEA. A melhor, e única forma, que um diagnóstico deve ser feito é através de uma análise minuciosa por um médico especialista, que também vai ser responsável para indicar a melhor forma de encarar o diagnóstico com saúde e bem-estar”, alerta a biomédica.
    Produção: UP Vacina
    Projeto João Fake News (bit.ly/JoaoFakeNews).
    Roteiristas: Beatriz Calasense e Wasim Aluísio Prates Syed
    Apresentadora: Beatriz Calasense
    Edição: Rádio USP Ribeirão Preto
    3 min
  • Fake News Não Pod #115: Vacinas da gripe não estão misturadas com vacinas da Covid-19
    Neste episódio do podcast Fake News Não Pod, a cientista biomédica Beatriz Calasense aborda a desinformação de que as vacinas da gripe, atualmente em campanha, estariam sendo secretamente misturadas com imunizantes contra a COVID-19. A análise desmente essa alegação, que sugere uma tática governamental para vacinar a população sem o seu conhecimento.
    Beatriz esclarece a composição das vacinas da gripe disponíveis: a trivalente, que protege contra três cepas do vírus Influenza, e a tetravalente, que protege contra quatro. Ela afirma que nenhum desses imunizantes contém componentes da vacina contra a COVID-19, sendo sua única função conferir proteção contra a gripe.
    A discussão então se volta para as recomendações oficiais e atuais do Governo Federal para a vacinação de reforço contra a COVID-19. A cientista informa que doses periódicas são indicadas para grupos específicos. Pessoas a partir de 60 anos e indivíduos imunocomprometidos devem receber duas doses anuais, com intervalo de seis meses. Já as gestantes devem tomar uma dose durante a gestação, desde que a dose anterior tenha sido aplicada há mais de seis meses.
    Por fim, Beatriz orienta a população a verificar a situação vacinal em uma Unidade Básica de Saúde (UBS) ou pelo aplicativo MeuSUSDigital, com sua carteira de vacinação. A mensagem final reforça que a vacina da gripe protege exclusivamente contra o vírus Influenza e incentiva a imunização como um ato de saúde importante.
    Produção: UP Vacina
    Projeto João Fake News (bit.ly/JoaoFakeNews).
    Roteiristas: Beatriz Calasense e Wasim Aluísio Prates Syed
    Apresentadora: Beatriz Calasense
    Edição: Rádio USP Ribeirão Preto
    3 min
  • Fake News Não Pod #114: Um combo de fast food pode melhorar crises de enxaqueca?
    O podcast Fake News Não Pod, apresentado pela cientista biomédica Beatriz Calasense, analisa a recente trend do TikTok conhecida como McMigraine. Este fenômeno viral, com milhões de visualizações, propõe o consumo de um combo de fast food — lanche, batatas fritas e refrigerante com açúcar — como uma suposta cura milagrosa e instantânea para crises de enxaqueca.
    Primeiramente, Beatriz esclarece que a enxaqueca não é uma dor de cabeça comum, mas uma condição neurológica complexa e paralisante. Seus sintomas incluem dor intensa, náusea e sensibilidade à luz e ao som, exigindo uma avaliação médica para um tratamento individualizado e eficaz.
    A cientista explora as possíveis razões para a melhora relatada por alguns usuários após adotarem a prática. Algumas hipóteses científicas podem explicar esses casos de alívio: crises de enxaqueca podem ser desencadeadas ou agravadas por fatores como hipoglicemia (baixo nível de açúcar no sangue) ou desidratação. A ingestão de alimentos ricos em açúcar e eletrólitos, como os do combo de fast food, pode reverter rapidamente esses gatilhos específicos, gerando uma sensação de alívio.
    Contudo, a apresentadora adverte que isso está longe de ser considerado um tratamento com respaldo científico. A popularidade da “cura” se baseia em evidência anedótica — relatos pessoais que não constituem prova de eficácia. O fato de uma ação funcionar para alguns indivíduos não a valida como uma terapia segura ou recomendada para todos.
    Por fim,Beatriz alerta para os perigos de promover o McMigraine, desconsiderando os riscos a longo prazo associados ao consumo frequente de alimentos ultraprocessados e com alto teor calórico. A mensagem final é clara: a enxaqueca é uma doença séria que demanda acompanhamento profissional, e não soluções simplistas e virais de redes sociais.
    Produção: UP Vacina
    Projeto João Fake News (bit.ly/JoaoFakeNews).
    Roteiristas: Beatriz Calasense e Wasim Aluísio Prates Syed
    Apresentadora: Beatriz Calasense
    Edição: Rádio USP Ribeirão Preto
    4 min
  • Fake News Não Pod #113: Air fryer é segura para a preparação de alimentos?
    Um vídeo recente nas redes sociais levantou alertas sobre supostos perigos da air fryer, alegando que carboidratos assados nela causariam picos de glicose mais acentuados e que o equipamento poderia liberar metais pesados nos alimentos. O podcast Fake News Não Pod desta semana analisa essas alegações.
    A biomédica Beatriz Calasense explica que a air fryer ganhou popularidade por permitir assar e “fritar” alimentos sem o uso de óleo, utilizando um sistema de ar quente circulante. Durante o cozimento de alimentos, seja na air fryer ou por métodos tradicionais, ocorre a reação de Maillard. Essa reação química, entre aminoácidos e açúcares redutores sob altas temperaturas, é responsável pela cor dourada, aroma e sabor dos alimentos.
    Ela explica que uma das consequências da reação de Maillard é a formação de acrilamida, especialmente ao cozinhar alimentos ricos em carboidratos. Embora a acrilamida em altas concentrações e exposições prolongadas seja associada a riscos cancerígenos, a quantidade presente na nossa alimentação cotidiana é considerada muito baixa e não oferece um risco real à saúde.
    Quanto à preocupação com metais pesados, a biomédica ressalta que a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) regulamenta os materiais utilizados na produção das air fryers, e o Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia) também já defendeu a segurança do equipamento.
    Adicionalmente, Beatriz informa que estudos publicados em revistas científicas como Journal of Food Science e Frontiers in Nutrition sugerem um benefício: alimentos preparados na air fryer podem apresentar uma redução na formação de acrilamida quando comparados aos métodos de fritura tradicional por imersão em óleo. Isso reforça o potencial da air fryer como uma aliada para uma cozinha mais saudável.
    Produção: UP Vacina
    Projeto João Fake News (bit.ly/JoaoFakeNews).
    Roteiristas: Beatriz Calasense e Wasim Aluísio Prates Syed
    Apresentadora: Beatriz Calasense
    Edição: Rádio USP Ribeirão Preto
    4 min
  • Fake News Não Pode #112: As eletrosmogs, ondas de Wi-Fi, causam câncer?
    O podcast Fake News Não Pod desta semana desmistifica as falsas informações amplamente divulgadas sobre os perigos escondidos por trás do desenvolvimento de tecnologias como Wi-Fi e 5G. Alegações desse tipo defendem que ondas eletromagnéticas são maléficas para o corpo humano.
    Segundo a biomédica Beatriz Calasense, apresentadora do podcast, a expressão eletrosmog, junção da palavra smog, do inglês, que significa fumaça e eletro, que remete a aparelhos eletrônicos, é usada para se referir a toda informação que viaja por ondas eletromagnéticas. “Antes do desenvolvimento do 5G e Wi-Fi o medo de como ondas invisíveis a olho nu podem impactar nossa saúde já existia”, afirma.
    No entanto, ela ressalta que sem uma base teórica é fácil confundir o medo de radiação com o medo dessas novas ondas, por isso vamos primeiro entender o que são as ondas de Wi-Fi. “Diferentemente do tipo de radiação que é chamada ionizante, como o raio X e a radiação nuclear, que podem, de fato, causar danos no DNA, as ondas de Wi-Fi, rádio e bluetooth, por exemplo, são radiações não ionizantes”, explica. Até hoje, diz, “a ciência não demonstrou nenhuma vez que doses naturais desse tipo de radiação possuem energia suficiente para danificar o nosso DNA”.
    Produção: UP Vacina
    Projeto João Fake News (bit.ly/JoaoFakeNews).
    Roteiristas: Beatriz Calasense e Wasim Aluísio Prates Syed
    Apresentadora: Beatriz Calasense
    Edição: Rádio USP Ribeirão Preto
    4 min

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Orientar a população sobre o que são fake news e como combatê-las. Esse é o objetivo principal do podcast Fake News não Pod que a Rádio USP apresenta todas as quartas-feiras, a partir das 8h05. O…