Felipe Simão - Poesias

Felipe Simão - Poesias

By Felipe SimãoArtsBooks
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Felipe Simão - Poesias episodes

  • 48 - Terra do pecado
    Do pecado
    ainda não provado,
    já conheço demasiado
    Não me desconsideres
    pela minha virgindade de mulheres
    tenho orgias de poemas,
    falando do assunto sem problemas,
    ante a experiência
    mais valem as palavras
    mesmo na inocência
    elas me tiram as travas
    quero que entendas
    para dizer tais coisas horrendas
    não precisa ter estado em cima,
    só é preciso saber a rima
    1 min
  • 47 - Borboleta do meu quintal
    Por favor, não vá!
    Nosso amor assim não pode acabar!
    Só agora vejo
    a força do nosso desejo;
    neguei-me a ver tantas cousas boas
    que não encontro noutras pessoas,
    e ora faço esse poema para listar
    as inúmeras razões de lhe amar
    Não entendo,
    agora tudo revendo,
    como não valorizei a sua afeição
    por qualquer posição;
    e então,
    prometo dar ao seu gozo requinte,
    quero que trema mais que fusca a cento e vinte
    Reconheço que não soube mostrar apego
    pelo seu molhado beijo grego;
    jamais tive o mesmo zelo
    pelo seu inexigente grelo;
    e por isso aqui faço um apelo,
    prometo-lhe o mais lustroso dos liguetes
    para compensar também os seus inebriantes boquetes;
    tudo que ficou ressecado,
    restará no passado
    Como pude me engrupir,
    pensando com outras estar,
    se na privacidade do nosso lar,
    de joelhos você nunca pensou em cuspir?!
    Do seu conal esguicho nunca mais vou reclamar,
    assevero-lhe de boa vontade o provar
    Só sem você pude perceber,
    meu pensamento por si enternecer,
    não consigo crer
    que pude me negar em ver
    o seu gesto fenomenal,
    que fazia
    de alegria
    borbulhar meu pau
    você é a borboleta do meu quintal
    com sua boceta dando mortal
    propiciando à minha caceta prazer descomunal
    Já de pensar em si me vem vontade de ficar nu,
    e olhe que nem deu tempo de rememorar o vigor de seu cu
    cavidade deveras malemolente,
    que nunca se fez concupiscente,
    como me permiti desconsiderar na chuca em dia o teu esforço?!
    Ora me vem vergonha de enterrar no chão pescoço
    Nesse pesamenteiro estalo,
    com as memórias desse embalo,
    vejo o quanto fui ingrato
    pelo seu talento quase nato;
    sei que neguei-lhe na cama ardor,
    a si não dei valor,
    desprezei seu valoroso amor,
    mas aqui lhe suplico, Perdão, ó flor
    2 min
  • 46 - Cu de flor
    Não me caibo em tanta alegria,
    ao ver na minha companhia,
    cousa de tão enorme esplendor,
    recinto de delírio e amor,
    o qual só posso nomear “Cu de flor”
    No ímpeto da heresia,
    até no momento da flatofilia,
    não sinto fétido ardor,
    teu peido cheira a doce sabor,
    se um dia me deixares, Cu de flor,
    perecerei de amargurada dor
    1 min
  • 45 - Ácida saliva
    Já não desfruto mais da boceta,
    pois fez ela de minha caceta
    própria chupeta
    E nesse marasmo o oral,
    o coito virou cousa banal,
    imploro pela conjunção carnal
    Ácida saliva, ardor descomunal
    Não lubrifico mais meu pau
    de líquido vaginal
    Não há perspectiva positiva
    Quem diria, mordida inofensiva
    parece queimadura de água viva
    Até mesmo o fétido foder anal
    seria alívio sensacional
    mediante tamanha maldição bocal,
    tormento escrotal
    Não posso calcular, valor venal
    para desperpetuar, este ínfimo carnal
    1 min
  • 44 - Árduo labor pital
    É trabalho intenso
    desbravar esse pito imenso,
    de pelos denso,
    o cu, nem penso,
    só de imaginar já fico tenso
    A garganta resta rouca
    de tantos pentelhos que me entram à boca,
    é coisa louca
    esse xaxim de planta oca,
    é tão grande o matagal,
    que posso até perder meu pau
    1 min
  • 43 - O teorema da naja
    Não entendo o sujeito que age
    dizendo gostar de menage;
    mesmo que duas me querendo haja,
    eu não sou uma naja...
    e sem perder o tom,
    dois é bom,
    três é demais;
    se com uma já sou incapaz,
    com duas o trabalho é tenaz,
    um sutiã a mais para ser tirado,
    um grelo a mais para ser lustrado
    e um falo a menos na hora de provar o veneno,
    um prazer que não é pleno
    1 min
  • 42 - A favorita
    Não quero saber de machismo,
    não cultuo o falocentrismo,
    podes tomar nota
    eu gosto é de xota,
    ser grande ou pequena não é importante,
    vale a que me deixar arfante
    Se tem coisa que sujeito como eu mais detesta
    é o termo “mulher honesta”;
    não quero moça para rezar novena
    o altar não é onde entro em cena;
    desejo aquela que me olha e não condena
    A minha favorita
    não é a mais bonita,
    não é a mais erudita;
    não preciso na lousa desenhar,
    um pouco de cada cousa, ela deve inspirar
    Não consideres minha única ressalva cobiça,
    peço que não seja roliça,
    quero-a sã e enxuta,
    podem até chamá-la de puta,
    já disse, não quero mulher santa,
    basta-me que não seja uma anta,
    é bom ter o que conversar
    depois do erotismo provar
    1 min
  • 41 - Conceito de mulher
    Simão,
    meu caro irmão,
    essa manhã não pode ser esquecida,
    tive a melhor foda da minha vida
    - É palavra que não pode ser removida -
    Trepei com mulher mui convencida,
    quando cheguei já estava equipada
    - Levaste de borracha pirocada? -
    Não, digo que ela estava preparada,
    camisinha, lubrificante…
    ah ela me deixou arfante,
    senti-me como um infante
    à primeira vez,
    foi melhor que sexo a três;
    o único problema
    é que agora enfrento um dilema
    Simão,
    tenho-te em grande consideração,
    presta atenção,
    falo-te de aberto coração,
    o que dizer não sei sequer,
    só sei que mudei meu conceito de mulher,
    e não me refiro só ao cuzinho,
    Simão, o chibiu era igualzinho!
    Eu fico às vezes no quarto sozinho
    com o pensamento isolado,
    pensando no que foi mutilado,
    melhor deixar isso de lado,
    largar o preconceito,
    agora está tudo feito
    1 min
  • 40 - Gigolô do iogurte
    As minhas aventuras matreiras
    quero viver com as mães solteiras,
    pois têm essas em suas geladeiras
    a sobremesa sublime,
    nada que meu estômago mais estime,
    a doçura do iogurte,
    prazer maior que o orgasmo me incute;
    é a gerontofilia alimentícia,
    dois prazeres, uma delícia
    1 min
  • 39 - Hell door's knock
    What bad luck
    brings the mother I woud fuck,
    she is a full unleashed desire,
    she will set my soul on fire,
    her touch a flame of hell,
    the beauty of Jezebel,
    I can hear the dark bell ring,
    I can hear the a devil sing
    “Well, well, well, come here you dirty pal,
    your home is now hell”
    Confused, divided, who am I,
    a good boy or a nasty guy?
    I wonder if there is any salvation
    for such temptation
    Oh Lord listen to my cry,
    please, give me a sign
    How can I cross such a path?
    How can I fight such witchcraft?
    How can I held my sinner half?
    What options do I have left?
    But if she insists
    The eyes of the mother I woud fuck,
    I shall not resist her cheats
    The sigh of the mother I woud fuck,
    perhaps just a kiss?
    The lips of the mother I woud fuck,
    my hands covered on gizz
    The thoght of the mother I woud fuck
    I asked if my hallo woud fell
    then I heard the angel tell
    “If you do not control your cock
    the dark gates you will unlock,
    any mistake, is a hell door’s knock
    2 min

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