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By FoodCastBrasilScience
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  • #07 - Vitamina D e Imunidade
    Nos últimos meses, com o medo e a incerteza causados pelo contexto de pandemia que ainda estamos vivendo, muitas pesquisas e notícias ganharam destaque em periódicos e através de notícias na imprensa. Dentre estas publicações, destacou-se uma pesquisa que apresentava sinais de correlação entre complicações dos sintomas da COVID-19 e os baixos níveis de vitamina D no organismo. A pesquisa não foi conclusiva, merecendo ênfase pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia que afirmou “Não haver uma relação de causa e efeito. Uma coisa é mostrar a associação, outra é tratar e ver se melhora”.
    A vitamina D pode ser encontrada em peixes, como o salmão, o atum e o bacalhau. A deficiência de vitamina D é acentuada em países em desenvolvimento e naqueles com determinadas restrições alimentares. Os baixos níveis de vitamina D têm demonstrado repetidamente estar associados ao aumento do risco de Diabetes mellitus tipo 2. E como já sabemos, o diabetes é um fator de risco para as complicações da COVID-19 em indivíduos infectados.
    No último episódio, a professora Estefânia Garcia discutiu sobre o papel da microbiota intestinal e dos probióticos no sistema imunológico. Hoje, no quarto episódio da série, a professora Estefânia irá bater um papo muito interessante com a professora Catherine Teixeira de Carvalho sobre a relação entre a vitamina D e a imunidade, mais uma vez dirigido ao contexto especial dos efeitos do coronavírus. 
    *O FoodCastBrasil é apresentado por Fábio Silva e Íris Braz. Coordenação geral: Fábio Silva, Íris Braz e Valquíria Cardoso. Produção: Fábio Silva, Íris Braz e Valquíria Cardoso. Edição: Fábio Silva. Coordenação digital: Fábio Silva e Íris Braz. Arte: Estefânia Garcia. Apoio a pauta: Catherine Carvalho e Estefânia Garcia. Trilha: bensound, Youtube, free music archive. **CONTATOS: [email protected] e @foodcastbr no Instagram.
    20 min
  • #06 - Embalagens e Covid-19: consequências da pandemia para o setor de alimentos

    Desde o aparecimento da COVID-19, a humanidade tem enfrentado desafios severos no que tange à readaptação e a manutenção dos serviços básicos. Em meio a maior crise humanitária e econômica do século, as consequências do novo coronavírus evidenciaram ainda mais a importância de algumas empresas para o enfrentamento da pandemia. Enquanto algumas indústrias fecham as portas temporariamente para evitar o avanço da doença, o setor de alimentos e as indústrias de suprimento, por se caracterizarem como atividades essenciais, têm tentado manter a produção e distribuição de seus produtos em todo o mundo. Além disso, para evitar a contaminação, a Organização Mundial da Saúde tem recomendado o uso de recipientes descartáveis e embalagens que evitem a necessidade de limpeza antes do consumo dos alimentos, minimizando os riscos de infecção pelo manuseio dos recipientes utilizados. Por estes motivos, grande parte do setor alimentício está trabalhando em sistema de entrega, o famoso “delivery”, o que tem proporcionado aumento na demanda e produção de embalagens e outros itens destinados ao segmento. Desde o final de março de 2020, vários estabelecimentos de alimentos tem se adaptado para distribuir seus produtos na forma de entrega ou retirada. Por isso, o uso de materiais descartáveis tem aumentado, conforme a previsão de várias pesquisas realizadas em todo o mundo no início da pandemia. Os referidos experimentos demonstraram o otimismo do setor de embalagens com o impulsionamento da demanda por seus produtos no período de isolamento social. Segundo dados da Information Resources Incorporation, em meio à crise, houve aumento considerável dos gastos dos consumidores com alimentos embalados na Itália, França e Reino Unido. No Brasil, os sindicatos das empresas de embalagens plásticas orientam os empresários a ficarem atentos às oportunidades para manter a competitividade. Muitas empresas de plásticos no Brasil reportam aumento da produção, inclusive se adaptando à elaboração de embalagens para álcool em gel, protetores faciais, e outros produtos nesta linha. Este aumento na demanda e na produção chegou em um momento em que as empresas de alimentos e bebidas enfrentavam críticas sobre o impacto ambiental das embalagens descartáveis. Segundo o Ministério do Meio Ambiente, um terço do lixo doméstico é composto por embalagens e 80% destas são utilizadas apenas uma vez, sendo descartadas muitas vezes de forma incorreta. Entretanto, o surgimento do coronavírus fez mudar o cenário em relação às legislações que proíbem o uso de plástico e outros materiais descartáveis com elevado potencial poluente. Agora, o uso de produtos descartáveis torna-se um aliado importante na prevenção da COVID-19.  Em São Paulo, por exemplo, o Tribunal de Justiça suspendeu uma lei municipal que proibiria o uso de copos, pratos e talheres de plástico na capital a partir de janeiro de 2021. Algumas redes de fast food e varejo, incluindo duas grandes cadeias de café dos Estados Unidos, a Starbucks e a Dunkin’ Donuts, proibiram o uso de copos e recipientes reutilizáveis. Supermercados americanos estão pedindo que as pessoas não levem suas sacolas retornáveis para evitar a contaminação. Alguns governantes já estão solicitando doações para empresas do setor de plásticos visando garantir que a sociedade tenha o acesso aos itens essenciais durante o combate ao novo coronavírus.  

    * O FoodCast Brasil é apresentador por Fábio Silva e Íris Braz. Coordenação geral: Fábio Silva, Íris Braz e Valquíria Cardoso. Produção: Fábio Silva, Íris Braz e Valquíria Cardoso. Edição: Fábio Silva. Coordenação digital: Fábio Silva e Íris Braz. Arte: Lara Patrício, Pedro e Fábio Silva. Trilha: bensound, YouTube, free music archive, trecho do programa Além da conta da GNT disponível no YouTube. **CONTATOS: [email protected] e @foodcastbr no Instagram.

    1 hr 1 min
  • #05 - Alimentos e imunidade: orientações à luz da ciência - Capítulo 02

    Sejam bem-vindos a mais um capítulo da nova série “Alimentos e imunidade: orientações à luz da ciência”, uma parceria do FoodCastBrasil com o Departamento de Gastronomia da Universidade Federal da Paraíba. Em 10 episódios, iremos falar sobre como a alimentação pode auxiliar na promoção da saúde e no fortalecimento do nosso sistema imunológico, auxiliando nos mecanismos de defesa do nosso organismo. No primeiro episódio, a professora Estefânia Garcia apresentou as principais nuances dos conteúdos que serão abordados ao longo da série. Hoje, estamos no segundo episódio, mais uma vez conduzido pela professora e pesquisadora Estefânia Fernandes Garcia, da Universidade Federal da Paraíba. No episódio de hoje, a professora Estefânia vai falar sobre os Fatores associados a modulação do sistema imunológico humano. Nunca o nosso sistema imunológico foi tão falado. Em um contexto pandêmico que estamos atualmente inseridos, de um vírus que ainda não se tem um controle efetivo de transmissão, as únicas formas de proteção consistem no distanciamento social, aliado às medidas de higiene e a manutenção do equilíbrio do sistema imunológico, que é diretamente afetado pela COVID-19, podendo desencadear uma série de complicações ao indivíduo infectado. A literatura afirma que o consumo de dietas ricas em calorias combinadas com supernutrição crônica e um estilo de vida sedentário nas sociedades ocidentais evocam um estado de inflamação metabólica crônica, denominada meta-inflamação. Este fenômeno contribui para o desenvolvimento de muitas doenças não transmissíveis prevalecentes (DNTs), e essas patologias associadas ao estilo de vida representam um crescente problema de saúde pública com dimensões epidêmicas globais. Outro fator interessante é que o estilo de vida pode determinar a idade do seu sistema imunológico. Sabemos que esse sistema se enfraquece à medida que envelhecemos - o que é uma das principais razões pelas quais aqueles com mais de 70 anos correm maior risco de contrair a doença. Mas o que está se tornando claro é que, quando se trata de saúde imunológica, a idade é apenas um número. Algumas pessoas têm um sistema imunológico significativamente mais velho ou mais novo do que é. Alguns indivíduos de 60 anos têm o sistema imunológico de um indivíduo de 40 anos, outras têm uma idade imunológica de mais de 80 anos. A boa notícia é que existem algumas maneiras simples de voltar o relógio imunológico. Porque mesmo depois que a ameaça desse vírus passar, mais cedo ou mais tarde, outro surgirá, e nenhum de nós está ficando mais jovem.

    *O FoodCast Brasil é apresentado por Fábio Silva e Íris Braz. Coordenação geral: Fábio Silva e Íris Braz. Produção: Fábio Silva, Íris Braz, Valquíria Cardoso, Estefânia Garcia, Lara Patrício e Pedro. Produção digital: Lara Patrício, Pedro e Fábio Silva. Trilha sonora: bensound, youtube, free music archive.  CONTATOS: [email protected] e @foodcastbr no instagram.

    32 min
  • #04 - Alimentos e Imunidade: orientações à luz da ciência - Capítulo 01
    Sejam bem-vindos a nova série “Alimentos e Imunidade: orientações à luz da ciência”, uma parceria do FoodCastBrasil com o Departamento de Gastronomia da Universidade Federal da Paraíba. Em 10 capítulos, iremos falar sobre como a alimentação pode auxiliar na promoção da saúde e no fortalecimento do nosso sistema imunológico, auxiliando nos mecanismos de defesa do nosso organismo.
    O novo coronavírus já é um dos maiores desafios da sociedade no último século. Trata-se de um vírus altamente transmissível entre os seres humanos que até o dia 17 de julho de 2020 contaminou mais de 13,8 milhões de pessoas e causou mais de 590 mil mortes em todo o mundo. No Brasil, as estatísticas oficiais relatam até o momento mais de 2 milhões de contaminados e cerca de 77 mil mortes. Milhares de cientistas de diferentes países têm investigado arduamente a ação de medicamentos já existentes e tentado identificar formas e métodos terapêuticos para combater o novo coronavírus. Infelizmente, ainda não existe vacina ou tratamento comprovadamente eficaz aprovado para o combate à doença. Apesar disso, é comum encontrar nas redes sociais e veículos de comunicação informações diversas sem embasamento científico e com o suposto intuito de orientar a população sobre o consumo de alimentos e uso de suplementos para ajudar na prevenção da Covid-19 ou para minimizar os efeitos do coronavírus no organismo. Levando-se em consideração o interesse pela temática, na nova série “Alimentos e Imunidade: orientações à luz da ciência” iremos discutir sobre o comportamento do sistema imunológico frente à doença, além de fatos e mitos relacionados aos efeitos da alimentação no fortalecimento do sistema imune e debater acerca dos principais compostos e nutrientes benéficos ao organismo que estão presentes nos alimentos. O nosso propósito é trazer informações e proporcionar reflexões para que você possa compreender a relação existente entre uma boa alimentação e a saúde do nosso corpo.
    Errata: O título da série foi modificado após a finalização da gravação e edição deste episódio. Portanto, considerem o novo título "Alimentos e Imunidade: orientações à luz da ciência" no lugar de "Imunonutrição: saúde para a retomada". Pedimos desculpas pelo deslize.
    *Sugestões: Professora Estefânia - Boas Práticas de Prevenção ao Coronavírus em Serviços de Alimentação (http://gg.gg/koksq). Professora Íris - Cuidados Sanitários Básicos durante o Isolamento Domiciliar no Enfrentamento da Covid-19 (http://gg.gg/kokw4). Professor Fábio - NOTA TÉCNICA Nº 18/2020/SEI/GIALI/GGFIS/DIRE4/ANVISA Covid-19 e as Boas Práticas de Fabricação e Manipulação de Alimentos (http://gg.gg/kokz8).
    **O FoodCastBrasil é apresentado por Fábio Silva e Íris Braz. Coordenação Geral: Fábio Silva e Íris Braz. Produção: Fábio Silva, Íris Braz, Valquíria Cardoso, Estefânia Garcia, Lara Patrício e Pedro. Apoio à pauta e pesquisa: Valquíria Cardoso, Estefânia Garcia. Edição: Fábio Silva. Coordenação digital: Fábio Silva; Íris Braz; Lara Patrício e Pedro. Trilha sonora: bensound, youtube, free music archive. Principais referências: Martins; Oliveira (2020). Disponível em:. Paixão, Siqueira; Sousa (2020). Disponível em:. Vidale (2020). Disponível em:. CONTATOS: [email protected] e @foodcastbr no instagram.
    56 min
  • #03 - Potencialidades do Semiárido Brasileiro e o Papel do INSA

    O Semiárido brasileiro é uma região que ocupa uma área de 110 milhões de hectares e inclui os Estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Maranhão, a maior parte da Paraíba e Pernambuco, Sudeste do Piauí, Oeste de Alagoas e Sergipe, região central da Bahia e uma faixa que se estende até o estado de Minas Gerais. 

    É uma região caracterizada pelo clima seco, com poucas chuvas e elevada evapotranspiração. Atualmente, congrega uma população de 27,9 milhões de pessoas (aproximadamente 13% da população brasileira) vivendo em 1.262 municípios de dez Estados da Federação. Em novembro de 2017, mais 73 municípios foram incluídos na região do semiárido em decorrência da seca prolongada. 

    A expressão “Semiárido” indica que se trata de uma região com características que se aproximam da aridez. As razões para isso são várias, especialmente os modos humanos de exploração da terra, que a tornaram semiárida, aliados à escassez de chuva e ao limitado sistema de armazenamento de água da chuva.

    Apesar de muitas vezes ser rotulada como uma região estéril, no semiárido existe uma diversidade de ecossistemas com variados microclimas e cerca de doze tipos diferentes de caatinga, o que configura diversas possibilidades econômicas, como a pecuária, a exemplo de caprinos, ovinos e bovinos de leite, as lavouras de sequeiro, áreas irrigadas, produção mineral, turismo e geração de energia renovável. Além disso, a região semiárida brasileira tem se apresentado propícia também para a produção de peixes e flores. A maior parte da agricultura familiar brasileira é desenvolvida no semiárido.

    Com a missão de viabilizar ações de pesquisa, formação e difusão de políticas para a convivência sustentável do Semiárido brasileiro, a partir de suas potencialidades socioeconômicas, em 14 de abril de 2004, através da Lei nº 10.860, foi criado o Instituto Nacional do Semiárido, o INSA, uma unidade de pesquisa integrante do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), com enfoque no Semiárido brasileiro.

    Atualmente, o INSA está sob a direção da professora Mônica Tejo Cavalcanti, natural de Campina Grande (PB), graduada em Farmácia pela Universidade Federal da Paraíba (2004), mestre em Ciência e Tecnologia de Alimentos pela Universidade Federal da Paraíba (2007), doutora em Engenharia de Processos pela Universidade Federal de Campina Grande (2011) e MBA em Empreendedorismo de Alto Impacto e Inovação (2017).

    Como professora Associada I no Curso de Graduação em Engenharia de Alimentos (CCTA), da Universidade Federal de Campina Grande, Mônica assumiu em 2017 o cargo de Assessora de Transferência de Tecnologia no NIT/UFCG, e desde 2014 integra a Coordenadoria da IACOC/PaqTcPB/UFCG - Incubadora de Agronegócios das Cooperativas, Organizações comunitárias, Associações e Assentamentos rurais do Semiárido da Paraíba.

    O FoodCastBrasil é apresentador por Fábio Silva e Íris Braz. 

    Coordenação geral: Fábio Silva e Íris Braz

    Produção: Fábio Silva, Íris Braz e Valquíria Cardoso

    Apoio à pauta e pesquisa: Valquíria Cardoso

    Edição: Fábio Silva

    Coordenação digital: Fábio Silva e Íris Braz

    Trilha: bensound, youtube, free music archive

    CONTATOS: [email protected] e @foodcastbr no instagram


    1 hr 27 min
  • #02: Alimentação do Futuro - Parte 2

    Olá amantes da ciência e tecnologia de alimentos. Estamos de volta com a segunda parte da nossa conversa sobre alimentação do futuro. Nesta parte da conversa, abordamos alimentos para vegetarianos ou veganos, entomofagia, análogos de carne, carne de laboratório, e muito mais. Venham conferir.

    53 min
  • #01 - Alimentação do Futuro - Parte 01
    Em 1798, o economista e matemático Thomas Malthus publicou um artigo que teria grande impacto a nível mundial. Intitulado "Um ensaio sobre o princípio da população", em seu trabalho, Malthus defendia a tese de que a população cresce em progressão geométrica enquanto a produção de alimentos se expande em progressão aritmética, um descompasso que provoca a fome e estimula a disputa entre os homens. 
    Como Malthus fez sua análise do crescimento populacional em um espaço geográfico limitado, ele não previu que a Revolução Industrial seria capaz de mudar todo o cenário mundial, impulsionando a produção agrícola e a oferta de alimentos. Embora o crescimento da população não tenha ocorrido em ritmo de progressão geométrica. Com a modernização, a fome e a miséria não poderiam ser atribuídas à incapacidade produtiva de alimentos, mas sim a sua má distribuição a nível global.
    Segundo dados da ONU, em um estudo preliminar no ano de 2019, dos alimentos produzidos anualmente para consumo humano, cerca de 1,3 bilhão de toneladas, entre 25 e 30% são perdidos ou desperdiçados a cada ano. Um número que aumentou 40% desde 1970 e representa 200 calorias por dia por indivíduo. A  população mundial atual é de 7,8 bilhões de habitantes. Em boa parte dos países em desenvolvimento, a agricultura continua sendo uma das atividades econômicas mais importantes, compreendendo ate 30% do Produto Interno Bruto (PIB). Entretanto, ao comparar o volume de produção quanto a área usada pela agricultura, em países mais pobres a área cultivada por pessoa chega a ser menos da metade do que em países mais ricos. Quanto à pecuária, a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (a FAO) prevê até 2050 o aumento da quantidade de terras usadas para a ordem de 70%, passando de 34 para 57,8 milhões de quilômetros quadrados. Desta forma, cientistas da área consideram "impossível" a disponibilidade de proteína animal para todos os habitantes, o que pode ser no futuro um item de luxo!
    Um outro fator preocupante é a fome. Em 2019, 135 milhões de pessoas foram consideradas em situação de fome aguda. Os dez países mais atingidos pela fome em 2019 responderam por 65% dos casos, ou seja, 87,8 milhões de pessoas em situação de fome estão concentradas em apenas 10 países. A FAO estima que o número de pessoas em situação grave de fome no mundo possa dobrar para cerca de 265 milhões de pessoas até o final de 2020. Este estudo foi divulgado no último mês de  março e ainda não contempla a pandemia que estamos passando por causa da COVID-19, o que provavelmente vai agravar este quadro em proporções que ainda não conseguimos mensurar.
    Diante de tantas dificuldades que vamos enfrentar nos próximos dias, meses, anos e décadas, como você acha que será a nossa alimentação no futuro?
    43 min
  • Trailer
    Em breve, iremos estrear o FoodCastBrasil, o podcast que vai informar sobre tudo o que acontece na ciência e tecnologia de alimentos no Brasil e no mundo. Você poderá ouvir entrevistas com especialistas, conversas sobre o mercado de trabalho, compartilhamento de experiência dos cursos, e muito mais. Fique ligado em nossa página no Instagram @foodcastbr para ficar atualizado nos nossos episódios.
    3 min

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Agora você tem um podcast novinho sobre ciência e tecnologia de alimentos. Os professores Fábio Silva e Íris Braz irão trazer, de forma leve e descomplicada, notícias e muita informação sobre os…