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“Navegar é preciso, viver não é preciso”. Embarque com o C. A., o Beraba e o convidado Willian Spengler (Scicast), por mares nunca dantes navegados e aproveite o papo muito agradável que os historiadores tiveram enquanto singravam os mares nesta grande aventura ocidental.
NO EPISÓDIO
Descubra as motivações da expansão marítima, entenda as diferenças entre uma Nau e um Galeão Espanhol, compreenda como eram os preparativos, o dia a dia e as desventuras em série dos navegadores e marinheiros. Surpreenda-se ao descobrir a lucratividade dos negócios além-mar.
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Produção Geral e Hosts: C. A e Beraba, Convidados Willian Spengler. Vitrine: Augusto Carvalho, Edição: Talk’nCast
MENCIONADO NA LEITURA DE E-MAILS
Canal Nostalgia – Você está em uma BOLHA SOCIAL? Descubra!
Material Complementar
Paradidáticos
AMADO, Janaína; FIGUEIREDO, Luiz C. A formação do império português (1415-1580). São Paulo: Atual, 1999.
MESGRAVIS, Laima; PINSKY, Carla B. O Brasil que os europeus encontraram. São Paulo: Contexto, 2002.
THEODORO, Janice. Pensadores, Exploradores e Mercadores. São Paulo: Scipione, 1994.
THEODORO, Janice. Descobrimentos e Colonização. São Paulo: Ática, 1991.
Artigos
Revista de História da Biblioteca Nacional ed. 84 – Descobrimentos
Cadernos de História da Ciência – A medicina nas caravelas – séc. XVI
O imaginário dos navegantes portugueses dos séculos 15 e 16
Livros
BRAUDEL, Fernand. O Mediterrâneo e o mundo mediterrânico na época de Felipe II. Lisboa: Martins Fontes, 1983.
CAMÕES, Luís Vaz de. Os Lusíadas. Rio de Janeiro: BestBolso, 2015.
MICELI, Paulo. O ponto onde estamos. Campinas: Ed. UNICAMP: 2008.
RAMOS, Fábio Pestana. No Tempo das Especiarias: o império da pimenta e do açúcar. São Paulo: Contexto, 2013.
RAMOS, Fábio Pestana. Por mares nunca dante navegados: a aventura dos Descobrimentos. São Paulo: Contexto, 2008.
SILVA, Francisco Carlos Teixeira et. al. Atlântico: a história de um oceano. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2015.
THORTON, John. A África e os africanos na formação do mundo atlântico (1400-1800). Rio de Janeiro: Elsevier, 2004.
Para jogar e se divertir
Age of Empires 3 (Trailer)
Civilization IV: Beyond the Sword (Trailer)
Civilization V: Gods & Kings (Trailer)
Dawn of Discovery (Trailer)
Europa Universalis 4 (Gameplay de Portugal)
Jogo “Navegar é Preciso – As grandes navegações nos séculos XV e XVI”
MADRINHA E PADRINHOS
ANDERSON GARCIA, EANI MARCULINO e WILLIAN SPENGLER
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Idade Média: O que é? Onde vive? Do que se alimenta? Como se reproduz? Hoje no Fronteiras no Tempo! Para responder a essa e outras perguntas os historiadores C. A e Beraba recebem a medievalista Claudia Bovo (UFTM) para um papo agradável e esclarecedor sobre este período encantador e instigante da História.
NO EPISÓDIO
Descubra as diferenças entre os termos Idade Média e História Medieval, entenda as diferentes entre Eclésia e Igreja, compreenda as leituras realizadas ao longo do tempo sobre o medievo e surpreenda-se ao entender como a própria existência da Idade Média pode ser questionada.
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MENCIONADO NO EPISÓDIO
Excalibur
La Armada Brancaleone (áudio original com legenda em espanhol)
O incrível exército de Brancaleone (dublado)
Vikings
ESTUDOS MEDIEVAIS NO BRASIL
Laboratório de Estudos Medievais
Núcleo de Estudos Vikings e Escandinavos
Revista Brasileira de História – Dossiê “Perspectivas recentes da História Medieval no Brasil” – organização Marcelo Cândido da Silva e Neri de Barros Almeida (leia a Apresentação do Dossiê)
CONHEÇA MELHOR NOSSA CONVIDADA
Claudia Bovo
Professora Cláudia Bovo no site Academia
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Produção Geral e Hosts: C. A e Beraba Vitrine: Augusto Carvalho, Edição: Talk’nCast
Material Complementar
BARTHELEMY, Dominique. A cavalaria: da Germânia antiga à França do século XII. Campinas, SP: Unicamp, 2010.
BLOCH, M. – Os reis taumaturgos. O caráter sobrenatural do poder régio: França e Inglaterra. São Paulo, 1993
DELUMEAU, Jean, História do medo no ocidente 1300-1800: uma cidade sitiada. São Paulo: Companhia das Letras, 2009. Leia um trecho da Introdução AQUI
DUBY, Georges. Idade Média Idade dos Homens. São Paulo: Cia das Letras, 2011.
DUBY, Georges. A sociedade cavalheiresca. São Paulo: Martins Fontes, 1989
DUBY, Georges. História da vida privada: da Europa feudal à Renascença. São Paulo : Companhia das Letras, 1990. v.2.
FRANCO JR, Hilário. Idade Média: nascimento do ocidente. São Paulo: Brasiliense, 2000.
GUERREAU, Alain. O Feudalismo: um horizonte teórico. Lisboa: Ed. 70, 1987.
LE GOFF, J. A civilização do ocidente medieval: Bauru, SP: Edusc, 2005
LE GOFF, Jacques. A Bolsa e a Vida: economia e religião na Idade Média. Lisboa: Teorema, 1987.
LE GOFF, Jacques. O nascimento do purgatório. Lisboa: Nova Estampa, 1995.
LE GOFF, Jacques. Uma longa Idade Média. São Paulo: Record, 2008.
NOSSO PRIMEIRO PADRINHO
WILLIAN SPENGLER
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Coxinha? Petralha? Fascista? Esquerdopata? Conservadorismo, Liberalismo e Socialismo? Trump presidente dos EUA, e agora? Voltar pra Cuba? O que está acontecendo com o mundo hoje? Essa foi a questão central que os historiadores C. A e Beraba fizeram aos seus convidados, os professores André Azevedo da Fonseca (UEL) e Marcos Sorrilha (UNESP). O papo foi extremamente agradável, reflexivo e, sobretudo, esclarecedor sobre História e Cultura Política.
NO EPISÓDIO
Descubra as relações entre história e a cultura política de nossa época, entenda as diferentes perspectivas temporais que existem sobre a chamada “onda conservadora”, compreenda os diversos interesses em jogo nas redes sociais e no mundo político, surpreenda-se ao descobrir quem está vencendo a guerra de Memes e, sobretudo, reflita a respeito de quão reducionista pode ser o termo mimi e como elementos mitológicos são utilizados no mundo político de hoje.
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MENCIONADO NO EPISÓDIO
Para ver no Youtube
Professor André Azevedo da Fonseca – Série: Mitos e mitologias políticas
Marcos Sorrilha – Eleição de Trump – Primeiras Impressões
Marcos Sorrilha – Eleições Trump – Arremate de ideias
Karnal, Cortella e Pondé – Café Filosófico CPFL Especial
Mãe, vem cá, por que eu sou de direita? manifestação 15/03
CONHEÇA MELHOR OS NOSSOS CONVIDADOS
André Azevedo da Fonseca
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Blog
Textos publicados no Huffpost Brasil
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Marcos Sorrilha
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Fã Page do romance Lino Galindo e os Herdeiros do Trono do Sol
Ouça o epísódio 11 do Fronteiras no Tempo – INCAS E LINO GALINDO
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Produção Geral e Hosts: C. A e Beraba. Convidados: André Azevedo da Fonseca e Marcos Sorrilha Vitrine: Augusto Carvalho, Edição: Talk’nCast
Material Complementar
DAHL, Robert A. Poliarquia e Oposição. São Paulo: EdUSP, 2005.
GIRARDET, Raul. Mitos e mitologias políticas. São Paulo: Cia das Letras, 1987.
HARARI, Yuval Noah. Sapiens – uma breve história da humanidade. São Paulo: LP&M, 2013.
LOPEZ, Felix Garcia (org.) Cargos de confiança no presidencialismo de coalizão brasileiro. Brasília : IPEA, 2015.
MANIN, Bernard. “As Metamorfoses do Governo Representativo”. Revista Brasileira de Ciências Sociais, p.5-34, 1995. http://www.anpocs.org.br/portal/publicacoes/rbcs_00_29/rbcs29_01.htm
MARIZ, Celia Loreto. A religião e o enfrentamento da pobreza no Brasil. Revista Crítica de Ciências Sociais, n.33, p.11-24, 1991 – leia aqui
MOÏSI, Dominique. Geopolítica das Emoções (um estudo que mostra como existem componentes emocionais na nossa análise sobre o momento do mundo, pendendo ao otimismo e pessimismo);
PIERUCCI, Antônio Flávio. Ciladas da diferença. 2.ed. São Paulo: Ed.34, 1999. http://www.travessa.com.br/ciladas-da-diferenca/artigo/bd282247-d454-4e6a-bf0a-cee21008aa58
PIERUCCI, Antônio Flávio. Ciladas da diferença. Tempo Social, São Paulo, v. 2, n. 2, p. 7-33, dec. 1990. ISSN 1809-4554. Disponível em: http://www.revistas.usp.br/ts/article/view/84798/87507. Acesso em: 18 jan. 2017.
PINKER, Steven. Os Anjos Bons da Nossa Natureza (resenha aqui)
Revista Anthropológicas, Ano 12, v.19, n.1, 2008. Dossiê: Igreja Universal Reino de Deus. http://www.revista.ufpe.br/revistaanthropologicas/index.php/revista/issue/view/16 Organização: Donizete Rodrigues; Roberta Bivar C. Campos
ROSAVALLON, Pierre. Por uma História do Político (Uma análise de como o Caos é um componente obrigatório da democracia)
Nosso Primeiro Padrinho
William Spengler
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Os historiadores “C. A.” e “Beraba” recebem uma turminha do barulho que arruma altas confusões pela primeira vez na televisão… Ops! C. A. e Beraba receberam Augusto Carvalho, Artur Lopes, Rodolfo Neto e @victormoraes_78353" target="_blank" rel="noopener">Victor Moraes para discutir sobre as múltiplas relações entre a história e a cultura pop!
NO EPISÓDIO:
Descubra como a história pode dialogar com a cultura pop (cinema, HQ, games, etc.), entenda que Michael Bay pode explodir coisas na tela que você nem imaginou, compreenda os diversos interesses que a cultura pop pode despertar nos historiadores, surpreenda-se ao descobrir como é possível estudar o Batman em uma dissertação de mestrado e, sobretudo, divirta-se, pois este programa fecha o ano de 2016 e inicia o de 2017 de forma leve e descontraída.
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MENCIONADO NO EPISÓDIO
Textos do Victor Moraes: @victormoraes_78353" target="_blank" rel="noopener">https://revistamoviement.net/@victormoraes_78353
1UpBrasil – Canal do Augusto Carvalho no Youtube
Para ver no Youtube
Cafezinho | Brasil Contemporâneo | Entrevista com o historiador Carlos Fico
Cafezinho | História e Cinema | Entrevista com o historiador Alexandre Valim
Alguns Filmes que mencionamos no Episódio (em ordem alfabética)
Bad Boys 2 – Micheal Bay Interview (2003)
Cap. America (filme de 1990)
Sweet Sweetback’s Baadasssss Song
The cinema of Michael Mann
Trailer Bad Boys (1995)
Trailer Shaft (1971)
Trailer Shaft (2000)
Trailer Sweet Sweetback’s Baadasssss Song
Para jogar e se divertir
Trailer de Sid Meier’s Civilization IV: Beyond the Sword
MENCIONADO NA LEITURA DE E-MAIL
FrontCast
Canal do Prof. André Azevedo da Fonseca
Podcast Tricô de Pais
Portal Deviante (casa do Scicast e do Contrafactual)
Sabaton – Smoke Snakes
Charges mencionadas pelo Willian Spengler (comentário de voz)
Link do Dossiê “História, Imagens e Ciência”:
http://www.uel.br/revistas/uel/index.php/dominiosdaimagem/issue/view/1302/showToc
SILVA, Cesar Agenor Fernandes da. Representações, vulgarização e imagética científicas na imprensa da corte fluminense do século XIX. Domínios da Imagem, Londrina, v. 10, n. 19, p. 40-75, jul./dez. 2016. Disponível em: http://www.uel.br/revistas/uel/index.php/dominiosdaimagem/article/view/27957/20144
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Material Complementar
BERNADET, Jean-Claude & RAMOS, Alcides Freire. Cinema e história do Brasil. São Paulo: Contexto, 1988.
BERNADET, Jean-Claude. O que é cinema. São Paulo: Brasiliense, 2004.
BURKE, P. Testemunha ocular: o uso das imagens como evidência histórica. São Paulo: Ed. Unesp, 2017.
FERRO, M. Cinema e história. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2012.
FREITAS, Enio de. História e cinema: encontro do conhecimento em sala de aula. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2012. Disponível gratuitamente: https://repositorio.unesp.br/bitstream/handle/11449/109250/ISBN9788579833694.pdf?sequence=1
MASCARELLO, Fernando. O dragão da cosmética da fome contra o grande público: uma análise do elitismo da crítica da cosmética da fome e de suas relações com a Universidade. Intexto, Porto Alegre: UFRGS, v. 2, n. 11, p. 1-14 julho/dezembro, 2004. http://seer.ufrgs.br/index.php/intexto/article/view/4076
NÓVOA, J. BARROS, J. D. CAMARA, A. S (et. al). Cinema-História: teoria e representações sociais no cinema.
NÓVOA, Jorge; FRESSATO, Soleni Biscouto; FEIGELSON, Kristian (orgs.). Cinematógrafo: um olhar sobre a história. Salvador: EDUFBA; São Paulo: UNESP, 2009
PUNTONI, P. BOLOGNESI, L. Meus heróis não viraram estátua. São Paulo: Ática, 2001.
Revista Brasileira de História da Mídia – http://www.ojs.ufpi.br/index.php/rbhm
SCHWARTZ, Rosana. Mídia e História: Registros, documentos e fontes. http://www.ufrgs.br/alcar/jornal-alcar-no-2-maio-de-2012/Midia%20e%20Historia.pdf
P.s.: Parabéns Artur Lopes pelo ingresso no mestrado em História na UFSC
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Neste episódio, os historiadores “C. A.” e “Beraba” debateram e refletiram sobre as raízes de um dos mais profundos processos históricos, do final do século XIX, que se arrastou por, praticamente, todo o século XX, a Partilha da África.
NO EPISÓDIO
Descubra as principais características do processo histórico, político, econômico e social que levaram ao domínio territorial do continente africano pelos europeus, entenda as facetas do discurso civilizatório que justificou a colonização da África, compreenda os diversos interesses em jogo que levaram a divisão do território africano pelas potências industriais e surpreenda-se ao descobrir como a visão sobre os negros construída ao longo do tempo impacta as relações sociais no Brasil e no Mundo.
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Confira como foi gravação ao vivo da leitura de e-mails deste episódio
MENCIONADO NO EPISÓDIO
Hotel Ruanda – Trailer
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Livros, artigos e links
Mapas históricos
Mapa da Costa Ocidental da África, de Serra Leoa a Cabo Palmas, incluindo a Colônia da Libéria (1830). Disponível em: <http://www.wdl.org/pt/item/149/>. Acesso em: 16 mar. 2012.
Mapa da África de 1820, elaborado pelo cartógrafo e geógrafo francês Adrien Hubert Brué (1786-1832). Disponível em: <http://www.wdl.org/pt/item/55/zoom.html>. Acesso em: 16 mar. 2012.
Livros Paradidáticos
MACKENZIE, J. M. A partilha da África (1880-1900). São Paulo: Ática, 1994.
SOUZA, M. M. África e Brasil africano. 2. ed. São Paulo: Ática, 2007.
Livros e artigos
FERRO, M. (Org.). O livro negro do colonialismo. Tradução de Joana Angélica D’Ávila Melo. Rio de Janeiro: Ediouro, 2004.
FERRO, M. História das colonizações: das conquistas às independências, séculos XIII ao XX. São Paulo: Companhia das Letras, 1996.
HERNANDES, L. M. G. L. A África na sala de aula: visita à história contemporânea. 2. ed. rev. São Paulo: Selo Negro, 2008.
HOBSBAWM, E. J.; RANGER, T. A invenção das tradições. São Paulo: Paz e Terra, 2002.
JAUARÁ, M. A construção do Estado moderno na África lusófona. Anais do XXV Simpósio Nacional de História. Fortaleza: ANPUH, 2009. Disponível em: http://anais.anpuh.org/wp-content/uploads/mp/pdf/ANPUH.S25.1415.pdf Acesso em: 20 de nov. 2016
LANDES, D. S. Prometeu desacorrentado: transformação tecnológica e desenvolvimento industrial na Europa ocidental, de 1759 até os dias de hoje. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005.
PRATT, M. L. Os olhos do império: relatos de viagem e transculturação. Tradução de Jéxio Hernani B. Gutierre. Bauru: EdUSC, 1999.
THORNTON, J. A África e os africanos na formação do mundo atlântico (1400-1800). Tradução de Marisa Rocha Motta. 5. ed. Rio de Janeiro: Elsevier/Campus, 2004.
Coleção História Geral da África – Organizada pelo Comitê Científico da UNESCO
Edições completas em .PDF
Volume 1 – Metodologia e Pré-História da África
Volume 2 – África Antiga
Volume 3 – África do século XVII ao XI
Volume 4 – África do século XII ao XVI
Volume 5 – África do século XVI ao XVIII
Volume 6 – África do século XIX até 1880
Volume 7 – África sob domínio colonial 1880-1935
Volume 8 – África desde 1935
Síntese da coleção em 2 volumes
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Aproximadamente 80 anos depois do início de uma das Guerras Civis mais violentas do século XX, os historiadores C. A e Beraba debateram e refletiram sobre a Guerra Civil Espanhola (1936-1939).
NO EPISÓDIO:
Descubra as principais características do processo histórico, político e social que levaram ao conflito, entenda as diferenças entre anarquistas e comunistas, compreenda como uma nação marcada por diferentes tendências e identidades regionais foi levada ao conflito e surpreenda-se ao descobrir como a Guerra Civil se tornou o laboratório da 2ª Guerra Mundial.
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Livros, artigos e links
BUADES, Josep M. A Guerra Civil espanhola. São Paulo: Contexto, 2013
PENA-RODRIGUEZ, Alberto. SINTONÍA DE COMBATE. La propaganda del Rádio Club Português en la Guerra Civil española (1936-1939). hist.crit., Bogotá , n.58, p.95-115, Dec., 2015.
SAMPEDRO BLANCO, Víctor; CARRICO REIS, Bruno; SANCHEZ-DUARTE, José Manuel. Las memorias tipificadas del franquismo y de la transición española. Mem. Soc., Bogotá , v. 17, n. 35, p.144-162, Dec., 2013.
JACKSON, Gabriel. La Republica Española y la Guerra Civil. Barcelona: Grilabo, 1977.
MATTHEWS, Herbert. Metade da Espanha morreu, Rio de Janeiro: Civ. Bras., 1975.
ORWELL, Georg. Lutando na Espanha. Rio de janeiro: Civ. Bras. 1967.
THOMAS, Hugh. A Guerra Civil Espanhola. Rio de Janeiro: Civ. Bras. 1964, 2 vols.
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Os historiadores C. A e Beraba voltaram com tudo para debater o conceito de Fascismo, desde sua origem histórica até seus reflexos no mundo contemporâneo.
No Episódio:
Antes de sair por aí chamando os amiguinhos e amiguinhas de Fascista, descubra as principais características do Fascismo, entenda a origem histórica deste fenômeno político e social, compreenda como uma nação pode ser convencida por um discurso disfarçado de salvador e surpreenda-se ao descobrir que o perigo representado pelo Fascismo está presente em nosso mundo e, mais do que isso, sinta o prazer de refletir sobre o tema do episódio a partir do cinema e da literatura.
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Para assistir no Netflix
A onda
Ele está de volta
No Youtube
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BOBBIO, Norberto. Do Fascismo à Democracia: os regimes, as ideologias, os personagens e as culturas políticas. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007.
BOBBIO, Norberto; MATTEUCCI, N.; PARQUINO, G. Dicionário de política. Brasília: UnB, 1998.
BURON, Thierry & GAUCHON, Pascal. Os fascismos. Rio de Janeiro: Zahar, 1980.
CANETTI, Elias. Massa e Poder. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.
EAGLETON, Terry. Ideologia: Uma introdução. São Paulo: Unesp/Boitempo, 1997.
HEYWOOD, Andrew. Ideologias Políticas. São Paulo: Ática, 2010.
PINSKY, Jaime & PINSKY, Carla B. [org]. Faces do fanatismo. São Paulo: Contexto, 2013.
SILVA, Kalina Vanderlei; SILVA, Maciel Henrique Silva. Dicionário de Conceitos Históricos. São Paulo: Contexto, 2006
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Os historiadores Cesar Agenor, “C. A“, e Marcelo Silva, “Beraba”, recebem Marcos Sorrilha, historiador e romancista, para bater um papo sobre os Incas e o romance de fantasia histórica Lino Galindo e os Herdeiros do Trono do Sol.
No Episódio:
Descubra os mitos criados pelos povos andinos, entenda a origem dos Incas, compreenda como um povo sem escrita conseguiu manter um império de mais de 8 milhões de pessoas e surpreenda-se ao descobrir que tudo o que eles fizeram não contou com ajuda dos alienígenas do passado e, mais do que isso, sinta o prazer de desvendar os mistérios da história por meio de um romance extremamente criativo, cheio de intriga, suspense e ação.
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CARDOSO, Ciro F. América Pré-Colombiana. São Paulo: Brasiliense, 1996.
CORTEZ, Patricia T. Breve História dos Incas. Rio de Janeiro: Versal, 2013
FAVRE, Henri. Civilização Inca. Rio de Janeiro: Zahar – Google Books: https://books.google.com.br/books/about/A_civiliza%C3%A7%C3%A3o_Inca.html?id=DTBJAwAAQBAJ&printsec=frontcover&source=kp_read_button&redir_esc=y#v=onepage&q&f=false
FERREIRA, Jorge Luiz. Incas e Astecas. São Paulo: Ática, 1995.
GEBRAN, Philomena. As Sociedades Andinas: uma historiografia particular da América Latina. Rio de Janeiro: E-Papers, 2004.
LANGER, Protasio Paulo. “Piores que bestas feras”: Garcilaso de la Vega e o imaginário hispano-inca sobre os Guarani Chiriguano. Topoi, v. 11, n. 21, p. 5-22, jul.-dez., 2010. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/topoi/v11n21/2237-101X-topoi-11-21-00005.pdf
MOSELEY, Michael E. Os Incas e os seus antepassados. Thames & Hudson, 2001.
MURRA, John. As Sociedades Andinas Anteriores a 1532. In: BETHELL, Leslie (org.). História da América Latina. Volume I: História da América Latina Colonial. São Paulo: Edusp, 1998.
OLIVEIRA, Susane Rodrigues de. Gênero, sacralidade e poder: o mito das origens dos incas na obra de Garcilaso de la Vega (1586). Em Tempo de Histórias, n.8, 2004.
PEREGALLI, Enrique. A América que os europeus encontraram. São Paulo: Atual, 1994.
PORTUGAL, Ana Raquel (org.) Representações culturais da América Indígena. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2015. Disponível em http://www.santoandre.sp.gov.br/PESQUISA/ebooks/369394.PDF
ROSTWOROWSKI, Maria. História Del Tahuantinsuyo. Lima, 1999.
Documentos
Inca Garcilaso de la Vega. Comentarios Reales – http://www.biblioteca.org.ar/libros/211664.pdf ou http://museogarcilaso.pe/mediaelement/pdf/3-ComentariosReales.pdf
Pedro de Cieza de León. Crónica del perú el señorío de los incas – http://www.biblioteca.org.ar/libros/211665.pdf
Guaman Poma. El primer nueva coronica y buen gobierno – http://www.biblioteca.org.ar/libros/211687.pdf
Trilha sonora do episódio
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Os historiadores Cesar Agenor, “C. A“, e Marcelo Silva, “Beraba”, batem um papo sobre um tópico muito importante: a trajetória das mulheres e a questão de gênero na história.
No episódio
Descubra como se constituiu a noção de gênero, entenda como foi o processo que levou a construção do dia internacional da mulher, compreenda as percepções em diferentes períodos sobre as questões de gênero e o lugar da mulher na sociedade e surpreenda-se com as várias formas de machismo.
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Maioria Oprimida
Maria da Penha: un caso de litigio internacional
Vereadores de Campinas aprovam moção contra Simone de Beauvoir na prova do ENEM 2015
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Livros, artigos e links
ALMEIDA, Miguel Vale de. Gênero, masculinidade e poder: revendo um caso do sul de Portugal. Anuário Antropológico, n.95. 1996. Disponível em: Acesso em: 8 dez. 2013.
FOUCAULT, Michel. História da sexualidade 2: o uso dos prazeres. 9. ed. Rio de Janeiro: Graal, 2001.
HIRATA, Helena et al. (orgs.). Dicionário crítico do feminismo. São Paulo: Ed. Unesp, 2009.
PEDRO & PINSKY (orgs.). Nova história das mulheres no Brasil. São Paulo: Contexto, 2012.
PINTO, Celi Regina Jardim. Uma história do feminismo no Brasil. São Paulo: Fundação Perseu Abramo, 2003.
RAGO, Margareth. Epistemologia feminista, gênero e história. In: PEDRO, Joana; GROSSI, Miriam (orgs.). Masculino, feminino, plural. Florianópolis: Ed. Mulheres,1998.
Revista Estudos Feministas – http://refe.paginas.ufsc.br/
SCOTT, Joan W. Gênero: uma categoria útil de análise histórica. Revista Educação e Realidade. Porto Alegre, v. 20, n. 2, jul./dez., 1995.
SCOTT, Joan. Fantasy Echo — história e a construção da identidade. Labryz, estudos feministas, 1–2, julho/dezembro 2002. Disponível em: http://www.unb.br/ih/ihs/gefem/labrys_2/scott1.html
SCOTT, Joan. Gender and the politics of history. New York: Columbia University Press, 1988.
SCOTT, Joan. Gênero: uma categoria útil de análise histórica. Educação e Realidade, v.16, n.2, p.5-22, 1990.
SENKEVICS, Adriano. O conceito de gênero por Joan Scott: gênero enquanto categoria de análise. Ensaios de Gênero: Um espaço para se ensaiar política, educação, feminismo e coisas do gênero… [blog]
VALIM, Patrícia. Maria Quitéria vai à guerra. In: FIGUEIREDO, Luciano (org). História do Brasil para ocupados. Rio de janeiro: Casa da Palavra, 2013.
Vídeos
Conservadorismo e A ‘Cura’ Gay ● Leandro Karnal
Sexismo – canal Nerdologia
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Voltaram! Finalmente! Fizeram uma pausa, mas eles continuam na ativa. Os historiadores Cesar Agenor, “C. A“, e Marcelo Silva, “Beraba”, batem um papo bem descontraído sobre o processo de Independência do Brasil.
NO EPISÓDIO:
Descubra os sentidos dados a Independência, entenda como as invasões napoleônicas fizeram com que D. João VI tenha sido o primeiro monarca europeu a colocar seus pés na América, compreenda as diferentes percepções dos homens da época sobre o Estado que estava em formação e se surpreenda com a vida como ela é por trás do grito do Ipiranga.
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MENCIONADO NO EPISÓDIO
Quadro Independência ou Morte – Pedro Américo
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Livros, artigos e links
ALENCASTRO, Luis Felipe de (org). História da vida privada no Brasil. São Paulo: Companhia das letras, v.2, 1997.
CARVALHO, José Murilo de. A construção da ordem/O teatro de sombras. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003.
CARVALHO, José Murilo de. Cidadania no Brasil. O longo caminho. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2001.
DEBRET, Jean Baptiste. Viagem pitoresca e histórica do Brasil. Belo Horizonte: Itatiaia; São Paulo: Editora da Faculdade de São Paulo, 1978 (2 vols).
FRAGOSO, João Luís. Homens de grossa aventura: acumulação e hierarquia na praça mercantil do Rio de Janeiro (1790-1830). Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 1992.
FRAGOSO, João Luís; FLORENTINO, Manolo. O arcaísmo como projeto: mercado atlântico, sociedade agrária e leite mercantil no Rio de Janeiro (1790-1840). Rio de janeiro: Diadorim, 1993.
FRAGOSO, João; BICALHO, Maria Fernanda; GOUVÊA, Maria de Fátima (org). O antigo regime nos trópicos: a dinâmica imperial portuguesa (séculos XVI-XVIII). Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2001.
GRAHAM, Maria. Diário de um a viagem ao Brasil e de uma estada nesse país durante parte dos anos de 1821, 1822, 1823.
LIMA, Oliveira. D. João VI no Brasil. 3.ed. Rio de Janeiro: Topbooks, 1996.
LUSTOSA, Isabel. Insultos Impressos: a guerra dos jornalistas na independência (1821-1823). São Paulo: Cia das Letras, 2000, 497p.
NEVES, Lúcia Maria Bastos Pereira das. Corcundas e constitucionais: a cultura política da Independência (1820-1822). Rio de Janeiro: Relume-Dumara, 2003.
NEVES, Maria Bastos P.; MOREL, Marco; FERREIRA, Tânia Maria Bessone da C. (orgs.). História e Imprensa: representações culturais e práticas de poder. Rio de Janeiro: DP&A, FAPERJ, 2006.
SAINT-HILAIRE, Auguste de . Segunda viagem do Rio de Janeiro a Minas Gerais e a São Paulo (1822). 8.ed. Belo Horizonte: Itatiaia, São Paulo EDUSP, 1979.
SCHWARCZ, Lilia Moritz. A longa viagem da biblioteca dos reis: do terremoto de Lisboa à Independência do Brasil. São Paulo: Cia das Letras, 2002.
SILVA, Maria Beatriz Nizza da. Cultura e sociedade no Rio de Janeiro: 1808-1821. 2.ed. São Paulo: Ed. Nacional, 1978.
SILVA, Maria beatriz Nizza da. Formas de representação na época da Independência (1820-1823). Brasília: Câmara dos Deputados, 1987.
SILVA, Maria Beatriz Nizza da. O Império Luso-brasileiro: 1750-1822. Lisboa: Editorial Estampa, 1986.
SILVA, Maria Beatriz Nizza da. Ser nobre na Colônia. São Paulo: Unesp, 2005.
VIDAL, Laurent; LUCA, Tânia Regina de (orgs.) Franceses no Brasil: séculos XIX-XX. São Paulo: Unesp, 2009.
PALLARES-BURKE, Maria Lucia Garcia. A imprensa periódica como uma empresa educativa no século XIX. Cadernos de Pesquisa, FGV, n.104, p.144-161, jul., 1998.
REISEWITZ, Marianne. O impacto do ideário iluminista no Brasil; razão e livros sediciosos. Entre Passado & Futuro, São Paulo, n.1, p.41-57, maio, 2002.
SIMÕES JUNIOR, Álvaro Santos. Da literatura ao jornalismo: periódicos brasileiros do século XIX. Patrimônio e Memória, Assis, v.n.2, p.1-20, 2006.
Vídeos
História: Independência no Brasil – parte 1 – João Paulo Garrido Pimenta
História: Independência no Brasil – parte 2 – João Paulo Garrido Pimenta
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Artigos disponíveis no academia.edu
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Os historiadores C. A. e Beraba, junto com o Estagiário Rodolfo e Willian Spengler, exploram temas sobre o passado humano. A intenção é aproximar o público que gosta de História com a maneira como o conhecimento histórico é pensado e construído. Isso tudo de forma leve e descontraída.
Atualmente, contamos com três atrações:

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