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Do novo Governo da Aliança Democrática aos acontecimentos nos Estados Unidos, Paulo Portas analisa os temas que marcam a atualidade no mundo.
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Das eleições em Portugal à guerra da Ucrânia, Paulo Portas analisa os temas que marcam a atualidade no mundo.
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Paulo Portas analisa os resultados das eleições presidenciais na Rússia, o estado atual da guerra na Ucrânia e ainda o conflito entre Israel e o Hamas.
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No Global deste domingo, Paulo Portas analisa o discurso de entrada de António Costa na campanha eleitoral do PS. "Foi ele que foi para o balneário antes do intervalo", garante, afirmando que o PS está "prisioneiro de uma estratégia que já não cola".
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Paulo Portas analisa a campanha eleitoral e confessa que não vê o país preparado para lidar com alguns dos seus principais problemas sociais e que são responsabilidade direta do Estado.
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Paulo Portas confessa que encontrou no programa eleitoral do Chega uma medida que o deixou “em estado de choque”: o Chega propõe reconhecer o direito de greve e de filiação partidária às forças de segurança. “É uma coisa disparatada e perigosa”, lembrando que a aplicação à GNR teria reflexos noutras forças militares.
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No seu espaço semanal de comentário no Jornal Nacional da TVI, Global, Paulo Portas analisou, entre outros temas, as projeções de resultados para as eleições regionais dos Açores. "Primeira lição: quem derrubou um Governo que governou com competência não o deveria ter feito. Segundo: a coligação passa a primeira força e supera a soma dos partidos nas últimas eleições. O que está em aberto é saber se este resultado permite ter maioria para governar à vontade ou se se vai colocar a questão da votação de um programa de governo", explica.
"Esta eleição também é um banho de modéstia para ambições excessivas", afirma Paulo Portas, uma vez que "uma coligação que terá 40% ou mais poderá ter de negociar com um terceiro partido que poderá ser importante mas que ficará à volta dos 10% ou menos". E sobre isto concluiu: "Não vejo que haja condições para grandes exigências. Os açorianos não perdoariam uma segunda instabilidade."
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O peso do Estado na distribuição do PRR, mais uma crise política em Portugal e um olhar para a semana internacional.
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A nova estratégia ucraniana, o perigo nuclear iraniano e uma nano maratona.
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O início das eleições americanas, a deflação chinesa e o perigo da Inteligência Artificial.
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Paulo Portas analisa a atualidade internacional e traduz os problemas com que nos defrontamos à escala global.

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