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No seu espaço de comentário, Paulo Portas debruça-se sobre as novas e controversas tarifas impostas por Donald Trump a vários países do mundo. O comentador explica as contas que deveriam ser feitas para que a "reciprocidade" fosse efetivamente aplicada.
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Neste Global, Paulo Portas analisa como a ameaça de Trump a Putin não terá efeitos práticos, identifica os oito erros cometidos pela administração norte-americana no “Signalgate”, assegura que JD Vance ao chegar à Gronelândia fez “o mesmo erro” que o presidente russo na Ucrânia e deixa um elogio ao excedente português.
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Global, o espaço de comentário de Paulo Portas, todos os domingos no Jornal Nacional.
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No programa 'Global', Paulo Portas analisa a pré-campanha para as legislativas antecipadas, salientando que "é difícil compreender como é que Luís Montenegro não teve a presciência de encerrar a empresa", mas que não lhe "parece que uma parte significativa do país ache que Pedro Nuno Santos seria melhor primeiro-ministro"
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Paulo Portas olha para os vários cenários em cima da mesa para lidar com a crise política em Portugal e com um mundo que está a mudar cada vez mais depressa
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Antes de identificar os “erros” de Montenegro que causaram uma crise política em Portugal, Paulo Portas analisa o encontro que tanta tinta tem feito correr: a reunião de Donald Trump e Volodymyr Zelensky na Casa Branca. “Foi um dia de infâmia para o ocidente”, resume. Neste “Global”, há também espaço para uma análise ao resultado das eleições alemãs, com um aviso aos jovens daquele país: “Não tomem cuidado com o TikTok e vão ver onde isto acaba”.
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Numa altura em que as críticas que Donald Trump dispara - algumas em tom de ameaça - se destinam em grande escala à Europa, os países europeus devem focar-se apenas nas ações do presidente norte-americano e não em tudo o que diz, sugere Paulo Portas.
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"As tarifas são o ponto em que Trump internamente é mais vulnerável", afirma Paulo Portas no seu espaço semanal de comentário no Jornal Nacional da TVI. A opinião pública que o elegeu só é favorável às tarifas contra a China, é largamente contra as tarifas contra o Canadá e o México e é 60% contra as tarifas sobre a Europa.
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Para Paulo Portas, o Presidente dos EUA ainda não despiu o fato de magnata do imobiliário. "Ele tem na cabeça que os Estado Unidos são a Trump Tower e que Gaza é uma agência imobiliária". Ainda segundo o comentador, a administração teve, depois, que passar a semana "a tentar dizer que Trump não disse o que disse".
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A revolução que a China conseguiu na inteligência artificial com a ferramenta Deep Seek foi “um tiro no porta-aviões”, considera Paulo Portas, acrescentando que Pequim demonstrou “que consegue fazer mais com menos”. E, portanto, “tornando absolutamente evidente que a competição tecnológica não está fechada e vai ter muitas surpresas”.
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Paulo Portas analisa a atualidade internacional e traduz os problemas com que nos defrontamos à escala global.

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