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Líder da temporada 2024 da Fórmula 1, Max Verstappen apontou que o GP do Canadá será difícil para a Red Bull. O neerlandês indicou que o RB20 tem dificuldades em circuitos de rua, como é o caso do traçado de Montreal, e que isso pode representar um obstáculo para vencer a nona etapa do campeonato.
Depois dos problemas enfrentados em Mônaco, os taurinos entendem que há uma falha em circuitos mais ondulado e com zebras mais altas. Por isso, a preocupação para a corrida no Gilles Villeneuve. Mas isso procede? Dá para imaginar a Red Bull longe da briga? E como chegam Ferrari e McLaren?
Essas são algumas perguntas do WGP desta quinta-feira. O programa também vai abordar o mercado de pilotos da Fórmula 1 para 2025, além da expectativa pela publicação do regulamento técnico para 2026.
O WGP tem apresentação de Evelyn Guimarães e comentários de Luana Marino e Carol Vergilio.
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CHEFÃO GP, O BOLÃO DA TEMPORADA 2024 DA FÓRMULA 1 https://www.grandepremio.com.br/chefao/
Neste episódio do TTGP, falamos sobre os grandes anúncios de Marc Márquez na Ducati na MotoGP e Pérez na Red Bull na F1. Não perca! #MarcMarquez #Ducati #MotoGP #Pérez #RedBull #f1
Acabou a novela! Depois de toda a reviravolta na MotoGP envolvendo Ducati e Jorge Martín, a equipe italiana confirmou, na manhã desta quarta-feira (5), a contratação de Marc Márquez. O Piloto espanhol vai deixar a Gresini para ter uma moto de fábrica e fazer dupla com Pecco Bagnaia em 2025. O que esperar dessa dupla e da próxima temporada da MotoGP?
Além disso, o TTGP de hoje trata sobre o mercado de pilotos da Fórmula 1. A Alpine anunciou que não segue com Esteban Ocon para 2025 e confirmou o reserva Jack Doohan no TL1 do GP do Canadá. O australiano merece uma chance como titular?
A Red Bull também se movimentou e já tem sua dupla fechada para os próximos anos. A marca dos energéticos renovou o contrato de Sergio Pérez, que tem validade até o fim de 2026. Foi a escolha mais sensata?
O TTGP conta com a apresentação de Pedro Henrique Marum, os comentários de Bernardo Castro e Kaio Esteves, além da produção de Carol Vergilio.
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O programa desta semana faz uma prévia do GP do Canadá de F1, além de debater a saída de Esteban Ocon da Alpine e o movimentado dia na MotoGP, que terá Jorge Martín na Aprilia e Marc Márquez na Ducati.
A edição #374 do Paddock GP, a mesa redonda composta por jornalistas do GRANDE PRÊMIO para debater as últimas novidades do esporte a motor, vai ao ar nesta segunda-feira (3), às 18:00 (horário de Brasília. GMT -3), no canal do GP no YouTube.
Victor Martins comanda a atração junto de Evelyn Guimarães e Gabriel Curty.
O Paddock GP tem produção de Gabriel Carvalho. A direção é de Pedro Prado.
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O GP de Mônaco foi devagar, quase parando, mas o fim de semana trouxe mais histórias de bastidores para movimentar a silly season da Fórmula 1, e a principal indica que a Williams pode ser o destino de Carlos Sainz. O chefe, James Vowles, admitiu, inclusive, que foi atrás do espanhol, pois seria tolice não fazer isso. Mas será que o time de Grove é uma opção melhor que a Sauber, a favorita?
O duelo Esteban Ocon × Pierre Gasly também deixou o futuro incerto para o #31, e isso porque a Alpine cogita tirá-lo do GP do Canadá como ‘castigo’ pelo incidente com o #10. Jack Doohan, inclusive, já surge como opção para 2025.
E tem a Mercedes. Não é novidade que Andrea Kimi Antonelli é o favorito, mas o pupilo é realmente o único nome capaz de ocupar o lugar de Lewis Hamilton?
Mas não é só a F1 que ferve: hoje (30), La Gazzetta dello Sport cravou a escolha da Ducati para 2025 na MotoGP: Jorge Martín, o que abre caminho para Marc Márquez ter a sonhada moto de fábrica, mas na Pramac. Será mesmo a melhor escolha?
Tudo isso no WGP, o programa que é comandado pelas jornalistas do GRANDE PRÊMIO. Luana Marino apresenta, com comentários de Evelyn Guimarães, Juliana Tesser e Carol Vergilio, que também assina a produção.
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Se o medo era que a Red Bull repetisse o domínio impacável da temporada 2023, temor que ganhou tração após o início de 2024, as coisas mudaram recentemente. O crescimento de McLaren e Ferrari levou a dois golpes fortes nas últimas três provas e impressão de que a vantagem do time dos energéticos foi violentamente achatada. Mas quem causa mais medo na Red Bull: McLaren ou Ferrari? E mais: as duas temem a rival poderosa? TTGP debate.
Se em Miami Lando Norris levou a McLaren às vitórias, agora, em Mônaco, foi a vez de Charles Leclerc emplacar a primeira vitória dele desde 2022. A Red Bull já não tem ares de imbatível.
Por fim, TTGP trata da mudança de opinião da FIA com relação à Andretti. Antes extremamente partidária da entrada da equipe americana no grid, agora a federação internacional já acha que o time do clã Andretti tem de adquirir equipe existente.
Pedro Henrique Marum apresenta o TTGP e conta com os comentários de Vicente Soella e Kaio Esteves.
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Charles Leclerc quebrou a maldição e venceu o GP de Mônaco de Fórmula 1, tornando-se o primeiro monegasco a vencer em casa. A corrida foi marcada não só pela monotonia (os 10 primeiros colocados terminaram nas mesmas 10 posições em que largaram), mas também por um incidente entre os carros da Alpine. Esteban Ocon acertou Pierre Gasly e agora corre o risco de não correr o GP do Canadá.
Nas 500 Milhas de Indianápolis, a histórica edição ofereceu bandeiras amarelas, problemas mecânicos, muitas disputas e uma briga final histórica que deu a segunda vitória seguida a Josef Newgarden e uma dor jamais vista ao segundo colocado, Pato O'Ward.
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Não há mais maldição do GP de Mônaco. Charles Leclerc desencantou e enfim venceu em casa como piloto de Fórmula 1. O monegasco ditou o ritmo de forma segura e foi o primeiro a ver a bandeira quadriculada nas ruas de Monte Carlo. Oscar Piastri e Carlos Sainz completaram o pódio.
Como já era esperado, foi uma corrida tática, ainda que o caos tenha surgido sem dó logo após a Sainte-Dévote na largada, entre Kevin Magnussen, Sergio Pérez e Nico Hülkenberg. Os pilotos nada sofreram na forte batida, mas foi suficiente para criar o cenário de destruição que exigiu o acionamento da bandeira vermelha.
Até então, as escolhas de pneus eram médios para o quarteto da frente, formado por Ferrari e McLaren, e duros para os carros da Mercedes e também Max Verstappen, logo atrás. Com a paralisação, a história se inverteu, e os carros prateados junto com o #1 passaram a usar a borracha intermediária para o que seria o primeiro stint da prova.
As posições seguiram inalteradas após a relargada, mas o jogo de xadrez nos boxes era intenso. De um lado, engenheiros atentos ao desenrolar da corrida e principalmente ao desgaste de pneus, orientando pilotos a cuidarem dos jogos para buscar ir até o fim. Leclerc, por exemplo, foi um dos que receberam o comando para ditar um ritmo mais calmo, mantendo Piastri fora da zona do DRS.
Foi quando Verstappen, até pedindo um travesseiro pelo rádio por conta da monotonia, surgiu como um fator ao realizar mais uma parada na volta 52, já que tinha vantagem suficiente para isso sem comprometer o sexto lugar na pista. Com pneus novos, começou a acelerar com vontade e rapidamente alcançou Russell.
Mas a briga, na verdade, era contra Leclerc. A dez giros do fim, a distância para Charles era em torno de 23s, apertada e que exigira uma parada muito precisa, caso essa fosse necessária. Sete voltas para o fim, e o neerlandês apertou ainda mais o ritmo, porém limitado pelo ritmo de Russell.
Mas era mesmo dia de Leclerc. Era dia de Ferrari, era dia de mostrar ao mundo que era, sim, possível vencer a Red Bull de Verstappen, ainda que a equipe austríaca tenha sido sagaz para criar uma chance no fim. Tudo correu conforme o esperado, para delírio da torcida.
Lando Norris ficou em quarto, com Russell e Verstappen na sequência. Lewis Hamilton, Yuki Tsunoda, Alexander Albon e Pierre Gasly fecharam o top-10.
A Fórmula 1 retorna de 7 a 9 de junho com o GP do Canadá, nona etapa da temporada 2024.
Tudo sobre o GP de Mônaco.
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A corrida 2 do eP de Xangai da Fórmula E deste domingo (26) começou nebulosa, literalmente. A cidade chinesa foi atingida por uma chuva rápida pouco depois da classificação, com pole conquistada por Jake Hughes, da McLaren, e provocou incertezas sobre o desempenho dos carros elétricos em uma pista permanente — algo que nunca aconteceu na categoria. Contudo, um sol forte abriu no céu pouco antes da prova e secou a pista minutos antes do início da corrida.
E, em uma prova movimentada um pouco menos movimentada, o consumo de bateria foi, mais uma vez, determinante para definir o vencedor. Quem conseguiu gerir da melhor maneira e resistir à pressão dos adversários foi António Félix da Costa, da Porsche, que venceu a segunda prova na temporada e reafirmou que se recuperou na categoria. Jake Hughes, da McLaren, e Norman Nato, da Andretti, fecharam o pódio na China.
O triunfo de Da Costa foi conquistado com autoridade. O português assumiu a ponta na metade da prova, geriu a bateria mesmo liderando a disputa e levou a Porsche para a vitória novamente. Pascal Wehrlein, companheiro do #13 e que briga diretamente pelo título da Fórmula E, sofreu ao ter um dos pneus furados e saiu zerado. Os brasileiros não tiveram tanta sorte. Sérgio Sette Câmara, da ERT, não conseguiu brigar próximo da zona de pontuação, assim como Lucas Di Grassi, da ABT Cupra, finalizando em 19º e 20º, respectivamente.
A Fórmula E dá uma pausa e retorna com a rodada dupla do eP de Portland, entre os dias 29 e 30 de junho, a penúltima etapa da temporada. Todas as sessões de pista terão transmissão AO VIVO e COM IMAGENS nos canais do GRANDE PRÊMIO no YouTube e no Kwai.
A corrida 1 do eP de Xangai da Fórmula E deste sábado (25) mostrou o motivo de as corridas de pelotão estarem cada vez mais presentes na categoria dos carros elétricos. Em uma prova movimentada do começo ao fim, o consumo de bateria foi, mais uma vez, definitivo para definir o vencedor. E quem conseguiu gerir da melhor maneira e resistir à pressão dos adversários foi Mitch Evans, da Jaguar. Pascal Wehrlein, da Porsche, e Nick Cassidy, da Jaguar, fecharam o pódio na China.
O triunfo de Evans foi conquistado na última volta. O piloto neozelandês fez uma corrida com ritmo forte e brigou com os pilotos da Porsche desde o início. Na curva 1 da volta 29, Evans ultrapassou Wehrlein por fora e resistiu à pressão com a bateria quase no fim para cruzar a linha de chegada em primeiro.
Já os brasileiros não tiveram tanta sorte. Lucas Di Grassi, da ABT Cupra, até brigou no pelotão intermediário, mas fechou a disputa em 12º, fora da zona de pontuação. Já Sérgio Sette Câmara, da ERT, não conseguiu escalar o grid e finalizou o eP de Xangai 1 em 15º.
A Fórmula E retorna com o TL3 a partir das 20h45 deste sábado (25) e classificação para a corrida 2 do eP de Xangai a partir das 22h50. A transmissão da corrida começa às 3h30 de domingo (26). Todas as sessões de pista terão transmissão AO VIVO e COM IMAGENS nos canais do GRANDE PRÊMIO no YouTube e no Kwai, assim como todo o restante da temporada.
*Cerca de duas horas e meia após o fim da corrida, a direção de prova puniu António Felix da Costa em 5s adicionados ao tempo total por empurrar Jean-Éric Vergne para fora da pista na curva 12. Com isso, Da Costa caiu para o 18º lugar na tabela da prova. Jake Dennis assumiu a quinta colocação, seguido por Vergne, Nyck de Vries, Sébastien Buemi, Stoffel Vandoorne e Lucas Di Grassi no top-10. Ao fim da nota, a tabela está atualizada.
Charles Leclerc até começou a classificação deste sábado (25) discreto, mas não deixou por menos na hora do ‘vamos ver’ e conquistou a pole-position do GP de Mônaco. O monegasco guardou a melhor volta para o giro final e assegurou a posição de honra no grid com 1min10s418.
Os treinos livres já haviam cantado a bola quanto à imprevisibilidade até da pole, mesmo com o domínio de Leclerc nas sessões 2 e 3. Mercedes e McLaren também se colocaram como fortes candidatas, e isso se confirmou nas primeiras seções da classificação.
E, claro, Max Verstappen, que nunca pode ser descartado. É verdade que o neerlandês apanhou novamente mais que o esperado, porém acertou a mão e chegou a fazer o melhor tempo do final de semana no Q2, instantes antes de ser batido por Lando Norris.
A decisão, portanto, ficou mesmo para os 12 minutos finais do Q3, e surpreendentemente, Leclerc surgia um tanto pressionado ao perder consistentemente para os rivais diretos no Q1 e no Q2. O monegasco, todavia, atropelou já na primeira tentativa ao estabelecer 1min10s418.
Seria preciso a perfeição para batê-lo, e os carros da Mercedes foram os primeiros a lançarem a sorte. Lewis Hamilton e George Russell foram bem, até, mas não conseguiram, assim como os carros da McLaren. Nem mesmo Verstappen alcançou tal façanha, ainda batendo na tomada da Sainte-Dévote, erro raro do tricampeão.
Só mesmo Leclerc para superar Leclerc neste fim de semana em volta rápida, e foi o que aconteceu: pole position em 1min10s270, para alegria da torcida local e da Ferrari, novamente em primeiro no grid desde Las Vegas, no ano passado, a pole de número 250 da história do time mais tradicional da F1.
Oscar Piastri fecha a primeira fila, à frente de Carlos Sainz. Lando Norris terminou em quarto, com Russell em quinto e Verstappen apenas em sexto. Hamilton, Yuki Tsunoda, Alexander Albon e Pierre Gasly completam o top-10.
O GRANDE PRÊMIO acompanha AO VIVO e EM TEMPO REAL todas as atividades do GP de Mônaco de Fórmula 1 e transmite classificação e corrida em segunda tela, em parceria com a Voz do Esporte, na GPTV, o canal do GP no Youtube.
Tudo sobre a classificação do GP de Mônaco.
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