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A Coca continua a lutar contra os anúncios vencedores da Pepsi, mas com a chegada do bug do milênio, as duas empresas percebem que não se trata mais de somente uma guerra entre colas. Há mais resistência contra as duas empresas, desta vez das escolas. Coca e Pepsi agora são vistas como aliadas no problema da obesidade nos Estados Unidos. As duas empresas consideram isso, mas escolhem caminhos muito diferentes para o futuro. Uma delas se afasta dos refrigerantes até onde pode, enquanto a outra dobra a sua aposta no setor. Ambas lutam pelo domínio de todas as áreas do mercado de refrigerantes, como sucos, água mineral, bebidas esportivas e, sim, cola, e não indicam que vão desacelerar tão cedo.
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Com o Pepsi Challenge sob ataque da Coca-Cola, a Pepsi precisa de uma nova campanha publicitária. Então, a empresa busca inspiração na maior estrela pop do mundo: Michael Jackson. Enquanto isso, a Coca-Cola tem um novo diretor executivo que está convencido de que a fórmula premiada da Coca-Cola é a chave para vencer as guerras da cola. Ele não mede limites para trazer a New Coke para os fãs da Coca-Cola – gostando eles ou não.
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Bem-vindo à Geração Pepsi. Quando a Pepsi lança uma nova campanha publicitária, a Coca-Cola começa a ficar nervosa. Mas um desvio repentino de avião pela Irlanda inspira Bill Backer, executivo da Coca-Cola, a criar um dos anúncios mais emblemáticos do século 20. Parece que a Coca-Cola está no topo mais uma vez – mas a Pepsi tem outro truque na manga. A empresa quer se vingar com o Pepsi Challenge, um teste de sabor nacional que colocará em risco a parte mais preciosa da tradição da Coca-Cola: sua receita secreta.
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Com a guerra mundial no horizonte, Coca-Cola e Pepsi enfrentam uma crise de fornecimento. Como obter açúcar suficiente para continuar engarrafando sua deusa doce efervescente? Um homem tem a resposta -- para garantir sua linha de suprimentos, a Coca-Cola deve se vender como a cola americana. Para soldados e cidadãos livres de todo o mundo, a Coca-Cola se tornará um símbolo de esperança. Mas a estratégia de marketing patriótica da empresa deixa a Pepsi de mãos abanando. Com a Coca-Cola reivindicando a Europa, a segunda cola americana vai para o sul da fronteira para sobreviver.
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Os agentes da cola estão chegando. A Pepsi, uma nova imitadora da Coca-Cola, chama a atenção do rival ao servir sua própria bebida a clientes inocentes de máquinas de refrigerante. A Coca-Cola age rapidamente -- mas não basta parar Charles Guth, o novo proprietário da Pepsi-Cola e o diretor da Loft Candy. Ele fica um passo à frente da Coca-Cola com suas práticas comerciais sujas. Caberá ao advogado e artista de recuperação Walter Mack parar o homem mais mau caráter do ramo de doces.
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Na virada do século em Atlanta, o farmacêutico John Pemberton inventou um tônico para a saúde potente com alguns ingredientes secretos dos quais seus clientes não se cansavam. Só que havia um problema. Com a cidade prestes a entrar na lei seca, as autoridades da temperança estão vindo atrás dele. Pemberton precisa preparar uma nova receita, rápido – antes que seus próprios demônios o destruam.
E há outro problema no horizonte. Seu nome é Pepsi-Cola.
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A rivalidade entre Nike e Adidas é intensa há décadas, mas sempre com respeito. Mas com intensidade aparecem... desertores. Apenas três no começo, que se propuseram a criar uma “Disneyland para designers”. E funcionou. Pela primeira vez em muito tempo, o swoosh foi superado por três pequenas listras brancas.
Mas nem tudo é ruim. A constante concorrência levou as duas empresas a produzir sapatos melhores, vestuário melhor e tornou as empresas melhores. À medida que as guerras dos tênis entram em uma nova era, quem terá os melhores resultados? O tempo dirá, mas se Phil Knight sabe de algo, é que a empresa que não tem medo de errar.
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A Nike, uma retardatária, atingiu o ouro com sua campanha “Just Do It”. Lançado em 1988, a gigante dos calçados finalmente tinha um slogan tão bom quanto seus sapatos. Enquanto isso, a Adidas, a marca que começou e encontrou sucesso muito antes de a Nike ser sequer um sonho, se vê como a zebra. Os escritórios americanos parecem uma startup e são passados pelas mãos de ex-executivos da Nike e empresários europeus. O que é preciso para passar de uma empresa de um milhão de dólares para uma empresa de um bilhão de dólares? A Adidas tem que descobrir isso, e rápido.
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Todo novo funcionário da Nike recebe uma lista de princípios que servem como filosofia da empresa. Um: Nosso negócio é mudança. Dois: Estamos no ataque, o tempo todo.
Com esses princípios, a Nike passou rapidamente de US$ 29 milhões em receita em 1973 para mais de US$ 850 milhões em 1983. Mas o maior impulso para a Nike foi um atleta promissor. Como Jesse Owens, cinquenta anos antes, um jovem Michael Jordan levaria uma marca nova de sapatos a novas alturas.
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Desde que existem esportes profissionais, há atletas profissionais dispostos a aceitar dinheiro para usar certas marcas, mas os maiores acordos de patrocínio só foram possíveis por causa de uma invenção de meados do século 20: a televisão. Os fãs perceberam que podiam sintonizar seus atletas favoritos quase todos os dias da semana. As marcas perceberam que tinham centenas de cartazes ambulantes mostrando as capacidades de seus equipamentos esportivos em ação... e é uma corrida para ver quem consegue pegar os melhores atletas do mundo primeiro.
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Os negócios são uma guerra. Às vezes, o prêmio é sua carteira, ou sua atenção. Às vezes, é apenas a graça de ganhar do outro cara. O resultado dessas batalhas molda o que compramos e como…
Guerras Comerciais apresenta a você histórias reais não autorizadas de o que leva essas empresas e seus líderes, inventores, investidores e executivos a novos patamares -- ou à ruína.
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Grandes histórias estão escondidas em todos os lugares. Acha que encontrou um? Envie uma dica para [email protected].

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