Diante da atual crise climática, a sigla ESG entrou em evidência. Mas o que exatamente essas três letras traduzem na diminuição dos impactos sociais e ambientais de uma empresa? “ ‘E’, que tem a ver com uma palavra no inglês que significa meio ambiente; o ‘S’, que aí é fácil, é social; e o ‘G’, que quer dizer governança, faz parte de uma conceituação que hoje está super forte sobre critérios, exatamente, de respeito ao meio ambiente, preocupação com o social e de uma boa gestão”, explica o ambientalista e diretor do Instituto Escolhas, Sergio Leitão.
A primeira vez que a sigla ESG apareceu oficialmente foi em 2005, no relatório Who Cares Wins (em português, “ganha quem se importa”), resultado de uma iniciativa da Organização das Nações Unidas (ONU). “Não adianta só você dizer que tem critérios ESG. (...) A pergunta é: como é que eu posso saber que uma empresa que está lá dizendo ‘eu tenho uma preocupação com esses critérios’, realmente está fazendo a diferença na prática?”, questiona Leitão.
No áudio, o ambientalista elenca as perguntas que devem ser respondidas para uma empresa estar alinhada ao conceito ESG; e afirma que as pessoas têm começado a se preocupar mais com o envolvimento das empresas em relação a essas práticas.