Eles não podem representar os seus países de origem, de onde fugiram ou foram expulsos. Tampouco os países onde foram acolhidos. Mas existe uma solução: os atletas olímpicos refugiados disputarão medalhas nos Jogos Paris-2024 sob a bandeira do COI, como aconteceu, pela primeira vez, na Rio-2016. A RFI conversou com uma ciclista afegã, representante do Comitê Olímpico de Refugiados, para compreender a importância de recuperar esse direito, quando a vida já lhes tirou quase toda a esperança.