"A Máscara da morte vermelha" é um conto do escritor e ensaísta norte-americano Edgar Allan Poe (1809-1849), publicado em 1838. É a história de uma praga que assola um local, matando todas as pessoas com uma misteriosa e assustadora morte vermelha, na qual as pessoas esvaiam em horror escarlate. Nesta cidade devastada pela doença do sangue, existe o Príncipe Próspero, que reuniu mil amigos saudáveis e com eles ficou recluso numa abadia fortificada, com muita comida, entretenimento e vinho. Passados seis meses, com o mundo externo totalmente um caos, o príncipe promove um baile de máscaras, num cenário luxuoso e ligado a cores, com sete salas de baile: azul, roxo, verde, laranja, branco, violeta e a sala de veludo negro, com janela vermelha. De hora em hora, a valsa do baile era interrompida pelo badalar mortífero de um relógio de ébano, de pêndulo. Até que à meia noite, com as doze badaladas, uma figura mascarada surge espectral, evocando o horror escarlate. Surgiram de Poe histórias profundas e amarradas, de uma mente perturbada, que questionava sua própria sanidade. Ele foi o experimentador de gêneros: renovador da literatura fantástica, marco na literatura de horror, criador da literatura policial ao estilo detetive literário, e inventor da ficção científica. Boa leitura!