Malhete Podcast

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By Luiz Sérgio F. CastroHistory
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Malhete Podcast episodes

  • A VERDADEIRA HISTÓRIA DOS ILLUMINATI

    Por Jorge Álvarez

    Quando Adam Weishaupt fundou a Associação dos

    Perfectibilistas em 1776, certamente não imaginou que estava alimentando a
    imaginação febril de todos aqueles que, desesperadamente, buscavam uma
    explicação para um mundo que acabava dando lugar a outro e só a encontravam no
    antigo recurso do inimigo na sombra, da conspiração em suma.

    Porque aquela organização, cujos membros

    passaram a ser chamados de illuminati, aderiu a toda uma corrente
    intelectual que incluía os iluminados, maçons, rosacruzes e outros, e não tardaria
    a ser acusado junto com eles da queda do Antigo Regime.

    Weishaupt era um jovem professor de Direito

    Canônico na Universidade de Ingolstadt, Baviera; único leigo num claustro
    controlado por ex-jesuítas (a empresa foi dissolvida em 1773), cujo assédio
    contra tudo o que se suspeitava de heresia (leia-se protestantismo), acabou por
    despertar, num homem esclarecido como ele, um sentimento anticlerical.

    12 min
  • A ORDEM DO PUG: UMA SOCIEDADE SECRETA DENTRO DA MAÇONARIA

    No século 18, surgiu entre os católicos uma ordem ligada à Maçonaria cujo símbolo era a raça do cachorro pug, decorrente de uma mutação que fez da face desses animais sua maior atração, mesmo à custa de sua própria saúde.

    Isso foi revelado por um estudo divulgado pela Current Biology, onde foi demonstrado que, graças à mutação do gene SMOC2, os rostos desses caninos ficaram mais planos, causando problemas para respirar corretamente. No entanto, esses cães são cada vez mais comprados por pessoas que os acham especialmente fofos. Isso é moralmente correto? A resposta para esse dilema parece distante; No entanto, o que sabemos é que este animal exótico, mas belo, deu origem à formação de uma sociedade secreta. A história é a seguinte.

    5 min
  • 15 REIS QUE ERAM MAÇONS (OS REIS DA MAÇONARIA)

    Como foi observado antes, os maçons são uma minoria em quase todos os grupos demográficos.

    Houve, no entanto, alguns entre os reis do mundo.

    Neste artigo, nos concentramos em alguns dos reis reais de todo o mundo que também eram maçons conhecidos.

    12 min
  • O SIMBOLISMO DA COLMEIA

    Por Irmão Christian Garrett

    A colmeia é um símbolo introduzido na palestra do Mestre Maçom, representando a indústria, a cooperação e a ideia de que um grupo de indivíduos trabalhando juntos pode realizar grandes coisas. As abelhas, como criaturas, há muito são reconhecidas por sua notável ética de trabalho e pela estrutura social altamente organizada e eficiente de suas colméias. Para os maçons, a colméia serve como um lembrete da importância desses valores em suas próprias vidas.

    No simbolismo maçônico, a colmeia é muitas vezes representada como um skep, a estrutura tradicional tecida que lembra uma cesta de cabeça para baixo, ou pela estrutura hexagonal das células criadas pelas abelhas trabalhando juntas dentro. A colmeia é muitas vezes representada com uma porta ou entrada, através da qual as abelhas entram e saem. Uma das principais lições que a colméia ensina é a importância da indústria. As abelhas são conhecidas por sua ética de trabalho incansável, gastando suas vidas inteiras coletando néctar e pólen e construindo o favo de mel dentro da colmeia. Da mesma forma, nós, como maçons, somos encorajados a trabalhar duro e diligentemente, tanto em nossas vidas profissionais quanto em nossas atividades maçônicas. Sendo sempre diligentes, nós, como maçons, podemos alcançar grandes coisas, tanto individualmente quanto como uma irmandade.

    8 min
  • A RELEVÂNCIA DA MAÇONARIA NA SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA

    Por Salik Tariq

    Durante séculos, a Maçonaria tem sido uma organização fraternal venerada, ostentando milhões de membros em todo o mundo. Apesar de sua popularidade duradoura, a verdadeira essência da Maçonaria permanece envolta em mistério para muitos. No entanto, seu papel na sociedade contemporânea é de suma importância.


    5 min
  • A LUZ E A MAÇONARIA

    Por Irmão Williams Díaz Goyo.

    Não é segredo para ninguém que o conceito de "LUZ" está relacionado não apenas com a ausência de escuridão ou, em outras palavras, quando se fala em iluminação ela carrega um conteúdo multivalente, pois poderíamos estar nos referindo ao efeito de luz produzido pelo sol, uma vela, uma lâmpada ou podemos estar nos referindo ao conhecimento que nos tira das penumbras da ignorância.

    7 min
  • APAGOU-SE O SOL
    Por Josy Braga.
    Apagou-se o sol. Foi assim que o jornal carioca Gazeta de Notícias anunciou, em 1º de março de 1923, a morte de Rui Barbosa de Oliveira. Periódicos da França, Inglaterra, Bélgica e de dezenas de países publicaram em suas primeiras páginas a notícia da morte do denominado maior dos brasileiros.
    Rui Barbosa foi um intelectual, maçom, escritor, político, advogado, jornalista, diplomata e um importante jurista brasileiro. Ao longo de seus 73 anos, Rui Barbosa escreveu seu nome no rol de intelectuais mais relevantes da história do país. O professor de filosofia e escritor Saulo Dourado, autor do romance histórico O borbulhar do gênio, prefere descrever o ilustre baiano como um estudioso tímido, dedicado e flexível.
    “Eu acho que pela correspondência com Castro Alves dá pra entender mais Rui Barbosa. Eles foram crianças estudando juntas, ali no Ginásio Baiano do Abílio César Borges, que era um educador muito à frente do momento. Trouxe a ideia de um palco pra dentro da escola, em que Castro Alves declamava poemas e o Rui Barbosa falava. - algo que ele fez pro restante da vida. Que eram os grandes discursos. Os processos de Rui Barbosa duravam cinco horas de defesa. Então assim, essa figura que, ao mesmo tempo, é bastante dedicada, tímida... acordava 5h para poder estudar. E ele conseguiu concluir a escola antes da idade convencional e poderia fazer a faculdade de direito aos 15 anos, mas o pai não deixou. Disse que ele só poderia aos 16. E disse assim, ‘então aproveite esse ano pra estudar alemão’".
    O professor também o caracteriza como um homem plural e com várias habilidades.
    “O Rui Barbosa conseguiu estar em vários campos ao mesmo tempo. Está em diálogo com Castro Alves, um poeta, até estar em correspondência com Luís Gama, com pautas abolicionistas, fazendo realmente um jornal radical em São Paulo, à favor inclusive da República. E até em diálogo com a própria monarquia, como ele depois com outros ministros. Então ele é uma pessoa plural nesse sentido, e foi desde a figura de confiança de Marechal Deodoro até o inimigo número um de Floriano Peixoto”.
    Diplomata de grandes qualidades e um brilhante orador, em 1907 foi nomeado juiz da Corte Internacional de Haia e, ao lado de outros intelectuais, foi indicado como um dos “Sete Sábios de Haia”. Foi membro fundador da Academia Brasileira de Letras, do qual foi presidente após a morte de Machado de Assis. Para o jornalista e presidente da Associação Bahiana de Imprensa, Ernesto Marques, Rui Barbosa foi um importante intelectual com uma presença muito forte na vida cultural brasileira.
    “Rui Barbosa é, sem dúvida alguma, um dos brasileiros mais importantes de todos os tempos. Porque, se você observar, fora as lutas pela implantação do sistema federativo, pela Proclamação da República, pela abolição da escravatura, foi ele o redator do primeiro projeto de Constituição republicana. Várias instituições que a gente tem hoje - ou todas as instituições que a gente tem hoje - foram arquitetadas, foram desenhadas a partir das reflexões do Rui Barbosa. Um intelectual com uma presença muito forte na vida cultural brasileira, fundador da Academia de Letras. Não por acaso, o Dia Nacional da Cultura é comemorado no 5 de novembro, que é a data de nascimento de Rui Barbosa. Ele também foi talvez o primeiro que projetou o Brasil globalmente a partir das posições da política externa brasileira. E foi também um jornalista apaixonado”.
    Para o jornalista Ernesto Marques, Rui Barbosa continua presente em nossas vidas.
    “Em todos os grandes temas sobre os quais nós nos debatemos nos últimos anos tem a presença de Rui. Cortes superiores ou o questionamento feita ao Supremo Tribunal Federal, ao TSE, etc: Rui Barbosa. Cortes de contas, o papel dos Tribunais de Contas, Rui Barbosa foi fundador dos Tribunais de Contas. Liberdade de imprensa, primeiro habeas corpus conseguido em favor de um jornalista em defesa da liberdade de imprensa: Rui Barbosa. Defesa de salários iguais pra homens e mulheres: R
    6 min
  • HARMONIA ATRAVÉS DO DEBATE ELEITORAL

    Por Irmão Eugénio Polessa.

    A Maçonaria é uma instituição que valoriza a harmonia, a unidade e o trabalho em conjunto. No entanto, quando se trata de debates políticos eleitorais, alguns argumentam que não se deve ofertar mais de uma chapa às disputas, seja nas lojas ou nas instâncias maiores da administração, com medo de inimizade. Mas a verdade é que a harmonia na Maçonaria só pode ser mantida se houver respeito e tolerância nas discussões políticas. Ao participar da vida política de forma ética e construtiva, os maçons podem contribuir para a democracia e exercer sua cidadania.

    8 min
  • UMA PROVÁVEL RELAÇÃO DOS ARTÍFICES DIONISÍACOS COM A CONSTRUÇÃO DO TEMPLO DE SALOMÃO (Parte 3).


    Por Irmão José Ronaldo Viega Alves.
    COMENTÁRIOS INICIAIS:
    Na Parte II, a anterior, tomamos conhecimento do pensamento e dos pareceres de consagrados estudiosos da Maçonaria com respeito aos Artífices Dionisíacos. Também, em virtude de que, estes últimos eram adeptos do culto de Dionísio, tivemos noções com respeito ao deus grego Dionísio e ao seu correspondente romano, Baco.
    Esta Parte III, será a penúltima. Daremos início praticamente à uma resenha do ensaio de autoria do Irmão Hipólito da Costa, sendo que, a leitura desse texto é que nos proporcionará constatar a premissa que está contida no título do nosso trabalho. Como veremos a seguir, o autor buscou fazer durante grande parte do desenvolvimento do seu esboço uma descrição bastante detalhada sobre as escolas de mistério da antiguidade, Mistérios gregos, Mistérios iniciáticos, os simbolismos originados da observação da natureza, do culto do sol, da crença na imortalidade da alma, entre outros assuntos.
    E antes de prosseguirmos: qual é mesmo o significado para o termo esboço (o ensaio de autoria de Hipólito da Costa tem como título: “Esboço para a História dos Artífices Dionisíacos”?
    Esboço
    “Um esboço ou sketch é qualquer obra em estado inicial, que se encontre inacabada porque ainda possui muito pouca informação. É o conjunto dos objetos iniciais, mais gerais e elementares da obra a ser composta.” (fonte: wikipédia)
    SOBRE OS ANTIGOS MISTÉRIOS, AS DIVINDADES E O CULTO AO SOL
    O primeiro parágrafo do ensaio de Hipólito da Costa começa chamando nossa atenção para os Mistérios dos Antigos, assim como, para as escolas da antiguidade onde esses conhecimentos eram repassados aos iniciados. Tece uma crítica, se referindo ao fato de que essas doutrinas sofreram um verdadeiro descaso em tempos mais modernos, eis que em determinados momentos foram tratadas como absurdos monstruosos, além do fato de ser menosprezadas.
    Tais doutrinas que podemos chamar também de sistemas de moralidade, no seu entendimento possuíam a nobre missão de guiar os homens naqueles períodos difíceis atravessados pela humanidade no decorrer da sua história, e deveriam ser, no mínimo, um motivo de agradecimentos dessa mesma humanidade.
    Muitas das regras morais embutidas em ensinamentos oriundos dessas escolas de mistérios, foram criadas com base na observação da natureza por homens que eram dados a levar uma vida contemplativa, imersos em seus estudos, com a finalidade de entender o funcionamento do mundo em seu redor.
    Na relação direta com esses mistérios, surgiram os nomes de Dionísio, Baco, Osíris, Adonis, Tamuz, Apolo, etc., que foram nomes adotados em vários lugares com o objetivo de designar a Divindade. Há indícios de que essas denominações todas, estavam associadas ao sol.
    Com base no testemunho de vários autores da antiguidade, Hipólito da Costa menciona que as divindades de nome, Osíris, Adônis, Baco eram com efeito representações simbólicas do astro rei.
    Nas cerimônias que eram realizadas, havia evidentemente uma morte e uma ressurreição sendo representadas, sendo que, poderia haver um interlúdio entre uma e outra de três dias, mas, que também poderia atingir bem mais, chegando até quinze dias.
    O que fez com que o autor deduzisse que, esse tipo de representação simbólica que descrevia o sol como morto ou escondido por três dias, só poderia ter se originado em uma região onde o sol em determinada época do ano ficava mesmo escondido por um tempo como o que foi descrito. Seria crível então, aceitar a possibilidade de que o culto ao sol teria sido criado no seio de um povo que vivia cerca do círculo polar, e algumas das cerimônias teriam se desenvolvido a partir daquela região. Se proveniente de um povo que vivia em um clima gelado, a adoração do sol e a manutenção de fogos, deveria ter sido introduzida então por estrangeiros na Pérsia.
    Decorrente disso que foi exposto, ou seja, sobre a introdução das práticas ligadas ao culto da adoração ao sol e a manutenção de fogos sagrados na Pérsia,
    20 min

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