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Por Neil Atkins
Roslin é frequentemente mencionada por pesquisadores que buscam as origens da Maçonaria devido às suas supostas ligações com os Cavaleiros Templários e a crença de que a Capela Rosslyn de quase 600 anos em Roslin é o repositório do Santo Graal.
Em fevereiro de 1997, foi anunciado que o Instituto Roslin, situado em Roslin na época, havia clonado com sucesso em 1996 uma ovelha fêmea de uma célula retirada da glândula mamária de uma ovelha doadora. Originalmente chamado de '6LL3', o nome da ovelha foi logo alterado para 'Dolly' em homenagem à cantora Dolly Parton.
A ovelha Dolly permaneceu no Instituto Roslin até ser sacrificada em 14 de fevereiro de 2003, depois de sofrer uma doença incurável.
Mas mais publicidade estava no horizonte para Roslin e especificamente para a Capela Rosslyn. No ano em que a ovelha Dolly morreu, o romance de mistério de Dan Brown, O Código Da Vinci, foi publicado, que se baseava fortemente nos mistérios que cercavam a Capela Rosslyn e suas possíveis ligações com os Cavaleiros Templários, o Santo Graal e a Maçonaria.
Embora essas ligações tenham sido postuladas por pesquisadores por décadas, o livro de Dan Brown e o filme lançado posteriormente em 2006 popularizaram Roslin e Rosslyn Chapel.
Pesquisadores e historiadores desenvolveram várias explicações para os mistérios que cercam a Capela Rosslyn que vão desde o complexo, por exemplo, como o motivo delineado em Rosslyn, Guardião dos Segredos do Santo Graal por Tim Wallace-Murphy e Marilyn Hopkins, até o exaustivo nas publicações de Christopher Knight e Robert Lomas à ficção baseada em fatos como O Código Da Vinci.
Mas talvez a explicação mais aceita comece com os Cavaleiros Templários. Depois de quase dois séculos sendo uma ordem militar funcionando sob o patrocínio do Papa, os Templários retornaram à França ao seu local de origem. Rapidamente entraram em conflito com o rei da França, Filipe, o Belo, Filipe IV, que, por dificuldades financeiras, ficou de olho na riqueza acumulada pelos Templários. Isso supostamente incluía o Santo Graal recuperado pelos Templários durante as escavações do Templo de Herodes em Jerusalém. Filipe foi rejeitado pelos Templários na tentativa de negociar o acesso a seus tesouros e uma campanha de sussurros começou a questionar sua lealdade à Igreja e a natureza de suas cerimônias secretas. À medida que esta campanha ganhava força, Filipe pressionou o Papa Clemente V, domiciliado em Avignon e o primeiro dos papas de Avignon, a retirar o patrocínio papal dos Templários. Isso foi feito e na sexta-feira, 13 de outubro de 1307, os Templários foram presos na França, incluindo o Grão-Mestre dos Templários, Jacques de Molay. Em 27 de novembro de 1307, o Papa Clemente V pediu aos monarcas cristãos que prendessem todos os Templários e confiscassem seus bens.
Diz a lenda que os Templários foram avisados e seus tesouros, incluindo o Santo Graal, foram carregados em navios da Frota Templária que navegaram de La Rochelle para um destino desconhecido. Filipe, ao acessar o tesouro dos Templários, ficou desapontado com os escassos tesouros que encontrou.
papa em fevereiro de 1306, pouco antes de ascender ao trono escocês em março do mesmo
Na vida, há certas ocasiões que ficam na memória para sempre. O nome de John Glenn é um daqueles que trazem lembranças de um momento marcante da nossa história.
Muitos da geração mais velha de hoje podem se lembrar de assistir televisão, seja em casa ou na frente de uma loja, em estado de fascínio quase total enquanto o homem conquistava uma de suas últimas barreiras – o espaço.
John Glenn era um astronauta da NASA. Ele fez parte do primeiro grupo de astronautas que a NASA escolheu. Ele foi o primeiro americano a orbitar a Terra. Ele também se tornou um senador dos EUA. Mais tarde, ele se tornou a pessoa mais velha a voar no espaço.
Vivendo na geração baby boomer, Glenn sempre parecia estar por perto. Em 1957, ele estabeleceu o recorde de velocidade transcontinental em um voo de Los Angeles a Nova York, completando a viagem em três horas e 23 minutos.
Em 1959, Glenn assumiu um novo desafio quando foi selecionado para o Programa Espacial dos EUA. Ele e outros seis, incluindo Gus Grissom e Alan Shepard, passaram por um treinamento rigoroso e ficaram conhecidos como "Mercury 7". Na época, os Estados Unidos estavam presos em uma “corrida espacial” acalorada com a União Soviética sobre os avanços na tecnologia e pesquisa espaciais.
Cinco anos depois, em 20 de fevereiro de 1962, Glenn se tornou o primeiro americano a orbitar a Terra. Ele nomeou sua nave espacial Friendship 7 e fez três órbitas ao redor da Terra. Sua missão mostrou que a espaçonave Mercury funcionava no espaço. A missão também ajudou a NASA a aprender mais sobre estar no espaço.
Foi uma nação ansiosa que assistiu e ouviu naquela manhã de fevereiro, quando Glenn, de 40 anos, subiu na Friendship 7, uma minúscula cápsula Mercury no topo de um foguete Atlas subindo das planícies de concreto do Cabo Canaveral, na Flórida.
A Guerra Fria há muito alimentava temores de destruição nuclear, e os russos pareciam estar vencendo a disputa com sua inquietante ascensão ao espaço sideral. Dois russos, Yuri Gagarin e Gherman Titov, já haviam orbitado a Terra no ano anterior, ofuscando os feitos dos americanos Alan Shepard e Virgil Grissom, que haviam sido lançados apenas para as margens do espaço. O que, as pessoas perguntavam com crescente urgência, havia acontecido com a tecnologia e o espírito de poder dos Estados Unidos?
A resposta veio às 9h47, horário do leste, quando, após semanas de atrasos, o foguete decolou. As três órbitas foram apenas um voo curto, mas quando Glenn estava de volta em segurança, lançando ao mundo um sorriso triunfante, as dúvidas foram substituídas por uma ampla e nova fé de que os Estados Unidos poderiam de fato se defender contra a União Soviética na Guerra Fria e algum dia prevalecer.
O Friendship 7 foi carregado por um veículo de lançamento Atlas LV-3B decolando do Complexo de Lançamento 14 em Cabo Canaveral. Após quatro horas e 56 minutos de voo, a espaçonave reentrou na atmosfera da Terra, caiu no Oceano Atlântico Norte e foi levada com segurança a bordo do USS Noa.
Mas esta jornada histórica não foi sem algumas falhas. Na sala de controle, os funcionários da NASA ficaram preocupados com o fato de o escudo térmico de Glenn não estar firmemente preso à espaçonave. Glenn fez alguns ajustes e conseguiu fazer um pouso seguro.
“Achei a ausência de peso extremamente agradável”, foi seu comentário sobre estar no espaço.
Diz a lenda que o presidente Kennedy ordenou que ele não fosse enviado novamente por medo de perder um tesouro nacional. Depois de se aposentar do programa espacial, ele teve uma carreira empresarial de sucesso.
Conheça a história do ilustre maçom e poeta Castro Alves
Castro Alves ou Antônio Frederico de Castro Alves, escritor, poeta e maçom brasileiro. Nascido em Curralinho, Bahia no dia 14 de março de 1847. Faleceu em Salvador, Bahia em 6 de julho de 1871 com 24 anos de idade.
Castro foi o último grande poeta da terceira geração romântica no Brasil e ficou muito conhecido como “O Poeta dos Escravos”. Expôs em seus poemas a indignação pelos graves problemas sociais de seu tempo; denunciou a crueldade da escravidão e clamou pela liberdade, levando ao Romantismo um sentido social e revolucionário que o aproximou do Realismo.
Foi considerado também o poeta do amor por sua escrita amorosa que descrevia a beleza e a sedução do corpo da mulher. Se tornando o patrono da Cadeira nº 7 da Academia Brasileira de Letras (ABL), por escolha do fundador Valentim Magalhães.
Por volta de 1853, ele e seu pai mudaram-se para Salvador pois sua mãe havia falecido. Lá ele estudou no colégio de Abílio César Borges, futuro barão de Macaúbas, onde conheceu Rui Barbosa, e demonstrou vocação precoce para a poesia.
Em 1862 mudou-se para o Recife, onde concluiu os preparatórios e, após duas reprovas, matriculou-se na Faculdade de Direito. Ambientado na vida literária acadêmica e admirado por seus versos, cuidou mais deles e dos amores que dos estudos. Em 1866, perdeu o pai e, pouco tempo depois, começou a apaixonada ligação amorosa com a moça que numa fase de grande inspiração e tomou ciência do seu papel de poeta social escrevendo o drama Gonzaga. Em 1868, mudou-se com sua amada Eugênia, onde se matriculou no 3º ano da Faculdade de Direito de São Paulo, na mesma turma de Rui Barbosa.
No fim do ano o seu espírito se abate pela ruptura com Eugênia Câmara e durante uma caçada, o disparo inesperado de uma espingarda atingiu seu pé esquerdo, que, sob suspeitas de ter gangrena, teve de ser amputado no Rio, em meados de 1869. Foi quando voltou à Bahia, e passou o ano de 70 nas fazendas de seus parentes buscando melhorar sua saúde que estava envolvida por uma tuberculose. No final do ano, mais precisamente em novembro, lançou seu primeiro livro e único que chegou a ser publicado em vida, Espumas flutuantes, e recebido positivamente pelos leitores.
Castro Alves foi, no Brasil, o anunciador da Abolição e da República, com a cabeça totalmente voltada para a causa abolicionista, que lhe rendeu o livro “Cantor dos escravos”. A sua poesia se aproxima da retórica, incorporando a ênfase oratória à sua magia. Dele destaca-se a figura do poeta que aniquila a escravidão e a injustiça. Só Castro Alves estenderia sua poesia sobre a escravidão, tratando-o como herói, e continuar sendo integralmente humano. Em 1953 as provas de sua iniciação maçônica se perderam quando o arquivo da loja Amizade de São Paulo foi furtado e muito possivelmente destruído, levando a considerar que sua passagem pela Maçonaria foi breve.
Fonte: Revista Luzes - GOSP
De uma nação de quase reclusão à universalidade da Maçonaria
Embora originalmente colonizada por caçadores-coletores paleolíticos, possivelmente de 35.000 a 50.000 anos atrás, como uma nação insular, a civilização única do Japão se desenvolveu em isolamento virtual do resto do mundo, influenciada apenas por sua proximidade com a Ásia, particularmente a China e a Coréia.
Os comerciantes portugueses foram os primeiros ocidentais a chegar em 1543, desembarcando na pequena ilha de Tanegashima, no sul do Japão. Comerciantes de outras nações logo seguiram e o governante Shoganate - a ditadura militar hereditária tecnicamente responsável perante o imperador, mas na realidade a verdadeira sede do poder - tornou-se cada vez mais preocupado com a crescente influência estrangeira sobre o povo japonês, temendo que sua religião e cultura fossem contaminadas. e perdido para sempre.
Em resposta, o Japão isolou-se em grande parte do mundo desde a década de 1630 até 1853. Durante esse longo período, apenas chineses não cristãos e holandeses protestantes foram autorizados a negociar com o Japão. Entre os últimos estava um holandês chamado Isaac Titsingh da Companhia Holandesa das Índias Orientais, iniciado em Batávia em 1772 e que se acredita ser o primeiro maçom a visitar o país. Titsingh visitou o Japão três vezes entre 1779 e 1784 e chefiou o posto comercial holandês estabelecido em Nagasaki. No entanto, estes foram tempos difíceis com assédio contínuo e agressões a estrangeiros pelas classes samurais dominantes durante a primeira metade do século XIX.
Em 1853, com o Japão ainda mantendo uma política de isolamento do resto do mundo, o Comodoro Matthew Calbraith Perry da Marinha dos Estados Unidos com um esquadrão de nove navios de guerra (os Navios Negros) foi enviado ao Japão pelo então Presidente Fillmore para solicitar à força a reabertura dos portos japoneses ao comércio americano. Isso acabou resultando na assinatura do Tratado de Kanagawa em 31 de março de 1854, abrindo o Japão a uma comunicação limitada com os Estados Unidos. Tratados semelhantes foram promulgados durante os meses seguintes com a Grã-Bretanha, Holanda e Rússia.
Em 1863, o governo japonês concordou em ter tropas francesas e britânicas estacionadas em Yokohama e foi pouco depois que a Loja Esfinge Nº 263 foi introduzida em Yokohama em 1864 (operando sob a Grande Loja da Irlanda) chegando com um destacamento do 20º Regimento de Infantaria (Fuzileiros Lancashire). A loja tinha uma adesão total de cerca de 20 homens, incluindo alguns residentes estrangeiros locais, e operou até março de 1866, quando as forças dos EUA foram retiradas.
Os irmãos que moravam em Yokohama sentiram a necessidade de formar uma loja própria e solicitaram à Grande Loja da Inglaterra uma carta devidamente assinada pelo Conde de Zetland, Grão-Mestre da Inglaterra, e recebida em 26 de junho de 1866. A nova loja, Yokohama Lodge Nº 1092 E.C. se reuniu pela primeira vez em 1867 na casa do Sr. J.R. Black, editor e proprietário da Japan Gazette. Permaneceu ativo por muitos anos, entrando na escuridão antes da Segunda Guerra Mundial e não foi reativado. Sua bandeira maçônica está pendurada na parede do Templo Maçônico em Yokohama.
Várias outras lojas antigas foram estabelecidas sob um "acordo de cavalheiros" de que o governo não interferiria na associação da fraternidade, desde que isso fosse limitado a estrangeiros e que as reuniões fossem realizadas sem ostentação. Muitos membros dessas primeiras lojas contribuíram significativamente para a modernização do Japão, incluindo o irmão A. Kirby que construiu o primeiro navio de guerra encouraçado japonês. Apenas três dessas lojas permanecem trabalhando sob suas Cartas; dois sob a Grande Loja da Escócia e um sob a Grande Loja Unida da Inglaterra:
Por Wayne Devlin
Para que um lápis seja útil, ele deve passar por afiação regular. Agora, se um lápis tivesse sentimentos, sem dúvida sentiria algum desconforto cada vez que fosse reafiado, mas teria que passar por essa afiação, no entanto, para que fosse útil e de bom uso.
Nós, como maçons, também devemos passar por 'afiação' regular para podermos servir nossas famílias e nossas comunidades.
Às vezes pode ser desconfortável passar por tal 'aguçamento', mas devemos nos esforçar para passar por essas experiências para que também possamos crescer e nos desenvolver em uma versão melhor de nós mesmos.
Há tantas coisas como maçons que podemos aprender para desenvolver. Ler 'O Malhete' a cada mês, por exemplo, lhe dará todos os tipos de fatos interessantes e conhecimento maçônico que você pode compartilhar com sua Loja e colegas maçons.
Há tanto ritual para guardar na memória, ferramentas de trabalho para estudar e tabuleiros para interpretar.
Não são tarefas fáceis e demandam um tempo considerável, estudo e contemplação. No entanto, assim como o lápis afiado, o esforço vale a pena para crescer no conhecimento maçônico e, por sua vez, crescer como seres humanos para servir melhor ao mundo ao nosso redor.
Cada membro é um exemplo para o mundo exterior do que é a Maçonaria. Nossas ações e serviços à comunidade falam mais alto do que palavras jamais poderiam.
À medida que crescemos e nos tornamos mais conhecedores de nossa 'arte', precisamos transmitir esse conhecimento a outros membros para que, à medida que crescemos como indivíduos, também cresçamos como unidade. Para fazer isso, precisamos continuar sendo 'afiados'.
Os tempos mudaram e o que antes era classificado como uma sociedade secreta agora é simplesmente uma sociedade com alguns segredos.
O mundo exterior nos vê de maneira muito diferente do que eles fizeram no passado e, mostrando ao mundo nossas boas ações e liderando pelo exemplo, tiramos a ênfase das teorias da conspiração sem sentido e a voltamos para a realidade de que os maçons são indivíduos bons e decentes que se esforçam estar a serviço do mundo.
Uma vez que começamos a 'aguçar' nosso conhecimento da Maçonaria, precisamos garantir que transmitimos esse conhecimento e também manter nossos números crescendo.
Os maçons são mais públicos agora do que nunca, com programas de televisão e livros dando uma visão interna de nossas Lojas e vidas. Mas ainda podemos fazer mais.
Podemos convidar não membros para participar de nossos eventos, podemos deixar as pessoas saberem como é a vida como maçom e podemos educar e depois convidar as pessoas a se juntarem a nós na Loja.
Uma equação simples nos diz que, se dobrarmos nossos números, podemos dobrar a quantidade de bem que podemos fazer.
Todos nós usamos anéis e distintivos maçônicos na Loja, mas quantos de nós os usamos fora da Loja?
Ao simplesmente usar o esquadro e o compasso em nosso boné, camiseta, crachá ou anel, não estamos apenas promovendo o ofício, mas também, e mais importante, estamos convidando as pessoas a nos fazer perguntas que podem levar a consultas de associação.
'O que significa esse símbolo? O que isso representa? Como é ser maçom? Onde posso aprender mais? Como me torno maçom?'
Tudo isso começa com você. Você, como maçom, tem o poder de educar a si mesmo e aos outros no conhecimento maçônico.
A cidade de Colatina, conhecida carinhosamente como “Princesa do Norte”, foi palco das comemorações dos 50 anos de fundação da ARLS 22 de Agosto, no último sábado (23).
Em Sessão Pública Comemorativa, presidida pelo Venerável Mestre, Henrique Becevelli, o Jubileu de Ouro da ARLS 22 de Agosto emocionou todos os presentes na sessão. O evento contou com as presenças ilustres da comitiva do Grão-Mestrado Geral e também da comitiva do Grão-Mestrado Estadual, além das autoridades da sociedade colatinense.
Fundada em 22 de agosto de 1971, no distrito de Baunilha, a ARLS 22 de Agosto teve como o seu primeiro Venerável Mestre, o Irmão Reginaldo Rocha.
Foram 21 anos como a primeira Loja maçônica da Federação a ter sua sede em um distrito. Quando em 1992, a Loja se transferiu para Colatina e se reunia, provisoriamente, nas dependências do terraço da casa do valoroso irmão Olair José dos Santos.
No dia 24 de janeiro de 2006, a ARLS 22 de Agosto realizava a sua primeira sessão na atual sede, no bairro Moacir Brotas e atualmente, é uma das Lojas mais atuantes do GOB-ES, um exemplo de união e trabalho para a sociedade.
Entre os convidados ilustres, a cunhada Rosa Zuain Fontes, a primeira presidente da Fraternidade Feminina Cruzeiro do Sul 22 de Agosto, foi longamente aplaudida de pé por todos os presentes. Além de ser um ícone para as Fraternidades Femininas, a Dona Rosa Zouain é um símbolo de fraternidade e filantropia para a Maçonaria capixaba.
Acompanhando a Dona Rosa, várias fraternas, entre elas, a Presidente da Fraternidade Cruzeiro do Sul-ES, Abgail Teixeira e a Presidente da Fraternidade Feminina Folhas de Acácia, a Fraterna, Cecília da Costa Bezerra Soares.
Entre muitas homenagens e condecorações, as que chamaram muita atenção foi o reconhecimento da Loja aos pedreiros e ao vigia que trabalharam na construção do Templo. Homenagem que emocionou a todos.
O Eminente Irmão, Hélio Soares da Luz Sodré, Grão-Mestre Estadual, lembrou a importância de um trabalho em conjunto com toda equipe do GOB-ES. Para ele, a colaboração dos poderes da Ordem e a dedicação dos Veneráveis Secretários são fundamentais para que a Ordem continue se fortalecendo.
“Temos aqui uma equipe diferenciada, unida e bem disposta. Maçons trabalhadores que cuidam com muita coragem das demandas da sociedade. Maçonaria é união entre os irmãos, é o trabalho filantrópico e fraterno. Temos a obrigação cívica de evoluir a humanidade.
Após acompanhar quatro grandes comemorações pelo Estado, o Sapientíssimo Irmão Ademir Cândido, Grão-Mestre Geral Adjunto, destacou a participação maciça dos irmãos de vários orientes e seus respectivos representantes.
“Nos emociona ver tantos irmãos, cunhadas e sobrinhos juntos. A Maçonaria é uma filosofia de vida do Bem. Estamos sempre dispostos a trabalhar para a humanidade. Parabéns a ARLS 22 de Agosto, um exemplo de história que temos o prazer de levar conosco. Estamos na direção certa e o GOB, junto com o GOB-ES, vai continuar esse belo trabalho desenvolvido”, salienta emocionado o Sapientíssimo Irmão Ademir.
Comenda da Ordem Dom Pedro I
A Sessão Comemorativa condecorou com a Comenda da Ordem Dom Pedro I, levando os seguintes irmãos ao tratamento de Sapientíssimos:
Valdir José Dias;
Olair José dos Santos.
Devido ao grande número de participantes, o Jubileu de Ouro foi comemorado na Arena North Star.
Autoridades presentes:
Sapientíssimo Grão-Mestre Geral Adjunto, Ademir Cândido;
Eminente Irmão Hélio Soares da Luz Sodré, Grão-Mestre Estadual;
Poderoso Irmão José Paulo Tonoli, Grão-Mestre Estadual Adjunto;
Poderoso Irmão Ruy Borges, Secretário Geral da Guarda dos Selos;
Sapientíssimo Irmão Arquiariano Bites Leão, Presidente da SAFL;
Eminente Irmão Luiz Alberto Teixeira, Presidente da Pael e
demais autoridades do GOB-ES.
Por Carlos Magno Monteiro Freitas
Pequeno histórico.
Primeiramente gostaríamos de ressaltar que trata-se de um pequeno resumo que não abrange toda a vida da Loja. Necessitamos providenciar a digitalização das atas para facilitar a pesquisa e a preservação da história da Oficina.
Em 21 de abril de 1972, reuniu-se um grupo de valorosos Irmãos, quais sejam:
Ayrton de Moreno, Benedito Marvila, Darcy Cardoso da Silva, Demétrio Machado, Enedino de Sá Vianna, Ezio Rocha, Fernando Antônio Da Cruz, José Gomes Coelho e Luiz Barbirato Fonseca para reativarem os trabalhos maçônicos que estiveram adormecidos no então Oriente de Itapemirim, hoje Marataízes. Sendo a Loja Maçônica Vale do Itapemirim a legítima herdeira das tradições e da herança cultural das Lojas Maçônicas “Itapemirinense” nº 704, fundada em 01 de janeiro de 1900, e “Theodora” nº 750, fundada em 20 de julho de 1901, as quais abateram colunas em épocas imemoriais. Como naquela data comemorava-se o dia do mártir da Inconfidência Mineira, resolveram os Irmãos fundadores dar o nome de “Tiradentes X” à Loja recém-nascida, a qual recebeu o número 1859.
Em 01/05/1976 ocorreu a fundação da Loja Maçônica Vale do Itapemirim, também no Oriente de Marataízes. Não dispomos dos nomes dos fundadores. Tendo esta Loja recebido o número 1943.
Por irmão Marco Antonio Peres
Não podemos esquecer o que significa Estadista: é uma pessoa versada em negócios de alta política; um ativista que sabe conduzir os assuntos de um governo; homem de Estado; político de liderança sem limitações partidárias.
Winston Leonard Spencer-Churchill, foi um político conservador e estadista britânico, famoso principalmente por sua atuação como primeiro-ministro do Reino Unido durante a segunda guerra mundial. Ele foi primeiro-ministro britânico por duas vezes. Nasceu no palácio de Blenheim, Reino Unido, em 30 de novembro de 1874, Descansou em 24 de janeiro de 1965 em Kensington, Londres, Reino Unido. Seu pai, Lorde Randolph Churchill era inglês e a mãe, Jennie Jerome, americana.
De uma família abastada, Churchill teve uma educação rígida em Dublin, Irlanda. Mais tarde, seguiu a carreira militar e os passos de seu progenitor. Seu pai exerceu cargos na política, se destacando como Ministro da Fazenda.
Churchill serviu o exército britânico, de 1895 a 1924, se graduando Tenente-Coronel na Academia Militar de Sandhurst.
Filiou-se ao Partido Conservador e exerceu cargos políticos em seu país, quanto este partido estava no governo, como Secretário de Estado, Deputado, Chanceler do Tesouro, etc.
Foi Ministro das finanças, do Comércio, da Defesa, das Colônias, das Munições e, finalmente, Primeiro Ministro da Grã-Bretanha.
Atuou na Guerra dos Bôeres (na África), na Guerra em Cuba, na Índia e na África do Sul. Ademais, exerceu o cargo de Primeiro Lord do Almirantado na primeira guerra mundial, uma espécie de Ministro da Marinha.
Durante a segunda guerra mundial foi eleito, em 1940, Primeiro-Ministro do Reino Unido e se destacou pela sua intransigência em relação ao “Nacional Socialista dos Trabalhadores” - partido de Hitler (nazismo). Por outro lado, tinha que manter as esperanças do povo britânico e fazia discursos que eram acompanhados por toda população.
Foi uma das figuras mais emblemáticas durante a segunda guerra mundial (1939-1945) ao encarnar a resistência dos aliados frente ao nazismo.
Churchill foi um exímio orador, sendo conhecido por seus discursos nacionalistas que pregavam a paz. Homem que já demonstrava que superava dificuldades, Durante sua infância e vida adulta, ele demonstrava dificuldade em pronunciar a letra “S” e a letra “Z”. Tal limitação fazia com que suas notas durante a fase escolar fossem constantemente abaixo da média. Vários autores das décadas de 1920 e 1930 mencionam a dificuldade de fala de Churchill como "grave e agonizante". Os seus discursos eram preparados para evitar hesitações e diminuir o efeito de sua dificuldade. A esse respeito, Churchill afirmou que a sua dificuldade não o atrapalhava.
Face às publicações de seus artigos e obras recebeu em 1953 o Prêmio Nobel de Literatura. Na ocasião, ele foi saudado como o maior dos britânicos vivos. Foi o primeiro a cunhar o termo “cortina de ferro” para ilustrar a separação entre os países da Europa (comunista e os demais).
A 1º de março de 1955, Churchill proferiu o seu último discurso na Câmara dos Comuns como chefe de governo, intitulado "Jamais desesperar", anunciando a sua renúncia ao mandato de primeiro-ministro, não sem antes alertar o mundo, mais uma vez, para o risco de uma guerra nuclear. Depois, continuou na Câmara dos Comuns até pouco tempo antes de morrer. Nos últimos anos de vida parlamentar, teve atuação discreta, proferindo discursos apenas ocasionalmente. Como se já quisesse descansar!
Se aproxima o período eleitoral e observamos nas lojas maçônicas, famosos irmãos infrequentes, começarem a aparecer nas oficinas das diferentes Potências ditas regulares, a darem tapinhas nas costas e até mesmo abraçarem irmãos como nunca o fizeram, mesmo antes da Pandemia. Tal situação despertou uma necessidade de focarmos, à luz de nossa legislação e também os chamados Usos e Costumes desta situação que fomenta uma análise realística e apartidária.
Vemos nossas lideranças, de maneira tímida incentivarem o famoso jargão: " MAÇOM VOTA EM MAÇOM".
O combate à corrupção na esfera pública e a escolha de candidatos comprometidos com a ética e a moral na política, sempre foi proclamado na história da maçonaria universal, desde os mais remotos tempos. Nesses dois apelos se uniram dirigentes maçons de todo o país durante a homenagem do Senado, na Sessão que homenageava à Maçonaria e ao Dia do Maçom. Eles chamaram os eleitores a votar com consciência nas eleições de outubro para renovar os quadros políticos e eleger candidatos compromissados com o desenvolvimento nacional.
- Essa é uma oportunidade de renovação, de afastar da vida pública aqueles que foram alvo de denúncias. É preciso ter a consciência de não votar naquele que nos vai representar apenas por ser um colega de classe, por ser um amigo ou por ser um elemento que conhecemos na TV ou no rádio, inclusive aqueles que se dizem irmãos e somente utilizam a Ordem Maçônica nestas ocasiões, de maneira reprovável e totalmente indevida. Temos sempre de escolher aqueles que realmente têm algo a oferecer ao País, á Ordem Maçônica, à família e que sejam realmente livres e de bons costumes SEMPRE E NÃO SOMENTE NO PERÍODO ELEITORAL - recomendou o grão-mestre-geral do Grande Oriente do Brasil. A CMSB E A COMAB, também emitiram através de seus dirigentes, pronunciamentos que vão na mesma linha, inclusive em alguns Estados Brasileiro, houveram até pronunciamentos CONJUNTOS DAS POTÊNCIAS REGULARMENTE RECONHECIDAS, inclusive com carta aberta ao público, em jornais escritos e nas mídias sociais.
O que diz a legislação eleitoral sobre quem pode ser candidato?
A Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 estabelece que é necessário cumprir algumas exigências para se candidatar a um cargo eletivo. No parágrafo terceiro do artigo 14 você encontrará as condições exigidas para se candidatar e representar os interesses da sociedade. Vamos ver quais são?
Nacionalidade brasileira: Antes de mais nada, é preciso ter a nacionalidade brasileira. Isso acontece porque os representantes do povo, ao editarem a nova constituição, entenderam que o estrangeiro teria mais interesse em representar seu país do que o Brasil – por isso, inclusive, estrangeiros não podem votar -, garantindo somente aos brasileiros a possibilidade de votar e de se tornarem candidatos.
Pleno exercício dos direitos políticos: para se tornar um candidato é preciso ter o pleno exercício dos direitos políticos. Em outras palavras, você precisa: ter atingido a maioridade; ser eleitor; no caso dos homens, estar em dia com as obrigações militares; e em caso de ter sofrido condenação criminal transitada em julgado, cumprir totalmente a pena.
Alistamento junto à Justiça Eleitoral: Além dos direitos políticos, o cidadão brasileiro precisa ser alistado junto à Justiça Eleitoral.
Evangelho de Marcos XII 42-44
O costume da caridade, na Maçonaria, deriva da passagem do Evangelho acima relatada, nossos antigos rituais não o mencionam até 1820, quando, nos “Estatutos Gerais de Nápoles” , há referência à “ troca de caridade ”.
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